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Os jornais também se abatem.

por Luís Menezes Leitão, em 27.05.18
Resultado de imagem para diário de notícias 25 de Abril

Chega agora a notícia de que o Diário de Notícias vai passar a semanário (importam-se de repetir?) mantendo apenas uma edição digital. Não é nada que me espante. Já assisti à sucessiva queda de jornais de referência, como a República, O Século, o Diário de Lisboa, o Diário Popular e até mesmo a títulos que marcaram uma época, como O Independente. O caso do Diário de Notícias era, porém, especial pois era um jornal com uma aceitação generalizada e uma enorme audiência. Lembro-me perfeitamente de ter sido o jornal que chegou a nossa casa a noticiar em primeira mão o 25 de Abril, tendo mesmo contactado o General Spínola, que não tinha achado oportuno dizer nada. O Diário de Notícias estava sempre na linha da frente das notícias, tendo sido o único jornal da manhã que noticiou a acção militar.

 

O Diário de Notícias era, porém, muito permeável ao poder político e os militares quiseram logo avançar para o seu controlo, sob a liderança de José Saramago, que não hesitou em demitir os principais jornalistas e transformar o jornal num pasquim de apoio a Vasco Gonçalves. Mas o Diário de Notícias rapidamente recuperaria desses tristes tempos, para agrado dos seus leitores. Nessa época o Diário de Notícias era um jornal enorme, tendo que ser dobrado e estendido no chão para o podermos ler. Mas nunca o deixávamos de fazer, seguindo avidamente as notícias que diariamente surgiam, sendo que a sua credibilidade o tornava um jornal de referência.

Resultado de imagem para Diário de Notícias Fernando LIma

Esses tempos passaram e o jornal foi-se reduzindo, não apenas em formato, mas também em referência e credibilidade. Nos últimos tempos transformou-se num jornal especialista em fazer fretes ao partido socialista, tendo ficado célebre aquela primeira página a negro, em que revelou correspondência particular relativa a fontes de outro jornal. Desde então nunca mais comprei o Diário de Notícias, pois não tenho paciência para adquirir um jornal que se transformou numa sombra do que era. Agora pelos vistos vão dar cabo dele de vez. As instituições não são eternas e a história é implacável. Mas é pena que o Diário de Notícias tenha sido destruído desta forma por quem devia ter cuidado de uma instituição centenária. Está visto que os jornais também se abatem.


40 comentários

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De Vento a 27.05.2018 às 13:42

Não creio que seja assim tão grave. Estamos perante uma eutanásia ao DN. A morte assistida é exactamente isto. E ela virá, para o DN.

Ainda a propósito do tema, é importante referir que os eutanasiantes, ou os avançados civilizacionais nesta e noutras matérias relativas a matanças, consideram uma pessoa gravemente enferma e em sofrimento destituída de dignidade. Não me estranha portanto que exista um desinvestimento no SNS, e em particular no que respeita aos cuidados paliativos.

Como tinha aqui preconizado, a decisão do PCP revelou não só a sua responsabilidade para com a Nação bem como demarcou-se em definitivo em ir a reboque das modernices do BE e da mesma ala do PS.
Resta-nos agora a posição de Rio na matéria: Rio é um retrógrado e tem andado a namorar Costa, um pseudo-modernista que aparenta ser um especialista em mercados imobiliários, para se posicionar como redentor da nação e poder apregoar que foi ele que resgatou o PS das mãos da geringonça. Não admira, portanto, que, sabendo desta sua característica em viver nos antípodas da política, se posicione também como um modernista procurando capitalizar junto de um mercado de coitadinhos, os tais que não vêem nem reconhecem dignidade alguma na condição daqueles outros.

