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Pensamento da semana

por jpt, em 29.04.18

Face a esta recidiva da notabilite do que o PSD precisa é de um Bruno de Carvalho.

 

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

Autoria e outros dados (tags, etc)


30 comentários

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De Sarin a 23.04.2018 às 07:17

E em vez deste queimar por dentro, deste "burn in", assistíamos a um "burnout"?

Caro jpt, Rio vai lançado: não se senta no camarote quando visita S. Bento, tem criado polémicas e já conseguiu aliança com um rival...
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De jpt a 23.04.2018 às 12:01

A ver vamos ...
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De Vlad, o Emborcador a 23.04.2018 às 07:45

Portanto há no PSD a necessidade de um Sócrates
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De jpt a 23.04.2018 às 12:00

Apesar de pouco popular continuo a frisar este meu incómodo, reforçado por 15 anos de bloguismo, e de participação noutros locais de debate e partilha na internet. José Sócrates é arguido num processo complexo, e muito grave. Compete às instituições competentes avaliar as acusações mas o ônus da suspeita está aí. Bruno de Carvalho pode ter os defeitos que se queira, ser criticado como se queira. Mas não é arguido nem consta que seja acusado de algo, muito menos de coisas tamanhas como as de Sócrates. Neste âmbito fazer um comentário destes, uma analogia insinuante, é uma aleivosia indigna. E este tipo de indignidade brota em espaço público a coberto do cobarde anonimato, salvaguardando o vil locutor da devida sanção moral. Para muitos isto tem piada, "anima". A mim repugna-me
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De Vlad, o Emborcador a 23.04.2018 às 12:27

Bolas....poemas2014@sapo.pt

Vivo na Maia-Porto

Veterinário

Quer telemóvel?

Pedro Afonso.

Sabe o que mais lhe admiro,jpt?

O seu sentido de humor. Impagável

Sim, confesso. Sou vil , um verme que mereceria ser pisado. ...socado...esmagado.....um anónimo frustrado que vem para as redes destilar ódio. ....já disse tudo, ou falta mais qualquer coisita?

Espero que na vida real não seja o personagem que é no blog. Intratável
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De jpt a 23.04.2018 às 12:58

No(s) blog(s) e fora dele(s) sou uma "jóia" (pechisbeque, design by Haddock)
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De Sarin a 23.04.2018 às 16:34

O telemóvel? Melhor enviar-lhe o número, enviar o aparelho resultará no mesmo, acho.

Crie mas é o raio do blogue que é para não haver dúvida quando fala o Vlad e quando fala o Jekyll a imitá-lo.

Aqui foi o Vlad, não duvido. Acho :/
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De Sarin a 23.04.2018 às 16:28

Mas, jpt, Sócrates foi no PS aquilo que Bruno de Carvalho é no Sporting: vaidoso, arrogante, prepotente, e ainda assim amado por muitos.

Todos os pontos-de-vista não passam de vistas de um ponto.
Pensei que a sua analogia visava ampliar a órbita para obter várias vistas, tantas quantas possível. E afinal foi o preconceito ou a mágoa destes dias que o fez focar-se numa vista soez entre tantas que se poderiam fotografar.
Porque era fotografia que buscava, supus - não radiografia.

Há sempre mais horizonte do que o que vemos de onde estamos, e era capaz de apostar que esta frase, além de banal, não é novidade.


Bom, mas com a sua resposta sempre sacou mais um do anonimato :)
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De jpt a 24.04.2018 às 11:01

A luta contra o anonimato é um desígnio, um dogmatismo que ultrapassa a legítima (?) pluralidade de pontos de (tomada de) vista.
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De Anónimo a 24.04.2018 às 12:04

Mas um pseudónimo será realmente anonimato?

Não vejo de que adianta saber o nome de registo civil se a figura pública só for pública no café que frequenta. E mesmo que seja conhecida internacionalmente, um pseudónimo não será nome e identidade a partir do momento que usado consistentemente? Seja pseudónimo ou iniciais.

