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O debate em curso no PS

por Pedro Correia, em 16.07.18

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O maior debate ideológico neste momento na política portuguesa ocorre no interior do PS, já a apontar para um período posterior à actual liderança. Com uma clivagem cada vez mais evidente entre a sua ala maioritária, europeísta e firme defensora dos compromissos de Portugal enquanto membro das instituições comunitárias, e uma ala que anda seduzida por um certo populismo eurocéptico, de braço dado com forças partidárias que nunca advogaram a construção europeia e não escondem a aversão à união monetária.

Isto ocorre num período histórico de clara regressão da social-democracia clássica à escala continental. Socialistas e sociais-democratas estão em recuo acelerado em quase toda a Europa - Alemanha, Holanda, Dinamarca, Finlândia, Áustria, Bélgica. Na Itália, em França e na Grécia os partidos socialistas eclipsaram-se. Tiveram de mudar de nome e de configuração para não desaparecerem de vez.

Na Alemanha, a última eleição federal ganha pelo SPD foi em 2002.

No Reino Unido, as últimas legislativas com triunfo eleitoral do Partido Trabalhista datam de 2005.

Em Espanha, o PSOE não vence uma eleição parlamentar desde 2008.

Este pano de fundo torna ainda mais interessante o debate em curso entre os socialistas cá do burgo. Enquanto uns sonham com a formação de um vasto bloco europeísta liderado pelo PS a partir do centro, que inclua os despojos futuros do cada vez mais fragmentado PSD, outros imaginam um partido federador e congregador das esquerdas eurocépticas, capaz de pescar em águas populistas e liderado a prazo por um candidato a Corbyn português. Como observa Vasco Pulido Valente, «a nova geração do PS é indistinguível da geração do Bloco de Esquerda: têm a mesma educação, o mesmo percurso social, vestem-se da mesma maneira, gostam das mesmas coisas».

Tempos interessantes, a que convém dar atenção.

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44 comentários

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De Luís Lavoura a 16.07.2018 às 11:54

a sua ala maioritária, europeísta e firme defensora dos compromissos de Portugal enquanto membro das instituições comunitárias

Como é que sabe que essa "ala" é maioritária?

Eu não sei se é ou não é. Que eu saiba essa "ala" nem sequer está bem definida, muito menos houve até agora qualquer contagem para ver se é maioritária ou minoritária.
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De lucklucky a 16.07.2018 às 14:50

Na minha opinião a ala maioritária é a Esquerda Marxista fruto de a Esquerda Moderada ter utilizado nos seus jornais e TV's a Esquerda Marxista para o ataque político.

Ora ao dar à Esquerda Marxista o discurso, a narrativa, a Esquerda Moderada perdeu a iniciativa, já não controla a mensagem.

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De Rão Arques a 16.07.2018 às 12:12

Uma peregrinação instantânea de Santana Lopes pelo PS, e em vez de um novo partido teríamos dois do arco, com a mesma cara.
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De Pedro Correia a 16.07.2018 às 12:28

Santana Lopes percebeu, antes dos demais, que há hoje espaço para um partido populista.
Aliás há espaço para as teses populistas vingarem dentro dos partidos. Todos eles.
A dúvida é se essas teses prosperam dentro dos partidos que já existem, nomeadamente na ala central do tabuleiro político, ou se precisam de novos partidos para o efeito.
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De Luís Lavoura a 16.07.2018 às 14:39

há espaço para as teses populistas vingarem

Não vejo como. Tem havido bastantes pessoas a agitar teses populistas (até há um partido anti-imigrantes) mas essas pessoas não têm tido sucesso eleitoral. Veja-se o PNR ou o MAS - que sucesso têm tido? Nenhum!
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De O Gajo a 16.07.2018 às 15:19

Pergunta:

A Social Democracia não foi e não será o antídoto para os antigos e novos populismos?

