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O próximo secretário-geral do PS

por Pedro Correia, em 15.10.15

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Francisco Assis

«Não se pode governar a qualquer preço e de qualquer maneira. (...) Devemos ser muito claros: a direita apresenta o seu programa de Governo, o PS assume-se como partido de oposição responsável e em cada momento terá de negociar naturalmente com o Governo a viabilização ou não (dependendo da abertura do Governo) dos instrumentos imprescindíveis para a governação do País. Quando nós governámos em maioria relativa, não andámos a negociar antes da constituição do Governo qualquer entendimento com os partidos da direita. Em alguns momentos foi possível chegar a entendimentos. Os orçamentos foram viabilizados, muitas vezes pela abstenção do PSD ou do CDS. O PS, no Governo, teve sempre a oposição do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista: os orçamentos com que se construiu o Estado Social em Portugal foram sempre objecto de crítica radical do PCP e do BE.»


51 comentários

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De Mal por mal a 15.10.2015 às 18:34

Quem fôr do PS e contra Costa tem que ter muito jogo de cintura.

Bem faz Seguro que continua calado.

Jogadas como esta do Costa, foi de mestre.

Mais do que o previsível Cavaco, o aberto Passos e o matreiro Portas, Costa fintou todo os velhos e os novos do PS.

O Assis, o ambíguo João Soares e até o boquiaberto velho Almeida Santos, o melhor que têm que fazer, é o que faz Seguro, manter a viola no saco.

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De Pedro Correia a 15.10.2015 às 23:41

Jogada de mestre? Tenho de rever o meu vocabulário: seria incapaz de usar essa expressão para qualquer passo dado pelo ainda secretário-geral do PS de há um ano e meio para cá.
Diz você que ele finta bem. Parece um daqueles brinca-na-areia que acabam a fintar-se a si próprios. Como aliás o futuro próximo demonstrará.
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De José Manuel Faria a 15.10.2015 às 18:45

Na Comissão Política nacional do PS: a favor de um acordo com BE e PCP; 67 votos, contra o acordo; 4.

Assis terminou a sua "carreira" política no PS. Quando a TVI24 o dispensar vai dar aulas de filosofia.
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De Pedro Correia a 15.10.2015 às 23:42

O que é que a votação na Comissão Nacional socialista sobre um acordo que não existe nem existirá com o PCP pesa no futuro político de Francisco Assis, José Manuel?
Não consigo vislumbrar a menor ligação entre uma coisa e outra.
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De Orlando a 16.10.2015 às 01:17

Ai pesa, pesa e de que maneira! E essa afirmação de que não vai haver acordo entre PS e o PCP, é o que vamos ver, Pedro. Nada de meter a carroça à frente dos bois que é o mesmo que dizer que não se deve meter os desejos à frente da realidade, pode provocar frustração (ou azia) desnecessáriamente. Que a Direita esteja indisposta e reaja frenéticamente por um possivel acordo à esquerda, não me surpreende e entendo perfeitamente, porque também eu fico indisposto quando o PS faz alianças à direita. Já, tomadas de posição contra o referido acordo por parte de personalidades que se dizem de esquerda..enfim...nem merece comentários. O Assis que se dedique um pouco mais às aulas de filosofia, pode ser que no meio das suas reflexões filosóficas se faça luz, e tome consciência das asneiradas que tem dito e feito, em momentos cruciais da vida do PS.
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De Pedro Correia a 16.10.2015 às 09:37

