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O enforcamento das mulheres dos jihadistas

por Luís Naves, em 23.05.18

Quando expulsou o movimento Estado Islâmico do seu território, o exército iraquiano, com a assistência das milícias curdas, capturou centenas de familiares dos jihadistas, sobretudo mulheres e crianças, muitas das quais terão sido certamente vítimas da brutalidade dos combatentes radicais. Os tribunais iraquianos estão agora a condenar à morte as mulheres dos jihadistas, que foram desde o início tratadas como criminosas, não como vítimas. Já foram decididas dezenas de condenações à morte por enforcamento, isto no âmbito de uma repressão mais vasta que inclui os militantes sobreviventes, que estarão a ser executados. Claro que o enforcamento destas mulheres é uma barbaridade inaceitável, uma injustiça absurda que só criará mártires e órfãos. Não me ocorre um exemplo de conflito militar contemporâneo que tenha dado origem ao extermínio dos familiares dos derrotados. Estas mulheres devem ser entregues aos países de origem (Turquia, Rússia, França, Alemanha), com as suas crianças, e tiradas daquele inferno, mas os países de origem estão a protestar apenas suavemente. O Ocidente tem esta obrigação e uma das coisas que mais me custa é o silêncio, a indiferença, a hipocrisia. Onde estão os indignados do costume e as feministas? onde estão os protestos dos intelectuais politicamente correctos e as manifestações contra este ultraje? onde estão os jornalistas de investigação, os defensores de direitos humanos, as Nações Unidas, a União Europeia e a comunidade internacional?

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34 comentários

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De Isabel a 23.05.2018 às 12:13

Chama-se a esta ladainha generalizar indevidamente. Nas mulheres/companheiras de jihiadistas há de tudo. Há combatentes, militantes convictas e, talvez, algumas idiotas úteis que acharam a ideia romântica e foram atrás. O que não terá grande dúvida é que foram cúmplices de actos atrozes. Cabe à justiça analisar cada caso. Quanto às crianças, a situação é mais complicada ainda mas merece uma tentativa de recuperação. Como? Não sei, não sou especialista.
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De Sarin a 23.05.2018 às 17:36

Subscrevo.

Apenas acrescento que poderá haver, subjacente, uma vontade de limpeza que eventualmente faça pesar o prato da balança.
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De Anónimo a 23.05.2018 às 18:28

A justiça não é deste mundo. E Se uns têm vontade de limpeza a mais, outros há que têm vontade de limpeza a menos.
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De Sarin a 24.05.2018 às 09:42

A justiça, não sendo deste mundo, não será de todo. Não estou interessada em justiças divinas, eternas ou não; interessa-me e preocupa-me a justiça humana.


Há muitas formas de limpeza - qualquer que implique matança não me agrada.

E ainda assim não é agora que vou reclamar com a condenação à morte na sequência de julgamentos não sumários posteriores a uma guerra em países com os quais o Ocidente negoceia despudoradamente sem ligar a códigos penais. Reclamar reclamo antes.
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De Maria Dulce Fernandes a 23.05.2018 às 22:12

Concordo consigo, Isabel.
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De Meister Von Kälhau a 23.05.2018 às 12:47

No mundo contemporâneo só me ocorre a retaliação que os nazis faziam pelos seus SS mortos pelos partizans. Por cada SS eram sacrificados uma centena de civis.

As feministas andam mais preocupadas com os soutiens. Contudo sendo o governo iraquiano um pau mandado dos EUA é também cúmplice o seu silêncio. Da UE já nada se espera....bom e também das UN...
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De Sarin a 23.05.2018 às 17:53

E quer protestar exctamente o quê ou contra quê, caro Kälhau?
O facto de se matarem pessoas, ou o facto de serem mulheres?
O facto se serem tratadas como terroristas ou de não as considerarem vítimas, mesmo que tenham ludibriado a família para se atirarem nos braços do daesh?
O facto de estarem a ser julgadas?