Com a decadência da Social Democracia vinga o Populismo, que basicamente nada mais é que uma forma de política que usa o instinto, de curto prazo , em vez do benefício da razão a longo prazo. O populismo é a vitória da irracionalidade do instinto.
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De Pedro Correia a 16.07.2018 às 17:16

Como é que algo que está em decadência pode ser antídoto contra os populismos?
Em França, o antídoto foi o liberalismo de Macron. Só ele foi capaz de travar por um lado a Frente Nacional (populista radical de direita) e a França Insubmissa (populista radical de esquerda).
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De O Gajo a 16.07.2018 às 17:43

O Pedro é dos poucos comentadores que entende e classifica ideologicamente Macron.

When asked where he stands on the left-right axis, Emmanuel Macron gives a long answer along these lines: “I come from the left, but I don’t believe the left-right divide is the right one today. Look at how both the left and the right are divided, and how primaries have reinforced radicals from each side. Look at the number of issues on which there is a left-right consensus. I believe in another axis, which matters more today: the opposition between progressives and conservatives.”
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De Pedro Correia a 16.07.2018 às 17:44

O Presidente francês fala bem inglês.
Mas eu continuo a preferi-lo quando fala o idioma natal.
Aqui, por exemplo:
https://rmcsport.bfmtv.com/football/coupe-du-monde-le-discours-et-les-mots-forts-de-macron-aux-bleus-dans-le-vestiaire-1490021.html
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De O Gajo a 16.07.2018 às 18:28

Pedro, eu não parle francês. Só germânico e claro um português medíocre
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De Pedro Correia a 16.07.2018 às 18:29

I pardon your french.
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De Anónimo a 16.07.2018 às 18:04

Quem diz que não é de esquerda nem de direita geralmente é da direita radical. Já com Primo de Rivera era assim.
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De Pedro Correia a 16.07.2018 às 18:30

Lá vem você com a sua obsessão. Tem sonhos húmidos com a "direita radical".
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De Isabel a 16.07.2018 às 21:13

Macron ganhou as presidenciais porque tinha Marine LePen como alternativa e 2/3 dos eleitores não a queriam. E ganhou as legislativas com menos de 40% dos votos porque em França adoptam o sistema maioritario. Em França a divisão é pela Europa alemã ou pela Europa de nações. E é pelo sistema bancário actual com um euro que privilegia a Alemanha ou por um euro com um banco central que funcione como garante de último recurso e financiador directo das nações. Em Itália a questão é exactamente a mesma. Aliás, quer paul krugman quer Stiglitz defendem essas alterações ao sistema monetário europeu. Em resumo o problema está fundamentalmente na quantidade de soberania que uns e outros aceitam transferir para a Europa. Aí nasceu o problema dos imigrantes.
Se não se puserem de acordo no aspecto mais fundamental que é a soberania, a Europa estoira.
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De Pedro Correia a 16.07.2018 às 23:51

Extraordinária descoberta: Macron ganhou as eleições com as regras eleitorais existentes em França.
Tal como May ganhou as eleições no Reino Unido com as regras ali existentes e Merkel venceu na Alemanha também com as regras eleitorais que vigoram nesse país.

Já em países como Portugal é possível ganhar perdendo, como aconteceu com Costa.
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De Isabel a 17.07.2018 às 10:23

Pois!
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De Miguel a 17.07.2018 às 13:22

Pois, isso é um truismo, mas o que o outro comentador escreveu é que a sua eleição não deve ser interpretada como uma aprovação maioritária do seu programa político e social. Mutatis mutandis, Chirac em 2002 na "final" com o papá Le Pen.

Outra coisa que alimenta a extrema-direita do ponto de vista mediático é a supressão (tendencial) das ideias heterodoxas dos debates sobre a política europeia. Ignoram-se as vozes críticas racionais, restam os arruaceiros Le Pen e amigos. Quando o sistema político se bipartidariza, a história mostra que o rival acaba sempre por ganhar também, mais cedo ou mais tarde. Nem é preciso esperar muito tempo. Isso é verdade mesmo se o candidato for um Trump (é isso que explica por que raio os americanos elegeram a besta). Assim fica o aviso.

