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O comentário da semana

por Pedro Correia, em 16.06.18

«Ainda é cedo para reconhecer o legado de Trump, mas a economia tem crescido, a importante questão do controlo de armas parece estar realmente na agenda política, e, evidentemente, o mundo ainda cá está. Para grande desgosto de Rachel Maddows.

Qual foi o legado de Obama? Tirando o cool black guy. A Primavera Árabe? O maior número de vítimas civis por ataques de drones? O deixa-andar que quase levou a uma guerra sino-nipónica? A anexação da Crimeia? Um clima de violência racial quase inédito nos EUA? A total submissão a Wall Street? A história o dirá, mas considero-o uma lástima.

Reagan, o actor de segunda, derrubou o muro de Berlim e reunificou a Alemanha. Se Trump conseguir dar o primeiro passo para a reunificação da Coreia será um feito mais digno do Nobel da Paz que deram a Obama. Estas coisas levam tempo, mas é preciso começar. Coisa que o outro não fez. Está agora na Netflix, num reality show. Hum...»

 

Do nosso leitor António. A propósito deste texto do Alexandre Guerra.


36 comentários

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De Isabel a 16.06.2018 às 20:09

Não foi Reagan mas sim a bela dupla clinton+mitterrand que, em péssima hora, deram o acordo à reunificação da Alemanha.
É verdade que Obama conseguiu uma rápida recuperação económica depois da crise. Só que deixou a economia sujeita aos interesses da finança e uma política que aumenta as diferenças entre os mais e os menos afortunados, à custa da classe média. Foi também esta situação que fez eleger Trump.
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De Anónimo a 16.06.2018 às 22:06

"Só que deixou a economia sujeita aos interesses da finança e uma política que aumenta as diferenças entre os mais e os menos afortunados, à custa da classe média. Foi também esta situação que fez eleger Trump."
Não percebi. O Obama fez com que o Trump fosse eleito porque a política dele alegadamente teve os resultados que Trump defende? Estou muito confuso.
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De Anónimo a 16.06.2018 às 22:25

Obama não conseguiu rápida recuperação económica
https://www.cbsnews.com/news/obama-economic-recovery-painfully-slow/

O que fez eleger Trump foi o ódio do Partido Democrata a meia América, a exploração racial, o racismo anti branco e anti asiático, mais a misandria do Partido Democrata e seus representantes na Academia e Media. E claro a hipocrisia generalizada, #MeToo excepto se for Bill Clinton...o povo deve ter cuidado com o CO2, mas nós vamos comer um hamburger de avião a jacto. Já a exploração de carvão deve terminar(H.Clinton) e os preços de energia devem aumentar exponencialmente(Obama). As armas são coisas más mas eu tenho uma bela colecção delas (Spielberg)

A destruição que a administração Obama criou foi bem pior do que aparenta, veja-se em que se transformou o FBI. Uma instituição do Estado transformada em manipuladora de eleições.
Só ainda não o sabem devido à censura do jornalismo marxista lá e cá.

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De Isabel a 16.06.2018 às 23:09

Absolutamente de acordo. Não tenho o seu aprofundado conhecimento dos aspectos sociais. Referi-me mais aos aspectos económicos e, em particular,à indiferença pela difícil situação que criou na classe média. Aliás, a Europa está a começar um processo que, se não houver mudanças bem geridas, vai ter desfecho no mesmo sentido.
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De xico a 16.06.2018 às 22:29

Portanto a reunificação da Alemanha foi, em péssima hora! Já agora qual deveria ter sido a melhor hora?!
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De Isabel a 16.06.2018 às 23:09

Nunca.
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De Inês a 16.06.2018 às 21:56

O legado de Trump tem sido afastar os Estados Unidos da Europa e do Canadá e aproximá-los de países como a China e a Rússia. A história o dirá mas à partida não me parece que mereça o Nobel da paz...
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De Anónimo a 16.06.2018 às 22:43

É sabido que Trump gosta de ditadores como Putin, Kim Jong Un ou Erdogan. Gostei da gaffe dos "EU da Europa" pois muitos europeus defendem a criação dos "EU da Europa". Tendo em conta tudo o que acontece nos "EU da América", eu cá não quero uns "EU da Europa".
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De lucklucky a 17.06.2018 às 04:07

Como assim, então agora a China e a Rússia são os maus da fita? pensava que eram os EUA.
E se os EUA forem equidestantes da "Europa" e da Russia os dois grandes inimigos nos ultimos meses então não teremos a paz celestial assegurada?
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De Anónimo a 16.06.2018 às 22:05

O Affordable Care Act, que garantiu o acesso a cuidados de saúde a 20 milhões de americanos?
A redução do desemprego para níveis recorde após uma crise mundial que os governos europeus geriram de forma desastrosa recorrendo ao dogma da austeridade?
A aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo nos 50 estados americanos?
Um "clima de violência racial quase inédito"? Mas você sabe alguma coisa da história americana? Deve ser mais fácil culpar o preto...

