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Ora, o que é um salário mínimo de diferença?

por José António Abreu, em 19.01.16

Salário médio do sector privado: 1140 euros.

Salário médio do sector público: 1621 euros.

Pelo menos as 35 horas servirão para repor alguma justiça. Ah, espera...


33 comentários

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De Lina Ferreira a 19.01.2016 às 15:23

Os trabalhadores do privado devem lutar por melhores condições e não invejarem o que os do público conquistaram!! Mas já é típico! Quando se invejam até os refugiados...
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De José António Abreu a 19.01.2016 às 15:37

Típica é uma resposta que ignora completamente como funciona a economia e como o sector público tem vindo a asfixiar o privado, tornando não apenas cada vez mais difícil que as condições neste possam melhorar como que, a prazo, as próprias condições no público sejam insustentáveis.
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De José António Abreu a 19.01.2016 às 16:05

O português desta frase saiu um bocadinho contraditório (é o que dá andar a responder a comentários sem tempo para os analisar com cuidado) mas a ideia entende-se.
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De pSalaberth a 19.01.2016 às 16:40

Insustentável e asfixiante é a concentração de riqueza. Principalmente sendo feita por um anónimo accionista, a partir de uma qualquer poltrona numa inexorável demanda por mercados ultra rentáveis.
É uma questão menor e desviada esta do salário médio do público. Não é aí que reside o busílis da questão.
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De José António Abreu a 19.01.2016 às 16:45

Sobre a concentração de riqueza, é favor ler uma resposta minha um pouco mais abaixo. Sobre a mentalidade em vigor por cá (e na Grécia e em França e na América Latina), de querer os resultados sem cuidar de garantir os meios para os obter de forma sustentável, parece-me que não está verdadeiramente interessado.
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De lucklucky a 19.01.2016 às 17:19

"Insustentável e asfixiante é a concentração de riqueza."

O ódio e a inveja aos outros numa frase.
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De pSalaberth a 20.01.2016 às 09:42

?
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De lucklucky a 19.01.2016 às 17:30

O salário do sector Publico é sustentado pela Violência do Estado.

O salário do sector Privado é feito pela livre vontade das pessoas que compram coisas aos outros.


Nunca alguém deveria poder fazer carreira como funcionário publico para toda a vida.

Todos os Portugueses deveriam ter o direito a ser funcionários públicos se o quisessem. Nunca o poderiam é ser para toda a vida profissional a não ser que outro português abdicasse da sua posição.

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De Tiro ao Alvo a 19.01.2016 às 18:05

Ora aqui está uma proposta a merecer atenção - servir o Estado deveria ser uma obrigação de toda a gente e não apenas de uns quantos privilegiados.
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De João André a 20.01.2016 às 10:26

Sem entrarmos na questão ideológica (já sabemos que discordamos profundamente), quero só sublinhar a frase:

«Nunca alguém deveria poder fazer carreira como funcionário publico para toda a vida»

Impedir alguém de o poder fazer não entra em contradição com as suas ideias de liberdade? Compreendo que diga que tal não deveria nunca ser garantido (e até concordo, acredite ou não), mas se alguém o desejar e for bom no seu trabalho, por exemplo, numa repartição de finanças, não o deveria poder fazer? Ou um militar, não deve poder sê-lo toda a sua vida no exército nacional?

Não acredito que seja contradição sua, apenas uma formulação menos feliz da frase.
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De XPto a 19.01.2016 às 17:32

Trabalhei num sector público, importante em qualquer sítio, durante 45 anos. Sei que 80% são uns merdosos, sem qualquer classificação. Os trabalhadores do estado não conquistaram nada. Deram-lhes tudo e um par de botas.

Otelo Saraiva de Carvalho visitou a Suécia, no pós 25 de Abril e terá dito a Olof Palme que em Portugal ”queremos acabar com os ricos”. Ao que o primeiro ministro sueco teria respondido "Nós, os sociais-democratas suecos, queremos acabar com os pobres. O que mais nos incomoda é a pobreza".

Os portugas são merdosos.

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