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Delito de Opinião

O comentário da semana

Pedro Correia, 12.06.16

«Mariana Mortágua adquiriu os tiques do capitalismo no que diz respeito à comparação e resolução dos salários dos gestores públicos e privados. Para ela a questão do funcionalismo público e dos gestores públicos resolve-se com a política neoliberal dos salários dos gestores. Mas, para parecer que não é tanto assim, lá vem dizer que existe uma disparidade entre salários de gestores e trabalhadores. Será, Mariana, que a luta contra esta disparidade só diz respeito aos assalariados do público? Porra, será que o BE não tem tusa para alterar as coisas no privado? Ou será que por ter o dinheiro mais à mão, isto é, nos cofres do estado, é mais fácil resolver a questão?

Mas a questão da recapitalização tem uma outra componente, que é cumprir também os rácios de solvabilidade exigidos por Bruxelas. Sabendo que a Caixa Geral de Depósitos atravessou-se aquando da implosão do BPN, admito a necessidade desta injecção de capital. Porém, a injecção de capital não implica necessariamente que seja feita totalmente por via do estado.

"Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que o levantamento de exércitos. Se o povo americano alguma vez permitir que bancos privados controlem a emissão de moeda, primeiro pela inflação, e depois pela deflação, os bancos e as empresas que crescerão à roda dos bancos despojarão o povo de toda a propriedade até os seus filhos acordarem sem abrigo no continente que os seus pais conquistaram." (Thomas Jefferson).»

 

Do nosso leitor Vento. A propósito deste texto do José António Abreu.

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