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Num país desamparado

por Pedro Correia, em 17.10.17

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 Foto: Paulo Novais/Lusa

 

Sentimo-nos por estes dias habitantes de um país sofrido, magoado, desamparado, órfão da protecção do Estado. Um país revoltado com tanta impreparação, tanto desleixo, tanta incúria, tanta incompetência.

Um país enlutado por duas tragédias ocorridas num intervalo de quatro meses que provocaram mais de uma centena de mortos e largas dezenas de feridos, muitos em estado grave.

Na sua excelente comunicação de há pouco ao País - o melhor discurso do seu mandato - Marcelo Rebelo de Sousa falou de tudo isto. Também ele sofrido, também ele magoado, também ele profundamente enlutado. Dando expressão contida mas iniludível a estes sentimentos. Mostrando assim, uma vez mais, como sabe estar em sintonia com os portugueses.


31 comentários

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De Anónimo a 17.10.2017 às 23:52

As perguntas que se devem colocar:

- Porquê que os recentes incêndios que atingiram proporções gigantescas, só deflagraram após o governo da República de Portugal (RP) recusar às empresas privadas de meios aéreos de combate aos fogos, a renovação dos seus contratos com o Estado?

- Tendo em conta que as empresas detentoras desses meios aéreos, possuíam uma frota inoperacional e ineficaz no combate aos fogos, porquê que só agora e passados vários anos, o Partido Social Democrata (PSD), o Centro Democrático Social (CDS), e os média, insistem em tentar imputar ao actual governo a culpa e a responsabilidade de não existir em Portugal, desde à quatro décadas, uma estratégia de prevenção e combate aos incêndios?

- Qual a relação do Partido Social Democrata (PSD), na criação e controlo dessas mesmas empresas privadas, detentoras dos meios aéreos de combate aos fogos, que recebiam financiamento por parte do Estado da República de Portugal (RP), para garantir o pagamento de salários dos seus funcionários e o seu próprio funcionamento?
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De Pedro Correia a 18.10.2017 às 00:00

Bom esforço. Mas vai ficar a falar sozinho porque eu não como gelados com a testa.
E a esmagadora maioria dos portugueses também não.
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De Anónimo a 18.10.2017 às 12:08

Você está é a ver o tapete a fugir-lhe dos pés, e com isso tenta tirar nabos da púcara a ver se pega.
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De Pedro Correia a 18.10.2017 às 12:41

Limpe a testa. Está suja.
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De Anónimo a 18.10.2017 às 17:35

Não seja ressabiado.
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De V. a 18.10.2017 às 00:13

Quando já nada resta, vocês conseguem descer sempre mais um degrau na direcção do astro castanho fumegante que vos adorna a cripta e começam as campanhas negras.

Depois dos madeireiros, dos malucos nas aldeias, dos eucaliptos, dos trovões misteriosos, dos postes maquiavélicos da EPD, do desordenamento do pinhal só com pinheiros, dos velhos que pouco pró-activos, resta agora a bacorada final: a vingança de Passos Coelho. Passos Coelho anda a pagar a alcóolicos e terroristas da Beira Alta para pegar fogos à floresta. É claríssimo. É o gajo. Só pode ser o gajo.

É por isso que o PR está, nas entrelinhas, a demitir-vos. Porque além de gente estúpida e mal intencionada são umas bestas sem vergonha e sem perdão. Só corridos daqui para fora na ponta de uma forquilha.
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De Anónimo a 18.10.2017 às 12:37

O que você pretende com as alarvidades que escreveu, é confundir os leitores, tentando fazer prevalecer na mente e no imaginário do cidadão, que os fogos são gerados por esse medíocre enredo que descreve no segundo parágrafo do seu comentário; aliás todas essas hipóteses por si apresentadas têm sido propagadas pelos média de forma incessante, num claro objectivo de esconder o rasto que leva à verdadeira causa dos gigantescos incêndios que deflagram à décadas em Portugal, de forma descarada, e que traz benefícios financeiros para a organização criminosa que sobrevive às custas dos fogos mandados atear.

Você imputa nos outros situações proferidas pelos meios de comunicação social e forças políticas, numa tentativa desesperada e em transtorno delirante, de desviar as atenções para as perguntas que realmente se devem colocar quando se investiga um crime desta dimensão.

Infelizmente, a Natureza não o prendou com seriedade e razão, muito pelo contrário, a gestão parcimoniosa que a mesma fez da inteligência que lhe atribuiu, peca por defeito, deixando-o limitado e ressabiado.

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De Alexandre Policarpo a 18.10.2017 às 00:18

Quem foi, quem foi?

https://oinsurgente.org/2017/10/17/quem-foi-quem-foi/
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De Pedro Correia a 18.10.2017 às 07:53

O mesmo que agora jura que "seguramente" irão repetir-se tragédias como a de 17 de Junho e a de domingo em Portugal.
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De Vlad, o Emborcador a 18.10.2017 às 08:31

Obrigado Policarpo.

O homem já tinha mostrado ser de lama desde a campanha contra Seguro.

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