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O comentário da semana

por Pedro Correia, em 08.11.15

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«Em 1975 falar a 40 anos não correspondia a falar em 2015.
Correspondia a falar em 1935.

Posso dizer o que eu pensava.
Em 1975 pensava que os Beatles era um grupo que tinha existido há muito tempo.
A 2ª Guerra Mundial então essa era como se tivesse ocorrido no passado remoto.

Mas, admito, eram outros tempos... eu era mais novo e olhava para o futuro.

Mesmo assim hoje, muito mais velho, entristece-me ver este cristalizar dos velhos no passado, e só do passado que se lembram... esquecendo a análise a 80 anos, ou até a 600 anos - numa época em que o verbo Portugal não era conjugado em Bruxelas.
Mas falar da ausência de comemoração dos 600 anos da tomada de Ceuta, pois isso já não interessou nada.
É só o passadozinho medíocre que interessa lembrar aos interesses instalados nas mordomias.»

 

Do nosso leitor daMaia. A propósito deste texto do Luís Menezes Leitão.


10 comentários

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De isa a 09.11.2015 às 09:35

Entre um passado que já foi presente e, um presente que vai ser futuro, uma notinha, sobre os primeiros efeitos que vão ter influência no futuro... uma daquelas notícias que, passa despercebida e parece ser... insignificante mas que vai condicionar um futuro, não muito longínquo:

"Juros da dívida de Portugal em máximos de Julho.
'Yields' em mercado secundário agravam em todos os prazos, um dia depois de garantido o apoio do PCP a um governo PS. Superam os 2,7% no prazo a dez anos."
Diário Económico - Há 1 hora

...aí vamos nós, novamente... nesta apetência do país, por "pescadinhas de rabo na boca"... depois, no futuro, virão os queixumes... "de serem fritos, do colesterol, dos salpicos do óleo quente..."
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De da Maia a 09.11.2015 às 12:11

No tempo dos avôs dos Flinstones, à época de D. Carlos I, o país estava em perspectivas de bancarrota.

Havia a solução de Oliveira Martins, que conseguia empréstimo estrangeiro, com vigilância externa da finanças nacionais - uma troika da época.

José Dias Ferreira, bisavô de Ferreira Leite, recusava essa submissão e propunha não pagar e assumir a bancarrota.

Consta que D. Carlos apenas perguntou:
- Corremos o risco de ter a Armada Inglesa no porto de Lisboa?

Parece que não, e assim se declarou a primeira bancarrota.

- Yields?

A questão é - corremos o risco de ter um desembarque da NATO a atolar-se nas praias de Grândola?

Tudo menos que isso é de gente maricas, que não merece a história que herdou.

Aliás, não termos o feriado de 1 de Dezembro, mostra bem o nível de sabujice a que andámos condenados.
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De William Wallace a 09.11.2015 às 15:12

Isa compreendo perfeitamente as suas reservas (temor) eu também as tenho porque não me revejo no PS (aliás odeio mais o PS que o Paf ) de modo que sempre disse aqui no DdO para as pessoas que pretendessem votar PS o fizessem no Paf pois o original é sempre melhor que a cópia.

O que a Isa provavelmente desconhece é que se o Paf tivesse a possibilidade de governar o resultado final (crise continua, mais perda de soberania - se é que ainda temos alguma, empobrecimento generalizado, continuação da engenharia social, favorecimento de lobbys , etc ) seria o mesmo que agora se desenha com a alternativa de esquerda que parece estar formada, não tenho a mais pequena dúvida que Portugal será alvo preferencial dos "mercados" e ostracizado pelos poderes de facto da UE que é uma entidade monstruosa e só se mexe quando as suas elites podem ser de algum modo expostas ou atacadas, como exemplo temos a relevância da questão Grega e das atenções de que foi alvo durante meses versus a inacção perante o problema dos refugiados e migrantes económicos. O caos só não é maior porque Putin jogou bem e forte na Ucrânia não permitindo que um governo de marionetes do dito Ocidente tenha grande viabilidade.

