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Os comentários da semana

por Pedro Correia, em 26.12.17

«A internet tem-se transformado num canal fácil para destilar a raiva e frustração. Uma forma ideal para lançar um fósforo e fugir. Uma maneira ideal de acicatar outros idiotas a permitirem-se ser idiotas também. Na minha opinião devemos sempre permitir e aceitar que os outros tenham opiniões diferentes das nossas, rebatendo o que não concordamos como os nossos próprios factos e pensamentos.
O mal dos comentários anónimos está no facto de permitir as alarvidades que se entender sem ver o nome e o rosto colado à imundície que se cria.
Contudo, e como muito bem indica, bloquear os anónimos não muda nada. A facilidade com que se cria uma identidade virtual permite o seu contorno.
Por isso o melhor é fazer de empregada de limpeza e ir limpando para não ficar muito sujo.
No meu blog opto por eliminar os comentários que entendo, não por censura, só mesmo porque é a "minha casa virtual" e nela acontece o que a mim me apetece e quem a mim se dirige de forma inapropriada e desagradável é varrido para fora. Fim.»

 

Da nossa leitora Cátia Madeira. A propósito deste texto do João André.

 

................................................................................

 

«Acho incrível o nível de indignação face às gambas da Paula Costa, e o facto de se achar normal a falta de escrutínio de um secretário de Estado que presta uma "assessoria" de dezenas de milhares de euros a uma IPSS. Tendo em conta que um salário de um médico ou de um jurista dificilmente ultrapassam os 2500 euros na função pública, como se podem justificar tais valores por "assessorias"? Qual foi efectivamente o serviço prestado pelo secretário de estado tão onerosamente avaliado?

Caso (como desconfio) se confirme que os serviços que prestou à Raríssimas foram irrelevantes ou largamente sobrefacturados parece-me que isto constitui, senão crime, pelo menos algo muito mais merecedor de indignação do que as acções da Paula Costa que criou e geriu a instituição.

Por outro lado também vejo uma grande indignação com a falta de fiscalização das IPSS, mas ninguém comenta que a fiscalização das fundações ainda é menor. Por alguma razão pretendiam transformar a Raríssimas de IPSS em Fundação, pois aí tornar-se-ia na sua coutada pessoal! Poderia atribuir as remunerações que bem entendesse sem o mínimo de regulação.

Faz sentido continuarem a existir fundações em Portugal? Em que moldes? Trazem um benefício líquido ao País?»

 

Do nosso leitor Vítor Lopes. A propósito deste texto do Diogo Noivo.

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2 comentários

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De Anónimo a 26.12.2017 às 14:06

Passamos a vida a queixar-nos disto e daquilo.
Todos os dias, porque todos os dias há motivos para isso.
E assim continuará a ser, enquanto não erradicarmos a partidocracia que nos oprime.
Não consigo compreender como acreditamos que, batendo exclusivamente nos efeitos, iremos mudar seja o que for.
Boas Festas!
João de Brito
Sem imagem de perfil

De passante a 26.12.2017 às 23:33

A parte gaga é quando o comentário consiste no titulo da posta, com dois substantivos mudadas para o nome da autora.

É ofensivo, e desaparece.

Os adjectivos são bons para os outros.

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