Escreveria eu diferente, forma e/ou conteúdo, se em vez de Sarin assinasse Maria Francisca de Castro? Nenhum de registo, mas muito meu o primeiro e muito nada o segundo, devo esclarecer. Talvez o segundo seja mais tranquilizador para quem lê. Mas isso é conveniência de quem lê, não de quem escreve.

Não aprecio a falta de assinatura. Mas não acho mais condenável do que usar figuras públicas contemporâneas como resumo de características. É que as características invocadas diferem. Como se viu :)
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De Sarin a 24.04.2018 às 16:32

E garanto que às 12:04 o comentário saiu anónimo não como reforço do texto mas por manias do telemóvel!
Peço desculpa, mas mesmo com id ligado... grrr
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De Vlad, o Emborcador a 24.04.2018 às 18:08

Mude de telemóvel! ! Olhe que os iPhone da Rádio Popular são da candonga!
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De Sarin a 24.04.2018 às 20:46

Mas é mesmo da candonga, que é para incentivar o empreendedorismo nacional!!!
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De jpt a 27.04.2018 às 12:16

Esta conversa tem mais de uma década e os argumentos pró-anonimato mantêm-se, e sempre ao nível da irreflexão (e, no caso da opinião política, da imoralidade). Sim, só se sabe no café quem é o Zé Teixeira. Sim, o Zé Teixeira sempre achou que blogar é falar no café (ou no bar), não aspira a mais. Sim, quando o Zé Teixeira diz que o vizinho do lado é um gordo feio as suas opiniões são avaliadas também em função da penca que tem e da papada que apresenta. Quem não percebe isso, quem esconde pencas e papadas sob os rebuços arrivistas da "pseudonímia" ou a vilania do anonimato deixe-se a publicar os versos mancos. E não opine sobre outros. Ou então meta nome e cara. Mesmo que os outros não o conheçam. E isto é tão claro, cristalinamente claro, como a ignomínia lamacenta da argumentação inversa o é.
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De Sarin a 28.04.2018 às 02:16

De onde estou, afigura-se-me que jpt considera anonimato sinónimo de cobardia, falta de assinatura o mesmo que excesso de vergonha ou falta de vergonha na cara, e não percebe ou não aceita ou não se lembra que haverá outras causas, como "nicks" de 20 anos que se colam a quem os usa ou como perseguidores que se colam a quem perseguem.
Nunca me ocorreu serem a modéstia ou a falta de ambição causas prováveis, mas também nestas não vejo ignomínia.
Ao contrário de no anonimato e (não ou) na falta de assinatura usados para atacar pessoas em vez de discutir ideias - que, quais tenebrosos poços de lama, urge ignorar até à auto-limpeza; aos outros, no qual me incluo por assinatura-na-net mais velha que a discussão que jpt trava consigo ou com alguéns, que cada um lhes dê a atenção que as respectivas palavras despertarem, sabendo que as dos sem-assinatura têm nisto a sua solução de continuidade.
Com ou sem maior ambição que a discussão em si mesma.
E com este voto de tolerância, não com a falta de coluna vertebral mas com a falta de nome ou de foto, agradeço a atenção da resposta em tal derivação ao pensamento da semana.
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De jpt a 28.04.2018 às 08:17

