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Notas políticas (3)

por Pedro Correia, em 10.11.15

1002625[1].jpg

 

O PCP pareceu ter regressado aos tempos da clandestinidade. Aconteceu hoje, no Parlamento, quando Jerónimo de Sousa se fechou numa sala com António Costa a assinar uma "posição conjunta sobre solução política" às escondidas dos jornalistas. O embaraço e o desconforto eram tão prementes que não chegaram a sentar-se lado a lado nem sequer arredaram as cadeiras: assinaram os papéis ali em pé.


50 comentários

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De Anónimo a 10.11.2015 às 23:55

Ai foi? Os jornalistas não assistiram? Então como é que teve conhecimento dos factos? O Parlamento tem fotógrafos de serviço? É que há fotos desses actos, assim como a televisão também mostrou imagens. É vontade de dizer mal...
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De Pedro Correia a 11.11.2015 às 00:03

O mais curioso é que o partido que está sempre na primeira linha da colectivização nestes momentos torna-se, mais que nunca, muito cioso da sua privacidade. Parece que receia ser infectado pelo "vírus" socialista.
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De aziado a 11.11.2015 às 00:09

Rennie, Kompensan ou chá de urtigas, vai ver que isso passa.
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De Pedro Correia a 11.11.2015 às 00:21

Não sei se a azia deles passa com chá de urtigas. Nem conseguiram juntar-se na mesma sala. Nem quiseram sequer afastar as cadeiras para assinar o papel.
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De isa a 11.11.2015 às 19:21

Foi uma sorte, estar uma sala disponível mas, aquele acordo, até podia ser assinado, num fugaz encontro, numa eventual passagem pelo WC... ou seja, entre o "serviço" e a lavagem das mãos

(Hoje estou, mesmo, mazinha)
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De Pedro Correia a 11.11.2015 às 22:53

Lavagem não sei. Mas secagem talvez fosse necessária, pois estes pseudo-acordos foram assinados em papel molhado.
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De isa a 12.11.2015 às 10:50

O melhor, seria mandar investigar se, por lá, não estará nada escrito com tinta invisível... com tantas novidades e todos mais preocupados com a criptografia, podemos estar a esquecer... a Esteganografia
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De Pedro Correia a 12.11.2015 às 12:18

Não me admirava, Isa. Mas a tinta até pode ser visível. Invisível é o acordo.
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De Um Jeito Manso a 11.11.2015 às 00:23

Caro Pedro Correia,

Tendo acontecido algo tão inesperado e relevante para o futuro do País não lhe parece que há alguma futilidade nesta sua observação?

Nestes tempos de mediatismo, tudo tem que ser feito frente às câmaras de televisão senão é clandestino? Se não há uma selfie então é às escondidas?

- Olhe que não, Pedro Correia, olhe que não.

E quanto a assinar de pé, diga-me uma coisa: quando os ministros tomam posse, assinam sentados? Ou será que assinam de pé por estarem embaraçados?

- Olhe que não, Pedro Correia, olhe que não.

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De Pedro Correia a 11.11.2015 às 00:33

E a si não lhe parece que um acontecimento tão relevante para o futuro do País (palavras suas) devia ter ocorrido com solenidade, na presença dos jornalistas, com os portugueses a assistir na televisão?

Expresso:
«O acordo político entre o PS e o PCP que foi assinado, à hora de almoço desta terça-feira e À PORTA FECHADA, na Assembleia da República.»
http://expresso.sapo.pt/politica/2015-11-10-Afinal-PCP-podera-apresentar-mocoes-de-censura-contra-o-PS
TVI:
«Acordo à esquerda foi assinado À PORTA FECHADA.»
http://www.tvi24.iol.pt/videos/politica/acordo-a-esquerda-foi-assinado-a-porta-fechada/564249eb0cf243cfb2f12f0d/1
Diário de Notícias:
«Acordos da esquerda assinados ÀS ESCONDIDAS no Parlamento.»
http://www.dn.pt/portugal/interior/acordos-da-esquerda-assinados-as-escondidas-no-parlamento-4878413.html
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De Um Jeito Manso a 11.11.2015 às 00:45

Não, Pedro Correia, não me parece relevante que não se tenham sentado com as televisões à volta. Parece-me relevante, sim, que tenham chegado a acordo. Parece-me relevante que tenham superado divergências antigas para, em conjunto, tentarem governar o País segundo aquilo em que acreditam. Parece-me relevante que se esteja a exercer a democracia parlamentar. Parece-me relevante que a maioria dos deputados da assembleia eleitos por quem não se revia na coligação PàF se tenham unido para agir em consonância. isso, sim, parece-me importante.

