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O sectário-geral

por Pedro Correia, em 25.04.16

image[1].jpg

 Foto: Lisa Soares/Global Imagens

 

Por uma vez, a cortesia institucional cumpriu-se. O final do discurso de hoje do Presidente da República no Parlamento foi sublinhado com aplausos vindos de quase todo o hemiciclo. PSD, PS e CDS aplaudiram de pé, enquanto a generalidade dos deputados bloquistas e comunistas bateram palmas sentados nos respectivos lugares - incluindo Catarina Martins e Jerónimo de Sousa. O mesmo sucedeu em relação aos convidados - com destaque para os capitães de Abril (Vasco Lourenço, Otelo Saraiva de Carvalho, Sousa e Castro e Martins Guerreiro, entre outros), o conselheiro de Estado Francisco Louçã e o eurodeputado Marinho e Pinto.

Todos? Todos não. Numa das galerias alguém decidiu permanecer sentado no final do discurso, enquanto todos se levantavam em seu redor. Alguém que permaneceu com cara de chumbo, sem o menor respeito pelo Presidente de todos os portugueses eleito ainda há bem pouco pela maioria dos eleitores que se deslocaram às urnas - incluindo largos milhares com as quotas sindicais em dia.

Refiro-me a Arménio Carlos. Secretário-geral da CGTP. Sectário-geral. Hoje mais que nunca.


38 comentários

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De Markinho a 25.04.2016 às 17:40

Mas ó sr. Pedro, o facto de o secretário da Geral da GCTP não ter aplaudido o Sr. Presidente da República, confere-lhe (a si Pedro) a legitimidade, esta sim sectária, de dizer que o Sr. Arménio Carlos faltou ao respeito ao Sr. Presidente da República? Imagine lá, que o representante da CGTP não concordava fosse com o que fosse, mas para ficar bem na fotografia, ser incoerente ou parvo, deveria aplaudir! Já todos percebemos, que era assim que o sr. Pedro faria. Mas se o homem não aplaudiu o sr. Presidente, é porque simplesmente deve ter achado que não o deveria fazer! Sr. Pedro, olhe pela sua saúde e cuide dos seus neurónios! Se assim não fizer, eu sinto-me no direito de exigir que o sr. Pedro se levante e bate palmas ao meu comentário.
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De Pedro Correia a 25.04.2016 às 18:22

Fatal como o destino: lá vem um nostálgico da defunta União Soviética de foice em riste e martelo em punho. Quem ousa criticar o czar sindical, na perspectiva deste "markinho", só pode ter os neurónios avariados - portanto, clínica psiquiátrica com ele.
Era assim que acontecia na URSS.
Uma maneira original de assinalar o 25 de Abril...
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De T a 25.04.2016 às 19:34

Ainda há uns dias vinha a noticia que o "líder histórico" Fidel Castro (palavras do Público*), fez verter lágrimas e meteu toda a gente (1300 delegados) a bater palmas - de pé - num discurso lá num congresso "deles". O Arménio que é um tipo que até gosta de promover intercâmbios e sustentar posições do bravo povo trabalhador de Cuba, deve sentir falta do calor vermelho de Havana para lhe fazer crescer algo mais que apenas desprezo, pelos portugueses, pela democracia e claro, pelos figuras do Estado eleitas pelo mesmo povo que ele julga representar.

*É curioso que estamos hoje a 25 de Abril de 2016 e ainda há jornais que apesar de encherem a boca com a palavra liberdade ou o fim da censura, ainda nos brindam com estas tiradas vindas de 40 anos de doutrinação socialista nas nossas universidades. Censura para quê? Quando em plena liberdade a nossa informação é escrita, seleccionada e arranjada conforme os ditames de um grupo que se julga deus e senhor do que é certo ou errado, estamos mal, muito mal.
Há um blog extremamente interessante sobre essa epidemia.
http://jornalismoassim.blogspot.pt/
pena estar meio inactivo.
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De Pedro Correia a 25.04.2016 às 21:29