Não sabia que agora o Pedro Correia citava escumalha racista e reaccionária pró-Trump. Ao menos leu o autêntico disparate que acabou? Nojo e incompetência!
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De lucklucky a 17.06.2018 às 04:04

Afordable Care Act serviu para dar dinheiro a uma data de empresas de seguros para cobrir uma data de doenças que quase ninguém tem entre outros truques.
Os prémios disparam por aí acima e nem isso serviu num sistema de saúde todo cartelizado e hiper regulado para salvar algumas da falência.

"A redução do desemprego para níveis recorde ". Mentira, e nem sequer incluíndo a drastica reduçao no numero de trablhadores.

"Um "clima de violência racial quase inédito"? Mas você sabe alguma coisa da história americana? Deve ser mais fácil culpar o preto..."

Sim inédito nos ultimos 20 anos. Mas é o resultado esperado quando a Esquerda, o Partido Democrata de que Obama faz parte tem como fundaçao essencial para ser eleito a necessidade de ter todos os pretos a votar no partido. Logo necessita de conflito racial. E como não chega, agora explora a divisão sexual.
O problema é que nao é possível enganar todos durante todo o tempo por isso o corporativismo sexual e racial do Partido Democrata só se vai acentuar. Que tu claro defendes:

https://www.cleveland.com/opinion/index.ssf/2018/06/why_president_trump_will_be_th.html

https://studentsforfairadmissions.org/sffa-files-motion-for-summary-judgment-against-harvard/

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De Meister Von Kälhau a 16.06.2018 às 22:57

"a importante questão do controlo de armas parece estar realmente na agenda política"

Exceptuando a Fox News foi só aqui , no DO, que li semelhante dislate.

Sobre o resto, basta isto:

https://www.realclearpolitics.com/video/2018/05/10/john_brennan_kim_jong-un_has_manipulated_and_duped_trump.html

Ou isto :

https://www.google.pt/amp/s/www.telegraph.co.uk/news/2018/06/14/north-korean-media-releases-footage-trump-saluting-pyongyang/amp/

What a jerk!!

Curioso é haver gente que gosta do estilo....bom, mas também existem adeptos do sadomasoquismo ,da cientologia, do seitan e do BdC.

Espero por outro comentário da semana que não esta idiotice. ...Maria Dulce, volta que estás perdoada!!
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De Sarin a 16.06.2018 às 23:35

Emudecida. Fiquei mesmo incapaz de articular palavra, numa quase paralização anímica e intelectual. Embrutecida.
Recuperei a confiança nos meus concidadãos ao longo dos comentários, e aqui chegada sinto-me em casa.
Obrigada, meu caro.
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De António a 17.06.2018 às 13:33

Chama-se ao que sentiu “discordar”. Parece que é novidade?
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De Sarin a 17.06.2018 às 14:48

Se fosse apenas discordar, não teria emudecido.
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De António a 17.06.2018 às 20:42

É intolerância por opiniões diferentes?
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De Sarin a 17.06.2018 às 21:49

Não tenho qualquer problema com opiniões diferentes. Tenho é com os factos que as suportam.
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De António a 18.06.2018 às 14:36

Uau!
Sabe, no dia em que fui mais insultado num blog foi por um gay, por causa dum referendo sobre direitos, e não por causa da minha posição acerca do tema, mas porque o sujeito achava que numa matéria dessas só devia ser permitido aos gays votar. O facto, é que só os gays conseguem entender a discriminação a que são votados. Tenho que reconhecer que é mesmo assim, quem não é gay nunca foi discriminado por sê-lo. O facto é que o referendo foi para toda a população votante. O meu interlocutor nunca aceitou esse facto por causa das suas opiniões.
Curiosamente, apresentou-me um argumento bicudo, nomeadamente se eu achava certo que, como contribuinte, seja quem recebe os meus impostos a decidir quanto pago, e se eu não preferia que houvesse referendos em que os contribuintes decidissem quanto quereriam pagar. Logo de chapa achei a idéia uma delícia, mas pensando melhor, isso não seria o colapso do Estado? O contra-argumento foi bom - em vez de impostos pagaríamos serviços ao Estado, que aliás já pagamos via impostos e taxas, por isso seria até menos oneroso para o contribuinte, que não teria de alimentar a máquina redistributiva, e não significaria necessáriamente o colapso do Estado. O Estado teria as receitas dos serviços prestados e poderia aplicar os lucros dum modo redistributivo, baixando o preço dos serviços para quem tem menos rendimentos, mas sem os gastos da máquina burocrática.
Chegados a esse ponto precisaríamos duma gigatonelada de factos. Nenhum de nós os tinha, e seria tarefa para uma vida recolhê-los. Mas seria demais não termos direito a uma opinião.
Durante o mandato de Obama houve sempre críticas e louvores. Fiz o cross-check possível, sabendo mais ou menos as inclinações políticas de quem comentava, e tomando isso em consideração. O número recorde de ataques por drones foi referido nos media de várias fontes, incluíndo ONGs. Houve um despacho presidencial que tornou o conceito de “inimigo” tão abrangente que todos os homens com idade para combater ficaram incluídos. A minha opinião foi-se formando, com a ponderação possível. Em questões dessas nunca estarei da posse de todos os factos. Provávelmente nem Obama.
Assumindo - e apenas assumindo - que você não fez um diário com todos os despachos, votações, números e estatísticas, a sua opinião formou-se tal qual a minha, lendo, ouvindo, procurando outras fontes. É estranho entrar em estado de choque. A mim o que me choca é ter concidadãos que se chocam com outras opiniões, não as opiniões.
Voltando ao início, por vezes há argumentos que começam mal e se tornam interessantes. Ou morrem de choque.
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De Sarin a 18.06.2018 às 17:29