Quanto ao que o Expresso diz ou deixa de dizer é-me irrelevante. Deixei de consumir o Expresso. Durante dezenas de anos fui fiel ao hábito de ler o Expresso. Depois deixou de se praticar ali bom jornalismo. Deixei de ser cliente.
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De Pedro Correia a 11.11.2015 às 01:16

Há muita gente que gosta de matar o mensageiro quando a mensagem não lhe agrada. Lamento que seja o seu caso.
Entre o Expresso e o Avante, garanto-lhe que o Expresso é bem melhor.
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De Um Jeito Manso a 11.11.2015 às 01:23

Pois quanto a isso não posso falar: nunca li o Avante.

E não, Pedro Correia, não tem a ver com a mensagem: deixei de ler o Expresso, tal como deixei de ver muita televisão porque me incomoda o mau jornalismo.
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De Pedro Correia a 11.11.2015 às 01:26

Vemos, ouvimos e lemos - não podemos ignorar.
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De William Wallace a 11.11.2015 às 07:17

Podemos ignorar sim senhor, podemos escolher, podemos mudar de canal ou desligar especialmente quando nos querem tomar por parvos e mandam a isenção (pilar fundamental do bom jornalismo) para as urtigas.

O Pedro Correia e outros são uma malta de aziados e se antes era comum dizer que o PCP só sobrevivia quanto pior estivesse a Nação agora vai ser ver os PAf a fazer figas para que tudo corra mal daqui para a frente.

Não cauciono as manobras de Costa, aliás não me inspira nenhuma confiança e uma vez mais o PS poderá ser responsável por novos desastres para a Nação mas tenho consciência que o governo Paf não atingiu nenhum dos objectivos a que se propôs, governou sempre no limite da lei, não fez nenhuma reforma além da laboral (mesmo não sendo pedida pelos patrões), alimentou desconfianças entre gerações, grupos profissionais e foi forte com os fracos e fraco com os fortes e isso eu não posso tolerar, já para não falar nas escandaleiras que atingiram vários membros do elenco governativo e que mostraram a podridão que grassa entre as pseudo elites que dizem governar a Nação e que noutro tempo nem para porteiros dos ministérios servissem.

O Pedro Correia pensa que somos todos jericos que usamos palas mas engana-se, existem muitos (ainda) que pensam pela sua cabeça e são independentes de interesses, escolas ou partidos.

É melhor começar a pensar em fazer outro albergue espanhol mas desta vez sem a Catalunha que os tempos podem não ser fáceis para mestres em farsas.

http:/ aventar.eu /2015/11/10 o-ppd-psd-esta-em-estado-de-coma /
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De Pedro Correia a 11.11.2015 às 10:12

Chiça. Às sete da manhã de um dia cheio de sol você entra aqui com a prosa mais ressabiada do mês e ainda tem o topete de dizer que o aziado sou eu. Tome chá de urtiga, menino, tome chá de urtiga.
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De Luís Lavoura a 11.11.2015 às 09:28

O embaraço era tanto que assinaram os papéis em pé.

Olha que espanto! Os ministros quando tomam posse também assinam o juramento em pé! O Pedro Correia quando vai ao banco também assina papéis em pé!
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De Pedro Correia a 11.11.2015 às 10:16

Eu quando assino papéis no banco é sempre à porta fechada. Tal como a "esquerda unida".
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De Anónimo a 11.11.2015 às 11:43

Eu só não percebo uma coisa, e não é ironia,se foi á porta fechada, como é que há fotos de todos a assinar????? Até li um comentário num blog em que a observação era,"o Jerónimo assina com a mão esquerda"???!!! mas na direita não há canhotos????? Está tudo doido!!!!
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De Pedro Correia a 11.11.2015 às 12:22

Representantes do BE e do PCP nunca permaneceram juntos na sala onde decorreu a envergonhada e apressada sessão de assinaturas. Chegou e saiu primeiro o PCP, a seguir sucedeu o mesmo ao partido-apêndice e só no fim o BE. Por esta sequência.
O acto não foi presenciado por jornalistas. Só estava presente o fotógrafo oficial do PS.
Se você lesse jornais evitaria desperdiçar tantos pontos de interrogação.
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De Anónimo a 11.11.2015 às 12:56

