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O comentário da semana

por Pedro Correia, em 29.09.19

«Pagaria um euro com gosto para financiar a reabertura de escolas para as poucas crianças que ainda vivem nos meios rurais e respectivo transporte escolar condigno. Pagaria um euro para ajudar a reabrir estações de correios e farmácias nos meios rurais. Pagaria um euro para financiar políticas capazes de fazer funcionar os hospitais distritais do interior, acabando com espaços cheios de bom equipamento sem profissionais de saúde com vontade de os usar no tratamento dos pacientes que residem no interior. Pagaria um euro para criar um País que valorizasse quem investe, cria riqueza e emprego no interior. Pagaria um euro para que os comboios do interior voltassem a funcionar. Pagaria muito mais de um euro para pôr o País tonto a respeitar o interior e o mundo rural, dotando as aldeias, vilas e cidades do interior das comodidades mínimas para poder haver fixação de populações nos meios rurais.

Anacrónica, o meu ambientalismo reporta-me para o mundo rural e para a sua valorização. Mas nada disto interessa para o ambientalismo da vaga de citadinos de primeira ou segunda geração, muito pouco educados e ainda envergonhados das suas origens rurais. Vamos ter que esperar mais umas décadas para que esta vaga de citadinos tontos - que agitam bandeiras contra as alterações climáticas sem conhecer nem querer saber dos tempos e dos ciclos da natureza - perceba a importância daquilo que abandonou.»

 

Da nossa leitora Isabel. A propósito deste meu texto.


35 comentários

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De Anónimo a 29.09.2019 às 11:23

Eu pagaria 50 euros para ver os corruptos no
seu devido lugar: a prisão
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De Anonimus a 29.09.2019 às 11:25

O pessoal sabe lá o que é o campo...
Criou-se uma ideia de que a vida rural é bucólica, passa por ir atirar umas sementes para a terra e esperar que as plantinhas cresçam, enquanto se lê Proust ao som de uma playlist de música clássica, olhando de quando em vez para as cabrinhas a pastar.
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De Anónimo a 29.09.2019 às 11:52

Percebo a ideia e até já contribui só que….

“Os apoios aos bancos instalados em Portugal já custaram 16.751 milhões de euros desde que essas entidades tiveram de ser apoiadas, resgatadas ou nacionalizadas, a partir de 2008, quando eclodiu a crise financeira e económica. O período analisado é 2008-2017 e a fonte é o Tribunal de Contas.
Visto de outra forma: tudo o que os contribuintes pagaram em impostos e contribuições durante três meses (25% do PIB de 2017) foi para financiar esse custo, ficando assim a faltar dinheiro para cobrir ou reforçar outras despesas do orçamento, como prestações sociais e investimento público, por exemplo.”
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De Anónimo a 29.09.2019 às 12:45

E os 16.751 milhões de euros já pecam por defeito porque entretanto já houve mais "ajudas."
“Estado injectou 24 mil milhões na banca nos últimos 12 anos. Qualquer coisa como 12% do PIB português. Mas só recuperou 5,3 mil milhões, pouco mais de um quinto. Contas feitas, falta recuperar cerca de 80% das ajudas à Caixa Geral de Depósitos (CGD), BES/Novo Banco, Banif, BPN, BCP e BPI.”
Quer isto dizer que os bancos enquanto cartel de proxenetas fazem de cada português uma meretriz com a bênção e cumplicidade do Estado, que é como quem diz das "elites" que nos (des)governam.
Neste contexto é fácil perceber para onde foi o euro que deveria ter sido utilizado em investimento público.
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De Anónimo a 29.09.2019 às 15:09

De forma básica achava normal que um banco falisse efectivamente. Ou seja, que os seus donos, investidores e clientes arcassem com a consequência. Mas também sei que não foi possível deixar que assim fosse por alegadas imposições do sistema (que poderia colapsar se os bancos fossem à falência nos termos tradicionais).

Em regra, acho que quanto mais interventiva e criativa for a assistência às crises financeiras, pior ficamos, aumentando uma bola de neve que deveria ser travada com o normal funcionamento do mercado. É injusto para os clientes? É. Mas é mais injusto para todos nós, que pagamos uma bola de neve exponencialmente empolada.

Pode ser ingenuidade, mas para mim se faliu, fechou.

