Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Delito de Opinião

O comentário da semana

Pedro Correia, 08.11.15

the-beatles-wallpaper_151855-1920x1080[1].jpg

 

«Em 1975 falar a 40 anos não correspondia a falar em 2015.
Correspondia a falar em 1935.

Posso dizer o que eu pensava.
Em 1975 pensava que os Beatles era um grupo que tinha existido há muito tempo.
A 2ª Guerra Mundial então essa era como se tivesse ocorrido no passado remoto.

Mas, admito, eram outros tempos... eu era mais novo e olhava para o futuro.

Mesmo assim hoje, muito mais velho, entristece-me ver este cristalizar dos velhos no passado, e só do passado que se lembram... esquecendo a análise a 80 anos, ou até a 600 anos - numa época em que o verbo Portugal não era conjugado em Bruxelas.
Mas falar da ausência de comemoração dos 600 anos da tomada de Ceuta, pois isso já não interessou nada.
É só o passadozinho medíocre que interessa lembrar aos interesses instalados nas mordomias.»

 

Do nosso leitor daMaia. A propósito deste texto do Luís Menezes Leitão.

2 comentários

  • Sem imagem de perfil

    da Maia 10.11.2015

    Muito obrigado pelo aviso, William.

    Pareceu-me bem deixar à Daniela Major uma lembrança pela atenção dispensada:

    -----------------------------

    Muito enternecido fico por dar azo a tão longa e vaga dissertação.

    Aleatoriamente terá sido escolhido o portador do DNA de V.Exª pelo óvulo que fez o seu ovo, mas não foi assim o verbo.

    Sobre o verbo comemorar, poucas palavras bastam:
    http://www.etymonline.com/index.php?term=commemorate

    «from Latin commemoratus, past participle of commemorare "bring to remembrance"»

    Sem a sua história de vida, V. Exª seria uma criança, e da mesma forma uma nação que não traga à memória a sua história, é infantilizada.

    Creio que V. Exª negligenciou o problema estratégico da tomada de Ceuta, e esqueceu que fez parte de planos nacionais tomar Gibraltar, que já era Castelhana.

    Quanto à versão indígena do auto-descobrimento, tem-se tido o cuidado de enfatizar o descobrimento das rotas de navegação, para evitar simplificaçõezinhas fáceis.

    Não vejo vantagens em debater uma versão infantilizada da história que julga ser História, nem ouso tão pouco esclarecê-la, e menos ainda neste espaço.

    Querendo comentar sobre o que escrevi, poderia dirigir-se ao sítio onde foi escrito, mas compreendo que o seu intuito esquivo tenha sido outro.

    Finalmente, pode a Daniela aceitar as minhas mais sinceras desculpas pelas palavras que escolhi aleatoriamente.

    -----------------------------
  • Comentar:

    Mais

    Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

    Este blog tem comentários moderados.