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Por mim, agora ficou tudo muito claro, ó Padre Marina De Cascais. Se na Idade Média só sabiam produzir fogo a partir do atrito entre duas pedras ou pauzinhos, não seria de esperar que os cristãos de então ateassem fogueiras com fósforos, isqueiros ou maçaricos. Aliás, se dispusessem de maçaricos, esses cristãos provavelmente nem precisariam de fogueiras, não é? Da mesma forma, se por absurdo vivêssemos numa sociedade ainda poluída com um certo bafio machista, certamente não seria justo pedir à Igreja Católica que negasse o papel subalterno da mulher. Ou, para irmos um pouco mais atrás na história, se por acaso os romanos tivessem tido em determinado momento o hábito de sacrificar cristãos na arena do Coliseu, é evidente que seria abusivo interpretar tais práticas à luz das regras dos jogos de sociedade em que gostamos de entreter, agora, os nossos serões.

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6 comentários

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De Vento a 12.09.2015 às 15:25

Feliz o leão que o homem comer,
porque o leão será homem.
Mas abominável é o homem que o leão comer,
porque o leão será homem.
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De Rui Rocha a 12.09.2015 às 15:35

Se conseguir mandar-me uma coisa dessas substituindo leão por Sporting e homem por Rio Ave pode dar-me jeito amanhã à tarde.
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De Vento a 12.09.2015 às 15:38

Parece-me que o seu problema é querer que lhe façam as coisas.
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De Rui Rocha a 12.09.2015 às 15:45

Exacto. Estas coisas topam-se à distância.
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De Vento a 12.09.2015 às 16:21

Tão não topam?
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De gty a 13.09.2015 às 03:22

"na Idade Média só sabiam produzir fogo a partir do atrito entre duas pedras ou pauzinhos,"

Pois muito me conta!...

E também é interessante a defesa de valores absolutos a-históricos e de uma interpretação a-histórica do conteúdo desses valores. É o absolutismo total. Fica a condizer com o atrito entre duas pedras e dois pauzinhos. Se calhar era assim que iluminavam aquelas construções toscas tipo a Catedral de Chartres ou a Batalha, que faziam por mero acaso.

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