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Novo mapa eleitoral espanhol

por Pedro Correia, em 29.06.16

O Partido Popular ganha votos nas 52 províncias de Espanha, o PSOE progride em 32, os Cidadãos recuam em 48 e a coligação Unidos Podemos cai em 46. Conclusão: o impasse político de seis meses beneficiou claramente Mariano Rajoy.


12 comentários

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De Anónimo a 29.06.2016 às 08:21

Creio que é indesmentível o que resume. Mas, claro, vamos assistir às habituais declarações de vitórias e de que a seguir será de vez. António Cabral.
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De Pedro Correia a 29.06.2016 às 08:36

As coisas são o que são, António. Se alguns continuarem irresponsavelmente a bloquear uma solução governativa em Espanha arriscam-se a perder ainda mais terreno (votos+deputados) daqui a outros seis meses.
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De Luís Lavoura a 29.06.2016 às 09:27

o impasse político de seis meses beneficiou claramente Mariano Rajoy

Calma! Beneficiou sem dúvida os novos deputados do PP, que desta forma ganharam lugar à mesa do orçamento espanhol. Beneficiou o PP, que receberá mais dinheiros pelos mais deputados eleitos. Agora, se beneficiou Rajoy, ainda não sabemos. Não sabemos se ele poderá continuar a ser primeiro-ministro. Os outros partidos são capazes de continuar a insistir na sua saída.
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De Pedro Correia a 29.06.2016 às 11:56

Podem ir fazendo novas eleições de seis em seis meses. Até o PP chegar à maioria absoluta.
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De Luís Lavoura a 29.06.2016 às 11:59

Nunca é bom extrapolar tendências, porque elas têm sempre um limite. O facto de o PP ter crescido agora não significa que vá continuar eternamente a crescer.
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De Pedro Correia a 29.06.2016 às 12:45

Os partidos que inviabilizarem uma solução governativa serão penalizados. Os espanhóis não querem ir pela terceira vez às urnas num ano, isso é claro. Os próprios números da afluência eleitoral comprovam isso: estas foram as legislativas menos participadas de sempre em Espanha.
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De JPT a 29.06.2016 às 10:36

Parece-me evidente que o que beneficiou Rajoy foi a perspectiva - dada pelas sondagens - de um governo de "Frente Popular" liderada pelo Sr. Iglésias. Foi essa visão de horror que (compreensivelmente) repescou meio milhão de votos de pessoas fartas da corrupção do PP (de Rajoy) e que tinham votado, há seis meses, no "Ciudadanos". Foi a escolha por um mal menor (um péssimo menor, no caso), que, pelos visto, é aquilo a que os eleitores moderados agora estão reduzidos.
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De Pedro Correia a 29.06.2016 às 12:01

Ao juntar-se aos comunistas o Podemos, em vez de somar, subtraiu. Costuma acontecer às forças da "nova política" quando se estribam nas velhas. Resultado: menos 1,1 milhão de votos.
Aqui está como não basta reunir os crânios mais brilhantes da politologia contemporânea para produzir brilhantes resultados. O problema dos académicos, muitas vezes, é este: funcionam muito bem na teoria e um pouco menos bem quando se transpõe o limiar da realidade.
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De jo a 29.06.2016 às 11:11

Parece que ninguém tem garantia de que pode formar governo.
Com esta mania de clamar vitória constantemente ainda são processados pelo PCP por usurpação de direitos.
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De Pedro Correia a 29.06.2016 às 12:01

Eheheheh... Essa tem graça!
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De Luís Lavoura a 29.06.2016 às 17:12

Olhando para o texto lincado, verifico que o enunciado do post parece estar incorreto: o PP não ganhou votos em todas as províncias, subiu sim a percentagem de votantes em todas as províncias.
De facto, como nestas eleições votaram menos pessoas que nas anteriores, subir a percentagem de votantes não é equivalente a subir o número de votos.
Ou seja, o PP pode (nalgumas províncias) não ter ganhado votantes, ter apenas perdido menos votantes dos que as outras forças políticas.
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De Pedro Correia a 29.06.2016 às 22:35

O título do El Español - jornal digital que obviamente me merece crédito - especifica que progrediu em número de votos.

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