Em Cuba, onde vigora uma ditadura, o Sr. Arménio Carlos aplaudiria entusiasticamente. E de pé, claro. Como aliás já fez quando lá se deslocou em representação da CGTP nas cerimónias oficiais do 1º de Maio.
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De Markinho a 25.04.2016 às 19:41

sr. Pedro, acalme-se nas suas conjecturas! Vamos lá por partes, a ver se o consigo esclarecer homem! 1º Lamento desiludi-lo, não sou nostálgico da União Soviética, mas sim da inteligência e capacidade de análise e de reconhecer o direito á diferença de opiniões. 2º Agradeço-lhe pelo facto de ter aplaudido de pé o meu comentário. 3º Faça um esforço e entenda que está a dar um tiro no pé, pois, o Markinho criticou o seu artigo, exactamente por aquilo que o senhor critica sobre a URSS ou seja, o sr. Pedro pretendia que todos "colectivamente" (no melhor pano cai a nódoa) aplaudissem o Sr. Presidente da Republica, independentemente de concordarem ou não com ele. Assim se fazia na URSS, na Coreia e já agora nos paraísos de sinal contrário que o senhor tanto aplaude. 4º Fatal como o destino, foi a precipitação e limitação de análise demonstrada pelo sr. Pedro. 5º Fatal como destino, foi o sr. Pedro pensar que, quem tem uma opinião diferente da sua exibe a foice e martelo. 6º Fatal como o destino, é o sr. Pedro ter fantasmas mal resolvidos, continuar a bater no morto e (agora sei) a falar do que não conhece. 7º Fatal como o destino, é eu ter a certeza que não lhe volto a responder, porque sei que o sr. Pedro não ia entender.
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De Pedro Correia a 25.04.2016 às 21:21

Passe bem, Sr. Markinho.
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De s o s a 26.04.2016 às 00:27

Olá.
primeiro li o post, e fiquei a imaginar que deve ser dificil cumprir a obrigaçao de postar assiduamente, e talvez isso explique o escancarar do primarismo. Portanto o post nao me motivou, a infantilidade nao me motiva.
A seguir li este comentario do markinho 17h 40. Especialmente a ultima parte, do pedro bater palmas, está genial.
A resposta do pedro... nao parece nada que comemoramos quarenta anos de democracia.
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De Pedro Correia a 26.04.2016 às 09:44

Pois, nem parece que estamos a comemorar 40 anos de democracia. Alguns ainda devem sentir medo da PIDE, pois não têm o elementar desassombro de assinar o nome nos bitaites que vão deixando aqui e ali.
É o seu caso.
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De ariam a 25.04.2016 às 18:19

Se existe alguém, com quem eu consigo discordar em, quase, tudo, um bom exemplo será Arménio Carlos. Quando ele fala na necessidade de criar empregos e, ao mesmo tempo, querer mandar e desmandar, nas ações de quem os cria, enquanto o ouço, vou falando com "os meus botões" e, definitivamente, antes de ele mandar tantos bitaites, devia pedir um empréstimo ao Banco, para fundar uma empresa e tentar gerir qualquer coisa, criando postos de trabalho e, depois, talvez aprendesse qualquer coisa como, por exemplo, o stress, das pequenas e médias empresas, para cumprir pagamentos, seja aos funcionários, como ao Estado que as tenta "espremer", com infindáveis impostos que podem mudar quando bem lhes apetecer. Isto, para aqueles empresários que não têm amigalhaços na política, nem a "capa protetora" de fundos ou negócios que "caiam do céu".

Isto foi apenas uma introdução para, tirar qualquer dúvida, sobre a independência do meu comentário.