Pois...
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De Meister Von Kälhau a 24.05.2018 às 11:09

Justiça não é sinónimo de vingança.

Quantas mulheres, esposas de SS, foram julgadas em Nuremberga? Quantos civis, funcionários públicos, o foram ? Basta saber para se ser culpado? Talvez nos Estados totalitários onde a fidelidade familiar é uma ameaça à lealdade pelo Estado.

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De Sarin a 24.05.2018 às 14:07

Basta saber para se ser julgado. A condenação ou a vitimização com base em achismos é que é uma treta.
Umas foram condenadas a penas de prisão variáveis, outras a prisão perpétua e outras à morte.

Não posso acusar de falta de integridade a Justiça de Estados cuja soberania reconheço, apenas questionar e pedir garantias no âmbito de negociações. Friso: garantias no âmbito de negociações, que diverge de exigências em caso de ajuda humanitária.

E comparar tribunais militares com um Tribunal Penal de um Estado é, para ser simpática, ridículo.
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De Meister Von Kälhau a 24.05.2018 às 17:38

Fala com tanto atrevimento sobre cogumelos mágicos como dos enlatados.

Para que não se esqueça o que debita por aqui , como aliás todos nós, são achismos. E quem pretende outra coisa consegue no máximo o título de tudólogo.
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De Sarin a 25.05.2018 às 11:39

Tudo o que falamos por aqui são achismos, mas há quem prefira sustentar os achismos - então em matéria de julgamentos, culpabilizações e vitimizações acredite que acho muito pouco sobre quem em julgamento mas muito sobre quem julga sem dados.


Eu sou atrevida, Kälhau - mas sou coerentemente atrevida. E só falo de cogumelos, a magia do botulismo deixo a seu cargo.
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De Sarin a 25.05.2018 às 12:21

Perceba de uma vez por todas: ao contrário de si, não frequento este blogue para me embevecer com o que escrevo ou para que me reconheçam a escrita - para isso dedicava o meu tempo ao meu blogue e publicitava-o, ou dedicava-me aos projectos literários que tenho em mãos.

Estou aqui para dialogar, debater, aprender, perceber outras perspectivas. Tenho opiniões próprias e sustento-as. Não compactuo com distorções de factos nem com monólogos doutrinários. Acho piada a quem comenta apenas para gerar controvérsia, mas não é o meu estilo; tal como não é o meu estilo usar a incoerência, o cinismo ou a dissimulação.
Que o multinickado Kälhau busque o que lhe apeteça, mas não me confunda, podemos ter pontos de convergência mas não somos iguais. Não sou maior ou menor, não sou melhor ou pior - mas assumo as minhas opiniões e opino sobre o que quero e gosto sem rotular os outros. Se não o quer ou não o consegue fazer é um problema do sotôr, não meu.
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De Meister Von Kälhau a 24.05.2018 às 18:26

Já agora em que diferem, em termos substantivos, os tribunais militares dos penais? A defesa não está igualmente assegurada? Veja-se o TPI e o caso da "morte nos Comandos".

Em Nuremberga foram também julgados civis (médicos).

O Iraque não é um Estado moderno pois não existe igualdade (ex:homens vs mulheres) perante a Lei.
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De Sarin a 25.05.2018 às 11:57

Não, a defesa não está de igual modo assegurada. Aliás, alguns dos problemas levantados sobre os Julgamentos de Nuremberga foram exactamente a falta de imparcialidade (nenhum país neutro participou, os aliados acusaram, defenderam e julgaram) e a impossibilidade de escolha da defesa - os réus tiveram advogados impostos pelos aliados, não escolhidos por si.

Um tribunal penal obedece aos códigos que o regem, Nuremberga nem às regras de tribunal de excepção obedeceu.

