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Nous sommes Fillon

por Rui Rocha, em 07.02.17

fillon.jpg

- Ouve esta, ó Mário, tu ouve-me só esta. Vou à Ana Paula Vitorino e digo: já viste aquela história do Fillon?
- Ahahahah!
- Depois vou ao marido da Ana Paula Vitorino... ai como é que se chama o gajo?
- O Eduardo Cabrita?
- Isso. O Cabrita. Vou ao Cabrita e digo: já viste aquela história do Fillon?
- Ahahahah!
- Depois vou ao Vieira da Silva e digo: já viste aquela história do Fillon?
- Ahahahah!
- Depois vou à filha do Vieira da Silva... ai como é que se chama a filha do Vieira da Silva?
- A Mariana?
- Isso. A Mariana. Vou à Mariana e digo: já viste aquela história do Fillon?
- Ahahahah! Que sacana. E depois?
- Depois fui ao Carlos César.
- Ahahahah!

 


37 comentários

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De V. a 07.02.2017 às 12:02

E as pessoas já nem votam neles (tirando os funcionários publícos) — mas mesmo assim eles andem aí.
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De Rui Rocha a 07.02.2017 às 13:14

É verdade.
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De Einstürzende Neubauten a 07.02.2017 às 13:06

Bem sacada! Já agora confesso a minha ignorância. Quem a filha do Carlos Cesar?
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De Einstürzende Neubauten a 07.02.2017 às 15:08

Obrigado, Rui!
Mas, por favor, não me desiluda com o Bloco, ou fico sem partido
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De Bloquista a 07.02.2017 às 19:31

Devemos ser mais prudentes na perseguição aos políticos. Um familiar de um político pode ter um bom emprego ou será melhor ser sem abrigo? Para a carreira política do pai é claro que é preferível que seja sem abrigo.
Conheço pessoalmente alguns casos (que não vou aqui descrever) de filhos com profissões razoáveis ... e em que as bocas abundam sobre a influência dos pais, sem qualquer razão. Tentei duas ou três vezes mostrar que não era bem assim mas de nada valeu. A senha anti políticos ultrapassa tudo. Embora os casos que refiro não sejam de políticos e o que move os críticos (penso eu) é somente inveja: se eu que sou tão bom não obtenho aquilo e o outro obteve é porque houve influência da família. Provas? Não é preciso, basta a convicção.
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De Einstürzende Neubauten a 07.02.2017 às 20:33

É verdade, bloquista!

Eu também queria entrar às 9h, sair às 17h, passar as férias em Paris, e ter uma amante brasileira. Mas o meu pai foi o primeiro licenciado da família. O meu avô sacholava couves e penso que terá matado um tipo que assaltou a igreja da aldeia - Rodeios, Sarnadas do Rodão.

Mas olhe que nas empresas privadas a coisa está igual. Na Jerónimo Martins está o filho Pedro, na SONAE, o filho Paulo...e o Button também, deve ter lá ter o filho....lembrei-me, agora, o Amorim também tem lá a filha....A economia, por cá, é familiar. Ao que se conta as empresas familiares duram 3 gerações. Está explicada a crise. Portugal não é um país. É uma vizinhança.

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De Bloquista a 07.02.2017 às 21:45

Pois nas privadas é um ver se te avias. Como não são políticos, aceita-se.
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De Tiro ao Alvo a 08.02.2017 às 08:44

O Bloquista quer no Estado seja como nas famílias. Faz sentido: eles comportam-se como sendo donos disto tudo...
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De Anónimo a 08.02.2017 às 14:45

Não sabia que Ricardo Salgado tinha aderido ao Bloco.
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De fer a 09.02.2017 às 05:21

Nas empresas privadas não gastam dinheiro dos outros.
Se empregarem mal, têm prejuízos - a não ser que sejam amigos dos políticos que empregam a familia.
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De htyuu a 09.02.2017 às 05:20

– FRANCISCO ANACLETO LOUÇÃ, de 49 anos de idade, portador do Bilhete de Identidade nº 4711887, emitido pelo Arquivo de Identificação de Lisboa em 6 de Abril de 1998, filho de António Seixas Louçã e de Noémia da Rocha Neves Anacleto Louçã, solteiro, professor universitário, natural de São Sebastião da Pedreira, Lisboa e residente na Avenida Duque de Loulé nº 105, 1º, Lisboa;