Aqui chegado, importa referir que eu respeito a liberdade individual. E esta já, para o bem e para o mal, está garantida desde que nascemos. Pretendo com isto dizer que aceito que alguém decida tirar sua vida, mas que o faça sem ter de envolver terceiros e subverter os pilares civilizacionais. O que está em causa não é o direito da pessoa, per si, acabar com a sua vida, mas a de corromper os princípios civilizacionais. E nestas matérias que são comuns cessa o direito individual, impondo-as.

Por outro lado, a eutanásia existia na antiga Roma e também na Grécia, símbolos da civilização e da modernidade. E foi precisamente devido a essa sucessiva onda de modernidades que essa mesma civilização ruiu, voltando-se a marcar os princípios basilares que regem as civilizações.

As religiões entraram neste cenário anteriormente descrito não como os pastores da moral, que hoje se identificam no BE, na ala do PS e no líder do PSD e alguns mais, mas como elementos que impulsionam à descoberta de Si, da Pessoa, e do Sentido de Si mesmo numa realidade cósmica e até mesmo, acrescento eu, cosmoteândrica.
Portanto, é uma falácia dizer-se que as religiões, por seus valores, são a causa da oposição à eutanásia. É uma falácia na medida em que estes avançados civilizacionais, para fazer progredir uma falsa agenda, procuram capitalizar o que julgam ser um descrédito das religiões para poder marcar a referida agenda. O que está em causa é a destruição de uma Cultura.

A busca de Si mesmo, e este encontro, é de todo impossível fazer-se sem perscrutar o passado e a origem, pois é aí que se encontram as referências quer da Graça quer da Desgraça. Os Signos, ou Sinais, pairam na Terra e no Cosmos.

Concluo: ao PS, ao BE e ao líder do PSD tem de lhes ser dado um inequívoco sinal nas próximas legislativas. A matança começou com o aborto, e este também tem de parar. Tem de parar, porque no referendo promovido a questão substantiva foi falseada.
Quanto aos médicos que se posicionam favoravelmente à eutanásia: a lei, a ordem internacional nos cuidados de Saúde, que não reconhece estes métodos como cuidados de Saúde e Acto Médico, e os códigos deontológicos devem regular estes ímpetos.
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De Sarin a 27.05.2018 às 17:18

Qualquer tema o leva a arengar contra a Eutanásia, num monólogo incessante e surdo a todos.

Eu até entraria em debate, assim Vento conseguisse debater. Mas prova constantemente que não.

Já percebemos que Vento recusa a eutanásia. Ainda bem para si, se alguma vez ficar refém do seu corpo que longo e profundo lhe seja o sofrimento no meio dos melhores cuidados paliativos.

É uma gaita, a morfina e analgésicos potentes serem substâncias aditivas; chega uma altura em que as doses não letais não produzem tanto efeito mas têm que ser ministradas por causa da dependência... mas se algum dia nessa condição de dependência estiver, Vento aguentará estoicamente, com ou sem legalização da eutanásia, e em sofrimento e fluídos vários perecerá, feliz por ver cumpridos os seus desejos. Assim seja!
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De Vento a 27.05.2018 às 18:33

Eu sabia que você até gosta de debates, Sarin. Mas dá-lhe mais jeito fazer uns comentários.
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De Sarin a 27.05.2018 às 22:07

Eu gosto de debates.
Mas Vento não debate, monologa; e portanto só lhe posso deixar um comentário ocasional.
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De Meister Von Kälhau a 27.05.2018 às 19:31

Saron , o Vento é católico. E na Bíblia apenas Deus tem o Direito de dar e tirar a Vida. Há que respeitar a diferença. A questão da eutanásia não é exclusivamente médica. É sobretudo Moral. Por isso não se apoie em argumentos de laboratório
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De Sarin a 27.05.2018 às 22:31

Não é por ser católico que Vento não respeita a diferença tal como não é por ser católico que Vento é contra a eutanásia - há católicos que são contra a eutanásia mas por respeitarem os outros não obstam à sua legalização, e há católicos que são a favor da eutanásia.

