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O início da era pós-impostos

por José António Abreu, em 22.02.16

O BE quer alargar a aplicação da tarifa social de energia, que neste momento beneficia cerca de 120 mil pessoas. A ideia é dar acesso automático à tarifa social a todos os beneficiários do abono de família do 1º e 2º escalões, complemento social de idosos, pensão social de invalidez ou de velhice, subsidio social de desemprego e rendimento social de inserção. O partido liderado por Catarina Martins propõe ainda que os custos desta tarifa passem a ser integralmente suportados pela EDP Produção, deixando de onerar o Estado em cerca de seis milhões de euros.

 

Há um momento na descida para a paralisia económica em que ao Estado já não basta cobrar impostos. A solução? Colocar empresas privadas a garantir o pagamento de benefícios sociais. Como a mentalidade da «verdadeira esquerda» (Bloco, PCP, actual PS) exclui o conceito de relação causa-efeito, fazê-lo não implica obrigar essas empresas a distribuir os custos da medida por todos os seus clientes ainda não suficientemente pobres para terem eles mesmos direito aos benefícios mas apenas diminuir-lhes o nível «obsceno» de lucros (é sabido: para a esquerda, uma empresa privada ou tem lucros obscenos ou gestão criminosa). Começa-se pela EDP, entidade fornecedora de um bem que muitos, consciente ou inconscientemente, acham que devia ser gratuito (ei, a electricidade é uma espécie de download, certo?) e que todos apreciam odiar. E abre-se caminho para ir mais longe. Para, sei lá, tornar obrigação do Continente, do Pingo Doce e do Lidl a distribuição mensal de cento e tal mil cabazes de compras; para tornar obrigação da Galp, da BP e da Repsol a oferta mensal do combustível correspondente a cento e tal mil depósitos; para tornar obrigação da McDonald's, da Pizza Hut e da H3 a entrega mensal de dez (ou talvez quinze) vezes cento e tal mil menus; para tornar obrigação da Fidelidade, da Tranquilidade e da Allianz a subscrição anual de cento e tal mil apólices de seguro; para tornar obrigação da MEO, da NOS e da Vodafone a disponibilização de cento e tal mil pacotes de telemóvel, televisão e internet (sem período de fidelização); para tornar obrigação da Zara, da Cortefiel e da H&M o fornecimento de cento e tal mil vales de trezentos euros em roupa e calçado (bastará por estação, que os beneficiários da medida não pertencem à esquerda-caviar); para tornar obrigação da Mota-Engil, da Teixeira Duarte e da Soares da Costa a construção e oferta de cento e tal mil habitações (mantenhamos os pés na terra e digamos em cinco anos). Ou, melhor ainda, por que não obrigar que todas as empresas privadas desviem cinco (e, mais tarde, dez) por cento da facturação para apoios que o Estado, gordo e deficitário (pudera), será cada vez mais incapaz de providenciar?

O maravilhoso país que emergirá de toda esta consciência social é, evidentemente, um país sem competitividade mas também sem empresas privadas. No fundo - e aqui se encontra afinal uma relação de causa-efeito bem delineada -, o sonho da esquerda.


24 comentários

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De Luís Lavoura a 22.02.2016 às 17:20

Tanta conversa e um post tão longo para criticar uma proposta do BE (o pagamento da tarifa social pela EDP) que, como é evidente, tem objetivos meramente estéticos e será deixada cair logo na primeira rodada de negociações.
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De José António Abreu a 22.02.2016 às 17:35

"Estéticos", é? Uau. Pensei que a "estética" do BE advinha de outros componentes...
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De José António Abreu a 22.02.2016 às 18:22

Mas pronto, que seja a propósito da "estética" da "geringonça":
O primeiro-ministro esclareceu hoje a deputada do BE, Catarina Martins, que a sua proposta sobre a tarifa social da EDP pode ser aceite na especialidade.
http://economico.sapo.pt/noticias/be-pede-mais-costa-diz-que-sim_243287.html
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De Luís Lavoura a 23.02.2016 às 12:03

