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Notas políticas (6)

por Pedro Correia, em 12.11.15

André Freire, que a 2 de Outubro proclamava com rara perspicácia política no Público que "votar massivamente no Livre é condição sine qua non" para uma maioria de esquerdas na Assembleia da República, sustenta hoje no Diário de Notícias que "não resta outra opção ao Presidente da República senão indigitar António Costa como primeiro-ministro".

Eis portanto o politólogo que também foi candidato a candidato a deputado pelo partido que apenas recolheu 0,73% dos votos nas legislativas convertido à tese da política como via de sentido único. Engana-se tão redondamente como quando prognosticou que o Livre elegeria quatro deputados a 4 de Outubro. E, com manifesta falta de memória, chega ao ponto de desmentir uma tese que já sustentou em livro.

Em política, convém lembrar, existem sempre alternativas.


16 comentários

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De L. Rodrigues a 13.11.2015 às 09:55

Eu, que votei massivamente no Livre, nunca pensei considerar um voto "inútil" tão vencedor, mas o que está a acontecer demonstrou que a ideia fundadora do Livre estava certa. Essa ideia (quebrar os tabus das alianças à esquerda) anima hoje a esperança da maioria dos portugueses.

Há as vitórias de Pirro, mas também há a morte do homem da Maratona.
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De Pedro Correia a 13.11.2015 às 20:14

Admirável frase - essa sua frase final.

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