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Os luxos alemães

por Ana Lima, em 01.10.14

António Costa já tinha tido uma ideia semelhante para Lisboa mas, inspirado no seu estilo de vida espartano, a sua proposta ia no sentido de oferecer trabalho em troca de um copinho de ginjinha, mortalhas e alguns filtros. Quanto à remuneração, estudava-se a hipótese de pagar despesas de representação (umas t-shirts ou uns bonés das novas juntas de freguesia, por exemplo).


6 comentários

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De Vento a 01.10.2014 às 22:25

O que me surpreende neste tipo de situações é o facto da ideia nunca ser a de nivelar as pessoas, elevá-las, mas fazê-las sentir que essa condição, também passiva, em que se encontram é a que mais agrada à sociedade.

Parece-me que, com outras formas, procurou-se fazer o mesmo neste país com os ditos detentores do RSI.
Qualquer individuo em situação de dependência só pode exercer funções relativas a essa condição, e sem mais.
Parece-me que alguém evoca o interesse dos contribuintes para agir de acordo com seus próprios preconceitos.
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De Ana Lima a 02.10.2014 às 11:29

Tem toda a razão, Vento. Claro que a questão do preconceito é transversal a todas as actividades humanas, quer se queira, quer não. Mas cumpre a cada um de nós saber lidar com ela na vida pessoal e às organizações que trabalham em áreas como o social saber equilibrá-la, ou mesmo ultrapassá-la, quando se trata de intervir na realidade.
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De Vento a 02.10.2014 às 11:47

Com certeza, Ana. Mas para isso não basta licencia-las e/ou tecnicamente qualifica-las. Na realidade, Ana, a herança cultural é o principal obstáculo à evolução.
Se cada um de nós tivesse consciência que o campo de batalha que convém dominar é exactamente cada um de nós compreenderíamos que a "ressurreição" só pode ocorrer depois da insurreição.
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De Ana Lima a 02.10.2014 às 12:41

Mais uma vez concordo consigo. Mas essa luta em cada um de nós é tão difícil de travar... E aí as questões da herança cultural misturam-se com as da natureza humana...
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De Vento a 02.10.2014 às 12:53

Estas batalhas são são ganhas só por nós, com nosso esforço. Quando tiver tempo, a sós, escute até ao fim:

http://www.youtube.com/watch?v=hycIFBX2bTs
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De Vento a 03.10.2014 às 10:55

Por favor, leia-se não são ganhas só por nós.

Ana, quando os dois titãs da natureza se digladiam, isto é, a nossa natureza simbólica (Criativa e Criadora) e a diabólica (separadora), ou há intermediação no combate ou morremos do veneno dito "natura"l.

Por isto mesmo deixe-me dizer-lhe que o problema não é a natureza mas a opção.

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