A realidade ultrapassa a ficção, de facto.
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De Anónimo a 22.02.2016 às 18:58

Mais uma vez o seu comentário é de todo extremamente infeliz na substância. O BE tem toda a razão. Que pague mais impostos quem tem mais lucros e o JAA sabe que eles têm lucros astronómicos. Quanto ao Pingo Doce, Continente... não têm qualquer moral para falar porque se fossem portugueses de bem, tinham aqui, as suas empresas sediadas, mas como a sua ganância é maior que tudo sediaram-nas na Holanda para pagarem menos impostos e enquanto não os pagarem aqui, para ajudarem o país, não têm qualquer moral para falar de nada nem de ninguém. O maravilhoso país de que fala, ficou com todas as suas PME insolventes com o anterior governo e com essas insolvências, milhares no desemprego. É pena que se tenha esquecido disto e escreva tanto para não dizer nada porque deixou bem claro que paguem os mesmos de sempre e que os ricos cada vez paguem menos.
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De José António Abreu a 22.02.2016 às 20:24

Impostos? O BE já não está a falar de impostos. Está a falar de controlo directo das receitas das empresas.

E se havia um ponto positivo na estratégia do governo anterior era a aposta nas empresas, com enfoque nas exportadoras (as dos sectores da construção civil e do imobiliário teriam sempre que passar por dificuldades graves). A descida do IRC - com que o PS concordou e que agora atirou para o caixote do lixo - e a "diplomacia económica" iam precisamente nesse sentido.
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De antónio a 22.02.2016 às 21:09

Que não existam equívocos, Portugal tem hoje um governo proto-comunista portanto a medida que enunciou e outras não poderão causar surpresa. Se o elemento sorte não ajudar Portugal e permitir que este proto-comunismo seja lentamente implantado em menos de uma década estraemos na mais completa indigência.
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De William Wallace a 23.02.2016 às 20:17

O senhor está equivocado, uma nação que em 40 anos tem 3 bancarrotas, que importa mais de 50% daquilo que consome já é indigente.

Quanto aos comunistas não metem medo nenhum tenho mais medo dos NEO-Comunistas da TINA.

http://expresso.sapo.pt/economia/2016-02-23-Ha-18-mil-gestores-na-lista-negra-dos-devedores-ao-fisco

http://expresso.sapo.pt/economia/2016-02-22-Banca-portuguesa-emprestou-quase-29-mil-milhoes-sem-qualquer-garantia
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De antónio a 24.02.2016 às 08:13

William Wallace,
Não estou nada equivocado, aliás até dispenso as suas lições de estatística.
Os comunistas no nosso país, depois do bendito 25 de Novembro, apenas serviram de triste muleta (com a sua horda de funcionários públicos e respectivos sindicatos) para que os socialistas atamancassem Portugal. Dois partidos que são e desculpe-me a expressão o nojo da minha geração que hoje mais não é que uma geração frustrada e falida. Tudo graças a socialistas que hoje em dia são liderados por uma ala comunista pois basta ver de que lado da barricada estavam quando se deu o 25 de Novembro. Mas o William Wallace pode sempre ir viver para os paraísos do comunismo e do socialismo tipo a Venezuela ou mesmo o Brasil e isto só para lhe apontar dois exemplos. Caso opte pela Venezuela não se esqueça de levar papel higiénico e outros artigos básicos pois poderá precisar ou como diz TINA. Depois conte-me as suas aventuras por lá pois eu sou muito curioso.
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De William Wallace a 24.02.2016 às 19:05

O senhor dá muito enfase aos amendoins e pouco ou nenhum ao bolo.
O senhor exalta-se com os comunistas e xuxas que metem uns correligionários nas empresas do Estado e formam uns sindicatos e emperram sucessivamente o desenvolvimento do País porque fazem umas greves e exigem direitos quando tudo isso não passa de uma gota de água no oceano de destruição económica em que os grandes empresários / banqueiros / democratas mergulharam o País.
Penso que não será necessário enumerar exemplos de destruição económica MASSIVA da casta que governou Portugal nos ultimos 40 anos.