Lá vem você com a lengalenga "esquerda/direita", Orlando. Parece um sargento na parada.
O Syriza é de "esquerda"? O partido Gregos Independentes é de "direita"? Então o que faz a esquerda radical coligada com a direita radical? Isso mesmo são ambas forças radicais. Então porque é que a Frente Nacional de Marine Le Pen é uma fervorosa apoiante do Syriza? Pelo mesmo motivo.
Esta é a clivagem política do século XXI - entre forças radicais e forças moderadas. Dizer "direita", sem mais nada, é juntar no mesmo saco o Passos Coelho e o Pinto Coelho do PNR. Dizer "esquerda", sem mais nada, é juntar no mesmo saco o António Costa e o Garcia Pereira do MRPP. Isto explica e descreve e justifica alguma coisa? Evidentemente que não.
Há hoje clivagens diferentes - sobre a política europeia, gestão das finanças públicas, soberania nacional 'versus' federalismo - no xadrez político nacional e mundial. Que distinguem moderados, por um lado, e radicais pelo outro. Daí o PNR e o MRPP quererem ver Portugal fora da NATO e de regresso ao escudo, em sintonia evidente. Há muito mais semelhanças do que diferenças entre os extremos do que entre o centro e os extremos.
Quem não perceber isto e continuar a usar a linguagem e os conceitos do século XIX não percebe nada do mundo onde vivemos.
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De Orlando a 16.10.2015 às 18:26

Pedro, sou de ideias fixas ou melhor de convições fortes, que quer que faça? cada um com as suas. E afirmar que o MRPP é de esquerda, enfim...é uma falácia. E quando algumas forças de esquerda e de direita coincidem pontualmente num determinado objetivo, as motivações são completamente diferentes. Enquanto que a extrema direita pode desejar a saída da Nato por um nacionalismo/chauvinismo bacoco e perigoso, as forças de esquerda que defendem essa eventual saída, fazem-no para libertar o país de uma estrutura politico/militar agressiva, testa de ferro militarista do imperialismo capitalista na opressão e exploração dos povos. Como vê nem sempre o que parece é: uma postura ou comportamento assumido por forças diametralmente opostas, podem parecer formalmente idênticos, mas substancialmente ou materialmente são completamente diferentes, pelo fato da intenção que lhes está subjacente ser completamente diversa. É fundamental analisarmos os fatos de forma cuidadosa e profunda, para não caírmos em conclusões disparatadas baseadas em análises superficiais.
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De Pedro Correia a 16.10.2015 às 20:45

O MRPP não é de esquerda?! Nem com a foice e o martelo?!! Então, na sua perspectiva, será talvez um partido de direita...
Nesse caso o Partido Renovador Democrático será de esquerda, seguramente. A menos que para si PNR e MRPP sejam a mesma coisa. Nesse caso, lá vão as fronteiras entre "esquerda" e "direita" pelo cano abaixo...
Basta isto, meu caro, para se perceber como essa cabeça anda confusa.
Mais ainda quando denuncia as críticas da extrema-direita à NATO por derivarem de um "nacionalismo/chauvinismo bacoco e perigoso" enquanto aplaude as mesmíssimas críticas quando são feitas pela extrema-esquerda, pois esta só visa "libertar o país de uma estrutura politico/militar agressiva"...
Você, se fosse grego, votava na extrema-direita. Ou na extrema-esquerda, que depois iria a correr coligar-se com a extrema-direita. Tanto faz: de uma forma ou outra, os extremos tocam-se.
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De Orlando a 17.10.2015 às 02:10

É a sua opinião, mais uma vez porque é incapaz ou não quer analisar os fatos de forma mais profunda e não apenas superficialmente. O meu voto sempre foi e será na mesma força politica. É um voto consciente, sólido, fruto de um amadurecimento politico e de uma convicção ideológica/filosófica/politica muito firme. Em relação ao MRPP, não passa de um grupelho pseudo revolucionário, com roupagens de extrema esquerda, e que tacitamente deu umas ajudinhas ao antigo regime em virtude das suas ações aventureiristas, prejudicando a oposição democrática anti fascista. As referidas ações aventureiristas só serviram mesmo para acentuar a repressão do regime em relação às forças anti fascistas. Não confundir forças de esquerda com grupelhos pseudo revolucionários, que só formalmente poderão ser considerados como tal e que só prejudicam a imagem da esquerda.
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De Pedro Correia a 17.10.2015 às 11:04