Quanto ao comentário em destaque do Da Maia, parecendo deslocado do post do LML tem extrema relevância (embora não entendida pelo Pedro Correia).

1º - Uma Nação que não conhece (relativiza ou não respeita) a sua História não pode nunca perceber / entender o seu presente e projectar o seu Futuro.

2º - A História de Portugal nunca se fez na Europa e enquanto as nossas pseudo elites continuarem a enterrar a Pátria no sonho alemão (os franceses são os idiotas úteis ) não sairemos da cepa torta. Os ingleses sairão, os polacos também, e aos Alemães restarão os idiotas do costume que não aprenderam nada com duas guerras (estados Bálticos , Húngaros , Romenos, Austríacos , Finlandeses).

P.S. - Vou dar-lhe um exemplo , eu se tiver um ordenado de mil euros mas não tiver algum tipo de certezas de o continuar a ter (a médio prazo) gastarei muito menos dinheiro (não farei planos a médio prazo) do que quem tenha um ordenado de 600 euros mas tenha alguma perspectiva "sólida" de o continuar a ter e o que este governo fez e iria continuar a fazer seria continuar a destruir as poucas certezas que alguns ainda têm sem obviamente impor incertezas aqueles que vivem encostados na teta do estado (e não são os FP que a maioria já deve ter aprendido a lição) e são essas oligarquias que um governo verdadeiramente liberal e de direita sacrificaria assim que pudesse. O que acontece é que os interesses dos oligarcas (falidos diga-se) capturaram os partidos do arco da governação dai as inúmeras leis e regras que são impostas ao cidadão comum mas que não se aplicam a eles. Um exemplo fácil de entender é o facto de um tipo desses oligarcas (da Comunicação Social) serem por exemplo contra a privatização da RTP pois sabem que se isso acontece-se iriam perder muito dinheiro ou até iriam á falência pois não sabem viver em mercados concorrências, estão sempre a espera da mama do estado, seja por leis protectoras ou subsidios.
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De isa a 09.11.2015 às 21:57

Saídas já temos poucas e, muito provavelmente, vamos acabar com um Governo Global mas, perceberá melhor, se ler o meu último comentário, no poste - Começar Bem -do Pedro Correia.

Quando li hoje, a preocupação do Banco Mundial, em ter toda a população da Terra com ID... cada vez vou ficando mais convencida que estão mesmo à espera que os países europeus não consigam, mesmo, pagar a dívida... e a confusão necessária para fazerem o que quiserem.

Fica aqui uma indicação de um site, onde até se pode fazer o link ao documento original
Google:
http://technocracy.news/index.php/2015/10/04/accenture-and-world-bank-call-for-a-global-universal-id/

Quanto a soluções, só ouvi uma confiável, o vídeo não está grande coisa, até parece ter interferências mas ouve-se muito bem
YouTube:
Noam Chomsky On Surviving The 21st Century

https://www.youtube.com/watch?v=3UVPa_PGWTw

Na parte final das perguntas por parte do público, até fala do TTIP e dos seus perigos.
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De da Maia a 10.11.2015 às 01:35

William:
... se calhar nem eu entendi o que o Pedro Correia não entendeu, mas como ele já explicou, nem sempre escolhe os textos por empatia, favorecendo mais a discussão.

Ter uma opinião diferente, apenas significa que a opinião contrária não é suficientemente clara e esmagadora. É bom não ver isso como defeito do receptor, e é sempre nossa vantagem melhorar a mensagem enquanto emissores.
É claro que há situações de mera teimosia, em que nem os factos convencem as pessoas. Por exemplo, durante mais uns tempos arriscamos ouvir que "os vencedores são os derrotados e os derrotados são vencedores".
Mas só nesse caso psicótico de fechar os olhos à realidade, ou como mero jogo de ilusionismo retórico, é que não há conversa possível. Nos outros casos ganha-se sempre mais em não desistir.