Isabel
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De Anónimo a 29.09.2019 às 15:48

“O Governo britânico recusou um resgate financeiro de 150 milhões de libras (169,7 milhões de euros) à recém-falida agência turística Thomas Cook. O primeiro-ministro, Boris Johnson, sustenta esta posição com questões morais e com impacto que isto teria junto dos contribuintes locais. Resgatar a Thomas Cook “iria implicar muito dinheiro dos nossos contribuintes, não seria do interesse nacional e seria um risco moral”, afirmou o chefe do Governo do Reino Unido, na viagem entre Londres e Nova Iorque para a assembleia-geral da Nações Unidas, citado pela Bloomberg”
A insolvência da Thomas Cook deixou de um dia para o outro cerca de 23.000 pessoas sem emprego, para não falar nos danos colaterais, que se irão também sentir por cá, nomeadamente no Algarve e na Madeira.
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De Tiro ao Alvo a 30.09.2019 às 13:20

Está a comparar alhos com bugalhos: uma agência de Viajens não pode ser comparada com um Banco. Além disso, 160 milhões não comparam com 16 milhares de milhões - são grandezas muito diferentes.
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De Vorph Valknut a 29.09.2019 às 11:55

Pelo texto.


"Vamos ter que esperar mais umas décadas para que esta vaga de citadinos tontos"

Não concordo com esta segunda parte. Devagarinho, mas de forma continuada, as preocupações ambientais entraram no discurso político e na consciência das pessoas, sobretudo nas mais novas, cada vez mais preocupadas. Por vezes as formas escolhidas, por estes, não são as mais adequadas, mas bolas, falamos em jovens e é normal um certo exotismo nas suas manifestações. Contudo fazem mais do que o silêncio parado, resignado, dos mais velhos.

Sobre a acção humana, há que confiar na opinião da esmagadora maioria dos melhores especialistas em Ambiente, à semelhança do que fazemos quando vamos ao médico. Ouvimos, perguntamos quando temos alguma dúvida, mas não questionamos o diagnóstico e tratamento por ele prescrito, com base em achismos pseudocientificos.
Engraçado, como muitos criticam os movimentos anti - vacinas, em nome do conhecimento científico, ao mesmo tempo que desvalorizam, o mesmo conhecimento, quando aplicado às questões ambientais. A humanidade enfrenta uma urgência. E perante esta urgência quando alguém faz algo surge sempre um, de algum buraco, criticando, dizendo que tal medida "não serve para nada, é simbólica, só isso, para inglês ver" , ou então "estes gajos são uns extremistas". Diria que extrema é a situação actual que ameaça todo o planeta e a sobrevivência de milhões de pessoas.

Julgo que nisto, do ambiente, não há já argumentos que façam mudar os negacionistas. Estes baseiam-se em irracionalismos demênciais, como os adeptos dos movimentos anti-vacinas, ou os Testemunhas de Jeová

https://www.google.com/amp/s/amp.theguardian.com/science/2019/jul/24/scientific-consensus-on-humans-causing-global-warming-passes-99
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De Anónimo a 29.09.2019 às 16:54

Vorph, todos nós fomos miúdos, espalhamos papéis pela casa fora a proibir os cigarros, plantamos uma árvore na escola num primeiro dia de Primavera, ajudamos a limpar jardins, ajudamos a velhinha a atravessar a estrada e demais acções ajuizadas. Crescemos e começamos a fumar furiosamente e a deitar cinza quando não a beata para o chão, a consumir papel desenfreadamente, a trocar de móveis a cada mudança de casa ou simples remodelação, a comprar e consumir comida processada e bebida acondicionadas em invólucros de plástico. A acumular electrodomésticos, também eles em grande parte de plástico, e em muitos casos inúteis. Os automóveis, bem inacessível para a maioria das famílias até aos anos setenta, passaram na década seguinte a democratizar-se e, hoje em dia, é muito rara a família que não o tenha, e muitas têm vários, que trocam a cada quatro anos.
Diz que a geração actual está mais desperta para as questões ambientais. E os velhos parados e resignados. Então, acha que os mais novos refreiam no consumismo? Há quem continue – normalmente pessoas mais velhas -, a usar as costas das folhas de papel para os rascunhos. Tente sugerir a um adolescente que faça o mesmo. E quanto à alimentação também estamos conversados. Era bom que muitos aprendessem a comer com os nossos avós, de forma mais económica e saudável. E que me diz dos tablets e smartphones trocados a cada dois anos. De que material são feitos? Plástico, claro.
Não quero um impossível regresso ao passado, mas prefiro palavras como parcimónia e contenção ou simples bom senso a expressões do How dare you!