(essa do Costa ganhar perdendo é tão inteligente como aquela de Portugal ter ganho o campeonato da Europa sem ganhar... olhe, eram as regras da uefa, tal como foram as regras inscritas na constituição da república portuguesa)
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De Isabel a 17.07.2018 às 20:23

Ora ainda bem que alguém compreendeu o facto para o qual eu quis chamar a atenção. Bem haja.
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De Anónimo a 17.07.2018 às 20:54

"Já em países como Portugal é possível ganhar perdendo, como aconteceu com Costa."
Em Portugal, na Bélgica, na Noruega, na Suécia, na Dinamarca, no Luxemburgo, na Letónia... Mas só em Portugal é que há tanta direita radical traumatizada com a geringonça. Não consta que nos outros países a esquerda esteja traumatizada com as geringonças de direita.
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De Anónimo a 16.07.2018 às 18:04

Santana Lopes consegue perder ainda mais que o Sporting na época 2012/2013.
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De Pedro Correia a 16.07.2018 às 18:31

O que não dirá do João Soares, derrotado em Lisboa pelo Santana Lopes.
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De O Gajo a 16.07.2018 às 12:15

A Social Democracia está em recuo não por motivos ideológicos puros mas sim pela hipocrisia dos seus líderes. Professam a importância dos Direitos Laborais e do Estado Social mas agarrando o Poder aliam-se à Ditadura dos Mercados e após deixarem o Poder vão trabalhar para os grandes grupos económicos/Banca que têm arrazado as finanças públicas

Quanto ao cepticismo de alguns políticos e eleitores sobre a UE actual é natural , quando as Instituições Europeias são cada vez menos democráticas e transparentes e quando dentro do seu seio se toleram regimes - Hungria, Polónia- que violam claramente a Carta Fundadora dessa União Europeia.

Qual o espanto?
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De Pedro Correia a 16.07.2018 às 12:33

Isso é pensar a política em função de "personalidades que fazem a diferença" ou de chavões.
A social-democracia europeia está em falência eleitoral porque o chamado "estado de bem-estar" que lhe dava consistência e fundamento em boa parte já ruiu.
A Europa de hoje tem pouco a ver com a dos chamados "trinta anos gloriosos" que se seguiram ao pós-guerra. Um mundo ainda cheio de mercados coloniais, com a demografia em alta e os combustíveis em baixa, com pleno emprego e o auxílio norte-americano em função da política de blocos - basta recordar o Plano Marshall.
Um mundo anterior à revolução tecnológica, à ameaça multicontinental do terrorismo islâmico e à globalização dos mercados.
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De O Gajo a 16.07.2018 às 14:34

São opções :

Nunca houve tanto dinheiro como agora. Bastava a criação/aumento de um imposto sobre transações financeiras especulativas e financiava-se o Estado Social. Ou então arrecadando o dinheiro que por via das offshores não pagam impostos.

Quanto aos combustíveis fósseis existem tecnologias que os podiam substituir (ex: qual o Estado Nacional que tem investido como o Elan Munsk?) Não existe é vontade política. Como exemplo temos várias corporações mundiais/famílias políticas (Putin ,Bush, Cheney, Schroeder. ..) que participando em petrolíferas bloqueiam/lobbyng o investimento público noutras formas de energia limpa (as grandes financiadoras das campanhas eleitorais norte americanas são empresas do petróleo ).

