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Delito de Opinião

O Secretário de Estado Galamba

jpt, 08.07.21

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(Postal de 3.7.2021)

"Jovem segura sombrinha para que o Secretário de Estado Galamba não apanhe sol na moleirinha.", ironiza Rui Rocha.

Galamba está no poder - e numa posição importante - devido aos seus intensos serviços de propaganda socratista, muitos deles cumpridos no blog colectivo Jugular, constituído por radicais socratistas e do qual emanou (foi a Professora Palmira Silva que o instruiu) um blog anónimo remunerado de contra-informação e de disseminação do que agora se chama "fake news", o Câmara Corporativa, sempre pelos "jugulares" louvado e defendido. Se se pode torcer o nariz a estes antecedentes galambianos também se pode conceder que são adequados ao vigente socratismo sem Sócrates.
 
Enfim, a historieta deste "pequeno mal" do pacote de jornalistas, activistas e académicos que serviram com denodo a corrupção socratista e que continuam em funções, no governo, na política activa e na imprensa (até escandalosamente no "serviço público" da RTP, como Vale de Almeida), está mais do que sabida e redita. Mas tem alguma pertinência lembrá-la nesta semana. Durante a qual um dos mais afamados membros desse grupo e, in illo tempore, sabida promotora deste Galamba, câncio, provocou debate sobre a pérfida objectivação das mulheres por causa de um vestido atrevido (há quem lhe chame combinação) de uma assistente do inenarrável programa "Preço Certo" - como se o problema não fosse o programa, por si mesmo inaceitável numa televisão pública.
 
Mas a tal propagandista do socratismo (com ou sem o "animal feroz"), seus inúmeros "partilhadores" e concordantes, calam-se diante desta imensa objectivação das mulheres, deste rebaixar do "pessoal menor", nisto de em 2021 uma merdita de secretário de estado - e de um partido que se diz "socialista" - aceitar que uma mulher lhe seja apenas haste de guarda-sol.
 
Isto é o Portugal de hoje. Esta escumalha imunda Jugular a colher aplausos. "Anunciada na tv". E a chegar ao governo, para gerir os interesses nas minas. E parte, substancial, do povo pronta para lhes segurar seja o que for...
 
Como eu prefiro eu uma quarentona voluptuosa em vestes generosas! Antes o "Preço Certo" que estes "jugulares".

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