Neste caso, como tenho uma ideologia individualista, apesar de ter que suportar um sistema colectivista, iria contra os meus próprios princípios se não concordasse que, ele, tem a liberdade de ficar sentadinho com cara de chumbo porque, neste Sistema, onde não há respeito pelo homem individual na sua qualidade de homem, isto é, na aceitação dos seus gostos e opiniões como sendo supremos dentro da sua esfera e, em vez disso, temos os direitos e as responsabilidades de um indivíduo, definidas pelo colectivo e para o colectivo, atendendo que o "bem-comum", é um termo que abrange tantos significados, que acaba por servir e justificar inúmeras acções, por mais transgressoras que elas sejam e, onde a expressão "bem-comum", não passa de um tratado de boas-intenções, raramente verdadeiras que dá para encaixar tudo, até a nossa dependência de Bruxelas que, começou com a ideia do "bem comum", para alargar e simplificar as trocas comerciais e, agora, além da subserviência, se há alguma economia que, verdadeiramente, ganha com isso, serão aquelas a quem compramos automóveis até à, simples, carne de porco (neste último caso, algo que até conseguíamos produzir para satisfazer 100% das nossas necessidades e, vai no caminho de ser mais uma atividade em vias de extinção).

Resumindo, por muito agradável que fosse, concordar consigo, e dar ao Arménio "um gostinho do seu próprio veneno"(querer interferir com tudo e com todos), neste caso, perdia o respeito à minha pessoa, condenando algo que prezo muito, a liberdade individual que não quer tirar nada a ninguém e, muito menos, ao contrário das mentalidades colectivistas, não querem obrigar os outros a fazer o mesmo do que eles, nem que seja à força de leis, taxas, multas ou "carimbos verbais", não esquecendo uma breve referência, àqueles que, agora, até começaram a embirrar com o género das palavras, uns colectivistas imparáveis, semelhantes a carros sem travões ;)

Como há sempre dúvidas sobre isto do colectivismo e individualismo, este último, com má-fama, associado a egoísmo ou egotismo mas, que não tem nada a ver com isso está, apenas, em oposição ao socialismo e a todas as outras formas de colectivismo, mais uma vez (ou serão duas ou três), deixo os mesmos links, para quem sabe explicar, melhor do que eu porque, hoje em dia, fala-se de muita coisa mas, por vezes, na simplificação, vão-se perdendo os verdadeiros significados das palavras e, antes, que lhes mudem o género ou proibidas, de vez, com o "Politicamente Correto", outra novidade, vinda "dos carros sem travões";)

Deixo a versão curta e a longa:
https://www.youtube.com/watch?v=005cahIsSXE
G. Edward Griffin: How Socialism, Communism, Fascism are All the Same

https://www.youtube.com/watch?v=jAdu0N1-tvU
G. Edward Griffin - The Collectivist Conspiracy
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De Pedro Correia a 25.04.2016 às 18:55

Ele tem a liberdade de se comportar como entender tal como eu tenho a liberdade de o criticar sem pedir licença a nenhum controleiro ideológico.
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De ariam a 25.04.2016 às 20:06

Eu também critiquei aquilo que ele diz, só que, geralmente (nem sempre, porque ninguém é perfeito), opto por criticar as coisas que acabam, desrespeitosamente, por entrar, à força, "no meu quintal" ou em "quintal alheio" (a chamada entreajuda) mas, não considero uma falta de respeito, o Arménio gostar de fazer birra ou ficar amuado, são daquelas coisas que não fazem mossa, a mim, nem a ninguém ;) E, com franqueza, se não prejudica ninguém, não me diga que a sua, felicidade ou liberdade, aumentariam se visse o Arménio, sorridente e a bater palminhas? Claro que posso não o convencer com os meus argumentos mas, como também não me afeta em nada, cada um pode ficar com a sua opinião e, felizmente, sem amuos nem caras de chumbo
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De Pedro Correia a 25.04.2016 às 21:20

A. Carlos não assistiu, como convidado do Parlamento, à sessão solene da Assembleia da República a título pessoal. Fê-lo na qualidade de secretário-geral da CGTP. Ou seja, em representação dos milhares de filiados nesta central sindical. Incluindo muitos que votaram Marcelo Rebelo de Sousa para Presidente da República.
As opções políticas pessoais do Sr. Arménio Carlos são uma coisa. Outra é o seu papel institucional. Que, com o seu habitual sectarismo, não soube honrar. Ficar sentado, sem aplaudir, enquanto todos à volta se levantavam em sinal de respeito pela figura do Presidente da República - a começar pelos capitães de Abril - é de uma grosseria inenarrável.
Gostava de saber se o Sr. Arménio Carlos também procedeu assim nas ocasiões em que participou em cerimónias oficiais em Cuba, como representante máximo da CGTP. Sou capaz de jurar que não.
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De ariam a 25.04.2016 às 22:34

