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O sectário-geral

por Pedro Correia, em 25.04.16

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 Foto: Lisa Soares/Global Imagens

 

Por uma vez, a cortesia institucional cumpriu-se. O final do discurso de hoje do Presidente da República no Parlamento foi sublinhado com aplausos vindos de quase todo o hemiciclo. PSD, PS e CDS aplaudiram de pé, enquanto a generalidade dos deputados bloquistas e comunistas bateram palmas sentados nos respectivos lugares - incluindo Catarina Martins e Jerónimo de Sousa. O mesmo sucedeu em relação aos convidados - com destaque para os capitães de Abril (Vasco Lourenço, Otelo Saraiva de Carvalho, Sousa e Castro e Martins Guerreiro, entre outros), o conselheiro de Estado Francisco Louçã e o eurodeputado Marinho e Pinto.

Todos? Todos não. Numa das galerias alguém decidiu permanecer sentado no final do discurso, enquanto todos se levantavam em seu redor. Alguém que permaneceu com cara de chumbo, sem o menor respeito pelo Presidente de todos os portugueses eleito ainda há bem pouco pela maioria dos eleitores que se deslocaram às urnas - incluindo largos milhares com as quotas sindicais em dia.

Refiro-me a Arménio Carlos. Secretário-geral da CGTP. Sectário-geral. Hoje mais que nunca.


3 comentários

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De Markinho a 25.04.2016 às 17:40

Mas ó sr. Pedro, o facto de o secretário da Geral da GCTP não ter aplaudido o Sr. Presidente da República, confere-lhe (a si Pedro) a legitimidade, esta sim sectária, de dizer que o Sr. Arménio Carlos faltou ao respeito ao Sr. Presidente da República? Imagine lá, que o representante da CGTP não concordava fosse com o que fosse, mas para ficar bem na fotografia, ser incoerente ou parvo, deveria aplaudir! Já todos percebemos, que era assim que o sr. Pedro faria. Mas se o homem não aplaudiu o sr. Presidente, é porque simplesmente deve ter achado que não o deveria fazer! Sr. Pedro, olhe pela sua saúde e cuide dos seus neurónios! Se assim não fizer, eu sinto-me no direito de exigir que o sr. Pedro se levante e bate palmas ao meu comentário.
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De Pedro Correia a 25.04.2016 às 18:22

Fatal como o destino: lá vem um nostálgico da defunta União Soviética de foice em riste e martelo em punho. Quem ousa criticar o czar sindical, na perspectiva deste "markinho", só pode ter os neurónios avariados - portanto, clínica psiquiátrica com ele.
Era assim que acontecia na URSS.
Uma maneira original de assinalar o 25 de Abril...
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De Markinho a 25.04.2016 às 19:41

sr. Pedro, acalme-se nas suas conjecturas! Vamos lá por partes, a ver se o consigo esclarecer homem! 1º Lamento desiludi-lo, não sou nostálgico da União Soviética, mas sim da inteligência e capacidade de análise e de reconhecer o direito á diferença de opiniões. 2º Agradeço-lhe pelo facto de ter aplaudido de pé o meu comentário. 3º Faça um esforço e entenda que está a dar um tiro no pé, pois, o Markinho criticou o seu artigo, exactamente por aquilo que o senhor critica sobre a URSS ou seja, o sr. Pedro pretendia que todos "colectivamente" (no melhor pano cai a nódoa) aplaudissem o Sr. Presidente da Republica, independentemente de concordarem ou não com ele. Assim se fazia na URSS, na Coreia e já agora nos paraísos de sinal contrário que o senhor tanto aplaude. 4º Fatal como o destino, foi a precipitação e limitação de análise demonstrada pelo sr. Pedro. 5º Fatal como destino, foi o sr. Pedro pensar que, quem tem uma opinião diferente da sua exibe a foice e martelo. 6º Fatal como o destino, é o sr. Pedro ter fantasmas mal resolvidos, continuar a bater no morto e (agora sei) a falar do que não conhece. 7º Fatal como o destino, é eu ter a certeza que não lhe volto a responder, porque sei que o sr. Pedro não ia entender.

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