A questão da eutanásia é ética, e os médicos responderão cada um por si nessa matéria em sede própria - especificamente, a formulação e a interpretação do código deontológico, e a execução dos actos médicos de acordo com o seu conhecimento e a sua moral pessoal.

Os meus argumentos são de laboratório porque os pensei, analisei e contraditei e até os depurar, até os obter como estão. Não os tomei com a hóstia, não os recebi por injecção endovenosa e não os decorei de um qualquer panfleto.
"In dubio, pro reu". O réu é quem defende o direito à eutanásia, somos nós que estamos a ser julgados e condenados a viver para lá do insuportável porque o Estado tem dúvidas morais sobre deixar-nos decidir por nós mesmos.
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De Vento a 28.05.2018 às 11:40

É preciso ter cuidado quando usa a palavra "médicos". Mas vou por aí, para facilitar. Os médicos não respondem por nada, porque os médicos não são a consciência de ninguém nem se sobrepõem a uma consciência colectiva. Eles são uma parte e não o todo. Eles respondem pela sua própria conduta.

Os médicos, a partir do 25 de Abril, deram em paternalistas. Não admira esta postura pois a maior parte acede a uma educação universitária neste período, e a mentalidade campesina, típica da sociedade, moldou-lhes o comportamento. De certa forma endeusavam-se perante uma massa que se submetia a quem desfolhava livros. Dizia-se mesmo: "Eles é que têm os livros". Mas não sabiam que os livros não têm tudo, e o que têm não diz tudo e muito estava e está errado.
Como o paternalismo ficou em desuso, por via da oposição que lhes foi feita, quiseram ser "cientistas"; e também isto lhes começa a fugir da mão. Pois a eutanásia e o aborto não possuem base científica e terapêutica. Como também já se deram conta disto, invocam a ineficácia de algumas drogas no alívio dos enfermos. E agora invocam questões de consciência por falta de sólidos argumentos. A impotência e a ignorância face a questões que se lhes escapam não pode ser branqueada com avanços coitadinhos.
Porém quem quer evoluir faz por isso e não se deixa ir na banguela para fingir-se esclarecido.
A ética médica não é a ética dos médicos. É a norma que os médicos devem seguir no exercício de sua profissão. Há outras classes que também possuem uma norma ética que se lhes aplica. Mas a lei estalinista e nazista que pretendem estabelecer tem procurado lapidar isto.
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De Vento a 27.05.2018 às 23:13

O meu caro vem com a Saron ao invés de Sarin, Estará a pensar na Rosa de Saron?
https://www.youtube.com/user/BandaRosaDeSaron

https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Rosa_de_Saron

Veja bem, meu caro, não embarace a Sarin.

Mas respondo-lhe sobre a vida. A vida não é uma propriedade, é um acontecimento. Como tal, se há algo que devemos desejar é a vida e não a morte, porque esta última está sempre garantida. Portanto, o problema que se coloca com a eutanásia é mesmo a morte e não a vida. A vida não é algo que se tira, mas que se oferece. E oferecer a Vida não é oferecer-se à morte, é oferecer a Vida mesmo sabendo que alguém pode matar.
Os avançados coitadinhos têm uma concepção de dignidade que retira a dignidade da Pessoa cortando-lhe a vida. Morto ninguém é digno ou indigno. Por isto, nunca se morre com dignidade, vive-se com ela até à morte.
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De Anónimo a 27.05.2018 às 19:15

Da forma como leva tudo para a temática da eutanásia, interrogo-me se trabalha na Renascença. A sua cabeça, essa, deve ter sido levada pelo "Vento".
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De Meister Von Kälhau a 27.05.2018 às 22:07

http://templariosportugueses.blogspot.pt/p/linhas-gerais.html?m=1
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De Vento a 27.05.2018 às 22:58