Quem sabe se "esses milhares de filiados" não serão apreciadores de birras e de caras de chumbo... se não gostarem, problema deles ;) Quanto a ser grosseria, se calhar, no compêndio dele, pode ser um acto revolucionário e como não somos filiados, o melhor é fazer como se faz aos miúdos, quanto mais se liga, mais eles ficam convencidos que as birras resultam e, à primeira oportunidade, tentam repetir a "gracinha"
Quanto a sinais de respeito, os políticos, já nos desrespeitaram tantas vezes que, isso de respeito por obrigação institucional, não é possível. O respeito ganha-se, não se exige nem se pode legislar ;)
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De Pedro Correia a 25.04.2016 às 23:27

Pois claro, só a ditadura castrista merece respeitinho. A democracia portuguesa não.
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De ariam a 26.04.2016 às 10:35

Pois nesse ponto, temos opiniões diferentes, a palavra Democracia é muito "traiçoeira" e, pelo que vejo, não viu a explicação do link que lhe deixei:
https://www.youtube.com/watch?v=jAdu0N1-tvU
G. Edward Griffin - The Collectivist Conspiracy

Se eu lhe disser que pode escolher entre uma maçã, uma pera e uma laranja, pensa que está a escolher alguma coisa mas, não sabe que poderia escolher morangos, uvas ou avelãs. Na verdade, este sistema que a boa propaganda diz ser o melhor que existe ou o único possível, apenas lhe dá a escolher o Grupo de "capatazes" que irão mandar, do nosso berço até à cova. Não há Liberdade, seja qual for a escolha, a base é sempre a coerção.

Este sistema foi pensado há muitas décadas mas, vamos a factos históricos, recuemos a 1870, a Inglaterra e à Universidade de Oxford, John Ruskin que não foi o criador do colectivismo mas, um colectivista convicto, eloquente, agradava aos alunos privilegiados da cidade de Londres que frequentavam as suas aulas, eram recetivos aos seus ensinamentos e à mensagem de que a elite, que herdou a riqueza cultural e as tradições do Império Britânico, tinham a obrigação de governar o mundo e assegurar-se que os menos afortunados e os estúpidos seguissem na direção correta. E aqui, nasceu a ideia de que, nem teriam de sentir complexo de usufruir dos luxos e privilégios que contrastavam com os pobres e as massas famintas. Aqui, começaram a aparecer movimentos e, apesar de Jonh Ruskin dar parte do seu dinheiro aos mais pobres, nem todos os colectivistas gostavam de dar o que era seu. Relevante para este assunto, com poder até nos nossos dias, em 4/01/1884 nasceu uma sociedade, mais ou menos, secreta "The Fabien Society" por onde passou George Orwell e Aldous Huxley (aqui pode ver onde eles foram buscar as previsões sobre o possível futuro).
O objetivo era embeber a sociedade no colectivismo, disfarçadamente, sem muito tumulto e, em 1928 H.G.Wells escreveu o livro que seria o Guia que, meticulosamente, tem sido seguido para o Mundo Ocidental.
Como não posso, contar aqui a História toda, um outro elemento importante será, Cecil Rhodes, um aluno de Ruskin e a criação de outra sociedade secreta mas, onde os seus participantes não consideravam nada de imoral falar em The New World Order. Naturalmente que a História e as ramificações só são interessantes para quem se interesse por este assunto e, o mais importante, foi quando chegaram à altura de pensar como se poderia fazer, para dar a perceção de escolha ao povo, sem ele escolher nada.

