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Quando um Presidente da República, tendo feito o discurso que fez no dia 25 de Abril pp., em seis condecorações que resolve atribuir se permite entregar cinco aos correligionários do seu partido político e antigos colaboradores, incluindo ao seu ex-director de campanha, é legítimo que os portugueses possam dele esperar que antes do final do mandato seja suficientemente justo para também condecorar a mulher que o atura, a filha, o genro, o resto da família, e todos os militantes da sua agremiação que tenham as quotas em dia.

Há muito que eu tinha a percepção de que o Infante D. Henrique e mais algumas figuras gradas da nossa História levavam tratos de polé. Nunca pensei que um Presidente da República lhes faltasse ao respeito desta forma tão descarada e ostensiva. E que os humilhasse tanto. E com eles ao resto da nação.


4 comentários

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De Luís Lavoura a 30.04.2014 às 09:23

Parece-me que as pessoas condecoradas têm méritos, que nada têm a ver com o serem ligadas ao PSD.
Não faltava mais nada, que lá por um indivíduo estar ligado a um partido os seus méritos já não fossem reconhecidos.
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De Sérgio de Almeida Correia a 30.04.2014 às 11:03

Muitos têm méritos. Todos temos alguns, incluindo os pobres, e não é por isso que têm de ser todos condecorados.
Seria bom perceber os critérios, em especial em relação a quem foi pago para cumprir a função e não fez mais do que a sua obrigação.
Mas certamente que já ouviu falar numa coisa chamada decoro.
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De Carlos a 30.04.2014 às 12:37

Excelente!....
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De Carlos Cunha a 30.04.2014 às 14:47

por favor, um pouco mais de respeito pelo heróico personagem da "anibalíada":

http://www.presidencia.pt/?idc=3

e deve ser tido em atenção que esta versão já foi encurtada, porque na anterior até constava a progressão do crescimento económico nos anos en que este herói governou a nação, altura em que já era presidente e não sabíamos, como se infere deste trecho da mencionada anibalíada:

"O Presidente Aníbal Cavaco Silva conquistou duas maiorias absolutas consecutivas em eleições legislativas e exerceu funções como Primeiro-Ministro entre 1985 e 1995."

Orgulhemo-nos destes anibalescos actos heróicos que deixam a léguas as façanhas dos mais afamados presidentes das mais poderosas nações:

http://www.whitehouse.gov/about/presidents/georgewashington

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