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O problema é geral

por Sérgio de Almeida Correia, em 31.05.16

Enquanto não aparece a factura das t-shirts amarelas, fiquemo-nos com as palavras de Francisco: “uno de los peligros que tiene la educación es que si es inclusiva para pocos y exclusiva para muchos, es comercio”.


11 comentários

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De Tiro ao Alvo a 31.05.2016 às 08:21

É verdade, Sérgio: os colégios, com acordos de colaboração, proporcionavam a muitas crianças, de famílias carenciadas, o acesso ao ensino superior público - o mais barato e o melhor, Impedindo, desta forma, a "inclusão" de muitas e muitas crianças. E, que se saiba, sem aumento de custos com a educação pública, a cargo do OE. Incompreensivelmente, para mi.
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De ali kath a 31.05.2016 às 08:42

enquanto a 'mau gistratura' não for eleita
e os profs, médicos e restante disfunção pública não for seleccionada
isto será uma republiqueta do outro mundo

o ensino público encontra-se, nas horas vagas das reuniões, na mão de donas de casa


censo de 2011
quase 50% da população tem no máximo 4 anos de escolaridade

felizmente as criancinhas já não passam fome

na Itália 1,1 milhões na mais extrema miséria
e 2 com graves carências


por cá até as vacas voam
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De JgMenos a 31.05.2016 às 09:43

O Espírito Santo estava a tratar de assuntos mais urgentes quando o papa teve essa inspiração.
A educação tem um custo. Alguém é pago a troco de algo = comércio!
Se muitos a pagam será provavelmente inclusiva, se poucos a pagam será provavelmente exclusiva para muitos.

Como sempre, quem muito fala nem sempre acerta, mas o quanto a esquerdalhada coleciona de tiradas do Papa, é comovente.

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De T a 31.05.2016 às 09:48

Em 5 anos de governo PSD/CDS houve dezenas de manifestações. Não me lembro de ter visto preocupação sobre o custo da protesto, social, no material usado, nem ao empregador. Que estranho.
A parte cómica é que as centrais que as organizaram são todas pagas pelo nosso bolso, portanto a facturas dessas já chegou e continuará a chegar.
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De Vento a 31.05.2016 às 10:30

Francisco, o de Assis, também ouviu aquela voz que dizia: "Reconstrói a minha Igreja".
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De Anónimo a 31.05.2016 às 11:20

Esta questão dos colégios é muito semelhante à questão do AO.
Está despudoradamente empolada.
Ambas as questões têm pouco a ver com a bondade da coisa.
É tudo uma questão de dinheiro e preconceito.
Se querem mesmo falar de educação, falem de
- formação de professores;
- renovação dos currículos;
- reconversão da metodologias;
- revisão do conceito de avaliação.
João de Brito
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De Vento a 31.05.2016 às 20:24

De acordo, João de Brito. Mas mais uma achega: é necessário que os rankings das escolas não sejam feitos à custa do trabalho dos alunos, pois estes necessitam ser crianças e jovens e não "mulas de cargas" para satisfazer um qualquer score cujo mérito nunca é atribuído a quem o produz.
Quero com isto dizer que a vaidade paga-se caro. No presente e no futuro.

O método japonês, que muito atribuía os custos do sucesso ao trabalho exacerbado dos alunos, caiu por terra quando se verificou que um número considerável de crianças se suicidava por sobrecarga de trabalho e que muitos dos restantes, por cansaço precoce, nunca aplicariam convenientemente o que aprendiam.

Porém, existe um outro método aplicado por um pai e professor japonês que deu provas de algum sucesso, este:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Kumon
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De Jorg a 31.05.2016 às 12:58

O Papa Chico também terá certamente citado, perante invocações e citações desgarradas das suas palavras , aquela passagem do Evangelho Segundo S. Mateus, 5.3
"Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus"
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De Fernando Sousa a 31.05.2016 às 13:03

Bingo| Está aí (quase) tudo|
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De sampy a 31.05.2016 às 15:55

Que bom ver compartilhado tão grande entusiamo com o projecto Scholas Occurrentes! Quantas escolas Mário Nogueira permitirá que participem?
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De lucklucky a 31.05.2016 às 16:23

Ou seja temos o ódio do Papa à liberdade de criar e ter programas de ensino diferente, métodos diferentes de ensino e escolhas diferentes.

Tem de ser tudo igual. Somos todos iguais. Todos queremos a mesma coisa. Dizem.

Ainda não saíram do Marxismo seja a tendência Comunista ou tendência Fascista.

O ensino que o Papa defende só pode existir com violência do Estado a impedir outros ensinos de existam.

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