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O prémio de consolação.

por Luís Menezes Leitão, em 21.11.17

Aqui está o prémio de consolação pela iniciativa falhada de Rui Moreira. Já que o Porto não consegue ganhar a candidatura à Agência Europeia do Medicamento, dá-se-lhe desde já a Agência Portuguesa do Medicamento, ou seja, o Infarmed. Quanto às centenas de funcionários que o Infarmed tem, eles que se preparem para se mudar de armas e bagagens para o Porto ou fazer diariamente 300 km para ir para o trabalho.


11 comentários

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De Luís Lavoura a 21.11.2017 às 16:59

Esta é que é uma decisão incontestavelmente correta. Passa-se para fora de Lisboa entidades que não têm nenhuma necessidade de estar em Lisboa. Isto é descentralização a sério, em vez de conversa vácua.

(O governo PSD-CDS uma vez fez ou tentou fazer algo similar, transferindo para a Golegã uma direção-geral qualquer. Não sei em que pé ficou a coisa.)
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De Luís Lavoura a 21.11.2017 às 17:02

Quanto às centenas de funcionários que o Infarmed tem, eles que se preparem para se mudar de armas e bagagens para o Porto

Coitadinhos!

Isto é normalíssimo. Uma empresa muda-se, os trabalhadores vão atrás. Se quiserem - se preferirem, podem mudar de emprego.

Aliás, é este mesmo o objetivo da medida. Descentralizar é tirar trabalhadores do centro para os colocar na periferia. Descentralizar é tirar pessoas da região de Lisboa para as pôr noutra região qualquer.
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De Beatriz Santos a 21.11.2017 às 17:57

Que selva!
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De JPT a 22.11.2017 às 13:49

Isso era tudo muito bonito, se fosse para Coimbra, Viseu, Beja (que até tem Aeroporto e tudo), Leiria, Évora, ou até Aveiro ou Braga. Agora, para o Porto? O Porto é a segunda área metropolitana de Portugal, homem, a de Lisboa tem cerca de 3 milhões, a do Porto tem 2, e não consta que precise especialmente de investimento público (comparada com as cidades que referi, e outras, mais remotas, que nem incluí)! Por isso, se se quer deixar aldrabar é consigo.
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De Isabel a 10.07.2020 às 17:48

E, para não agarrar as pessoas aos lugares (regiões ), acabar com o credito à habitação, dar beneficios fiscais a quem alugue e a quem compre para alugar, criar facilidades de intercâmbio de escolas, liceus e universidades, etc etc, para além de saber como desenvolver economicamente e equilibradamente cada zona. Isto é, saber governar. O que é muito diferente de despachar os papeis vindos de Bruxelas que, que por obra e graça da mme Merkel, aparecem em cima da secretária.
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De Luís Lavoura a 21.11.2017 às 17:05

Mal estaremos nós no dia em que forem os trabalhadores de uma qualquer empresa quem decide onde essa empresa se instala.
Quem manda é o patrão. O patrão é quem decide onde a empresa se instala. Os trabalhadores ou aceitam, ou se despedem.
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De V. a 21.11.2017 às 17:15

Centenas de funcionários.
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De Anónimo a 21.11.2017 às 19:55

Quando um governo e ministro de Educação acham normal que 1 ou 2 centenas de professores do quadro sejam obrigados a deslocarem-se para fora a 200Km e os seus lugares sejam ocupados por menos classificados e quererem emendar este crime com o próximo concurso no ano a seguir! Só de loucos!
Pergunto onde anda o aguerrido Márcio Nogeira e os tão defensores dos trabalhadores PC e BE.
Se fosse o Passolas comiam-no vivo.
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De Rão Arques a 21.11.2017 às 21:27

Porque não o Museu dos Coches, a Estufa Fria, o Jardim Zoológico ou mesmo o Pastel de Belém?
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De Anónimo a 21.11.2017 às 21:29

Isto não é governar, é leiloar.
Quem dá mais?
Com um país a encher barragens a camião, e as crianças a divertirem-se!
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De João Pedro Pimenta a 22.11.2017 às 01:36

Não sei quais as razões para a vinda do Infarmed para o Porto e se realmente trará benefícios palpáveis. Mas, Luís, não sei qual é o drama dos funcionários: afinal de contas, milhares e milhares de pessoas foram obrigadas, por razões económicas e laborais, a migrar para Lisboa e arredores sem qualquer vontade ou ânimo, abandonando as suas terras e famílias. Será uma pena tão pesada haver quem faça o percurso inverso?

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