O Iraque não ser um Estado moderno resulta da arrogância de querer ocidentalizar tudo e todos. É cultural, tem servido para mascarar as ingerências contínuas.
Noto que evoluiu na definição, há poucos comentários o Iraque nem Estado era; talvez se continuarmos a conversa daqui a mais dois ou três comentários venha a afirmar que o Iraque está na vanguarda da evolução social e humana? Como em matéria de direitos humanos considero que as sociedades são diferentes e só consigo comparar evoluções dentro de uma mesma sociedade, o debate a seguir por aí não adiantará grande coisa, portanto fiquemos por aqui.
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De Luís Lavoura a 23.05.2018 às 12:49

Discordo.
Estas mulheres estão a ser julgadas por tribunais, que estão a considerá-las como culpadas, e não como vítimas.
Muitas dessas mulheres (provavelmnete a maioria) emigraram propositadamente de outros países para se juntarem ao EI. São portanto membros de uma organização terrorista e devem ser condenadas como tal.
Eu não sei se os tribunais estarão a julgar corretamente em todos os casos. Provavelmente não. Mas não estou disposto a ir lá defendê-las. Devem ser condenadas como membros de uma organização terrorista e, se a punição para tal crime fôr a pena de morte, pois que ela seja aplicada.
Não faltava mais nada que a justiça deixasse de ser aplicada em função do sexo da vítima. Homem do EI, culpado, enforcardo; mulher do EI, inocente, libertada. Não pode ser. O julgamento deve ser indiferente ao sexo do réu.
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De Luís Naves a 23.05.2018 às 17:11

E eu é que pareço André Ventura...
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De Luís Lavoura a 23.05.2018 às 18:17

Não tem nada a ver com André Ventura, nem com racismo, nem com xenofobia.

Eu repito, para ver se o Luís Naves entende bem e deixa de fazer demagogia barata, a armar-se em Helena Matos.

Há indivíduos, de ambos os sexos, de diversas nacionalidades, que presumivelmente cometeram crimes em território iraquiano, em particular o grave crime de pertencerem a uma organização terrorista. Esses indivíduos estão a ser julgados pelos tribunais iraquianos, que aplicam as penas válidas de acordo com a lei desse país, as quais incluem a pena de morte.

Aquilo que o Luís Naves defendeu neste post é uma inanidade: que as mulheres sejam automaticamente consideradas inocentes, que sejam automaticamente consideradas "familiares de culpados" e não culpadas elas mesmas. Não faz qualquer sentido tal coisa. A justiça é e deve ser igual para mulheres e homens.
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De Luís Naves a 24.05.2018 às 13:15

Não aprecio chazadas de pessoas que não conheço. Ponto dois: quem me dera a mim escrever com a frontalidade e a inteligência de Helena Matos.
Mas vamos lá ao assunto. O senhor publicou um comentário sobre um post meu em que me acusava de ter ideias próximas de André Ventura (???) embora esse texto fosse baseado em factos e não incluísse qualquer dose de opinião. Agora, quando lhe lembrei que um comentário seu era, na prática, de alta intolerância, o senhor chama-me demagogo. O post criticado é uma simples opinião sobre um tema que me chateia: estão a ser condenadas à morte no Iraque mulheres que nunca foram combatentes, nem podiam ter sido; são radicais e fanáticas, mas não tinham papel militar no Estado Islâmico, estão simplesmente a ser punidas pela sua ideologia; na minha opinião, matar donas de casa fanáticas não é justiça em lado nenhum.
Vários leitores discordaram da minha opinião, mas não me insultaram. Ora, o leitor Luís Lavoura parece ter um problema recorrente com os meus textos. Se escrevo que é amarelo, o senhor diz que não é nada disso; se digo que é verde, o senhor diz que pelo contrário; se opino que é azul, o senhor indigna-se e chama-me demagogo. Como tem um problema crónico com os meus textos, reservo-me o direito de passar a ter um problema permanente com os seus comentários.
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De Anónimo a 24.05.2018 às 14:50

André Ventura? Esse palerma obcecado por aparecer nas notícias mas que nem sequer em 2º lugar nas autárquicas ficou ainda existe?
O PSD deve ter pensado que os racistas das caixas de comentários eram representativos do povo português... Nada mais errado.
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De Sarin a 23.05.2018 às 17:48

Sou contra a pena de morte.
Mas também sou contra o branqueamento, tal como sou contra a ingerência.

