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Palavras para recordar (71)

por Pedro Correia, em 23.09.20

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MANUELA FERREIRA LEITE

Visão, 13 de Novembro de 2008

«Não pode ser a comunicação social a seleccionar aquilo que transmite.»


15 comentários

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De Vorph "ги́ря" Valknut a 23.09.2020 às 12:52

Chiça....

Ferreira Leite pergunta se "não seria bom haver seis meses sem democracia" para pôr "tudo na ordem"

Desconfio que a TVI se vê obrigada a manter a sua crónica social.

Ferreira Leite, na TVI, Júdice na SIC.
Não há gente nova, sem grandes caudas passadas?

Um Sebastião Bugalho, um Henrique Raposo, para que a sopa não saiba sempre ao mesmo.
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De Isabel Paulos a 23.09.2020 às 13:46

Voto no Henrique Raposo.
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De fatimap a 23.09.2020 às 15:12

Apoiadíssimo, Vorph!

É hora de puxar pelos mais novos, de todos os quadrantes democráticos. Dar a conhecer o seu pensamento, carisma, atitude, empatia.

Mais do mesmo, não, obrigada. São muitos anos a explorar e debitar as mesmas linhas de pensamento. Estão (estamos) esgotados, desiludidos, descrentes, exauridos, ressequidos por dentro e por fora.

Urge dar lugar a sangue novo, novos olhares, coragem, força, caracter, novas formas e fontes de saberes.
E muita criatividade e generosidade, tudo o que a velha política foi deixando pelo caminho.
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De Anónimo a 23.09.2020 às 20:53

A azedo, portanto.
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De Isabel Paulos a 23.09.2020 às 13:46

Eheheh. Faz todo o sentido. Médicos e presidentes de câmara a legislar, especialistas científicos a fazer as vezes de entertainer e políticos a fazer jornalismo. É o circo perfeito.
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De Pedro Correia a 23.09.2020 às 14:11

Comentário certo no sítio errado, Isabel.
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De Isabel Paulos a 23.09.2020 às 16:30

Desta vez foi intencional. Era uma tentativa de 2 em 1.

Afinal, nesta frase fica em aberto a possibilidade de ser o poder político a seleccionar o que a comunicação social transmite.
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De Anónimo a 23.09.2020 às 14:38

Nunca fui fã de Ferreira Leite, mas prestando atenção, ela diz coisas muito certas.
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De IO a 23.09.2020 às 17:27

Não gosto muito da senhora c mas acho que desta vez tem razão...DITO DE OUTRA MANEIRA...a comunicação social não pode transmitir SÓ aquilo que selecciona (ou que lhe convém..!!)
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De balio a 23.09.2020 às 18:27

A Manuela Ferreira Leite dizia coisas acertadas mas politicamente incorretas, com muita candura.
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De o cunhado a 23.09.2020 às 19:05

Uma grande Dirigente, infelizmente devorada por uma matilha de lobos faminta.
Como ela mais houvesse, ou aparecesse que muito melhor estaríamos.
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De Francisco Almeida a 23.09.2020 às 23:41

Manuela Ferreira Leite poderia ter sido uma notável número dois se Sá Carneiro não tivesse morrido. Atendendo à qualidade dos sucessores de Sá Carneiro, já não podia pois logo afastariam quem claramente lhes era superior.

E também não tinha condições para ser a número um. Uma mulher em Portugal ainda tem um handicap que não vai desaparecer para já; depois nem poderia atrair o eleitorado "macho" pela presença, nem o eleitorado conservador feminino, por ser divorciada. Finalmente era demasiado séria para afirmar assertivamente coisas que eram pela sua natureza incertas o que lhe dava uma aparente insegurança face a opositores sem essa contenção.

Recordo-me do frente a frente televisivo com Sócrates em que Ferreira Leite afirmou que a dívida externa era já excessiva, sem conseguir transmitir a ideia da gravidade inerente, e foi completamente apagada por Sócrates que assertivamente, com um sorriso e bem virado para a Câmara, disse que nem sequer era preocupante.
Claro que Ferreira Leite disse a verdade e Sócrates mentiu mas o que é certo é que ganhou o debate e veio a ser eleito.

Eu já tinha perdido o cartão de eleitor há muito mas ainda hoje me surpreendo como é que a esmagadora maioria, talvez mesmo a totalidade salvo excepções sem significado como eu, que viram ser eleito o mentiroso e rejeitada a que disse a verdade, e que sofreram as consequências disso nos anos seguintes com o desgraçado programa da "troika", continuam a defender acriticamente o sufrágio universal directo num país com a desigualdade cultural e informativa que temos.
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De Elvimonte a 24.09.2020 às 11:27

A realidade é composta pelos 360º daquilo que nos rodeia. Quando sistematicamente nos apresentam apenas uma fracção dessa realidade, que só em questões de pormenor difere entre as várias empresas noticiosas, nacional e internacionalmente, o que transparece é um alinhamento produto de algum tipo de selecção.

Como escolher é recusar e a recusa de difusão de determinadas peças informativas é apanágio de sistemas onde a censura é institucional, pode argumentar-se que, de facto, a actualidade das empresas noticiosas de grande divulgação exerce informalmente algum tipo de censura.
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De jpt a 24.09.2020 às 11:50

Desta frase não me lembrava ... É um axioma da prática governativa portuguesa.

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