E você que pelos vistos lê muito, também devia saber que o CDS, é um partido-apêndice do PSD! Doutra maneira, mas é! Se fosse sozinho ás urnas, nem dava para encher um táxi e o tacho do Portas acabava!
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De Pedro Correia a 11.11.2015 às 13:02

Também devia poupar nos pontos de exclamação. Gastou três: um por linha.
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De Anónimo a 11.11.2015 às 13:45

Esteja descansado que já não vou gastar mais"!".Vou continuar a lê-lo porque apesar de divergirmos politicamente, nunca me censurou, ao contrário da "sua colega" Isabel Mouzinho, que não publicou o que escrevi e penso de P.Portas!E também porque soube há pouco tempo que é do SCP.Aí sim, estou 100% de acordo com tudo o que escreve.
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De Pedro Correia a 11.11.2015 às 14:15

Eu estava a brincar, como deve ter reparado. Use os pontos de exclamação que entender.
(Deve haver qualquer confusão sua: neste blogue não há censura)
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De da Maia a 11.11.2015 às 18:01

Olhe que não, Pedro,
olhe que não será bem assim...

Se as pessoas não têm paciência ou feitio (e há sempre situações delicadas e comentadores "maledicentes"), é preferível que façam como faziam Carlos Abreu Amorim, ou Nogueira Leite, no Albergue Espanhol - passaram a fechar os postais a comentários.

Amigos como dantes, é preferível isso a fazer como fazia o Daniel Oliveira, que só publicava os que lhe apetecia primeiro, e depois passado um dia ou mais, aprovava os outros.
- Prática que, honra seja feita, nunca vi aqui.

Aqui pode não haver censura por alguns, mas... dou-lhe só um exemplo:

http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/a-lei-do-menor-esforco-7178013#comentarios

... está um comentário deste "maledicente" para aprovar desde Fevereiro, mas eu sei que não foi censura:
- afinal passaram-se só 9 meses, e depois - há o spam, - há o botão de delete que se carrega sem querer, e depois se confirma sem querer, etc.

Por isso meu caro, olhe que não...

... e só menciono o caso, porque foi antes mencionado, porque para mim, quanto menos chatice, mais descanso, e quem não está bem, muda-se.

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De William Wallace a 11.11.2015 às 22:19

Eu "maledicente" também fui alvo de censura no DdO por um escriba que deixou de escrever amiude porque acordou para a vida da blogosfera.........
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De Pedro Correia a 11.11.2015 às 22:54

Hoje parece ser o Dia do Calimero. A lamúria é tanta que daqui a pouco até eu próprio começo a lacrimejar.
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De da Maia a 12.11.2015 às 00:25



Está enganado, caro Pedro, esta situação faz-me rir bastante.
Acho imensa piada a certos irritados e irritações.
Como diria o Jesus... "é só botões"!

Mas talvez mais piada ainda seja hospedar num blog que se chama "delito de opinião", discricionariedade bolchevique na aprovação de comentários.

Deixa de ser irónico... está a ver a piada?

Abraço, meu caro, e amigos como dantes!
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De Pedro Correia a 12.11.2015 às 10:12

Nenhum blogue como este, meu caro, abre tanto o seu espaço aos comentários, ao contraditório, ao diálogo entre autores e leitores. Isto é factual.
Ao ponto de haver vários comentadores que escrevem aqui mais do que muitos autores. É factual também.
Abraço.
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De am a 11.11.2015 às 09:47

Se o acordo não fosse uma farsa... teria banda de música!

Só a alínea que diz que o BE/ PCP ea Barriga da aluguer, não se comprometem a assinar os próximos orçamentos de Estado ... diz tudo!
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De Pedro Correia a 11.11.2015 às 10:28

Em política, as imagens valem por cem discursos. Andar a fugir dos jornalistas de sala em sala na Assembleia da República para assinar um não-acordo de legislatura foi de uma eloquência gritante.
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De Anónimo a 11.11.2015 às 11:05

Assinaram um não acordo de legislatura? Como é que sabe disso?
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De Pedro Correia a 11.11.2015 às 12:13

Porque vivo no planeta Terra. E você? Não enjoa, aí a bordo da nave espacial?
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De Luís Lavoura a 11.11.2015 às 09:56

