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Paris já está a arder.

por Luís Menezes Leitão, em 15.04.19

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A destruição de Notre Dame por um violento incêndio representa o dobre a finados da civilização ocidental. O que nem Hitler conseguiu fazer, é agora conseguido em pleno séc. XXI. Tenha sido isto o resultado de um acto terrorista ou da simples negligência daqueles a quem competia cuidar do monumento, neste momento não interessa. Uma das maiores criações do espírito humano, que inspirou o génio de Victor Hugo, desaparece hoje. É um dia triste para todos aqueles que lutam pela nossa civilização e pela preservação da memória da Europa.


14 comentários

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De Cristina Filipe Nogueira a 15.04.2019 às 20:55

Uma tristeza sem fim...
Também pergunto como é que, em pleno século XXI pode acontecer uma situação destas. Não é uma qualquer igreja na esquina. É Notre Dame em Paris.
Um dia tristíssimo para a civilização europeia. Uma tragedia que ultrapassa religiões.
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De Vento a 15.04.2019 às 21:14

A arte também é liturgia. Um dia compreenderemos o que o cristianismo ofereceu ao mundo nesta matéria.
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De Anónimo a 16.04.2019 às 01:20

O Marxismo encarregou-se de a apagar.

O artista para o ser teria de fazer "crítica social", ou seja mostrar a fealdade da sociedade capitalista e para o fazer teve de se acabar com a procura do belo na arte.

https://www.youtube.com/watch?v=kkJC8p48g6g

lucklucky
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De Vento a 16.04.2019 às 10:37

Nisi Dominus aedificaverit domum, in vanum laboraverunt qui aedificant eam.
Nisi Dominus custodierit civitatem, frustra vigilat qui custodit eam.
Vanum est vobis ante lucem surgere:
surgite postquam sederitis, qui manducatis panem doloris.
Cum dederit dilectis suis somnum,
ecce aereditas Domini, filii ; merces, fructus ventris.
Sicut sagittæ in manu potentis, ita filii excussorum.
Beatus vir qui implevit desiderium suum ex ipsis :
non confundetur cum loquetur inimicis suis in porta.
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De Anónimo a 17.04.2019 às 02:30

https://www.youtube.com/watch?v=GFoT6UUNLZc
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De Bea a 15.04.2019 às 21:26

Pesarosa, lacrimosa e o mais que existe e não diz nem mitiga a tristeza de ver o fogo consumir obra tão sublime.
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De Anónimo a 15.04.2019 às 21:49

A (des) propósito : Aicha, mãe de Boabdil , "Choras como uma mulher o que não soubeste defender como um homem".
Toda, ou quase, uma civilização em lágrimas...
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De Anónimo a 15.04.2019 às 21:51

Muito bem, primeiro as coisas, depois os animais e no fim de tudo as pessoas! Lutar pela nossa civilização é por exemplo proteger os mais fracos.

O assunto está em destaque em alguns media como se acontecesse cá! Ou é uma grande trapalhada ou uma grande manipulação.
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De Anónimo a 15.04.2019 às 22:06

"...Tenha sido isto o resultado de um acto terrorista... não iteressa."
Se calhar interessa saber. Já há 7 botijas de gáz, um Pegeout mal estacionado com um casal de reconhecidos "simpatizantes"....
Por aí até há muitas igrejas a precisar de reparações.
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De Anónimo a 16.04.2019 às 12:41

A não ser que seja uma repetição, deve estar a referir-se a uma tentativa anterior de ataque a Notre Dame há uns anos atrás.

https://www.thejournal.ie/france-jails-jihadist-woman-accused-over-foiled-terror-attack-in-paris-4590216-Apr2019/

lucklucky
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De Elvimonte a 15.04.2019 às 22:19

Se o gótico é um desafio à Estática, hoje a Estática foi consumida pelo fogo. E ainda não percebi bem porquê. Materiais inflamáveis, numa catedral gótica, apenas existem ao nível da zona ocupada e ao nível das coberturas. Tudo o resto é pedra.
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De Maria Araújo a 16.04.2019 às 10:29

Ontem, já tarde, quando vi a notícia, fiquei estupefata com esta triste notícia e o meu pensamento foi precisamente para este título que deu ao seu post.
Uma história de séculos que vai demorar anos a reconstruir e nunca será a mesma.
Só os livros para a contar.
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De V. a 16.04.2019 às 17:56

"Estupefata" — é natural.
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De jo a 16.04.2019 às 18:20

"A destruição de Notre Dame por um violento incêndio representa o dobre a finados da civilização ocidental"

Se a civilização ocidental se definisse só por uma igreja, também não valeria grande coisa.

Ponha as coisas em perspetiva: A Europa só no século XX autodestrui-se duas vezes e a civilização ocidental não acabou.

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