ISA:
Não deixa de ser original a Isa reflectir aqui pretensas pressões dos mercados, dando repetido eco a uma notícia que pouco interessa, ao mesmo tempo que fala de Chomsky, criticando e sabendo desses esquemas de funcionamento global.

O significado das pretensas perdas da bolsa lisboeta, são mera pressão insignificante, porque nenhum investidor minimamente informado teve nenhuma novidade sobre o que se passou neste fim-de-semana. Poderá ter mais dúvidas sobre a opção de Cavaco.

Se houve pequenas perdas, foi porque politicamente interessou que houvesse, sendo aliás um sinal tímido e bacoco.

Em sentido contrário, a CDU de Schauble, mostrou-se pouco incomodada com a interferência da CDU de Jerónimo na viabilização de novo governo.

Facilmente o mercado da dívida pode inverter a tendência, como fez aquando do anúncio de que Costa ia coligar-se à esquerda. Nessa altura os mercados queriam um governo de esquerda?

Confiar nos mercados ou nas sondagens é praticamente o mesmo. Só engana quem quer ser enganado, ou manipulado.
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De isa a 10.11.2015 às 10:36

Eu reflito muita coisa, claro que Chomsky, me faz refletir ainda mais e aquele seu "nutrir o caráter libertário e criativo do ser humano", não podia concordar mais Mas... uma grande maioria até se sente muito mais confortável como "escravo assalariado", desde que haja a possibilidade de fazer greves e exigências, muitas vezes, para lá daquilo que vale o seu trabalho, ou a empresa aguente, acabando, eles, por querer escravizar os meios de produção e a própria economia.
A natureza humana consegue rebentar com as teorias mais perfeitas.
A única solução seria reduzir o Global ao Local (precisamente o inverso, do caminho que estamos a seguir). Sem Estado, grupos de pessoas viveriam conforme as suas escolhas, pacificamente porque todas aceitavam e queriam as mesmas regras mas, depois, como alguns desses grupos, acabavam por não funcionar, não criando riqueza, entrava, novamente, a natureza humana e vinham tentar tirar, a qualquer um dos outros grupos, aquilo que lhes fizesse falta.
No fundo, debaixo da pintura, dita civilizada, basicamente, continuamos com os mesmos instintos primitivos, há sempre alguém que quer Poder para controlar o sistema e, basicamente, nesse papel, acabam sempre por subir, não por competência mas, por pura manipulação e especulação do sistema.
O que, para mim, sufoca um país nem sequer serão as pressões externas, essas, se houvesse uma verdadeira união, acabavam por não ter tanto impacto, no entanto, o que se passa é que todos se querem juntar em grupos, não para o bem comum mas, por interesses, exclusivamente, pessoais, e volta a "pescadinha de rabo na boca"... no tempo das cavernas, apesar de ser por razões mais básicas, o problema era o mesmo. Basicamente, somos como matilhas de cães, a lutar por um osso.

Há pessoas que não acreditam mas, basta um problema mínimo, para num tempo de espaço reduzido, acabarmos por viver como animais onde, a única regra passa a ser seguir o instinto de sobrevivência. Aliás, repare como até num jogo de futebol, onde basicamente, seria de pura diversão, possa acabar numa guerra campal... dá-me a sensação que à medida que vão aumentando o número de regras e leis, mais tem aumentado a vontade de andarem à pancada e ao murro LOL
Mas, estamos pior que no tempo das cavernas, basicamente, a sociedade tem pressionado o papel dos homens a comportarem-se como as mulheres e vice-versa, ora o papel do homem que era de defesa e prover o sustento da família, agora passou a nem entender bem qual é o seu papel, nem sequer é ele que sustenta a casa porque a mulher passou a ter, também, esse papel, ora aqui, quem ganhou foi o aumento de rendimentos do Estado, a mulher que vai trabalhar é taxada, a ama que fica com os filhos é taxada, há mais consumo que é taxado e, parecendo que é tudo uma maravilha, o que acontece, como há mais dinheiro, mais aves de rapina se querem pendurar nesse sistema.
Há grandes vantagens num Estado mínimo, quanto mais cresce, mais controle querem exercer, mais criação de gabinetes, entidades... "igrejas e igrejinhas", duplicação de serviços, todos a comer à custa do contribuinte, claro que chega ao ponto de não retorno, de ninguém querer perder o tacho e acaba o Estado por sucumbir com o seu próprio peso.