Despacho (extracto) n.º 5296/2010
Assembleia da República – Secretário-Geral
Nomeação da licenciada Noémia da Rocha Neves Anacleto Louçã para a categoria de assessora do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda

Digamos que se trata de uma jovem senhora com 79 anos uma bonita idade para ser nomeada para a AR.
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De JSC a 09.02.2017 às 12:41

Os portugueses nestas coisas são todos iguais.... não há ninguém que escape.
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De Einstürzende Neubauten a 09.02.2017 às 13:51

Pode ser que seja apenas para aplicar Pronto no mogno.
Obrigado, htyuu
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De maria a 07.02.2017 às 16:20

É a família toda, mulher filhos irmãos.
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De cristof a 07.02.2017 às 20:44

Como sempre muito bem sacada e na mouche.
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De Luís Lavoura a 07.02.2017 às 15:25

Ainda ontem à noite eu estava a ver na televisão a história de o Fillon ter arranjado emprego aos filhos quando eles ainda nem licenciados eram e estava a pensar, precisamente, que eu Portugal isso é a coisa mais comum do mundo.
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De Einstürzende Neubauten a 07.02.2017 às 17:35

É por isso que agora a expressão já não é "ver-se gregos", mas sim "franceses"
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De Paulo dias a 07.02.2017 às 17:29

Caro RR, Bem apanhado o post mas é melhor parar nos "poucos" nomes, e à flor da ena, que citou...Se escavar um pocochinho mais, não será necessário trabalho de arqueologia, encontrará "família" em praticamente toda a nossa administração central. Inicie pela Assembleia, assessorias várias, cruze emprezas públicas, gabinetes ministeriais e encontrará um retrato muito cruel do que é a tugolândia. Apesar da mencionada esquerda, repúblicana e laica, neste assunto ser mais que catedrática, é tema que salpica abundantemente TODO o centrão. Escapam muito poucas figuras! E concluo com uma mágoa, mais uma... em portugal o tema do presente post não merecerá, NUNCA, honras de abertura de telejornal.Isso só em França!
abr
, paulo
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De Einstürzende Neubauten a 07.02.2017 às 18:47

Pior é na administração local. Diria que é umas das doenças que mais enferma o país.
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De V. a 08.02.2017 às 11:54

Olhe que até nem é — as dinastias centram-se mais nos presidentes mas não infestam os outros departamentos como na Admin Central. O nível de endogamia é maior e passa mais despercebido. Acabaram com a Monarquia por causa de um monarca e mais uns poucos mas com a p*ta da República temos milhares de dinastias no activo que rapam no seu conjunto muito mas muito mais, além de bloquearem a iniciativa privada no País. Fornicaram tudo. Morte à República e Morte ao Estados, seus parasitas ranhosos. São os meus votos de ano novo.
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De Einstürzende Neubauten a 08.02.2017 às 14:51

Ui....eles são vereadores, técnicos superiores, etc...um cancro essa joldra.

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De V. a 09.02.2017 às 01:35

São uns... Sei lá... uns aztecas.
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De JSC a 07.02.2017 às 20:54

Sinceramente não vejo problema, se for um lugar político e de confiança, o normal é ir para um amigo ou família ou alguém aconselhado pelo padrinho do partido. Basta olhar para as empresas, é igual.

O problema que se levanta é que neste caso não tinham qualidade.
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De Buiça a 09.02.2017 às 00:36

O problema da esposa do Fillon é mais o de nunca ninguém a ter visto no "emprego".
Se o dono de uma empresa escolhe quem bem lhe apetece para um cargo, no máximo responde perante os seus accionistas (se os houver) ou motiva/desmotiva os restantes trabalhadores conforme seja alguém com competência e mérito ou não.
Se um político tiver a exclusiva responsabilidade de nomear alguém para uma função remunerada pelos contribuintes e coloca questões de confiança política ou amizade à frente da competência e mérito para a função, pode não ser ilegal mas é bom que esteja preparado para o assumir quando se apresentar perante um eleitorado. Vai-lhes dizer o quê? Votem em mim que vos arranjo qualquer coisinha?
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De JSC a 09.02.2017 às 12:40

Sim, claro se for apenas um tacho em que a pessoa nomeada nem trabalha ou sequer está presente no local de trabalho é obvio que é errado.

