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Organização Mundial da Doença

por Pedro Correia, em 27.10.20

 

«A Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou para o excesso de procura de máscaras e outros equipamentos de protecção contra o novo coronavírus, o que pode comprometer a segurança dos que realmente precisam, os profissionais de saúde.»

7 de Fevereiro

 

«A directora de saúde pública da OMS, Maria Neira, assegurou hoje que é "irracional e desproporcionado" que se esgotem as máscaras e os desinfectantes nas farmácias por medo do coronavírus. Neira afirmou que a medida mais efectiva para prevenir o contágio é lavar as mãos com frequência e insistiu que não se justifica que se esgotem as máscaras e os geles desinfectantes, referindo que a situação se baseia no "medo e na angústia das pessoas", o que deve ser evitado.»

26 de Fevereiro

 

«O director do programa de emergências sanitárias da OMS, Michael Ryan, desaconselhou o uso de máscaras generalizado por causa dos perigos do uso impróprio. (...) "Não há evidências específicas que sugiram que o uso de máscara por parte da população geral tenha algum benefício em particular. Aliás, há até indícios que sugerem o contrário", disse Ryan.»

30 de Março

 

«A OMS admite que o uso generalizado de máscara, quer em espaços públicos, ou privados, pode impedir até 281 mil mortes até Fevereiro do próximo ano.»

15 de Outubro

 


44 comentários

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De Anónimo a 27.10.2020 às 08:22

Bem fez Donald Trump em ter cortado o subsídio que os EUA davam para estes disparatados.
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De Pedro Correia a 27.10.2020 às 20:37

Donald forreta, a imitar o tio. Patinhas.
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De Maria Dulce Fernandes a 27.10.2020 às 09:05

Isto do Covid19 tem sido um totobola, com uma sucessão de palpites que nunca acertaram na chave. Têm apostado nos da casa e a vitória é declarsdamente do visitante. Às tantas, passaram a jogar com uma tripla, mas ainda assim não chegam o resultado pretendido.
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De Pedro Correia a 27.10.2020 às 20:35

Estes "cientistas" devem ter-se formado na mesma subcave de onde emergiu o Professor Karamba.
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De Antonio Vaz a 28.10.2020 às 00:11

«Estes "cientistas" devem ter-se formado na mesma subcave de onde emergiu o Professor Karamba.»
Ups, foi com essa frase-chave que apresentou aquele seu CV, ao tal emprego na OMS? Ou aliviando a coisa, é apenas é uma daquelas suas habituais manifestações de língua viperina, insistindo em sibilar na sedução dos cripto-fascistas que frequentam cá o blogue?

Mas onde é que qualquer de «Estes "cientistas"» (ou mesmo, até quaisquer outros) até poderia(m) ser "formado(s)" em Covid-19?

O que eu espero deles, ie, dos mais sérios, é que em toda a sua reconhecida ignorância, apenas tentem apontar o melhor para todos nós. Ou seja, não reclamem, como V., pela tal ilimitada liberdade indivual inconstiticucional (nunca o vi tão preocupado a defender a constituição esquerdista), perante o que se passa, porque eles devem ser responsáveis; ou seja, porque sabem que todos os exageros acabam sempre em erros exagerados. E claro, que não se ponham a elogiar o povo, porque apenas até nem foi elogiado pelo governo para depois, quando ele varre as prateleiras vazias nos supers que frequentamos, o amaldiçoem com karmas venezuelanos ou enguiços cambojanos: sim, eles sabem o verdadeiro peso do papel higiénico ou seja, de que ele não é um exclusivo dos que se supõe com direito a ele. Não conseguiu um rolo de papel higiénico? Não desespere: o governo está a tentar emendar o problema, de modo social-democrata... o seu problema tem, em si, mais do que as supostas aspirações balofas pequeno-burguesas e, por isso, serão contemplentadas no futuro com toda a sua devida importância, se não pelo governo, por certo pelo (super) Mercado: que não falte a qualquer pequeno-burguês um rolo de papel higiénico é apenas o que de mais elementar é considerado pelo governo do Costa e tenho a certeza de que, no futuro, qualquer reclamação apresentada por si, quanto à qualidade do papel disponibilizado, até virá a ser atendida.