Eu não "analiso fatos", Orlando. Não sou alfaiate.
Analiso factos.
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De Orlando a 17.10.2015 às 17:39

Pedro, como já disse noutro local, até prefiro a antiga grafia. Mas como não sou fundamentalista, não tenho qualquer problema em aproveitar o acordo ortográfico para escrever de forma mais simplificada particularmente na net. Mas como já lhe disse, que não seja por isso! Se você fica mais feliz, quando me dirigir a si passo a usar a antiga grafia. Não quero que lhe falte nada! Sempre às ordens! Eu até gosto de ver as pessoas felizes (lol).
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De Pedro Correia a 17.10.2015 às 18:43

Orlando, isto não tem nada a ver com o "acordo ortográfico". O dito acordo manteve inalterável a grafia de palavras como
facto
impacto
contacto
estupefacto
São palavras em que o C, tal como o pronunciamos em Portugal, se mantém bem sonoro. Necessitando portanto de ter representação ortográfica. Isto tanto corresponde à regra pré-acordo como à regra pós-acordo.
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De Orlando a 17.10.2015 às 21:32

Pedro, no âmbito do acordo ortográfico, por exemplo a palavra facto pode ser escrita das duas maneiras...facto ou fato. À luz do presente acordo estão ambas corretas. No entanto, no meu caso pessoal como já disse, até prefiro a grafia antiga, e só mesmo por uma questão de simplificação na net, muitas vezes opto pela nova, ou pelo menos pela mais simplificada.
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De Pedro Correia a 17.10.2015 às 21:51

Orlando, 'fato' em Portugal é fato. 'Fato' no Brasil é facto. Os brasileiros chamam 'terno' ao nosso fato.
Todos os portugueses (e angolanos e moçambicanos e caboverdianos e sãotomenses...) pronunciam o c de facto. Daí a necessidade de escrevermos facto.
O mesmo para impacto, contacto, estupefacto.
Qualquer especialista nesta matéria sabe isso. E nem é preciso ser especialista: basta o senso comum.
Os brasileiros, únicos no universo lusófono que não pronunciam esse c, omitem-no na ortografia deles. Que não é a mesma que a nossa. Nem a sintaxe é a mesma. Nem o vocabulário. Nem a pronúncia.
Mas não vou prolongar este debate: acho que fica tudo dito sobre este assunto.
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De Orlando a 17.10.2015 às 21:50

Só esqueci de acrescentar que prefiro escrever facto até mesmo como disse e bem o c ser sonoro, mas pronto, os brasileiros estão habituados a dizer fato e toda a gente entende o que se pretende dizer. Agradeço a sua chamada de atenção, apesar de já ter conhecimento que regra geral foram as vogais mudas no meio das palavras que desapareceram da grafia com o acordo ortográfico.
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De Orlando a 17.10.2015 às 22:09

Peço desculpa, mas cometi uma gralha..quando disse vogais, queria antes dizer consoantes mudas ou sonoras, sei perfeitamente que a alteração introduzida com o acordo tem a ver com as consoantes mudas. Mas pronto na net às vezes simplifico. Estou perdoado, ou nem por isso?
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De Pedro Correia a 17.10.2015 às 22:19

Meu caro, segue um abraço com saudações leoninas
(hoje vencemos em três frentes: Taça de Portugal, campeonato de juniores e campeonato de juvenis)
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De Orlando a 17.10.2015 às 22:55

É verdade, e bem satisfeito fiquei. E não se esqueça que no Brasil escrevem normalmentel FATO,com o mesmo sentido que nós utilizamos aqui FACTO, até porque para eles fato de vestir é terno, como aliás parece que você também referiu...podem escolher as duas grafias mas regra geral usam mais fato, e eu às vezes na net deixo-me abrasileirar...lol, Tal como alguns ingleses às vezes se deixam americanizar...apesar desta situação ser mais dificil, atendendo à postura tradicionalista e fleumática dos ingleses (lol). Nós portugueses em geral somos mais flexiveis, adaptamo-nos fácilmente a novas situações, incluindo grafias, linguas ou sotaques. É a nossa vocação universalista que está sempre presente, tanto no presente como no passado. Basta olharmos para a nossa história.
Saudações leoninas
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De JSP a 15.10.2015 às 19:11