Percebo a sua indignação contra o silêncio daqueles que continuamente se manifestam.
Mas a verdade é que neste caso não mexerei uma palha, feminista e humanista que sou. E intelectual também, na medida em que dou uso ao intelecto - só não pertenço é a qualquer elite.

A pena de morte é um facto até em países pacificados.
Manifesto-me reiteradamente contra a pena de morte, não a propósito da morte deste ou daquelas.
E porque sou contra a ingerência, nunca iria tentar interferir num procedimento judicial de um país em plena guerra - não lhe chamem guerrilha, por favor. Guerrilhas são trocas de bujardas via redes sociais.

O problema é achar-se que o Ocidente tem obrigações - a única obrigação que tem é respeitar os outros países. Ajudá-los é opção de ambos - do país em pedir e do "Ocidente" em ajudar. Sem ameaças nem subornos, também conhecidos como contrapartidas.
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De Meister Von Kälhau a 23.05.2018 às 18:08

Sarin, não é pelo facto de ter um autocolante, no vidro do carro , com o escrito "Bebé a Bordo" que sou pai. Assim não é pelo facto da existência de tribunais que implique, forçosamente , a existência de justiça. E sempre que são cometidas injustiças, como humanistas, é nossa obrigação intervir. Interferir, pois não devem servir as fronteiras de um país como asilo da maldade e dos maldosos.

"O mal triunfará sempre que os bons se calarem"

E o que é o mal, pergunta? Como o mau cheiro sabemos logo que o cheiremos.

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De Sarin a 24.05.2018 às 09:34

Tribunal não é sinónimo de Justiça, concordo - mas também acredito que colocar em causa as instituições dos outros não será o melhor caminho para compromissos. Muito menos quando em plena actuação "imaculada" já que nem todas estarão a ser condenadas.


Clamo contra a pena de morte no meu dia-a-dia, todo o meu percurso é coerente com tal postura - mas não vou fazer barulho porque são mulheres ou porque "certamente" muitas são vítimas e muito menos por descrer na Justiça Iraquiana ou não gostar do seu código penal. Quando fazem acordos, quando compram petróleo, quando negoceiam concessões: aí eu reclamo! Não agora.
E reclamo, mas só posso usar a persuasão: os meus valores, por muito que os ache merecedores de universalização, não são universais - e para quem acredite na vida eterna ou na reencarnação a pena de morte pode não ter o mesmo peso que para mim.
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De Meister Von Kälhau a 24.05.2018 às 11:04

"mas também acredito que colocar em causa as instituições dos outros não será o melhor caminho para compromissos."

Chamberlain pensava da mesma forma.

Quanto à justiça iraquiana, ela não existe, pelo simples facto de não existir um Estado Iraquiano
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De Sarin a 24.05.2018 às 13:48

O que não quer dizer que as causas e os efeitos do meu pensamento e do de Chamberlain sejam iguais, até porque a minha frase surge num contexto muito distinto: eu contesto-as no âmbito de negociações e acordos, não as ignoro quando negociamos para depois as alardear pelo número funcionam. A verdade é que não estão a ser condenadas em grupo mas julgadas individualmente.