Sentiu-se insultado com o meu silêncio? Curioso entendimento de insulto.

Tente este: pessoas que insistem em debater com alguém que não os interpelou e que lhes diz que não tem interesse no debate, são pessoas atoleimadas e chatas.


O seu "facto" sobre a reunificação da Alemanha, por exemplo, vai muito bem com outros "factos" que por aí andam. Aconselho-lhe arengar a que neles crê.
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De António a 18.06.2018 às 21:23

A reunificação da Alemanha foi possível pela desintegração da União Soviética, e dois factos maiores contribuiram para isso, a derrota militar no Afeganistão e o sindicato Solidariedade na Polónia. É claro que também pode ter sido pelo fim das calças à boca-de-sino, que curiosamente voltaram à moda aquando da anexação da Crimeia.
Agradeço os seus comentários e silêncios, não me senti minimamente insultado, gostaria de respostas mais elaboradas, dizer apenas que o outro está errado é fácil demais. Prestarei mais atenção aos seus comentários, certamente, estou aqui para aprender.
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De Sarin a 19.06.2018 às 00:52

Aparentemente, está aqui para me assediar...

Mas seja, conseguiu a minha atenção. O texto é longo, agradeço que não responda se não ler tudo - e se ler perceberá que não adianta ter pressa na resposta.
1. Não sei se é novo por cá; há um outro António A. que ocasionalmente aparece e com quem já troquei comentários saudáveis e cordiais, concordando ou discordando.
2. Costumo comentar o que me apetece, não tudo o que é publicado. E certamente não tenho que justificar porque o faço ou deixo de fazer.
3. Estou cansada de dirimir factos, só me apetece debater opiniões e ideias.
4. O seu comentário contém muitas opiniões passadas como factos, e alguns comentários ao seu ainda mais. Tudo somado é demasiado. Se o conhecesse, teria talvez entrado em debate; não o conhecendo, não me apeteceu iniciar uma conversa que teria que recuar 40 anos na história, e para a qual não estava com paciência.
5. Não o interpelei. Desabafei com um dos comentadores cujas opiniões, estilo e humor conheço bem, e certamente não o fiz para lhe agredir brios ou humor. Um desabafo é um desabafo.
6. A sua insistênca foi maçadora, e as suas sugestões ou inferências sobre o meu quase silêncio resultaram engraçadas. Talvez um dia perceba porquê.
7. Reuni paciência para lhe responder porque aparenta ter sentido de humor e não ter pruridos em corrigir enganos. Mais uma vez, estou mesmo sem paciência, e não apenas por causa do seu texto. (Aliás, não li o comentário todo sobre ter sido insultado exactamente por ser extenso)
8. Não o aconselho a dar muita atenção ao que digo - nem sempre é fácil perceber quando brinco.
9. Aceito opiniões contrárias e agradeço que me corrijam se estiver errada nos factos - sinta-se à vontade para me corrigir se assim for. Mas não vou muito à bola com rótulos e definições de personalidade com base em inferências estúrdias. Por aqui, blogosfera e caixas de comentários, somos o que comentamos e a forma como o fazemos. Mas há carapaus de corrida que entram em modo pescadinha de rabo na boca e não se aproveita espinha para adubo; se lhes perguntar dirão o mesmo de mim, certamente.