Claro que resumir séculos fica difícil mas, na criação da Constituição Americana, eles pensaram, a fundo, nos perigos, e aquilo de garantir que o povo possuísse armas, não foi por acaso nem era para se matarem uns aos outros (1) apenas para, em caso de necessidade, se pudessem defender dos próprios Governantes e garantir a Liberdade do povo. Portanto, isto é só um "cheirinho" de uma História muito longa que, como muitas outras coisas neste Mundo, nem tudo é aquilo que parece ser e, este desejo de uma UE e agora quererem "rodear" a Constituição americana, porque não podem tirar o direito de possuir arma, já está pensado, criar a North American monetary union. Nada se passa por acaso e pense:
Fulanos que têm uma quantidade de dinheiro inimaginável, já compraram tudo o que o dinheiro pode comprar, qual será a motivação para sair da cama? ;) Suponho que, sem empatia por ninguém, estão viciados num tipo de jogo, onde o Poder já têm, agora, só falta, mesmo, o Objetivo Final, o Controle Total da Humanidade.

(1) Aqui quero falar de estatísticas, tendo em conta o nº de americanos, não é o país com mais crimes, aliás, nos Estados onde estão a fazer o controle de armas, conseguem ter mais crimes que, em comparação, desce quase a zero no Texas, onde praticamente, toda a gente, homens e mulheres, estão habituados a sair de casa com a carteira e a arma à cintura e, em caso de esquecimento, o mais provável é ser da carteira ;)
Portanto, quem sabe o que sabe, aquela lagriminha ao canto do olho de Obama, tenho que admitir que o homem é um verdadeiro artista e, aqui, quem realmente manda e subsidia Campanhas eleitorais, seriam outros quinhentos.
Mas uma coisa já aprendemos, uns milhões e já estamos subservientes a... credores.. incógnitos? Nem por isso.
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De Pedro Correia a 26.04.2016 às 13:01

Muito interessante, mas nada tem a ver com o que escrevi.
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De ariam a 26.04.2016 às 15:05

Tem tudo a ver, no entanto, entre estas duas modalidades, ambas colectivistas, prefere aquela em que pode escolher entre as três "frutas", em vez de uma, apesar de haver a mesma coação e, se não cumprir por, apenas, discordar, em ambos os casos, pode ir parar à prisão. De qualquer modo, há muitos exemplos mas, só "aquilo", de não nos terem deixado votar, em Referendo, para dizer sim ou não, à nossa entrada na UE, é quase tirado da "Bíblia" castrista, "eles" sabiam melhor que o "estúpido" do povo mas, se o voto servir para os pôr no "poleiro", aí, passam todos a ser inteligentes, com capacidade de decidir o melhor para o País e, vejam lá, com o direito de dar o seu voto (direito, mas até há quem quisesse torna-lo obrigatório, mais umas multas davam jeito, para alimentar um Estado cada vez mais gordinho)

Claro que há muitos interessados no status quo, não é por acaso que o Estado se vai endividando na distribuição de "benesses", rodam e, os que mais dão, mais nos "enterram".
Só tenho pena das futuras gerações, "engaioladas" e com dívidas, mesmo antes de nascer. Nunca saberão o que é, realmente, a Liberdade e, depois, ficam como "pássaros que nascem em gaiola, pensam que voar é doença" e, no caminho em que vamos, até a "alpista" pode vir a ser racionada.
Agora diga-me se, isto, não é um comentário, digno de um blogue que se chama Delito de Opinião mas, aceito, poder ter sido engano meu, na minha interpretação do título ;)
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De Pedro Correia a 26.04.2016 às 16:07

No dia em que assinalamos 250 mil comentários no DELITO DE OPINIÃO, obviamente, também os seus comentários são dignos deste blogue.
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/duzentos-e-cinquenta-mil-8402114
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De ariam a 26.04.2016 às 16:13

Eu li, só hoje, já acrescentei mais uns três ;) já ajudei para os 250.003
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De do norte e do país a 25.04.2016 às 19:07

Pegando no título de outro post (posterior) deste blog "Very small indeed"
Por outro lado, tenho pena dele, porque representa cada vez menos. Também tenho pena de alguns partidos mais à esquerda no parlamento por ainda viverem tão presos ao passado e a dogmas com mais de 100 anos. Que sejam felizes.