A demografia explica-se pela precariedade e baixos salários. Quem ousa ter filhos com salários de 900euros e contratos precários? Ao mesmo tempo fazem-se reformas laborais em nome de uma maior flexibilização.
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De O Gajo a 16.07.2018 às 17:47

Queria dizer , Elon musk

Some of America's top companies are spending heavily to block action on climate change or discredit climate science, despite public commitments to sustainable and green values, a new report has found

https://www.theguardian.com/environment/2012/may/30/companies-block-action-climate-change
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De Luís Lavoura a 16.07.2018 às 14:36

o chamado "estado de bem-estar" em boa parte já ruiu

!!!

As pensões de reforma mantêm-se, o subsídio por doença idem, as licenças de maternidade são constantemente aumentadas, a saúde da população melhora constantemente (fruto em grande parte de gastos estatais), a educação mantem-se... Acho completamente disparatado dizer que o estado social tem ruído.

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De Miguel a 16.07.2018 às 15:02

Ambos têm alguma razão - são múltiplos os factores que explicam essa decadência. Nesse sentido, sendo factores todos eles bem conhecidos, o que ambos descrevem não é mais do que uma litania de chavōes, o que aliás não altera a sua (des)adequação à realidade. O que se diz antes e o que se disser depois de enunciados os tais chavōes é que fará toda a diferença. Quanto à revolução tecnológica não estou tão certo: ela foi mais radical durante o século XX, sendo os avanços actuais quase como que uma espécie de improvisação barroca em cima de uma infra-estrutura tecnológica de base (um grande mil folhas com umas sete ou oito camadas), já com décadas, que tem um tempo de evolução muito mais longo. Logo se vê, talvez daqui a umas décadas, logo saberemos se foi tudo pelo cano ou se novas madrugadas tecnológicas nos esperavam.
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De lucklucky a 16.07.2018 às 14:44

"Professam a importância dos Direitos Laborais e do Estado Social mas agarrando o Poder aliam-se à Ditadura dos Mercados e após deixarem o Poder vão trabalhar para os grandes grupos económicos/Banca que têm arrazado as finanças públicas "

Finanças Publicas!?
Mas então de repente já não "Há mais Vida para além do Défice" ?

A narrativa mudou?
A Esquerda agora está preocupada com as Finanças Publicas?

Será porque agora julga que pode tentar convencer o povo que não lê orçamentos que o dinheiro vai para os Bancos. - a CGD incluída ao longo de todos os aumentos de capital?-

Os Orçamentos dizem para onde vai o cada vez mais dinheiro extorquido aos contribuintes para coartar a liberdade dos portugueses e dar cada vez mais poder à Esquerda, mas a táctica aqui é desviar as atenções.

Por isso fazemos um negócio, todo esse dinheiro que você diz que vai para os Bancos e Grandes Grupos Económicos fica no Bolso dos Portugueses.
Como você diz que é a causa da desgraça das Finanças Publicas podemos então cortar uma parte apreciável dos Impostos mesmo descontando a dívida....

Que tal?





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De O Gajo a 16.07.2018 às 17:51

https://www.jn.pt/economia/interior/ajuda-aos-bancos-aumentou-divida-publica-em-237-mil-milhoes-de-euros-9231535.html
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De Tiro ao Alvo a 16.07.2018 às 18:38

O senhor Gajo tem que mudar de óculos. Os que usa aumentam de mais para umas coisas e para outras reduz de mais.
Se ler com atenção, verificará que a maior parte das ajudas do Estado foi utilizada para tapar os buracos da Banca pública e as asneiras do poder político, sobretudo da era Sócrates.
Cuide-se, pois.
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De O Gajo a 16.07.2018 às 20:02

Cuide-se vossa excelência.