Quanto aos cientistas. Entre ser negacionista (das ditas alterações climáticas ou mesmo do contributo do homem para o efeito) e a adesão à defesa do ambiente por simples modismo, há uma largo espaço para a expressão de pessoas de bom senso. O Vorph sabe perfeitamente como estas coisas correm nas redes sociais e outros meios de comunicação por vagas de interesse momentâneo sem ter qualquer adesão ao que se apregoa. São vagas de semanas ou meses: ora é a violência doméstica (cujas desafortunadas vitimas continuam a sofrer independentemente do destaque do momento), ora é o me too (cujas reais vitimas devem sentir-se duplamente ofendidas quando vêem o aproveitamento por simulacros de assédio), ora é o ambiente. O empolamento de problemas reais em desvarios mediáticos esvazia de sentido a questão e, ao contrário do que se pretende, dificulta a sua resolução.

Por fim, a questão da verdade cientifica. Não sei o suficiente para lhe dizer se o contributo humano foi o bastante para as modificações climáticas, como o aquecimento global. Ao que parece no actual ponto do conhecimento é assente a 'culpa exclusiva' do homem. Mas sempre posso dizer que fico preocupada quando as televisões se esforçam muito por calar alguns, mostrando a realidade só de um ponto de vista. É que dizer que os negacionistas são atrasados mentais com teorias da conspiração, não explica a razão de algumas pessoas colocarem a hipótese do contributo humano para o aquecimento do planeta não ser exclusivo. Mas como lhe disse, disto sei pouco, gosto é de ir ouvindo todos.

Isabel
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De Vorph Valknut a 29.09.2019 às 20:36

Quanto aos jovens serem isto, ou aquilo, de terem isto, mais aquilo, não se preocupe. Com a crise que os pais tiveram e têm que pagar (uma crise de superprodução, como todas as crises capitalistas - bolhas ), mais os salários merdosos que irão um dia ter, serão obrigados a reciclar até o estragado. Em virtude da crise, mas também de uma cultura nascente de partilha, estão a ser educados de forma diferente daquela que fomos (geração de 70). Já agora tem filhos? Os meus são o oposto da sua caricatura.

https://www.google.com/amp/s/amp.expresso.pt/sociedade/2019-09-27-Jovens-ativistas-pelo-ambiente.-Greta-nao-esta-sozinha

https://mood.sapo.pt/partilham-reparam-e-reutilizam-jovens-adultos-apostam-no-consumo-colaborativo/

Estranho é serem putos a fazerem o trabalho dos crescidos. Um mundo de pernas ao contrário.

Quanto ao consumismo, não sou, nem somos, aqui em casa, esse exemplo.

Quanto a não aparecerem, na televisão, os negacionistas, talvez existam duas, ou três ordens de razão. São poucos. São estúpidos. A sua mensagem é tão relevante como a dos que defendem ser a Terra plana.

Quanto aos telemóveis, a sua crescente e mais complexa tecnologia pode ser bastante benéfica ao permitir, com um único aparelho, a realização de variadas tarefas que implicavam, há não muito tempo atrás, a posse de muitos outros equipamentos.

Além do mais, a cultura de streaming ao diminuir a produção de conteúdos físicos, reduz a dependência do petróleo (ex:caixas de DVD, CD, etc)....

Mas há ainda muito a fazer, pelos vistos.
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De Anonimus a 29.09.2019 às 23:51

Estudos do Observador Cetelem são tão confiáveis.
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De Vorph Valknut a 29.09.2019 às 21:32

Adenda :

Há também algo manipulativo no sistema económico em que vivemos.
A sua lógica produtiva assenta em dois factores interligados e perversos, tornando quase impossível que alguém fuja, ou se proclame inocente, perante a imoralidade evidente.