Agora respondo a este comentário altamente científico: a temática da eutanásia não começou na Renascença. Ela iniciou-se com meia dúzia de iluminados a armar em cientistas. E os "cientistas" que vejo por aí a serem favoráveis a esta temática só querem dizer que, como impotentes ou incapazes que são em avançar cientificamente, preferem que se mate. De um momento para o outro descobriram a pólvora que já se utilizava bem antes da idade média.
Mas para não parecer que assim é, começaram a ajeitar o discurso e a falar em consciência. Bem, com consciência praticam-se e praticaram-se as maiores barbaridades na história.
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De Anónimo a 28.05.2018 às 15:38

Você é burro, desonesto ou ambos? Sabe onde é que a eutanásia é legal? Em países mais desenvolvidos como a Bélgica, a Holanda, a Suíça, a Alemanha ou o Canadá. Mas a igreja católica, com o apoio dos reaccionários do PCP e do CDS, quer manter Portugal atrasado e preso a mentalidades retrógradas. A sociedade portuguesa é a favor da despenalização da morte assistida mas há pessoas mesquinhas como o "Vento" que querem impor os seus dogmas ao resto da população.
Ganhe vergonha!
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De Vento a 28.05.2018 às 20:23

Você sente-se incomodado e desata seu próprio cabresto.
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De Anónimo a 29.05.2018 às 00:05

A estupidez humana incomoda-me.
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De Vento a 29.05.2018 às 12:04

Desatou o cabresto e entrou em auto-comiseração. É sinal que se conhece. Não se aflija. Quando assim acontece a libertação está próxima.
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De João Pedro Pimenta a 29.05.2018 às 00:40

Bélgica, Holanda, onde a eutanásia é legal para crianças e onde há quem fuja para não ser "eutanasiado": grandes exemplos de civilização. Prefiro francamente Portugal, onde muito antes já se tinha acabado com apena de morte. Já agora, caro anónimo, diga-me onde é que conclui que "a sociedade portuguesa é a favor da despenalização da morte assistida" (grande eufemismo). Andou a fazer sondagens em sua casa?
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De Anónimo a 29.05.2018 às 21:43

João Pedro Pimenta, importa-se de apresentar as fontes para essas acusações bastante graves que fez? É que eu tenho as minhas fontes.
http://expresso.sapo.pt/dossies/diario/2017-02-10-Sondagem.-Maioria-favoravel-a-eutanasia#gs.DGRQ=8I
Ganhe vergonha! Ao recorrer a factos alternativos não é muito diferente dos reaccionários do PCP!
Fique lá então no atraso de vida que é Portugal onde o salário mínimo nem chega a 600€ por mês apesar de Lisboa e Porto já estarem mais caras que Paris!
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De João Pedro Pimenta a 30.05.2018 às 01:49

Ou seja, para si uma única sondagem que diz que quarenta e tal por cento da população é a favor da eutanásia (embora uma percentagem parecida seja a favor de um referendo sobre a matéria), com enorme franja de indecisos, é uma expressão inilidível da vontade da sociedade. Uma opinião quase tão apressada como a da vontade de alguns deputados em legalizar a mesma de imediato.

As fontes são várias, desde relatos de membros de ONGs até a algumas notícias que, por alguma razão obscura, não tiveram grande repercussão. Mas e quiser tem aqui(http://rr.sapo.pt/noticia/51828/eutanasia_na_belgica_e_holanda_ha_20_a_30_de_casos_de_homicidio), mas como é da Renascença deve torcer o nariz; também tem aqui, mais antigo (http://www.dw.com/pt-br/idosos-fogem-da-holanda-com-medo-da-eutanásia/a-1050812), isso para além de vários dossiers sobre o tema.

Por mim, prefiro certos atrasos a determinados progressos. Aliás, os regimes totalitários dos anos trinta também eram extraordinariamente progressistas. E muitos também criticavam o atraso dos outros face aos magníficos progressos desses regimes.