Sim, os nossos cientistas são uma desgraça: eventualmente, até deveriam ser diferentes dos outros do resto do mundo. Não o são mas isso não impede que até sejam apontados como tal... é que, dos maus cientistas dos outros, estamos nós cheios... os nossos, se não descobrem a vacina ou a cura do bicharoco, devem pelo menos descobrir como, no Mercado, o papel higiénico deve existir em abundância e em qualidade
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De Bea a 27.10.2020 às 09:25

...e assim mudam as opiniões dos homens. Oxalá seja por bem e maior conhecimento efectivo do vírus; por prudência clarividente que pede medida profiláctica necessária.
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De Anónimo a 27.10.2020 às 10:47

...e assim mudam as opiniões dos homens.

Felizmente a Bea é uma mulher!
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De Pedro Correia a 31.10.2020 às 00:47

Felizmente, sim.
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De Anonimus a 27.10.2020 às 10:31

A leitura é: hoje não temos máscaras suficientes para a população em geral, portanto o stock existente deve ser direccionado para profissionais hospitalares, doentes confirmados e grupos de risco.
Dizer a verdade factual não custaria assim tanto, certo?
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De Pedro Correia a 27.10.2020 às 20:33

Faria desde logo a diferença entre falar e zurrar.
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De Antonio Maria Lamas a 27.10.2020 às 11:25

É tão estranho ler agora estas bacoradas até parece que estamos noutro mundo.
Se calhar estamos e ainda não démos por isso.
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De Pedro Correia a 27.10.2020 às 20:33

Está muito longe de ser exaustiva, a lista de bacoradas. Com réplicas nas sumidades cá do terrunho.
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De Robinson Kanes a 27.10.2020 às 11:36

Entretanto até às 15h já virá outra versão dos factos, seguida logo de outra às 20h e uma outra às 23h.
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De Pedro Correia a 27.10.2020 às 20:32

Tanto contorcionismo indicia que se perderam grandes vocações circenses.
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De Vento a 27.10.2020 às 11:46

Se algo tenho procurado em minha vida é a fé que ilumine a razão. Por isto, com objectividade partilho minha opinião:

Pensava eu que o período de confinamento tinha servido para 2 propósitos:
evitar o congestionamento dos serviços de saúde;
prepará-los para dar respostas futuras.

Porém, verifica-se o contrário. Constatando uma negligente e criminosa atitude por parte das mais diversas instituições.

Li recentemente que a ministra da saúde proferiu em Berlim um discurso sobre a reforma e o reforço da OMS.
Parece-me que este discurso devia ser aplicado em Portugal e também indicia que existe inadvertidamente um apoio quanto às atitudes do nosso presidente Trump relativamente à OMS.
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De Pedro Correia a 27.10.2020 às 21:37

"Nosso" presidente Trump?!
O nosso presidente chama-se Sousa, Marcelo de Sousa.
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De Vento a 27.10.2020 às 22:48

É presidente? Julguei que quem pretendeu salvar-nos da OMS e do 5G chinês tivesse sido o Trump.
Tenho a certeza que Trump ainda não teve conhecimento de termos sido proibidos de visitar as campas de defuntos ao ar livre, mas eu vou. Quando souber virá em nosso auxílio.
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De Pedro Correia a 27.10.2020 às 23:38

Quem mais precisa de auxílio agora é ele.
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De Vento a 28.10.2020 às 06:49

Sim. Marcelo está a precisar de votos dos poucochinhos, e até o Otelo veio em seu auxílio anunciando-lhe o voto.
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De jj.amarante a 27.10.2020 às 12:29

Eu estou convencido que foi uma mentira deliberada para preservar as máscaras existentes para trabalhadores das unidades de saúde. Claro que depois têm que se haver com alguma falta de credibilidade na mudança de recomendação mas a mentira poderá ter tido alguma eficácia na fase inicial.
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De Miguel a 27.10.2020 às 16:23

Sem dúvida, foi uma mentira deliberada motivada por considerações utilitaristas. Gato escondido com rabo de fora. O rombo na credibilidade é considerável e muito grave; e teria sido fácil e preferível explicar com candura a necessidade de dar prioridade ao pessoal de saúde. Mas o problema mais sério nem é esse, são as razões pelas quais não havia máscaras em quantidade suficiente. Constatámos que os países mais ricos do planeta, embarcados em heróica epopeia tecnológica (IA, 5G, e tal), são incapazes de antecipar uma penúria prevísivel de bens essenciais para enfrentar um tipo de pandemia anunciado há mais de uma década e produzir simples máscaras em tempo útil. São os efeitos da globalização: outsourcing à outrance, hospitais e serviços de saúde tratados como variáveis de ajustamento, gestão dos fluxos sempre no limite com vista a maximizar o lucro trimestral, etc etc...
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De balio a 27.10.2020 às 18:00