Caro Ariam, tem razão, essa gente nunca passou por isso e não sonham sequer com as dificuldades que representa. Os políticos/sindicalistas que não reconhecem o valor do empreendedorismo, ou são medíocres ou invejosos, ou ambos.
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De Pedro Correia a 26.04.2016 às 09:46

O comportamento do sectário-geral explica, em grande parte, a profunda crise em que está mergulhado o sindicalismo português: 64 mil trabalhadores desvincularam-se da CGTP nos últimos quatro anos.
https://www.publico.pt/economia/noticia/cgtp-perdeu-quase-64-mil-sindicalizados-nos-ultimos-quatro-anos-1729525
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De Simão Cardoso a 25.04.2016 às 19:51

Sou democrata, no sentido pleno do termo. Tenho, por isso, o direito de dizer que não gosto das "esquerdas" portuguesas. São muitas as razões, umas mais pessoais, outras que têm a ver com a concepção que tenho da vida. Quando utilizo aqui o termo "vida" englobo tudo o que tem a ver com a vida humana e nela incluo, como não podia deixar de ser, a política. Entre várias razões, destaco estas: as esquerdas são soberbas, julgam-se as únicas detentoras da verdade, consideram progresso e moderno o que eu julgo ser de um tempo quase diria pré-histórico em que o ser humano vivia num estado primitivo. Depois não são democratas e a democracia, com que enchem a boca, é uma falácia. Não toleram quem se lhes opõe, não sabem perder, são usurpadores por meios perversos. São mal-educadas ou malcriadas, como queiram. Para elas os meios justificam os fins, e esses bem sabemos o que são e não quero de modo nenhum. Não respeitam a pessoa, respeitam a sua ideologia. Podia dizer mais, mas isto me basta.
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De Pedro Correia a 26.04.2016 às 13:11

Eu sou contra todos os sectarismos. Incluindo o sectarismo do sectário-geral e as suas proclamações xenófobas:
http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/politica/detalhe/armenio-carlos-chama-rei-mago-escurinho-a-representante-do-fmi.html
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De lucklucky a 25.04.2016 às 20:33

Se Arménio Carlos não concorda com o que o Presidente disse não deve aplaudir.


Há um estranho comportamento de certas pessoas - o autor do post neste caso -que falam da verdade, respeitar a consciência e depois quando se vai ver cedem esses princípios às aparências e falsos consensos.
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De Pedro Correia a 25.04.2016 às 21:28

As convicções pessoais do Sr. Carlos não vêm ao caso: ele não estava ali para concordar ou para discordar. Não se encontrava na AR a título pessoal nem de membro do Comité Central do PCP: estava ali em representação dos trabalhadores da CGTP - muitos dos quais votaram Marcelo Rebelo de Sousa. A menos que ele, enquando secretário-geral desta central sindical, entenda que um candidato eleito à primeira volta com 52% merece menos respeito institucional do que todos os outros, os que somados não foram além dos 48%.
Não precisava de aplaudir. Mas pelo menos levantava-se no final da cerimónia, como todos os restantes fizeram. Tanto quanto sei, o Chefe do Estado continua a ser digno de tratamento adequado ao estatuto que lhe é reconhecido na Constituição da República - como sucede com a bandeira e o Hino Nacional. A menos que a Constituição sirva para incensar nos dias pares e ignorar nos dias ímpares.
Nem é uma questão política: é uma questão de boa educação. Eu sei que é algo antigo, ultrapassado, talvez até "reaccionário". Mas é assim que eu penso.
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De Anónimo a 25.04.2016 às 22:00

Markinhos e afins (ventosidades ocasionais e uma legião de "anónimos de serviço") levam a que deixe aqui bem menos comentários do que gostaria. O debate torna-se cansativo, fundamentalmente inútil, quando militante e repetidamente surgem interlocutores com tamanha "coerência", sabedoria e certezas.

Aparecem por aqui comentadores a "exigir" o que quer que seja, num blogue como este - como esse Markinho - e quando por aqui um comentador exige, ou chama a si o direito de exigir o que quer que seja, ao autor de um texto ou a outro comentador, está tudo dito. Ou escrito.