" As liberdades ilimitadas destroem-se a si próprias "
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De Anónimo a 22.02.2016 às 21:27

O governo anterior não nos governou. Fez tudo em prol das grandes empresas e nada pelas PME. Está à vista de todos e claríssimo. A EDP e outras que tal que paguem porque isto de terem só lucros e pagar que paguem os pequenos não, não pode ser. As da construção civil e imobiliário ficaram nessa posição devido às más políticas e ao descalabro da banca que fizeram o que quiseram, extorquiram todos e no fim, os senhores da banca ficam com milhões e os cidadãos pagam. Quanto aos outros que ponham as suas empresas sediadas aqui e ajudem a ajudar, a pagar aquilo que nenhum de nós fez e que outros fizeram, mas eles não o fazem, porquê? Só querem lucros e mais lucros. Ganância absoluta. Ainda não viu que o PS mudou? Mudou para melhor, hoje o PS é PS.
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De Alexandre Carvalho da Silveira a 22.02.2016 às 22:56

Alguém sabe de algum país que tenha um governo apoiado por partidos comunistas, progredir economica e socialmente? eu não conheço nenhum! e para mal dos nossos pecados, agora Portugal tem um governo apoiado não por um, mas por dois partidos comunistas.
É claro que tudo isto só pode acabar muito mal.
..."o PS mudou para melhor, hoje o PS é PS." Discordo: hoje o PS é mais BE e mais PCP e ainda mais oportunista.
Quanto ao preço da energia que pagamos, é comparar as facturas da EDP de 2005 com as de 2010.
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De Anónimo a 23.02.2016 às 12:37

Caro Alexandre:
"mas por dois partidos comunistas. " Engana-se,é por três comunistas. O PS diz-se socialista, isto quer dizer, na prática, comunista disfarçado. Mesmo Passos Coelho está a aproximar-se quando diz que agora é social-democrata. Vai acabar, no mínimo, a fazer o frete aos comunistas. É tudo assim e devemo-la ao povo (eleitores) que temos que no fundo gosta é do comunismo e de que os Estado lhes resolva tudo. Nós os anti-comunistas temos de nos levantar e agradecer ao Delito por nos alertar antes que seja tarde. Obrigado JAA.
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De M. S. a 23.02.2016 às 13:06

Sr. Silveira:
E comparar também os rendimentos, ou não?
Resultantes dos cortes brutais dos rendimentos da maior parte dos clientes da EDP e do aumento, igualmente brutal, dos impostos, desde os «gloriosos» tempos do ministro Gaspar, o da austeridade expansionista.
Releia a carta de demissão desse demiurgo, está lá estampado todo o fracasso da sua política, escrito pelo seu próprio punho.
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De Anónimo a 23.02.2016 às 13:20

Quanto às facturas da energia vá a Outros países da UE e veja quanto pagam eles e quanto pagamos nós e não se ponha a comparar preços da EDP de 2005 com 2016 por se for por aí, tem de comparar tudo, é que já lá vão nove anos. Quanto a países coligados com PC, dou-lhe o exemplo da França, ainda não há muitos anos. Nós não temos coligação, temos o apoio desse partido. É tempo de evoluir e ver que o PC não come ninguém, mas pede justiça social o que qualquer um de nós devia desejar. Repare que nem a UE, Eurogrupo, FMI e BCE se assustaram, já a si perturba-o e ainda o perturba mais que um governo tente repor o que os outros tiraram. Perante isto, resta-me dizer-lhe que não deseja o bem dos mais fracos e isso é mau.
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De Alexandre Carvalho da Silveira a 27.02.2016 às 01:56

Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és! leia melhor o meu comentário, s.f.f.
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De Nuno a 23.02.2016 às 01:16

Acha mesmo que o dinheiro para pagar isto vem do lucro? Santa ingenuidade.
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De ariam a 23.02.2016 às 13:07

Santa ingenuidade??? É pura imbecilidade.
"Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, no que respeita ao universo, ainda não adquiri a certeza absoluta." - Albert Einstein
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De lucklucky a 23.02.2016 às 14:03

Anónimo a 22.02.2016 às 18:58

Você dá um retrato do ódio e a consequente típica violencia da Esquerda a quem consegue ser independente.