Uma excepção naquelas mefíticas paragens : um homem decente e probo, logo um político sério - de quem se pode discordar mas que se respeita.
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De Pedro Correia a 15.10.2015 às 23:42

Respeito-o, sim. Cada vez mais.
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De Orlando a 15.10.2015 às 19:43

Realmente o dito cujo já se está a colocar em bicos de pés. Há quanto tempo ele sonha com isso!!! Enfim...vamos ver.
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De Pedro Correia a 15.10.2015 às 23:43

Está a referir-se ao que António Costa fez a Seguro em Junho do ano passado?
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De Orlando a 16.10.2015 às 02:19

Não, era mesmo em relação ao Francisco Assis...sorry...
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De Pedro Correia a 16.10.2015 às 09:39

Pois. No ano passado não houve "bicos dos pés": houve uma faca nas costas.
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De Não presta a 15.10.2015 às 20:11

Não o merece ser. Não tem garra política, hoje vira para a esquerda, amanhã vira para a direita. É tipo cata vento. Quando da sua primeira vez, como deputado europeu, pouco ou nada fez nem tão pouco se ao trabalho de apresentar os relatórios que todos têm de fazer. Há gente mais capaz, gente que nestas horas, não se desvia dos seus e estão ao lado do partido, para o mal e para o bem. Este não presta...
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De Pedro Correia a 15.10.2015 às 23:44

Se você chumba a prestação de Assis enquanto deputado europeu nem imagino como possa ter avaliado o desempenho de Costa também no Parlamento Europeu...
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De Bonito, bonito! a 15.10.2015 às 22:40

O Costa virou o Jerónimo mais facilmente do que o papa de roma virou o Fidel Castro.
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De Pedro Correia a 15.10.2015 às 23:44

Olhe que não, olhe que não.
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De William Wallace a 15.10.2015 às 22:49

Eu apoio, o PS " Pasokizava-se " mais depressa.
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De Pedro Correia a 15.10.2015 às 23:45

Prova de que você já se syrizou. Austerize-se, portanto.
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De William Wallace a 16.10.2015 às 00:54

Em relação ao PS que trouxe 3 bancarrotas a Portugal em 40 anos, que é conhecido pelas posições AMBÍGUAS em todos os assuntos relevantes (e não relevantes) para Portugal e os Portugueses, que põe os interesses do seu aparelho sempre acima de tudo, que privilegia a governação através de esquemas (como agora uma vez mais se vê) que lhe suportem a existência só posso ter a mais profunda repugnância e espero ardentemente que se pasokise ".

Se já syrizei , não Pedro Correia as minhas convicções embora parcialmente alinhadas com o que o Syriza defendia até um par de meses não resultam da sua acção, nasceram e cresceram há mais tempo inflamadas por políticos Portugueses que foram irrevogavelmente apunhalados e assentam em politicas de VERDADE.

" A lealdade é a verdade do sentimento: é impossível ser desleal sem mentir à consciência, sem ludibriar a consciência alheia. "
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De Pedro Correia a 16.10.2015 às 09:41

Sirizar-se, em Portugal, equivale a bloquear-se. De Bloco.
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De M. S. a 16.10.2015 às 10:14