Guarde cada um sua verdade. Felizmente a verdade desses que "exigem" (como se "exige" continuamente na liturgia da agremiação do sr. Arménio; que há-de ter os seus espaços caninamente afectos também na "blogosfera") não é a imperante. Ainda não é a imperante. Quando for, se vier a ser, eu não estarei, se calhar muito higienicamente não estarei, por aqui a escrever estas coisas. Não poderei estar.

Quanto às cerimónias de hoje, a presença de O. Saraiva de Carvalho diz muito do tempo que se vive. Parece ter similitudes com a "acalmação" que levou ao cinco de Outubro. Haverá quem ache muito bem e espere a hora. Eu acho que ser capitão de Abril não endeusa, purifica, imuniza ou irresponsabiliza ninguém. Há limites.

Devia haver.

Costa (Rui)

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De Pedro Correia a 26.04.2016 às 13:05

Nos países que servem de modelo ao sectário-geral só existe uma "liberdade": a de aplaudir o partido único.
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De WW a 25.04.2016 às 22:20

Um post que se limita a verificar que todas as regras têm sempre uma excepcção.
Nada de criticável, se não concorda o Sr. Arménio Carlos não deve aplaudir e não pode ser condenado / criticado por isso.

Num sentido mais lato devo dizer que a acção do PR não me convence pois temo os gregos sobretudo quando trazem presentes...
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De Pedro Correia a 26.04.2016 às 09:50

O sectário-geral não se encontrava a título pessoal na cerimónia: representava a central sindical que dirige. Os estados de alma do senhor são irrelevantes: fica-lhe mal aquela atitude de menino birrento, amuado, negando um aplauso protocolar ao Presidente e permanecendo sentado na poltrona enquanto toda a gente se levantava.
Contrariamente ao que fizeram os capitães de Abril, o secretário-geral do PCP e o conselheiro de Estado Francisco Louçã, por exemplo.
Esta atitude desrespeitosa não afecta o Chefe do Estado, mas desprestigia (ainda mais) a CGTP. Milhares de trabalhadores sindicalizados certamente não se revêem nesta atitude do sectário-geral.
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De Luís Lavoura a 26.04.2016 às 09:22

sem o menor respeito pelo Presidente de todos os portugueses eleito ainda há bem pouco pela maioria dos eleitores que se deslocaram às urnas

O Pedro manifesta pouco conhecimento daquilo que democracia significa. Numa democracia, todos têm o direito de discordar. Numa democracia, mesmo que 99% das pessoas votem a favor de algo ou alguém, os restantes 1% têm o direito de manifestar a sua discordância. Numa democracia, há liberdade de manifestação e as pessoas não são obrigadas a aplaudir aquilo de que não gostam. Numa república democrática, o Presidente da República é uma pessoa de quem os outros têm o direito de não gostar e pela qual não têm que ter especial respeito.
O Presidente da República como símbolo do Estado e/ou da Nação era coisa do tempo da OUtra Senhora, Pedro.
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De BELIAL, o copia e cola a 26.04.2016 às 20:03

"Nunca discuta com bêbados, tolos ou crianças, pois a vitória não tem gloria e a derrota é vergonhosa".

"Nunca discuta com um tolo, Ele sempre terá Razão em sua tolice"

"Nunca discuta, não convencerá ninguém. As opiniões são como os pregos; quanto mais se martelam, mais se enterram".
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De Pedro Correia a 26.04.2016 às 21:04

Com o sectário-geral não dá mesmo para discutir. Ele saca logo do argumento do "escurinho" ou qualquer outro do género, igualmente elevado.
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De BELIAL a 26.04.2016 às 20:11

Sociais-fascistas e fascistas, são criaturas intoleráveis.

Os primeiros acreditam ser superiores nas boas intenções - até que a ditadura do proletariado os reprima.

FAMOUS LAST WORDS: "Não disparem camaradas!!!...
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De Pedro Correia a 26.04.2016 às 21:17

Em breve terei aqui uma série com esse nome: Famous last words. Em que incluirei a imortal última frase de Mao, sectário-geral do Partido Comunista Chinês: "Sinto-me mal, chamem os médicos."

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