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Não há volta a dar

por Sérgio de Almeida Correia, em 23.08.15

O Rui Rocha, com a sua isenção e assertividade, já aqui tinha escrito o essencial, e que embora entrando pelos olhos há ainda quem não queira ver. Ou fazer dos outros parvos.

Se a coligação PSD/CDS-PP não quiser participar nos debates não participa. Será mau para a democracia e o debate, que se espera que ainda venha a haver sobre os assuntos pertinentes que dizem respeito aos portugueses, deixando de fora, o que não será fácil porque lhes está na massa do sangue, as trampolinices eleitorais em que se especializaram. Mas, desta vez, o ponto final é dado por alguém que integra as próprias listas da coligação: “Segundo a lei, as televisões têm de incluir nos debates obrigatoriamente apenas um representante de cada candidatura”.

Se não era isso que queriam pôr na lei, se queriam ter a deputada Heloísa nos debates ao lado do camarada Jerónimo, deviam ter pensado nisso antes e tê-lo dito claramente.

E, já agora, para serem coerentes e consequentes, também podiam esclarecer neste momento o seguinte: se amanhã uma coligação se apresentar a eleições com cinco ou seis partidos, como acontece noutros países europeus, cada um dos partidos que integra a coligação ficará autorizado a enviar o seu representante aos debates, tal como hoje Passos Coelho e Paulo Portas pretendem? A resposta deve ser simples e directa, penso eu.


26 comentários

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De queima beatas a 23.08.2015 às 12:11

Em 1º lugar convém aferir se faz algum sentido que os verdes nunca tendo ido a votos a solo disponham do estatuto de grupo parlamentar. Em relação á metodologia dos debates é legitimo questionar se de uma coligação com 6 partidos deveriam estar todos nos debates. Muitos critérios poderiam ser ponderados, mas a meu ver existe um que deve ter prevalência decisiva. O nº 2 de um governo que tem sido criticado de todas as bandas e por todos os ventos e marés é obrigatório que esteja nos debates. Até porque as esquerdas curtas e coxas estão a rejeitar uma excelente oportunidade de confrontar Portas olhos nos olhos com toda a artilharia disponível. Será que estão com medo dos ricochetes do confronto?
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De Makiavel a 23.08.2015 às 17:32

Não atire areia para os olhos das pessoas. Se existe uma coligação, deverá ter um representante por debate. Se é o Sr. Tecnoforma ou se é o Sr. Irrevogável, a coligação que decida. Agora ter 2 representantes de uma força política contra um representante das outras forças políticas é que me parece uma xico-espertice. Ou então terá de ir um representante de Os Verdes, já para não falar das várias sensibilidades do BE.
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De queima beatas a 23.08.2015 às 19:06

Será difícil acabar com as cenas de atirar areias quando outras opiniões não nos agradam. Meu caro senhor, limitei-me a emitir uma opinião que mantenho dado que não vi nada da sua parte a convencer-me do contrário. Mas não caio na deselegância de apelidar alguém de xico esperto só porque não concorda ou está do lado oposto da posição que defendo.
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De Makiavel a 24.08.2015 às 12:53

Apelidei de xico-espertismo quem pretende dois representantes de uma força política num debate, isto é, o xico-espertismo reside nos responsáveis da coligação. Não lhe chamei xico-esperto, mas se o chapéu lhe serve...
Se mantem a sua opinião, mesmo depois de ler a minha, é normal. Também não tinha intenção de mudar a sua. Não faço proselitismo.
Mas, já agora, explique-me por que carga de água é que uma força política, neste caso a coligação PàF, havia de ter dois representantes a defender as suas posições num debate onde os seus adversários apenas têm um? E se, por algum acaso, isso se concretizasse, por que raio é que um representante de Os Verdes, participante na coligação CDU, não havia de ter lugar no debate?
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De queima beatas a 24.08.2015 às 18:35