William Wallance:
3 bancarrotas?
Quando Mário Soares chamou o FMI foi por causa da acção do seu governo?
Ou foi por causa dos efeitos da crise do petróleo de 1973 e do PREC?
E em 1983 quem tinha governado antes; a AD, não foi?
Sejamos rigorosos, ao menos factualmente.
E digo isto sem querer ilibar o PS de todas as responsabilidades que teve em muita coisa que fez mal desde que governou.
E que tal se ouvisse esta explicação com compenetração, espírito de humildade e vontade de sair desta narrativa estúpida das culpas «à la carte», de acordo com as mais abjectas conveniências da luta partidária de soma nula (para a esmagadora maioria das pessoas):
Programa «Os números do dinheiro»
RTP3
http://www.rtp.pt/play/p2039/e209061/os-numeros-do-dinheiro
(a partir dos 12 minutos, mais ou menos, quando fala, pela 1.ª vez, Ricardo Paes Mamede)


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De M. S. a 15.10.2015 às 23:50

Senhor William Wallace:
E o país syrizava-se.
É isso que quer?
E acha que é isso que convém ao país?
Na Itália o sistema de partidos pós II GG volatilizou-se: depois tiveram o Berlusconi (o das festas com meninas, maiores e menores, e também condenado por corrupção), o Umberto Bossi (racista, que teve de se demitir da Liga Norte por ter desviado fundos para a família), agora o Beppe Grilo.
Pelos vistos, para si quanto pior melhor.
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De William Wallace a 16.10.2015 às 01:11

Caro M.S . por toda a Europa não existem Partidos Socialistas, são anacronismos do passado. O que existe são uma agremiações que se dizem socialistas, se vir o caso da França verifica facilmente que as politicas lá adoptadas actualmente são decalcadas da cartilha neo-liberal e aquele 1º ministro de lá (agora) tem o mesmo ar do ex-cela 44.

Quanto ao País, não tenha receio, nada aconteceria, o Povo é sereno além de que está realmente a borrifar-se (ver abstenção) para as intrigas palacianas do momento. A larga maioria pessoas estão tolhidas no seu canto pelo próprio egoísmo e sobretudo pela realidade que já assimilaram de que não existe alternativa.

A natureza tem horror ao vazio e na mesma nada se perde tudo se transforma.

" Quem se coloca no terreno nacional não tem partidos, nem grupos, nem escolas... "
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De M. S. a 16.10.2015 às 10:17

Pois, aos costumes disse nada.
Já estou habituado às discussões da treta.
Sem argumentos muda-se de assunto ou responde-se nas nuvens.
Outras vezes, ataca-se «ad hominem» (o que não foi o caso).
É este o nível do «debate» nas redes sociais.
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De William Wallace a 16.10.2015 às 20:32

Caro M.S . não entendo a sua interrogação dos costumes .

Não gosto de redes sociais porque abomino a discussão da treta como também aqui (no DdO ) se faz principalmente porque alguns post´s dos autores a isso convidam pois usam argumentos tão rasteiros e colados a uma determinada forma de avaliar tudo que pedem mesmo respostas do mesmo nível.

As restantes interrogações que coloca são pertinentes mas sobre as mesmas iria discorrer imensamente e de nada valia a não ser você conhecer a minha posição pessoal sobre como deveria ser governado o País. Essa posição tem sido transmitida em muitas resposta que tenho dado no blog mas são apenas pessoais e jamais influenciaram seja o que for. Posso no entanto adiantar-lhe que partilho consideravelmente das opiniões de Pacheco Pereira, Manuela Ferreira Leite, Francisco Seixas da Costa, Bagão Félix , Mariana Mortágua entre outros. Quero com isto realçar que a minha forma de estar não é sectária e acaso fosse governante aceitaria sempre boas ideias vindas de outros quadrantes desde que o interesse de Portugal e dos Portugueses fosse salvaguardado.
Posso deixar-lhe um exemplo, sempre defendi a falência total do BES GES (ou outra empresa privada) mas não aceito que a EDP não seja controlada pelo Estado.
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De Sérgio de Almeida Correia a 16.10.2015 às 03:01

Também não será com o meu voto.
Um tipo não pode levar a vida toda a enganar-se.
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De Pedro Correia a 16.10.2015 às 09:40

Mas olha que está escrito nas estrelas, Sérgio. Como dizia o outro.
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De lucklucky a 16.10.2015 às 14:57

Não acredito. A esquerda não marxista foi derrotada pelos "idiotas úteis" por alguns anos.
Assis sem substanciais aliados não tem hipóteses com o jornalismo e a universidade como estão. Seria preciso um grande trabalho ideológico que não vejo ninguém a fazer no PS. O que vejo é o contrário a tentativa de transformar o PS num BE com outro nome.