Talvez volte ao seu comentário daqui a uns tempos. O ciclo lunar influência as marés, pode ser que surja uma a jeito.
Até lá ou até à próxima, boa noite
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De António a 19.06.2018 às 21:05

Aqui na calma destes posts já com uns dias, e portanto onde já ninguém vem, vou fazer-lhe uma pergunta que já queria ter feito mas não aconteceu. Porquê “Sarin”?
Acredite se quiser, mas veio-me novamente a idéia porque a minha filha se apresentou com um perfume novo, e só para chatear perguntei-lhe se era Baygon N°5 ou Eau de Dum-Dum.
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De Sarin a 19.06.2018 às 23:47

https://sarin-nemlixivianemlimonada.blogs.sapo.pt/obras-na-estrada-10897

Os olfactos são delicadamente alterados em cada geração; não se fazem feromonas como antigamente...
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De António a 20.06.2018 às 21:33

Certo. A mim também me deram uma alcunha recentemente - Gru, o Maldisposto.
O perfume é Chanel N°5, mas é uma variante mais leve, “Eau”, acho. Ia acertando.
Sabe que o agente fixador dos perfumes antigos era ambar de cachalote, e como agora não se pode usar, o fixador é sintético, sem feromonas.
Dei uma voltinha pelo seu blog. Não comentei nada.
Obrigado pelo esclarecimento e pela paciência.
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De Sarin a 21.06.2018 às 02:33

Como se diz, "não comentou porque não quis" :)

Por aqui, tarde chega com essa alcunha - desconfio que o pódio está tomado.

Entretanto voltaremos ao âmbar e aos perfumes caros - aos baratos também, que o rato- e o gato-almiscarados ainda mexem. Isto porque as micro-partículas de plástico andam a fazer afundanços nos nossos pulmões, e ou afecta a demografia, restabelecendo equilíbrio nos ecossistemas, ou afecta o olfacto, restabelecendo a diferença entre "parfum", "eau de parfum", "eau de toilette" e "eau de cologne". O importante é mantermos o nariz fora de água.
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De lucklucky a 17.06.2018 às 03:24

Von K,
o multiculturalista - entre muitos - que não aceita que se fale na linguagem que as culturas violentas como o Regime Comunista da Coreia do Norte entendem...


Faz um esforço...
http://money.cnn.com/2018/05/13/technology/business/trump-zte-corporation-china-commerce/index.html
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De lucklucky a 17.06.2018 às 04:20

Ve lá se aprendes mais qualquer coisa von K.

https://nationalinterest.org/blog/the-buzz/japan-wants-aircraft-carriers-armed-f-35s-it-could-happen-26077

http://freebeacon.com/national-security/china-adds-advanced-missiles-south-china-sea-islands/

http://www.navy.mil/submit/display.asp?story_id=104590







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De António a 18.06.2018 às 22:24

Vindo da parte de quem acha que os efeitos precedem as causas até não é um mau comentário.
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De Meister Von Kälhau a 16.06.2018 às 23:04

Nunca como com Trump estivemos, "aparentemente",tão próximos de uma guerra mundial. Naquelas passadas semanas até senti o arrepiosinho da saudosa Guerra Fria (" aparentemente", pois todos já percebemos, pela trajectória errática de Trump, que são os Russos que o têm grab by pussy).

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De Meister Von Kälhau a 16.06.2018 às 23:13

Por aqui o Meister deixou de apreender e aprender. Goodbye fellas!

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De Sarin a 17.06.2018 às 14:56

Foi-se???

Ou, crisalidamente, voltar com outro nome e o mesmo espírito, talvez mais agudo mas reconhecível??


Recuso Requiem antes de ouvida de viva letra tal pelo próprio.
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De Diogo Moreira a 19.06.2018 às 09:49

Por onde começar acerca do legado de Trump? Penso que bastará apenas este texto para certificar as aspirações a um Nobel da Paz:

«Over the last few days, stories of bureaucratic sadism have poured forth from America’s southern border. The Associated Press described a Texas warehouse where “hundreds of children wait in a series of cages” with up to 20 people inside. The New York Times reported on a mother deported to Guatemala without her 8-year-old son. In The Washington Post, the president of the American Academy of Pediatrics described a shelter for toddlers where staffers aren’t allowed to hug or hold the bereft children. ProPublica obtained a recording of small children wailing for their parents in a U.S. Customs and Border Protection facility, while a Border Patrol agent joked, “We’ve got an orchestra here.”»
in: https://www.nytimes.com/2018/06/18/opinion/trump-lying-separate-immigrant-children.html

Não deixa de ser curioso como mentirosos compulsivos conseguem uma tão grande aclamação pública, tanto cá (em Portugal), como lá (no mundo).
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De Anónimo a 19.06.2018 às 17:53

Ó Pedro Correia, reforme-se que esse "comentário da semana" é mais o "comentário idiota da semana". Está a perder qualidades.
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De Pedro Correia a 19.06.2018 às 18:37

Tem medido a sua tensão arterial?

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