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Palavras para recordar (17)

por Pedro Correia, em 13.02.17

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JOSÉ SÓCRATES

Expresso, 11 de Janeiro de 2008

«Tenho a certeza que todos os portugueses compreendem que, com o défice e a dívida controlados, o País está melhor e terá mais futuro.»


7 comentários

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De Einstürzende Neubauten a 13.02.2017 às 13:43

Outras para ouvir...

https://www.youtube.com/watch?v=wvGTjA594E8

Cavaco Silva e as suas reformas: "Tudo somado, é capaz de não dar para pagar as despesas"

Gasta tudo em cilícios e presépios
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De Costa a 13.02.2017 às 16:10

Portanto, como alguns dizem disparates - ou coisas que, pelas funções desempenhadas e pela situação do país, mandaria o elementar bom senso que não fossem, assim pelo menos, ditas - tal legitima, exculpa, os disparates (ou, no caso, bem pior) ditos por outros. Os disparates e os actos praticados, até agora em doce impunidade, com eles relacionados e que ficarão na História.

Eles e aquilo a que levaram o país. E não por boas razões.

É isso, certo?

Costa
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De Einstürzende Neubauten a 13.02.2017 às 18:51

Não, Costa! O que quero "dizer" é que os disparates são tantos que já não distingo disparates e disparatados! É como se os nossos políticos e partidos, estivessem acometidos por uma virose. Uma Disparatite crónica bilateral
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De Costa a 13.02.2017 às 20:02

Isso é verdade. Em graus diversos, mas verdade e abarcando desde os do dito "arco da governação" até aos mais "fracturantes". E até quando é que os nossos - mito ou verdade - brandos costumes conterão os ímpetos (e a sua aceitação) que já se vê triunfantes noutras paragens?

Quando isso acontecer logo veremos onde irão eles, os "nossos" partidos e políticos, encontrar explicações e responsáveis. Seguramente não neles mesmos.

Costa
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De Einstürzende Neubauten a 13.02.2017 às 21:16

Costa, acredito na natureza humana e não na existência de uma natureza portuguesa. Perante o Poder, ou perante a perspectiva do mesmo, os políticos portugueses são iguais aos franceses, aos espanhóis, aos dinamarqueses...aos primatas.

Quanto aos brandos costumes, veja a história da I Republica portuguesa. Ou recue e veja os Autos de Fé. Mito, criado no Estado Novo, como o da portugalidade e do Ser português...ou veja o caso do Pedro Dias, de Arouca
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De Costa a 13.02.2017 às 22:33

É suficiente ficar por coisas mais banais e do tempo presente: mata-se facilmente por uma infidelidade, verdadeira ou alegada, por exemplo. Mas registo a sua invocação da primeira república (as letras minúsculas não são acidentais), período elevado à condição de sublime, na liturgia oficial dos nossos dias, e a semi-deuses da liberdade os seus mentores (ao tempo e agora), e que foi a barbárie, o caos e o retrocesso que se sabe.

É sabido que essa brandura de costumes é coisa inventada. Ou seja, talvez o "populismo" triunfante não esteja assim tão distante, por cá.

Vai-se a ver e será de esquerda, quem sabe, atendendo à nossa propensão para "vias originais". O que evidentemente o santificará e elevará a vitória do povo.

Costa
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De WW a 13.02.2017 às 16:31

Entre esses portugueses está o anterior governo ( e respectiva entourage) que não conseguiu acertar num único orçamento, nem no défice nem na divida.

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