Já percebi que a questão exposta se prende mais por ter sido para um cargo que é pago pelos contribuintes. Mas numa empresa as receitas também são vindas dos clientes que à partida são as mesmas pessoas que os contribuintes, no entanto neste caso pode-se mudar de empresa prestadora, no entanto no caso do estado também (de 4 em 4 anos). Portanto considero que são situações muito, mas mesmo muito similares, com apenas mais flexibilidade no caso das empresas.

No entanto isto é igual em todo o lado e em todos os sectores (portanto mudar ou não mudar é igual) em Portugal, por cada um 1 que sobe por mérito há 10 que sobem por cunha (ou pela network como agora está na moda dizer lol). E para lugares de topo ainda pior, claro que se se for mesmo mau é mais difícil subir mesmo com cunha no privado, no público isso interessa menos.

Às vezes pergunto-me se as pessoas que comentam aqui não são portuguesas e não trabalham em Portugal.
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De JSC a 09.02.2017 às 12:46

Deixo só uma nota também, que acho mal se darem nomeações e contratos superiores ao da investidura que o nomeou. Acho que a nomeação devia ter no máximo duração igual ao da pessoa que o nomeou, e até ser nomeada outra pessoa ou ser mantida, faria gestão corrente.

Se soubessem a quantidade de dinheiro que se mete em ex-directores/assessores/assistentes para ser despedidos ou postos na gaveta e não fazer nada, isso sim é deveras preocupante e lesa muito os contribuintes.
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De isa a 07.02.2017 às 22:17

Não se preocupe, qualquer dia nem interessa se são filhos, amigos ou enteados, o Mundo está entregue a completos incompetentes, idiotas, psicopatas que, não descansam, enquanto, por ganância, não destruírem a espécie humana. Há seis anos e ainda não conseguiram parar com a contaminação nuclear que continua a sair de Fukushima.


https://www.youtube.com/watch?v=brnqrx6nW6w
Fukushima Radiation Apocalypse
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De Anónimo a 07.02.2017 às 23:31

Eta!!! Que exagero. Não conheço ninguém assim.
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De isa a 08.02.2017 às 10:40

Pois eu conheço muitos como você que andam a "dormir" ou como dizia a Ivone e o Camilo: "Este país é um colosso. Está tudo grosso..."

Quando começam a ser muitos países a não se preocuparem com o que é prioritário, temos como guia a História que passa por fases, denominadas civilizações e, mais uma vez, estamos na fase de declínio de mais uma.

Temos os que se vão drogando com doses maciças de futebol ou a esbanjar o dinheiro dos outros e, quanto ao resto do que se passa no Mundo, põem na cara um sorriso idiota ou de gozo enquanto vão coçando os Solanum lycopersicum, à espera de milagres ou que haja sempre alguém para cuidar deles como se fossem criancinhas de infantário, naturalmente, sem histórias de lobos maus, para que tudo encaixe na sua percepção irreal do seu Mundo imaginário.
Quanto ao exagero Eta!!! infelizmente, estou a ver que você nem sabe da missa a metade... mas, há sempre quem prefira surpresas ou ser surpreendido, há gostos para tudo mas, depois não culpe ninguém porque, hoje em dia, a ignorância é uma opção pessoal.
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De Anónimo a 08.02.2017 às 14:48

"denominadas civilizações e, mais uma vez, estamos na fase de declínio de mais uma."
Ena com raio. Avise o pessoal que nem estão a dar por ela. Telefone para o INEM.
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De J. L. a 08.02.2017 às 17:01

Isa, acha mesmo que a nossa civilização está a cair? Se sim, isso é dramático com certeza. Recordo-me de que já o almirante Américo Tomás dizia isso (discurso da década de sessenta se bem me lembro) e atribuía ao facto de grassar o liberalismo sexual. Como esse liberalismo aumentou desde então, interrogo-me, depois de ler o seu comentário, se o homem não teria razão. Na altura ri-me mas estou a ver que estava enganado. Nunca se sabe.
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De Einstürzende Neubauten a 08.02.2017 às 18:31

Isa, a profetiza de Delfos.
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De isa a 09.02.2017 às 13:42

E fica escrito, para prova futura
Um fardo pesado, ao longo de décadas, acertar em tantas coisas e, não poder evitar nada. Esta "cegueira" sobre o Mundo que nos rodeia, só pode ser combatida individualmente mas, andam tão entretidos com tanta minudência leviana, superficial e imbecil que acabam por não ligar aos pormenores que são importantes.
Não é preciso ser vidente, basta andar atento ao que, realmente, pode ter um impacto irreversível nas nossas vidas e nas vidas das futuras gerações.
Isto, se deixarmos alguma coisa para as futuras gerações porque, não é tudo nosso para usar e abusar sem qualquer responsabilidade, o que mostra a arrogância e o egoísmo de certas alminhas que parecem não saber que só estão de passagem.