Sabe que mais? Eu preferia ser de outra espécie, tentam sempre procurar o equilíbrio, nós estamos sempre a caminhar em sentido oposto. Com tantas pressões e, vindas de tantos lados, já não conseguimos, simplesmente, viver.

E não vamos ficar por aqui, pelo caminho que seguimos, com a ajuda de uma tecnologia, cada vez mais controladora e intrusiva, onde a própria net que podia ser usada para o aumento do autoconhecimento e do que se passa à nossa volta, virou precisamente o contrário, porque sem se saber separar o trigo do joio, passa a ser, simplesmente outro meio de manipulação de pessoas. Repare como alguém a fazer uma pura idiotice, tem milhões de visualizações, ao contrário, por exemplo, de uma entrevista com Chomsky ;)
Os livros não conseguem competir com a net e, com ela, nem seriam imprescindíveis, no entanto, o tempo passa a ser usado na troca de mensagens idiotas com amigos virtuais... Quanto menos um cérebro trabalha mais se propicia o "emprenhar pelos ouvidos", nem sequer se dão ao trabalho de pesquisar quando bastaria, apenas, teclar.
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De da Maia a 11.11.2015 às 00:36

Estou essencialmente de acordo com o que escreveu agora, isa.

A diferença entre o global e o local é a diferença entre o imperialismo e o nacionalismo, é a diferença entre a águia e o leão, representado há muito em símbolos de poder. Num caso corre o de um poder social unanimista, ditatorial, que abafa a individualidade, noutro caso o estado desaparece e o indivíduo fica vítima de grupos organizados - máfias corporativas, empresariais ou não.

Se existiu apenas poder local, foi na alvorada dos tempos. Porque um poder que se destaca, tende a esmagar os outros, pelo simples medo de ser substituído. De forma que uma prevalência global teve que existir para que não houvesse chacinas constantes. Que esse poder se esconde tanto quanto possível, é mais ou menos claro, e natural - quanto mais se mostrar, mais frágil será. Que as igrejas e maçonaria fizeram parte de conjugar um poder de bastidores, parece claro; se há mais que isso? - há poucos dados.

Outras espécies animais têm um desejo programado e limitado. A inteligência é caracterizada pela constante insatisfação, qualquer objectivo vale apenas até se cumprir, sendo depois substituído por um novo.

Isso relaciona-se com a própria razão de ser universal... e este não é o melhor espaço para falar disso.
Deixo um link no nome, se quiser saber melhor a minha opinião sobre o assunto.
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De da Maia a 09.11.2015 às 10:58

Está linda a foto dos Beatles, mas e os Sex Pistols?

Hoje deixou-se de falar do "Generation Gap".

Do final dos anos 50 até ao início dos anos 80, houve uma mudança social de hábitos em que, a par do "conflito de classes", existiu um "conflito de gerações".

Por isso, em muitas histórias cor-de-rosa desse período havia os jovenzinhos de classes sociais diferentes, que tinham em comum uma geração com novos valores que desafiava a dos velhos cotas.
Isso era aproveitado pelos movimentos sociais, que viam vantagens em haver filhos maoístas em famílias conservadoras.

A partir dos anos 80, isso foi progressivamente desaparecendo, e assistimos hoje ao fenómeno de acomodação das novas gerações à sociedade existente.

