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O açambarcamento começou

por João Sousa, em 11.03.20

Quem visse as filas de agora no supermercado do El Corte Inglés e ouvisse os queixumes dos carrinhos de compras esmagados sob pilhas de carnes e peixes e conservas e garrafões de água, pensaria estarmos na véspera de Natal.


24 comentários

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De Anónimo a 11.03.2020 às 12:39

“Quando o lobo do medo
espreita na porta do quarto
com seus olhos de fogo,
de madrugada,
não é loucura,
não se iluda.
É porque existe uma doença no tempo
feito a peste negra na Idade Média
e as fogueiras onde ardiam as bruxas.
É porque há algo de podre no tempo. “

Mauricio de Macedo
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De Anónimo a 11.03.2020 às 12:56

11 de março de 1975, dia negro para a economia portuguesa.

Começou aqui a derrocada da economia Portuguesa, com a nacionalização(roubo) de empresas e a destruição de capital, q nós nunca mais tivemos em Portugal. Ainda hoje se nota.

A.Vieira
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De Anónimo a 11.03.2020 às 14:19

Tem pouca memória.
Não levando em conta que o desastre começou em 1496 com a expulsão dos judeus, o que aconteceu passado uns tempos foi os 'tais coitados' ficarem mais
ricos do que eram antes. A seguir às nacionalizações de 1975 foi um 'ainda bem
depois vem tudo melhor do que está'.
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De Zeca a 11.03.2020 às 16:36

Caros anónimos das 12:56 e das 14:19
Cada um interpreta e explica de acordo com a sua ideologia. Há mais interpretações e explicações, claro!
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De Anónimo a 11.03.2020 às 18:14

Certo.
Mas nada de batota ou areia prós olhos, que não somos parvos e ainda cá andamos quando se deram os acontecimentos.
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De Paulo Sousa a 11.03.2020 às 13:06

Aqui no concelho Porto de Mós, máscaras já só temos as dos emojis.
Na plataforma Sapo já nem essas existem...
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De poetisando a 12.03.2020 às 09:58

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De Vorph Valknut a 11.03.2020 às 13:20

Contaram - me que num Continente, no Porto, ontem, à noite, estavam a açambarcar conservas, detergentes, etc.
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De João Sousa a 12.03.2020 às 17:53

Hoje, no Corte Inglés, havia prateleiras quase vazias. No Corte Inglés(!), local que, pela demografia muito própria, achava eu ser um local razoavelmente protegido destes fenómenos. Mas uma funcionária, quando me viu a olhar para todo aquele vazio com um ar entre o espanto e a diversão, confidenciou-me que as pessoas estão a esvaziar as prateleiras mais depressa do que os funcionários as conseguem repor.
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De Paulo Sousa a 11.03.2020 às 14:09

O vizinho com quem convivemos cordialmente durante décadas pode tornar-se num competidor pelo artigo, ou peça de comida, com que nos podemos salvar ou sacar um dos nossos, e isso pode levar-nos a lutar contra ele com todas as forças.
Como sempre ao longo da história existe um ponto a partir do qual deixamos de nos comportar civilizadamente.
A tecnologia mudou a sociedade mas a natureza humana continua intacta.
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De o cunhado do acutilante a 11.03.2020 às 14:36

Caro Paulo Sousa.
A menos que por sorte Divina nunca tenha apanhado trânsito intenso, não era só agora que constataria o que são os níveis civilizacionais do povo português.
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De João Sousa a 12.03.2020 às 18:05

O homem das cavernas não ficou perdido nos confins do passado. Ele continua por aí, coberto (e quantas vezes mal) por umas camadas de verniz de civilidade. Mas o verniz é fraco e de má qualidade, e facilmente se descasca ao mínimo toque.
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De o cunhado do acutilante a 11.03.2020 às 14:17

Esta é uma história macabra,
a mais sinistra já contada,
sobre uma bactéria marada,
e de gente com fome esganada.

Chegou sem ser convidada,
a infame visita indesejada,
Instalou-se e sem ser consultada,
decretou: vamos lá ver quem aqui manda.

O valente tremeu,
o cobarde se encolheu,
o povo tudo temeu,
e a presidência, à ménage se recolheu.

Então, alarmista de má morte.
Nada há a aproveitar?
Há! a donzela escondeu,
A tia não respondeu,
E o Continente tudo vendeu.
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De Mânfio da celulose a 11.03.2020 às 14:34

Lembro que cada agregado familiar deve obrigatoriamente precaver-se com, no mínimo, 500 rolos de papel higiénico.
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De o cunhado do acutilante a 11.03.2020 às 14:56

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De Raquel a 11.03.2020 às 15:33

Vejo filas intermináveis no hipermercado de carrinhos cheios de lixívia, papel higiénico e conservas. É o fim do mundo?
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De Luís Lavoura a 11.03.2020 às 17:12

Que as pessoas açambarquem conservas, ainda consigo entender. São sempre úteis para se comer, e comer é algo de primeira necessidade.
Agora, não percebo para que raio açambarcam lixívia e papel higiénico, coisas que não são de primeira, nem sequer de segunda, necessidade.
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De João Sousa a 12.03.2020 às 18:07

Vendo as quantidades de comida e consumíveis domésticos, eu diria que estão prestes a barricarem-se em casa para fugirem ao apocalipse zombie.
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De Vento a 11.03.2020 às 15:46

Há qualquer coisa que o covid19 anda a revelar, e não é o açambarcamento.

Os USA regressaram à Europa. 37 mil militares, dos quais 20 mil já estacionados na Polónia, deambulam pelas rotas europeias com matéria pesada e sem máscaras. Os russos têm os seus bombardeiros em constante sobrevoo pelas mais diversas rotas aéreas.

Surpreende-me que em momento de histeria provocado pelo vírus, só os militares norte-americanos não alinhem nesta onda.

Mais ainda, e não é notícia nem abre noticiários.

Pergunta: depois do suposto exercício militar, o que farão ao material? Será mesmo que regressa aos USA com os seus militares?

https://www.youtube.com/watch?v=mL9QcLozdKM

https://www.youtube.com/watch?v=AMAIha_WuzQ

Concluindo, a Europa faliu definitivamente.
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De Vento a 11.03.2020 às 15:57

Para acrescentar uma outra informação:

https://www.youtube.com/watch?v=0IxqXzonyis

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