Não precisamos que ninguém legisle o que podemos fazer ou não fazer, todos temos o "equipamento" necessário mas, muitos não o usam ou deixam que "hackers" o controlem. Lembro o PCP que, podem estar cheios de razão mas, não precisamos mudar de "Donos", ninguém precisa mandar em ninguém, só garantir o mínimo para que, cada um, só mande em si próprio.
Consciência Moral e Livre Arbítrio porque, Ninguém nos pode obrigar a fazer o que consideramos ser Mau ou Mal. Questionando tudo o que não estiver de acordo com a nossa Consciência Moral e, só aqui, temos, exatamente, os mesmos Direitos, Obrigações e Responsabilidades.
Nunca haveria Corruptores se não houvessem "nichos" de Poder que podem ser corrompidos e, em troca de migalhas, destroem muito mais, até para si próprios porque, todos nós, influenciamos o Mundo em que vivemos. Não se pode mudar nada para melhor se, cada um, não tiver consciência que todos fazemos parte da mudança, para melhor ou para pior.
Não somos melhores, por outros serem piores e, aqui, é que bate o ponto, se queremos realmente um Mundo melhor, primeiro, temos de olhar para dentro, não para fora.

Neste caso de Fukushima, nem é difícil perceber as consequências porque, segundo o National Institute of Radiological Sciences, apenas 4 sieverts de exposição à radiação é suficiente para matar um punhado de pessoas e se, de Fukushima, saem 530 sieverts Por Hora, num desastre de 2011, quando falam em aquecimento global, em vez de falar disto, só podem estar a gozar connosco.
Há por aí quem pense (ou ande a ser programado para pensar) que a energia nuclear é uma energia limpa, em vez de pensar que ela nos pode "limpar" a todos, por mera ganância de alguns.

Aliás, apesar dos psicopatas com seus triliões que se consideram os donos disto tudo, mentirem e pagarem bem, para que outros mintam, apesar da poluição, nada temos a ver com a alteração climática do Planeta, estamos apenas a entrar numa nova Era Glacial. Se derrete num lado, o gelo está a crescer noutros, o que vai alterar muita coisa. Já aconteceu várias vezes, basta ver que, debaixo de Desertos, temos provas de que já foram Oceanos.

As plantas que são a base da nossa sobrevivência, gostam de calor mas, água que congela, mata-as. Este ano, além de ter congelado o Mediterrâneo, foi curioso ver o racionamento de alfaces no Reino Unido e, noutras zonas europeias, courgettes, em vez de cêntimos passarem a 5 euros o kg. Por aqui, podemos não ter notado, apesar da inflação já ser visível no preço da comida (não na de imitação) mas, não podemos esquecer que também vivemos neste Planeta e, mais cedo ou mais tarde, também sentiremos os efeitos que, apenas, irão confirmar e reforçar aquilo que alguns ainda não veem como mais uma treta, a somar a tantas outras.
Não ganho nada, nem aspiro a "poleiros" ou afins, então porquê, perder precioso tempo, com longos comentários que podem nem mudar nada? A minha Consciência tem voto nesta matéria.

Quanto à nova crise financeira que se aproxima, não acreditem em desculpas esfarrapadas porque, uma economia global que usa dinheiro, baseado em nada, e uma Dívida sempre crescente que não cria riqueza para todos seja, em bens materiais ou para melhorar a qualidade de vida dos seres humanos, é uma receita condenada ao fracasso e só serviu para entregarmos mais Poder à elite de psicopatas que tem o monopólio do dinheiro.
Quando usávamos o escudo, cada escudo, tinha de ter o seu equivalente em ouro, no Banco de Portugal mas, com o euro, deram-nos papel pintado e, pior, controlam os países.
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De A.Vieira a 07.02.2017 às 23:46

"O polvo unido jamais será vencido"........
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De BELIAL a 08.02.2017 às 19:43

Como diz que disse certo vetusto grande educador da classe operária: isto não é democracia - isto é um putedo.

Com efeito.
Confere: que putedo, sr alfredo !!!...
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De Anónimo a 08.02.2017 às 21:24

Eu direi mais: que putedo senhora Isa.

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