Como dinâmica social, é natural ter uma nova geração a criticar fortemente a geração anterior, culpando-a de todos os insucessos actuais.
Não existir isso, ver as novas gerações amestradas, procurando acomodar-se ao ninho feito pela geração anterior, sujeitando-se apenas às escassas oportunidades deixadas, sem procurar revolucionar o contexto anterior, significa que a sociedade não evolui e ficou presa num conservadorismo geracional.

Para quem não percebeu, ou quer fechar os olhos no seu comodismo, a nossa sociedade estagnou nas últimas décadas.
A forma de vida que temos hoje é muito semelhante à que existia nos anos 80.
Até o revivalismo da música dos anos 80 acabou por mostrar essa estagnação.
As discotecas existem desde os anos 60...

Quais os aparelhos tecnológicos diferentes do que existia nos anos 80 - o computador e o telemóvel.
Qual é a principal crítica que se faz aos jovens de hoje? - A sua dependência do computador e do telemóvel.

Há uma estagnação tecnológica, disfarçada por alguns progressos nos aparelhos existentes.

Tal coisa não se verificava desde a Idade Média.
Desde os descobrimentos que o progresso tecnológico fez parte do modo de vida ocidental.
Até mesmo nas explorações espaciais, o que assistimos foi à estagnação propositada, desde a última ida à Lua em 1973.

Agora, será que é culpa da nova geração acomodar-se à actual velha geração?
- Não, é culpa de um conservadorismo extremo e fecho de oportunidades para as novas gerações se revelarem por si.

Só no tempo da Idade Média é que as populações se resignavam a que o futuro das gerações seguintes fosse o mesmo que o seu.

Portanto, é bom não cair na tentação de fechar as portas ao futuro, só pela comodidade de cristalizar a sociedade no tempo presente.

Tivémos mil anos de trevas e retrocesso civilizacional, para perceber ao que isso pode levar.
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De William Wallace a 10.11.2015 às 07:42

Por esta e outras é que a cultura do boné e do smartphone sem saldo vai progredindo a olhos vistos.

http://aventar.eu/2015/11/09/nao-a-romantizacao-da-historia-sff/


" Alguns têm na vida um grande sonho e faltam a esse sonho. Outros não têm na vida nenhum sonho, e faltam a esse também "
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De da Maia a 10.11.2015 às 10:14

Muito obrigado pelo aviso, William.

Pareceu-me bem deixar à Daniela Major uma lembrança pela atenção dispensada:

-----------------------------

Muito enternecido fico por dar azo a tão longa e vaga dissertação.

Aleatoriamente terá sido escolhido o portador do DNA de V.Exª pelo óvulo que fez o seu ovo, mas não foi assim o verbo.

Sobre o verbo comemorar, poucas palavras bastam:
http://www.etymonline.com/index.php?term=commemorate

«from Latin commemoratus, past participle of commemorare "bring to remembrance"»

Sem a sua história de vida, V. Exª seria uma criança, e da mesma forma uma nação que não traga à memória a sua história, é infantilizada.

Creio que V. Exª negligenciou o problema estratégico da tomada de Ceuta, e esqueceu que fez parte de planos nacionais tomar Gibraltar, que já era Castelhana.

Quanto à versão indígena do auto-descobrimento, tem-se tido o cuidado de enfatizar o descobrimento das rotas de navegação, para evitar simplificaçõezinhas fáceis.

Não vejo vantagens em debater uma versão infantilizada da história que julga ser História, nem ouso tão pouco esclarecê-la, e menos ainda neste espaço.

Querendo comentar sobre o que escrevi, poderia dirigir-se ao sítio onde foi escrito, mas compreendo que o seu intuito esquivo tenha sido outro.

Finalmente, pode a Daniela aceitar as minhas mais sinceras desculpas pelas palavras que escolhi aleatoriamente.

-----------------------------

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