E já agora, aborrece-me ligiramente que um anónimo qualquer me diga para "ganhar vergonha". Ganhe o anónimo comentador vergonha antes de se armar em cyberactivista desconhecido.
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De Anónimo a 30.05.2018 às 16:24

Ui, duas fontes muito confiáveis apresentadas pelo João Pedro Pimenta! O que vem a seguir? O canal de extrema-direita americano Fox News? Breitbart? Infowars? Aqui tem outra sondagem: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/eutanasia-674-dos-portugueses-a-favor-segundo-estudo-da-eurosondagem.
Você não passa de mais um fanático de extrema-direita, que recorre a factos alternativos que fariam corar a direita moderada! Escumalha!
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De João Pedro Pimenta a 30.05.2018 às 17:41

É isso, anónimo, eu ando aqui a passar mensagens "fássistas" e de extrema-direita, ainda por cima com o meu nome e não como os valentíssimos e anonimíssimos heróis do teclado. E a Renascença é como se sabe um perigosíssimo órgão extremista.
Engraçado é que as sondagens são exactamente do mesmo jornal, e a fazer fé nelas, o número de apoiantes da eutanásia caiu de dois terços para menos de metade no espaço de meses. A esse ritmo, hoje em dia devem ser menos de um quarto. A crer nesses números, claro.

Experimente respirar um pouco antes de enviar esses irados insultos, caro anónimo. Tomar alguma medicação também ajuda.
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De Anónimo a 27.05.2018 às 19:18

"E foi precisamente devido a essa sucessiva onda de modernidades que essa mesma civilização ruiu, voltando-se a marcar os princípios basilares que regem as civilizações."
Está visto que faltou às aulas de História. Mas o "Vento" deve é gostar da idade média, nesse tempo é que era bom! Aposto que você adoraria apanhar a peste negra.
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De Vento a 27.05.2018 às 22:45

Meu caro anónimo, eu gosto do que lhe der mais jeito. Você parece a Sarin, lança o boomerang para levar com ele em cima.
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De Sarin a 28.05.2018 às 11:52

Eu não lhe atiro nada, pobre Vento, as suas palavras devolvem-se-lhe por elas mesmas. Reflexão de ondas.
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De Vento a 28.05.2018 às 15:42

Aceito a sua penitência e absolvo-a do seu pecado: que foi usar minhas palavras para as atirar contra mim. A Sarin anda a ler muito.
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De Sarin a 28.05.2018 às 19:05

Leio sempre muito.
Gostaria de o ler mais, Vento, mas quando começava num seu comentário acreditando que o tema seria outro, inexoravelmente deparava-me com o tonitruante desvio - ao ponto de agora já só os olhar na diagonal, tipo sopa de letras.

Uma pena que insista em falar dentro da caixa onde se encerra. "Uma pena" por si, o limiar entre obstinação e obsessão não é claro.
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De Vento a 29.05.2018 às 12:01

Muito obrigado pela sua preocupação. Eu sabia que toda essa leitura é por amor ao próximo, para me tirar da caixa. Era este o meu propósito, encontrar alguém por aqui que me resgatasse desta condição. Quem procura, encontra. Vi a luz.
Acabei de perceber que afinal é contra a eutanásia. O seu propósito é trazer as pessoas à vida.
Continue a ler muito, mas não acrescente ao que lê a fantasia.
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De Anónimo a 27.05.2018 às 13:44

Enorme audiência? Há quantos anos?
António Cabral
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De Meister Von Kälhau a 27.05.2018 às 14:11

"Nos últimos tempos transformou-se num jornal especialista em fazer fretes ao partido socialista"

Valha-nos o Diabo para manter o contraditório. Ou haverão outros? Tipo o africano Sol, o saudoso Diário Económico, dirigido por esse Júpiter do jornalismo, António Costa, ou da Salomónica Helena Garrido, que fazem fretes ao jornalismo livre e imparcial.

Outrora o jornalismo ainda tinha pejo em disfarçar o seu disfarce. Hoje em tempos de naturalismos já nem tenta disfarçar a sua intenção. Manipular o rebanho.