Não.
Os países ricos são-no precisamente porque produzem e exportam coisas mais complicadas de fazer, mais elaboradas, com mais know-how, do que simples máscaras.
Ou seja, os países ricos deixam a produção de coisas triviais como máscaras para os países pobres.
Já foram anunciadas, nos últimos anos, múltiplas epidemias respiratórias. Elas não se materializaram. É normal que os países não tenham em armazém milhões de máscaras, inúteis, à espera de uma epidemia que tanto pode chegar no próximo ano como somente daqui a vinte ou trinta.
É pois normal que, chegada uma epidemia, os países ricos sejam apanhados de calças na mão.
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De Miguel a 27.10.2020 às 21:24

Sim, sim, sem dúvida, os países ricos fazem isso tudo e ainda vão comprar o 5G, os painéis solares, os metais raros, ... à China. De calças na mão, cada vez mais. Quem sabe se não descobriram uma vocação.

Também devem ter enviado para a China outras coisas triviais além das máscaras como os serviços de informação, só pode. Já havia vírus a circular na China pelo menos desde o fim do Verão de 2019. Os serviços de informação não podem deixar escapar uma coisa desta natureza e a cadeia de transmissão até aos mais altos responsáveis políticos não pode falhar desta maneira. Mas foram seis meses sem fazer nada em N países. Se isto é de bradar aos céus não sei o que poderá ser.
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De Anónimo a 27.10.2020 às 23:20

Já chegaram os ventiladores made in china para ajudar a combater o vírus chinês ?



WW

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De Pedro Correia a 27.10.2020 às 21:39

Chamar mentira àquelas tretas é expressão demasiado suave.
Eu chamo-lhe fraude.
Foram declarações fraudulentas, umas atrás das outras, semana após semana.
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De Carlos Sousa a 27.10.2020 às 12:40

O que é mais frustrante é constatar que esta pseudo pandemia está a ser gerida mais na base de interesses económicos do que na saúde das pessoas.
Não havia máscaras no início, logo não eram necessárias, e até provocavam uma falsa segurança. Agora há máscaras em excesso, temos de as utilizar, nem que seja obrigatório.
Ninguém está a tentar compreender esta evolução, a preocupação maior é em reprimir e em controlar as pessoas.
Porque é que será que nos países onde há melhores condições mas maiores restrições à liberdade das pessoas o vírus está (segundo dizem) fora de controle. E nos países onde não há condições, como os do continente africano, o vírus tem uma letalidade 7vezes inferior.
Esta história está muito mal contada, o caos nos hospitais em épocas de gripe sempre houve, cirurgias adiadas sempre houve, listas de espera sempre houve, o que é que estão a esconder?
Será isto o tal diabo que falava o passos coelho?
Ou isto é só para justificar o dinheiro que há de vir de Bruxelas?
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De balio a 27.10.2020 às 16:09

Em África a seleção natural vigora entre os seres humanos. Os resistentes resistem, os outros já morreram há muito, de malária ou de tuberculose, geralmente até na infância. Os que ficaram, aguentam muito bem com a covid-19. Para um africano adulto vivo, a covid-19 é canja. E quase não há africanos vivos com mais de 80 anos de idade, qus é a idade em que se morre de covid-19.
A covid-19 é um pânico para os europeus, porque se trata de povos horrivelmente envelhecidos, cheios de pessoas com mais de 80 anos de idade - que são quase as únicas que a covid-19 mata. São ademais povos que se desabituaram da noção de doenças infecciosas e da noção de seleção natural (a resistência do mais forte). Na cultura europeia, toda a gente, mesmo a de saúde mais débil, é acarinhada e sustentada até chegar aos 80 ou 90 anos, sem que ninguém seja deixado morrer pelo caminho. Naturalmente, em povos assim, tanto a saúde física como a saúde cultural encontram-se muito deterioradas.
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De António a 27.10.2020 às 13:09

Se muitas declarações fossem antecedidas de “neste momento, tanto quanto sabemos”, seria melhor.
De qualquer modo por cá tem sido pior, com regras do género não poderem estar 11 pessoas juntas. A não ser em Portimão. Ou na Atalaia. Ou no Metro. Ou nas escolas.
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De Carlos Sousa a 27.10.2020 às 15:12

Ou nos comboios, ou nos aviões, ou nos autocarros, ou na festa do avante, ou em Fátima, ou em qualquer sítio que a Graça Freitas decida que não há vírus.
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De Pedro Correia a 27.10.2020 às 20:29

Ou nas escolas. Ou nas universidades. Ou nas fábricas. Ou nas oficinas. Ou nos mercados. Ou nas feiras. Ou nas obras.

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