Vamos obrigar a ser socialista quem não o quer ser. Isto tudo embrulhado nas velhas táticas de mentira Marxista.
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De ariam a 23.02.2016 às 18:42

Será mais inveja do que ódio e, não querem, nem deixam que ninguém tenha essa liberdade de ser independente...
Que seria dos penduras, sem ninguém onde se pendurarem, só assim se explica a persistência num modelo que nunca resultou, aqui ou em qualquer outro lugar, em toda a História da Humanidade.

O mais grave é que serão estes que ajudarão o 1% a controlar o Mundo, todos iguais porque passam a roubar tudo o que possa sobrar aos outros que, sem qualquer incentivo, para trabalhar mais ou poupar, quando todos estiverem nivelados, por baixo, será fácil ao 1%, finalizar o que têm tentado, ao longo de décadas, transformar-nos a todos em carneiros, cada um, com seu chip.

Este modelo financeiro, baseado no crédito, presentemente, à beira de um colapso mundial, não foi por acaso, pela 1ª vez na História, não há país que não esteja mergulhado em dívida. Isto só está a aguentar-se porque precisam de arranjar uma boa desculpa (qualquer tipo de guerra, até lhes serve uma civil porque isto de mandar vir milhões de migrantes, também não foi por acaso) querem limpar o resto das poupanças da classe média europeia e assim, mais cedo ou mais tarde, porem o modelo do dinheiro virtual e, a partir daí, a obra está completa, todos controlados, subjugados e vigiados, com a ajuda da tecnologia, estamos a chegar ao ponto de não retorno.

O País que estava a precisar de um número maior de migrantes, seria a economia mais forte, a alemã, cuja segurança social dava os maiores subsídios mas, com milhões a entrar e, mais, com um Deutshe Bank que equivale a 3 Lehman, com uma derrapagem financeira que equivalerá a 67 vezes o PIB anual alemão, não é de estranhar:
"Preocupações com a banca e com o abrandamento da economia global afetam expectativas dos empresários na Alemanha"
Com a previsão:
"O diretor executivo da agência europeia de gestão de fronteiras previu que continuarão a chegar em massa à Europa refugiados e requerentes de asilo."

Se não, acontecer uma guerra civil (na França e na Alemanha, os cidadãos, sem a ajuda da polícia, haja o que houver, está sempre do lado dos migrantes), alguma coisa irão inventar para poderem implementar o que quiserem, sobre os cidadãos europeus. Como nos EUA, as ideias são semelhantes, por isso, toda aquela legislação que permita passar por cima da Constituição e proibir aos cidadãos americanos possuírem armas, para não falar da morte suspeita de um juiz do supremo que sempre defendeu a Constituição e, ainda, aquela coincidência de tanto lá, como na Europa quererem começar por acabar com a nota de maior valor...
Naturalmente que, antes das eleições americanas, tentarão que nada "rebente", no entanto, para mim, estaremos quase a chegar ao Futuro previsto por muitos.
Sempre relembrando que Costa que se saiba, pelo menos, foi duas vezes convidado pelo Grupo Bilderberg, muitos foram lá uma vez mas, duas... ou mais, desses, desconfio de tanto "convívio".

Quanto à informação do que, realmente, se tem passado entre cidadãos europeus e migrantes (algo expectável), se não fossem os vídeos da net, notícias em jornais ainda com alguma liberdade de expressão, sem medo "de carimbos" de ignorantes, nem sequer se saberia das atrocidades que se têm passado.
Passou a haver duas leis, uma para cidadãos europeus e outra para migrantes, estes podem roubar, insultar, entrar em propriedade privada, nas casas, fazendo-se convidados para o jantar, levar o que quiserem das lojas sem pagar, assediar, violar mulheres e crianças, raparigas de 12 anos e, nem os rapazes estão a salvo, no caso da violação de um menino de 9 anos, a resposta do migrante à polícia: "Foi uma emergência sexual" porque já não fazia sexo há muito tempo, emergência que deixou a criança hospitalizada, no entanto, notícias diárias, como esta, são sonegadas. Há franceses e alemães, à beira de um ataque de nervos, alguém que veja só o resultado, unilateral, desta política insana, antes de abrir a boca, primeiro, deverá informar-se sobre o que muitos europeus andam a sofrer, diariamente.