BPN e BES:

https://www.google.pt/amp/s/www.dinheirovivo.pt/economia/estado-injeta-mais-424-milhoes-no-bpn-e-esta-quase-as-escuras-no-bes-e-banif/%3famp=1

A vantagem de injectar na Caixa é a do Estado ser accionista maioritário
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De Tiro ao Alvo a 17.07.2018 às 08:51

Senhor Gajo, excelentíssimo,
Reparei agora que no link que indicou, no seu comentário anterior, lia-se a cifra de 237 mil milhões, valor 10 vezes maior do que dizia a notícia, mas sem notar que esse erro não era seu mas do “sistema”, e daí a minha injustificada reacção.
Vejo, agora, que considera uma vantagem nossa, dos portugueses, a injecção de milhões que o nosso Estado teve que meter na CGD. Essa é boa! Vantagens tiveram alguns figurões, como bem mostra a Helena Garrido, no livro que escreveu a que deu o título “Quem meteu a mão na Caixa”. Leia e ficará esclarecido.
Quanto ao BPN, qual a razão que levou o Teixeira dos Santos a nacionalizar o Banco e a recusar a proposta da equipe do Miguel Cadilhe, cuja solução que propunham não passava por injecções de dinheiro, por parte do Estado, apenas por empréstimo remunerados. Terá sido só incompetência quando o então ministro veio dizer para as televisões que a operação não teria custos para os contribuintes?
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De lucklucky a 18.07.2018 às 18:19

Como esperado não queres fazer negócio, só queres o poder.do dinheiro dos outros.
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De jo a 16.07.2018 às 14:38

"Com uma clivagem cada vez mais evidente entre a sua ala maioritária, europeísta e firme defensora dos compromissos de Portugal enquanto membro das instituições comunitárias, e uma ala que anda seduzida por um certo populismo eurocético, de braço dado com forças partidárias que nunca advogaram a construção europeia e não escondem a aversão à união monetária."

Uma ala é "uma firme defensora" e a outra está "anda seduzida por um certo populismo eurocético"

Este trecho merecia um prémio por manipulação. A ala é maioritária porque sim, os ditames da UE são compromissos de Portugal, quem critica é populista (se têm apoio popular são populistas, se não têm são minoritários).
Está lá tudo.
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De Pedro Correia a 16.07.2018 às 17:17

Quando quiser citar-me, com aspas e tudo, fará o favor de me citar correctamente.
É um princípio básico da honestidade intelectual.
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De jo a 16.07.2018 às 18:58

Fiz "copy/paste" queixe-se ao Windows
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De Pedro Correia a 16.07.2018 às 23:48

Fez corta-e-cola alterando-me a prosa, o que não é decente.
Jamais escrevi (nem escreveria) "eurocético", palavra que nem sei o que significa.
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De Anónimo a 16.07.2018 às 16:00

O Pedro Correia ou faz oposição ao PS ou ao PSD de Rui Rio !
A social democracia está viva e recomenda-se , prova disso é a viragem ao centro do PC e do BE em Portugal.
O que deverá desaparecer em breve de toda a Europa são políticos com ciática. A engenharia social em que muitos ainda insistem como o Pedro Correia é que está moribunda e cada povo europeu tem-na combatido como pode seja há direita ou há esquerda...

WW
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De Pedro Correia a 16.07.2018 às 17:18

Ai Jesus, credo, Deus nos acuda!
Eu "faço oposição" ao PS e ao PSD...
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De O Gajo a 16.07.2018 às 18:30

Só um poucochinho ....
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De Anónimo a 16.07.2018 às 18:05

O Pedro Correia está a tornar-se repetitivo, já li isso algures... E um bocado desfasado da realidade.
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De Pedro Correia a 16.07.2018 às 18:32

Mais repetitiva, só a sua "assinatura". Sempre anónimo.
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De Anónimo a 16.07.2018 às 18:42

Debate ideológico?!...
Há muito que o debate ideológico, nos partidos portugueses, se resume a encontrar a melhor maneira de continuar a manipular, a explorar e a roubar os eleitores.
Só há uma maneira constitucional de ultrapassar a situação - fazer com que, através de uma abstenção gigantesca, os eleitores coincidam com os eleitos.
João de Brito
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De Anónimo a 17.07.2018 às 12:17

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