Em virtude dos baixos salários, os consumidores, informados sobre as condições em que são produzidos os seus bens de consumo , entram num ciclo infernal, contra a sua vontade, em resultado dos seus parcos rendimentos que lhes retira o tal poder da liberdade de escolha. Assim são impelidos para as "coisas" baratas, produzidas em países pobres, sem qualquer legislação laboral, ambiental, ou social (os mais poluidores). Ao entrarem neste "esquema", são alvos fáceis, dos que pretendem que nada mude, quando, por vezes, protestam contra um estilo de vida que é, obrigatoriamente, também o seu.
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De Anónimo a 29.09.2019 às 21:33

É isso mesmo!

Mas alguns estão preocupados com o quê se quase ninguém se preocupa com os outros. Querem é fazer-de-conta que se preocupam! Eu já deixei de acreditar no Pai Natal há muito tempo.

O jovens (e não só) seguem o comportamento manada.
E até fora das cidades há os tontos
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De Anónimo a 29.09.2019 às 22:13

Vítimas e científica*.

Isabel
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De Vorph Valknut a 29.09.2019 às 23:03

Um estudo da Goldman Sachs :

https://www.goldmansachs.com/insights/archive/millennials/index.html


ACCESS, NOT OWNERSHIP
It’s not just homes: Millennials have been reluctant to buy items such as cars, music and luxury goods. Instead, they’re turning to a new set of services that provide access to products without the burdens of ownership, giving rise to what's being called a "sharing economy."
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De Tiro ao Alvo a 29.09.2019 às 17:55

"Engraçado, como muitos criticam os movimentos anti - vacinas, em nome do conhecimento científico, ao mesmo tempo que desvalorizam, o mesmo conhecimento, quando aplicado às questões ambientais".
Olhe que está enganado, os que não vacinam os filhos são os mesmos que andam a fazer de profetas da desgraça, em questões do ambiente.
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De Anónimo a 29.09.2019 às 20:26

Concordo.

Isabel
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De Vorph Valknut a 29.09.2019 às 21:34

Depende. Por exemplo, o Tiro tem as vacinas em dia?
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De Tiro ao Alvo a 30.09.2019 às 13:28

Claro que tenho. DEu não sou como o frei Tomaz... Nem sou dono da verdade.
Mas não acredito nestes jovens que andam a fazer manifestações contra (ou a favor) do ambinte, desrerespeitando e desafiando as autoridades. Essa gente não passa de carne para canhão, nas mãos de uns quantos.
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De Anónimo a 29.09.2019 às 13:38

https://youtu.be/gs5Te3ksiMQ
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De Anónimo a 29.09.2019 às 13:56

Os problemas ambientais são também problemas sociais e civilizacionais resultantes de uma nova ordem onde impera o neoliberalismo e o capitalismo selvagem. A globalização transformou o mundo numa enorme sociedade anónima onde o que realmente importa é o lucro imediato.
Mais que andar a discutir o sexo dos anjos importa ir á raiz do problema.

https://shifter.sapo.pt/2019/06/mapa-mundo-poluicao/
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De Vorph Valknut a 29.09.2019 às 15:25

O problema ambiental é um problema político, porque as mudanças sugeridas implicam uma mudança no modelo económico, sendo logo apelidados, de comunistas, socialistas, os que defendem uma alternativa de rumo.

https://www.google.com/amp/s/www.independent.co.uk/environment/earth-overshoot-day-planets-resource-2019-eod-a9025126.html%3famp

Mas o que é que se há-de fazer? Existem idiotas que até na cor da gravata vêm ideologia.

E por aqui, no Delito de Opinião, o diapasão é cada vez mais monocórdico, quer nos autores (em vez do João André, da Teresa Ribeiro, do João Campos, veio gentalha como os Meireles, etc), quer nos comentaristas (exceptuando o António, a Isabel, o (André?) Miguel, o Jo, a Sarin - que também já largou isto- o WW, e vá lá a excentricidade do V, o resto tresanda a ranço, a mofo).Limitam-se a bacoradas ignaras, ou a discursos reaccionários.

Para quando o próximo postal sobre Rio?

Vão todos para o... à merda (fica mais educado). Por aqui me fico.
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De Tiro ao Alvo a 30.09.2019 às 13:30

Acho que andei a gastar cera com fraco defunto. O Vorph esqueceu-se que está em casa alheia e que deve respeitar quem o ouve. Eu vou desligar.
Passe bem.
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De Costa a 29.09.2019 às 16:16

"Os problemas ambientais são também problemas sociais e civilizacionais resultantes de uma nova ordem onde impera o neoliberalismo e o capitalismo selvagem."