Sarin a discussão sobre anonimato e "pseudonimato" no bloguismo é antiga, será tão velha como a da existência deste suporte. E acaba sempre no registo do "vira o disco e toca o mesmo", como se dizia na era do vinil. No meu caso, e recordo-o para que entenda sobre o quão não percebo eu sobre "nicks e afins", entrei no bloguismo com pseudónimo e sob anonimato: comecei como comentador no "O Meu Pipi" como anónimo, como era costume naquela espantosa caixa de comentários, e comecei o meu primeiro blog, ma-schamba, como anónimo. Se como comentador nunca mais o fiz, para além daquele muito peculiar blog (salvo ocasionais erros na colocação de comentários), como bloguista passado pouco tempo meti o meu nome. A questão em causa é suficientemente simples, mesmo que apela a delimitações relativamente fluídas, como o devem ser quase todas as que balizam as coisas não fundamentais da vida, como isto de andarmos a conversar no "éter", como também antes se dizia. Se as pessoas querem partilhar (publicar) as suas elaborações criativas, pessoais mesmo que não intimistas (fotos, poemas, crónicas, contos, desenhos, etc.) terá toda a pertinência que o façam como querem, e nisso que surjam anónimas, ou sob pseudónimo, este partilhado com alguns dos seus ou mesmo radicalmente privado. Se as pessoas querem partilhar opiniões sobre o alheio mais ou menos circundante, diálogos, debates ou mesmo afrontas, metem o nome. As fronteiras são fluídas, claro que o são, pois qualquer produção própria pode ser "lida" em termos de uma qualquer intertextualidade, de cruzamentos de referências e influências, ou mesmo o tal de palimpsesto, termo que tanto agradou há alguns anos aos locutores, e como tal são diálogos intrínsecos e implícitos. Mas é evidente, se usando o órgão do bom senso, que é diferente tentar fotografar a la Castello-Lopes ou por ele influenciado ou refractando-o ou tentar escrever a la Llansol (ou influenciado ou refractando-a), ou escrever (em palavras ou pictoricamente) ensaios, recensões críticas ou meras opiniões avulsas sobre essas ou outras personalidades. E isto é (ou deveria ser) tão óbvio que andar a escrever sobre isto em 2018 é fastidioso. Que as pessoas escrevam anónimas loas, poéticas ou realistas, à beleza ou pseudónimos ditirambos, mais ou menos histriónicos, contra o esférico a rolar nos relvados enquanto é perseguido e impulsionado por grupos de 22 pessoas, é até simpático. Que surjam nos mesmos moldes a fazer analogias, mais ou menos jocosas, mais ou menos críticas, e até mais ou menos elogiosas, sobre algum ou alguns dos tais 22 jogadores, já requer a hombridade de afixar a respectiva papada e o desvio do septo nasal. Mesmo que ninguém se interesse por tais características e pelo seu dono. Pois é uma questão de atitude do emissor, não a dos hipotéticos receptores.
Cumprimentos, bom fim-de-semana
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De Herr Von Kälhau aka Vlad a 28.04.2018 às 08:56

Jpt, e não é que gostei de ler este seu comentário!!!

Bom fim de semana
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De jpt a 28.04.2018 às 09:54

"ele" há sempre surpresas caro pseudónimo
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De jpt a 28.04.2018 às 09:59

Não dá para emendar ("editar") os comentários e assim corrijo-o aqui, pequeno detalhe: comecei como comentador nos blogs no "O meu pipi" com pseudónimo(s) e não como anónimo, como deixei acima, erro do "ao correr da tecla" - para além de uns erros de concordância e ortográficos que também por lá deixei, dos quais peço desculpa
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De Sarin a 28.04.2018 às 12:26

Já tive a minha penca e a minha papada exposta. Cansei-me de expressões que atentavam na cara e não no comentário, que atentavam no género e não na opinião - ou que usavam ambas para "justificar", depreciar, a mensagem. Ando nisto de comentar há 20 anos pelo puro gozo do debate, não para ser avaliada (muito menos tendo como base de avaliação uma fotografia). E confesso que houve uma altura em que me perguntei se o afixar a cara não seria busca de protagonismo, de exposição pública - talvez (agoniada) influenciada pela vacuidade dos nossos "reality shows", pela banalização dos VIP, pelos detestados 5 minutos de fama outorgados por cabotinos apresentadores.

É uma questão de atitude do emissor, concordo - mas continuo dividida entre o ruído e a integridade.
Já o Laço, rosa 11 meses azul em Abril, talvez desperte alguém, talvez sensibilize, talvez... mas só este "talvez" já o faz certamente mais importante do que a exposição da minha foto.