Olhar também para o que se passa na Esquerda em Inglaterra e nos EUA.
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De Pedro Correia a 16.10.2015 às 15:54

Um dia ainda hei-de ler um comentário seu sem usar a expressão 'marxista' ou 'marxismo'. Talvez nas belles toujours.
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De M. a 16.10.2015 às 16:07

Pedro:
E sem dizer que a culpa de tudo o que de mal acontece no mundo é do socialismo.
E sem chamar socialistas a todos os partidos, incluindo o CDS.
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De Pedro Correia a 16.10.2015 às 17:31

Tudo é socialista, tudo é marxista, tudo é de esquerda.
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De lucklucky a 16.10.2015 às 18:52

Marxismo é a cultura mais forte no Ocidente, ou se quiser contra-cultura. É definida pela ódio ao Capitalismo, ao Mercado Livre, à Liberdade e que está a tomar conta de toda a Esquerda por via do jornalismo e da academia.
A Esquerda Republicana está a morrer. A Democracia Populista vence a Republica até ao dia que a própria irá ser morta pelo Marxismo.
Como religião prosélita não admira que os Marxistas vão para o jornalismo.
Hoje o jornalista é o padre do passado.

Nos EUA ,o centro hoje do Marxismo mundial verifica-se com ataques aos ícones que o representam ou que a Esquerda julga que representa: homem, heterosexual, branco, literatura clássica, automóvel, empresa, individualidade, supermercado, escolas privadas, Israel -ícone do Ocidente que pelas suas vitórias tem de ser destruído-, armas ocidentais, etc...
-----
M. qual a dúvida que o CDS é Socialista? O CDS parece-me confortável com o Estado a gastar 50% do que os Portugueses produzem.
Se isso não é Socialismo onde começa o Socialismo?

E sim a maior parte dos males do mundo deriva de os socialistas - seja na forma primitiva, a tribal ou na moderna- não aceitarem que outros sigam outros caminhos.
Eu não me importo que um socialista faça a sua comuna com quem concorda.
Já um socialista importa-se que eu não queira fazer parte do seu mundo.

Por isso é que o Muro de Berlim existiu.
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De Pedro Correia a 16.10.2015 às 20:47

Como disse? Os EUA são "o centro do marxismo mundial"?! Ah, OK, é você... está tudo explicado.
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De pSalaberth a 16.10.2015 às 15:13


Verdadeiro 'poster boy' da continuidade este menino Assis... Assim é que é falar! Mais papista que o papa. Já para não falar que o 'governar a qualquer custo' aplica-se também a ele próprio no preciso momento em que vem a público com estas suas declarações...
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De Pedro Correia a 16.10.2015 às 15:54

Sim senhor, a "esquerda unida" está pujante e de boa saúde, como esta caixa de comentários bem demonstra.
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De pSalaberth a 16.10.2015 às 17:26

'Frente de esquerda' se não se importa.
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De Pedro Correia a 16.10.2015 às 17:30

Frente patriótica e de esquerda (hum, onde é que eu já ouvi isto?)
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De pSalaberth a 16.10.2015 às 17:36

Deve ter sido em 75, não?
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De Pedro Correia a 16.10.2015 às 17:47

Em 1975, segundo o camarada Arnaldo Matos, "era tudo um putedo". E em 2015 também.

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    149. M
    150. J
    151. J
    152. A
    153. S
    154. O
    155. N
    156. D