Leia-se e veja-se o que vem lá de fora. O Guardian, o Huffington Post, que por cá só a Gina faz um autêntico Serviço Público...ou já recorrem também ao Photoshop?
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De Meister Von Kälhau a 27.05.2018 às 23:21

Haverá, feito!
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De V. a 28.05.2018 às 12:39

Acho que o problema não é haver jornais com um posicionamento maioritário num determinado quadrante político — e desde que isso seja evidente no editorial (aliás, é para isso que serve o editorial).

O problema é haver jornais que mudam de linha política e de editorial de cada vez que muda o governo. Um jornal dito de referência permeável desta maneira ao poder político afecta a credibilidade de toda a classe profissional.
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De Meister Von Kälhau a 27.05.2018 às 14:14

Luís, uma sugestão:

Que tal fazerem os jornalistas uns calendários como aqueles que, em tempos de queimadas, os bombeiros voluntários fazem, a bem da Corporação?

Imaginem, por exemplo, o Pedro Correia, fazendo de Abril. O Luís de Junho, o Diogo Noivo de Dezembro?



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De Sarin a 27.05.2018 às 14:50

Já há uns anos um outro diário passou a semanário - claro que não ter Diário no nome ajudou ao processo.

Somos um país pequeno, portanto é difícil baixar preços pela escala. Existe uma oferta diversificada, um mercado limitado e a internet alterou o paradigma da informação. Alterou o paradigma quanto à velocidade, e esta interferiu com a qualidade. Para manter os seus leitores, os jornais acompanharam a velocidade - e hipotecaram a qualidade, e cristalizaram-se na abordagem ao leitor, com um suporte papel igual ao passado e um suporte digital que só inovou no aspecto e nas caixas de comentários que muitos confundiram com interactividade.

O DN deixou de ser referência há muito. Aliás, pergunto-me se ainda teremos jornais de referência - e, a termos, quais serão as características que os definem como tal.

Em 2016 o Times decidiu actualizar as notícias digitais 3 vezes ao dia, para combater a falta de verificação dos factos e o pouco cuidado na redacção, e assim recuperar o rigor. Aguardo que algum jornal nacional se resolva ao mesmo - para publicações descuidadas temos muitos internautas nas redes sociais.

Possa o DN, já que em começo de ciclo, renovar também a forma como trata a informação digital.
DN fica, suponho - é marca e é história.
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De Anónimo a 27.05.2018 às 15:02

Saramago saneou foi pouco.
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De Anónimo a 27.05.2018 às 15:03

A mim custou-me ler o Memorial do Convento (apesar de ter uma temática interessante). Mas acho que isso não é motivo para não gostar de Saramago.
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De Anónimo a 27.05.2018 às 17:40

Assim de repente : onde, e com que frequência, irá agora a câncio aviar as redacçõezinhas encomendadas "por quem de direito"?
Só preocupações...


JSP
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De Anónimo a 27.05.2018 às 19:20

Se Henrique Raposo se mudou do Expresso (jornal do PSD) para a Rádio Renascença (jornal da igreja), também Fernanda Câncio conseguirá mudar. Para esses há pleno emprego.
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De V. a 27.05.2018 às 19:50

Faccioso, situacionista e dos primeiros a claudicar ao Acordo — não faz cá falta nenhuma. Já acabaram coisas bem melhores, como a Tangerina C ou os frangos na Praça do Chile — ou até mesmo os assaltos com seringas na Morais Soares. Talvez façam um bom hotel do antigo edifício e poupem um prédio onde pode morar gente.
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De Meister Von Kälhau a 27.05.2018 às 22:03



E o Capri - sun....
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De V. a 28.05.2018 às 09:32

Ahahah, nem me lembrei do capri sonne ... Parece que os vegan não sabem se é vegan ou não.
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De lucklucky a 29.05.2018 às 14:37

Excelentes notícias atendendo ao que se tornou.

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