Só muito recentemente criei blogue, mais para evitar usurpações de assinatura do que para publicar textos meus (quase todos morridos onde nascidos).
Talvez um destes dias lá coloque a foto e o nome, se me dedicar a descobrir como manter todos...
Porque continuarei de laço ao peito a assinar Sarin :)

Bom fim-de-semana, jpt, e obrigada pela discussão.
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De jpt a 28.04.2018 às 13:14

Entenda-se que falo de "papada e penca" metaforicamente. Isto de ter fotografia no perfil é coisa "recente" (pós-FB, acho eu). Acho muito bem que não esteja a fotografia, trato daquilo da assinatura (mesmo que seja o famigerado John Smith - e depois alguém virá dizer que qualquer pode ser "João Ferreira" e é verdade. Insisto, trata-se "apenas" da atitude signatária, nada mais).
E sim, há muitos contra-comentadores muito burros, preconceituosos, sempre ou por vezes (olhe para aqui este jpt, todo pimpão, quantas vezes apenas a exercer o fel)
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De Sarin a 28.04.2018 às 13:16

Também eu falava figuradamente :)
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De Anónimo a 23.04.2018 às 11:48

Bruno de Carvalho antes do filho nascer, ou depois?
É que, as hormonas e a personalidade do Bruno de Carvalho são diferentes antes e depois.
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De jpt a 23.04.2018 às 13:01

No estado em que aquilo está venham lá que hormonas vierem
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De Anónimo a 24.04.2018 às 00:10

Futebol e politica juntos na mesma frase deixa antever que o autor quer é conversa de café, aqui fica o meu contributo.
Bruno de Carvalho é um hype do "Sportinguismo", todos os Sportinguistas sabem quem manda no clube, como se viu (para que não sabia) após a derrota com o Atlético de Madrid e o que custa a muitos sportinguistas é que o pilim é do ex-bes Angola.
Ou como o Benfica e o seu presidente devem em conjunto mais de 700 milhões de euros á CGD e mesmo assim contínua a ter aval por parte do representante do único acionista.
Já o FCP teve de baixar a bolinha na Invicta enquanto Rui Rio foi presidente da câmara do Porto.

Declaração de interesses, sou adepto do F.C.P. e nutro simpatia por Rui Rio.

WW

" A Nação não se confunde com um partido, um partido não se identifica com um Estado. "
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De jpt a 24.04.2018 às 11:00

Obrigado, eu gosto muito de conversa de café. E muito lamento já me faltar a energia para a conversa de bar, que me dá o sono quando a noite cai.
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De Sarin a 24.04.2018 às 12:36

Eu até podia entrar em larga discussão lembrando-lhe que as dívidas do LFV nada têm a ver com as dívidas do SLB; tal como as de PdC nada têm a ver com o FCP, mas aqui estaria a entrar em terrenos pantanosos por causa das comissões alexandrinas.
Sobre hipotecas e incumprimentos financeiros, então, teríamos para o resto da semana...


Mas interessam-me mais os dirigentes políticos, porque são estes que gerem ou ferem o meu dia-a-dia.
Rio obrigou o FCP a manter a bolinha baixa - coisa a que o FCP nunca esteve habituado, nem no Porto nem nos arredores. Não cedeu a pressões, e manteve-se firme. Demonstrou fibra e objectivo.
No entanto, Rio parece ser provinciano - sem desprimor para quem o é, mas para gerir um país não se pode circunscrever a políticas de bairro.


Sou Benfiquista, gostei de Rio à frente do Porto e espero que saia do bairro para o País. Se votarei alguma vez nele, não sei - mas sei que a Democracia ganha quando bons governos têm boas oposições.
Por agora a Democracia continua fraquinha das pernas.
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De jpt a 27.04.2018 às 12:18

Obrigado pelo comentário. Eu nada sei sobre as dívidas do cidadão Vieira. Também eu espero que Rio desperte, que isto com um governo minoritário apoiado por PCP/Verdes/PAN/BE/PSD/PS começa a ser estranho.
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De Anónimo a 24.04.2018 às 08:53

Percebo e até partilho muita da exasperação...

Mas enfim, ainda acho que o Xuxa Costa e o seu Ronaldo do Ecofin [os outros ministros, coitados, (politicamente) não existem, ninguém dá por eles a não ser para anedotas e sarcasmos....], tendo muito de bazófia populista e de chefes de claque com muita 'majorette', ainda se distinguem claramente do Estado Lampiânico, cujas porcarias e javardices um BdC oportunamente e até com alguma tenacidade denunciou e combateu....

Jorg
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De jpt a 27.04.2018 às 12:18

Sim , mas uma vontade de pontapear o "estado da arte" seria muito bem-vindo

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