Acabo de encontrar o acordo que foi assinado "na clandestinidade", conforme o Pedro Correia acusa, pespegado no blogue Câmara Corporativa, em edição fotocopiada, incluindo as assinaturas de Jerónimo e Costa.
Pergunto ao Pedro como pode ser acusado de ser clandestino um acordo que se encontra, para todos lerem, num blogue. E como pode ser acusada de ser clandestina uma assinatura que todos podem ver, bem desenhada e a cores, nesse blogue.
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De Pedro Correia a 11.11.2015 às 10:31

Eu pergunto como é que esses pedaços de papel com uns rabiscos podem ser considerados acordos de legislatura. Luís Fazenda, fundador do Bloco de Esquerda, deixou aliás bem claro ontem à noite, na SIC N: não existe coligação alguma.
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De Luís Lavoura a 11.11.2015 às 10:40

Não se desvie da questão, Pedro. Eu perguntei como é que se pode apodar de "clandestino" algo que aparece, assinaturas e tudo, escarrapachado fac simile num blogue, É essa a questão que você não respondeu.

Quanto a saber se aquilo será ou não um acordo de legislatura, nem eu nem você sabemos qual vai ser o futuro.

Agora, que aquele acordo e as assinaturas que lá estão não são clandestinos, isso é evidente.
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De Pedro Correia a 11.11.2015 às 10:46

Você é notário?
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De queima beatas a 11.11.2015 às 10:09

Pequeninos. Faz lembrara a história do carteiro pigmeu que para meter o correio debaixo da porta tinha que subir a um escadote.
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De Pedro Correia a 11.11.2015 às 10:44

Este não-acordo de uma não-coligação só permite ao PS "formar governo e iniciar funções". Tudo o resto é um buraco negro.
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De amendes a 11.11.2015 às 10:43

A síntese do acordo:

O PS troca a UGT pela CGTP...

Aquele abraço apertado do Galamba ao patrão Arménio, diz tudo. A menos que....
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De Pedro Correia a 11.11.2015 às 10:50

O chamado "acordo" (que terei de escrever sempre entre aspas) é tão mínimo que exige negociações para tudo, em separado, entre o PS o PCP e o BE. Tão mínimo, tão mínimo, que o PCP nem subscreve a reposição faseada dos cortes salariais na administração pública ao longo de 2016 só porque exigia que fossem repostos de imediato.
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De JAB a 11.11.2015 às 17:34

Ninguém reparou nas estantes vazias que se encontram atrás?
São a verdadeira imagem do "acordo".
Acordo a três?
Não. Acordo a 1+1+1/2... É?...
E parece que as divergências já começaram...
Ao que nós chegámos!...
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De Pedro Correia a 11.11.2015 às 22:55

Aquelas estantes vazias são todo um programa. De soma zero.
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De Romão a 11.11.2015 às 17:57

Eu nem quero saber se o acordo foi feito as escondidas ou as claras.
Nestes dias percebi que não percebo nada de regimes parlamentares, semiparlamentares ou coisa que o valha. O que sei é que ninguém votou, de certeza, nesta coligação. Ao que li por aí, as papeletas assinadas não referem nada sobre aquilo onde vai doer : a politica Europeia. Também ao que parece, as tais papeletas assinadas não referem acordo nenhum quanto a aprovação do orçamento de Estado ou "moções de censura" (ou lá como se chama a coisa), portanto, eu que não percebo nada de ciência politica, nem quero perceber, acho que estes totós do PS entregaram a alma aos comunas, que em matérias importantes lhes vão tirar o tapete "á grande", acabando de vez com esse saco de gatos em que o Costa transformou o PS e acabando também de vez com esta espelunca. Mas isso sou eu a pensar e provavelmente estarei enganadíssimo!
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De Pedro Correia a 11.11.2015 às 23:01

Esses papeluchos - crismados de "posição conjunta sobre solução política" - são omissos em política europeia, política de defesa, reforma do Estado, ajustamento orçamental, euro, Tratado Orçamental, Orçamento do Estado, redução da despesa pública.
São até - vejam bem - omissos na célebre questão da "reestruturação (ou renegociação) da dívida" - defendida até há bem pouco por comunistas, bloquistas e muitos socialistas.
Tudo questões de somenos. Daí o compreensível silêncio sepulcral que sobre elas se abateu.
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De Mal por mal a 11.11.2015 às 21:49

Podiam sentar-se para assinar, sempre demoravam mais a fugir.

Mas que raio de improvisações!

Cada cena...nem uma bacalhauzada para a foto!
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De Pedro Correia a 11.11.2015 às 23:02

Parece a turma do toca e foge.
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De William Wallace a 12.11.2015 às 01:04

Verdadeiros guerrilheiros...

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