Existe um Estado Iraquiano. Que esteja a funcionar como protectorado nos últimos anos, é outro assunto.
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De Bea a 23.05.2018 às 18:40

Espero que o julgamento não seja um pró forma para haver sentença igual para todas. Porque não serão todas iguais. Não entendi se as julgam por serem mulheres deles ou se porque também elas praticaram actos terroristas. Se é a condição e o grau de parentesco a determinar a condenação, então sim, acho que não só é criminoso como o ocidente tem o dever de condenar a medida e evitar que sejam mortas.
Não me parece que seja caso de machismo que as feministas deixaram para trás. Mas quem sabe...
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De Vento a 23.05.2018 às 19:52

Não sei bem a que Ocidente se refere. Mas concordo consigo, o Ocidente somente reivindica. Mas quando toca à prática de outros valores no terreno que constantemente critica, estes só não se aplicam quando convenientes.

O EI é um fenómeno brutal para o Ocidente, mas não parece que tenha sido considerado pelo Ocidente assim tão brutal nos objectivos conseguidos no terreno. Concretizo: Só depois que a Rússia se mexeu é que o EI começou a ser alvo sistemático por parte das forças ocidentais. Concretizando ainda mais: como a Síria não caiu, como se desejava que ocorresse, foi necessário potenciar outras forças, como as forças curdas, para pelo menos manter algum terreno que o EI não conseguiu manter.
Como os curdos interessam também ao governo sírio para contrariar a Turquia, o problema está bastante delicado na sua gestão.

Ainda na linha de raciocínio: As eleições iraquianas revelaram que os anti-americanos são agora um poder considerável, sendo que o regime antes implantando passou a ser a terceira força política; a segunda é pró-iraniana.
Com este cenário, que Ocidente se pronunciaria em favor dessas mulheres agora a ser julgadas?

Quanto ao feminismo: este é uma moda, não é uma condição. Por isto mesmo já começou a esboroar-se; ficou a lei das quotas para parecer que não. Em Portugal ainda se vai falando disso, mas sem se perceber o significado. O oposto são as femininas, em maior número e, aparentemente invisíveis, marcam mais a sociedade.
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De Anónimo a 23.05.2018 às 20:19

"As feministas" estão a tentar mudar o mundo ao contrário de misóginos como você que acham que "as feministas" têm culpa do que se passa no Iraque como consequência de uma guerra começada há 15 anos por um toxicodependente americano de extrema-direita.
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De Paulo Sousa a 23.05.2018 às 23:35

Opinando friamente estas mulheres e crianças são mais um exemplo do que é estar do lado errado da história.
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De Sarin a 24.05.2018 às 14:54

Talvez haja mulheres inocentes entre as condenadas? Talvez, a Justiça não é infalível e podem haver sombras nos julgamentos.

No entanto, nem todas as mulhers serão vítimas - muitas optaram por esse lado da história.

As crianças não escolheram lado. Mas infelizmente são usadas como escudo ou como lenço emocional conforme dá jeito a um lado e a outro. Ficando bem ou al na fotografia, ficam sempre no lado errado da história - o dos perdidos.
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De lucklucky a 24.05.2018 às 01:14

Imaginem-se as respostas a este texto se fosse Israel ou os EUA a executar mulheres prisioneiras já julgadas por terrorismo.

Guantanamo era horrível no tempo de Bush, passou a não ser no tempo de Obama...

Obama é que foi esperto, com ele os drones desataram a matar os jihadistas e famílias. Prisioneiros só dão problemas mediáticos...
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De Anónimo a 24.05.2018 às 14:51

Foi com um drone que mataram o cérebro de lucklucky?
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De JgMenos a 24.05.2018 às 01:48

É mais desprezível quem se arvora em instrumento de Deus para matar, do que qualquer eugenia nazi.
Quem se juntou aos jihadistas, no mínimo sabia que se juntava a uma tal crença, que de romântica tem nada.
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De Meister Von Kälhau a 24.05.2018 às 12:49

Porquê? Em ambas são e foram as certezas que matam e matarão
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De Meister Von Kälhau a 24.05.2018 às 15:02

Matar em nome de Deus, ou matar em nome do Homem? Eis a questão!

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