Vamo-nos esquecendo, muito paulatina e convenientemente, do que, em termos ambientais, nos deixaram e deixam ainda os países onde imperou ou impera o comunismo e o planeamento estatal absoluto: como a ex-URSS e todo o bloco de leste. Desde logo a forma "exemplar" como deram destino a equipamento militar obsoleto e muito dele nuclear. E sabe-se lá se outros Chernobyl ou afins, mas menos vistosos, não andarão por aí, algures, a deixar os seus efeitos. Nada nos perguntamos, parece, sobre a actual China, a Rússia, a Coreia do Norte, e outros estados que não podem inspirar confiança na matéria, menos ainda admitir ingenuidade. É que não integram o dito Ocidente - fonte óbvia de todos os males - e isso, está visto, purifica-os

Porque, evidentemente, os problemas ambientais, no que tenham de origem em ordem política e económica, têm-na necessariamente no capitalismo e no neo-liberalismo.

Há verdades tão cristalinas e culpados tão evidentes...

Costa
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De Vorph Valknut a 29.09.2019 às 21:37

Deixe lá os dinossauros. Veja quais são e de onde são as empresas que aproveitam Estados falhados para aumentarem os seus lucros à custa da miséria desses "países" e do planeta.
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De Costa a 29.09.2019 às 22:43

Acalme-se, Vorph. Acalmar-se nunca lhe dará, sem mais, a educação que você manifestamente não tem e cuja falta o leva a, acima, insultar a generalidade dos autores e comentadores deste blogue, mandando-os aliás à merda (cito-o) e deixando claro que a sua intenção era recorrer a palavra de ainda mais refinado gosto. Que pena tem você, parece, de não poder mandar neste blogue; será uma maçada, de facto, para si. Mas, olhe: não se esqueça, sempre há o Blogue de Alterne aliás com um nome de maior afinidade com a elegância do seu trato.

Acalmar-se nunca lhe dará essa educação (e isso de escrever depois de beber de forma menos moderada - confessando-o, desde logo - também não abona muito...), mas talvez o recorde de umas suas palavrinhas, redigidas em perfeita novilíngua, que me dedicou há ainda poucas horas e pelas quais afirmava ser essa, então, a última vez que comigo "interagia".

Ao menos seja alguém de palavra e deixe lá de interagir comigo.

Costa
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De Vorph Valknut a 29.09.2019 às 23:31

O Costa preocupa-se mais com a forma do que com o conteúdo. Eu mais com o conteúdo do que com a forma. Mais com a acção, e menos com a palavra. Falta de educação e de outras coisas é vir para aqui "falar" sem nunca dar a cara. Vossa excelência e a maioria dos educados comentadores, diga - se.
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De Anónimo a 30.09.2019 às 00:54

41 anos antes de Chernobyl aconteceu Hiroshima e Nagasaki…

Nada como uma opinião informada, pelo que tomo a liberdade de sugerir a consulta dos sites infra.

https://shifter.sapo.pt/2019/06/mapa-mundo-poluicao

https://wribrasil.org.br/pt/blog/2019/04/ranking-paises-que-mais-emitem-carbono-gases-de-efeito-estufa-aquecimento-global

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De Anónimo a 29.09.2019 às 14:40

pagaria um euro para mudar a Capital de Portugal de Lisboa para o interior !! no centro de Lisboa já não existem portugueses as únicas comunidades que são apoiadas, são as comunidades islâmicas e turísticas...
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De Anónimo a 29.09.2019 às 14:49

Pedro, obrigada pelo destaque.


Isabel
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De Pedro Correia a 29.09.2019 às 14:51

Muito merecido, Isabel.
Um pequeno texto brilhante. Pelas palavras e pelas ideias.
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De Miguel a 29.09.2019 às 19:07

Virtuosos, esses citadinos?... Não, o virtuoso sou eu!
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De Anonimus a 29.09.2019 às 21:21

No meio de todas as tretas que a Greta debita (activismo e valores são umas coisa, já conhecimento é outra), há uma que se aproveita e é a base do problema: é impossível um modelo de crescimento continuado num sistema finito e fechado como é o nosso.

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