John Lennon, numa entrevista, disse que o Mundo estava a ser governado por psicopatas, pois, eles continuam cá e com uma, cada vez maior, sede insaciável de poder. Está bem visível a sua intensão de fazer colapsar a sociedade ocidental, nos seus valores e financeiramente.
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De lucklucky a 24.02.2016 às 00:57

"Será mais inveja do que ódio e, não querem, nem deixam que ninguém tenha essa liberdade de ser independente..."

Sim mas a Esquerdae Direita Socialistas precisam de ódio para justificar a inveja.
Não passa do tribalismo e xenofobia do mais puro que sempre houve dentro da história da humanidade: tens então vamos-te tirar.
Aquela tribo ali do lado é mais rica, vamos atacá-los.
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De Anónimo a 23.02.2016 às 23:18

Senhor luck
Vamos mas é obrigar a ser capitalista quem não o quer ser.
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De airam a 24.02.2016 às 11:29

"Obrigar a ser capitalista" ???
Primeiro, há muito que, mundialmente, nem sequer vivemos em sociedades capitalistas, o nome mais adequado seria "Banquismo" porque, já chegámos ao ponto onde 62 pessoas controlam mais de metade da riqueza Mundial e, através dos grandes Bancos de Investimento, eles conseguem controlar a economia Mundial mas, acabarão por controlar tudo, incluindo as pessoas, com a ajuda de gente como você que acha, muito bem, tirar aos que não têm muito, para redistribuir, deslocando o dinheiro para uma área onde não produzirá mais riqueza aos países, nunca deixando que se crie uma economia saudável, onde todos acabariam por ser beneficiados.
Os Donos do Mundo, agradecem a pessoas como você porque, só assim, poderão controlar tudo o resto, quando todos forem iguais na pobreza.
De qualquer modo, aqui repetiria Tudo o que escrevi no comentário que deixei no poste do Pedro Correia de 17/02/2016 - Centeno de errata em errata

Há muito que andam a ser "costurados" Tratados que vão dar todo o Poder às Corporações, você é dos tais a quem, essas Corporações, deviam dar uma medalha, por serviços prestados porque, repetir opiniões em 2ª mão, sem investigar por conta própria o que, realmente, se passa neste mundo, só mostra um maior grau de ignorância ou, então, será por interesses meramente pessoais, muito semelhantes ao da maioria dos políticos, não só cá mas, a nível mundial.

Com gente assim, nem é preciso ser vidente para saber como vai ser o futuro da Humanidade.

YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=a0jCqd-MWrA
The Best Explanation of the TPP by Dr. Paul Craig Roberts

Há por aí muita gente que devia usar algumas das suas "pequenas células cinzentas" para investigar o que se passa, em vez de, tanto as atestar com futebol ou, então, tentar não se encostar tanto à sombra da bananeira porque o pior ainda está para vir. Quanto ao vídeo sobre um Tratado, entre muitos que vai escravizar a população europeia e americana, se não percebe inglês, peça a alguém que lhe faça a tradução porque, se o que se passa por aqui, é mau, infelizmente, o pior virá de fora. Quem diz ter virado a página da austeridade só pode estar a mentir, as últimas páginas andam a ser viradas para depois e, como de costume, à moda socialista, levarmos com "o livro nas ventas".
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De William Wallace a 23.02.2016 às 20:22

Um post simplista do JAA tem de ter uma resposta simplista pois é me dificil (embora fácil) estar aqui a rebater com lógica e salubridade a argumentação utilizada.

Essas empresas privadas poderão sempre em nome do lucro e de serem bem vistas na sociedade lançar campanhas de marketing em que divulguem essas contribuições em nome da responsabilidade social que lhes é inerente.

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