Lembro-lhe apenas que os meus chapéus sou eu que escolho, aproveitando para repetir apenas parte do que tinha dito antes, e por aqui me fico:
Muitos critérios poderiam ser ponderados, mas a meu ver existe um que deve ter prevalência decisiva. O nº 2 de um governo que tem sido criticado de todas as bandas e por todos os ventos e marés é obrigatório que esteja nos debates.
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De Makiavel a 24.08.2015 às 20:31

O seu raciocínio sofre de uma deformação congénita: nos debates não vão estar representantes do governo e da oposição, vão estar forças políticas concorrentes a eleições. Paulo Portas não será o número 2 do governo, será o número 2 da coligação concorrente. Nos debates, estará um representante por força política. Portas poderá representar a coligação PàF, assim A coligação o decida. Mais que isso é batota. É assim tão difícil perceber isto?
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De queima beatas a 25.08.2015 às 11:26

Então o seu raciocínio emperrou de vez. Existe alguma lei que impeça, ainda que á margem das disposições legais de campanha, que Costa se apresente frente a frente com Portas? Não haverá português que não gostasse de ver, a não ser do circulo que tenta defender o medroso PS, induzindo-o a não sair da amuralhada toca do tocar de longe e fugir.
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De Makiavel a 25.08.2015 às 16:10

Lá está o senhor a deitar areia para os olhos.
A questão não é a presença de um debate frente-a-frente com Paulo Portas e António Costa. A questão é a presença de duas pessoas da mesma força política (PàF) num debate com todas as forças concorrentes com representação na AR. O CDS-PP não concorre sozinho, logo não estará presente enquanto tal. A coligação nomeará o representante para o debate. Até pode ser o sr. irrevogável, mas acho que o psd profundo é capaz de não achar graça. Acresce que, sendo o sr. irrevogável o número 2 da coligação, deveria debater com o número 2 do PS, que por acaso nem sei quem é.
Clarinho como água, só não entende quem tem os neurónios queimados.
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De queima beatas a 25.08.2015 às 18:51

A sua questão é a que o senhor quiser e a minha questão sou eu que escolho. Clarinho como água e só não entende quem sente necessidade de recorrer a estafados rótulos de conversas de esquina. Neurónios queimados?
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De Makiavel a 26.08.2015 às 08:43

E assim chegámos à conversa de rótulos estafados e conversa de esquina (declaração ela mesma estafada e de esquina). Rest my case.
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De João Carlos Reis a 24.08.2015 às 22:30

Prezado queima beatas,
utilizando os seus próprios argumentos, dado que a deputada Heloísa Apolónia também tem sido criticada de todas as bandas e por todos os ventos e marés é obrigatório que esteja nos debates. Até porque as direitas curtas e coxas estão a rejeitar uma excelente oportunidade de confrontar a Heloísa olhos nos olhos com toda a artilharia disponível. Será que estão com medo dos ricochetes do confronto?
O que é certo é que enquanto não lhes conveio, os partidos da actual coligação governativa NUNCA, mesmo em eleições anteriores quando concorriam sozinhos, disseram que era da mais elementar justiça que o(a) representante da 2ª força da CDU estivesse presente nos debates, mas agora a xico-espertice das suas conveniências já diz que pode... ahhh... e não é deselegância... é apenas e tão só a constatação dos factos...
Além do mais a legislação diz que é um representante por cada candidatura, mas esta coligação não é muito conhecida por respeitar a Legislação ou a Constituição... excepto quando lhe convém... interessante este aspecto...
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De queima beatas a 25.08.2015 às 11:16

Em relação a Apolónia nada contra ela participar em debates. O que eu questiono é como um partido que nunca foi a votos a solo tem o estatuto de grupo parlamentar. Existe alguma lei que impeça, ainda que á margem das disposições legais de campanha, que Costa se apresente frente a frente com Portas?
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De Makiavel a 25.08.2015 às 16:14

Essa sua opinião sobre Heloísa Apolónia é de um cinismo a toda a prova, apenas explicável como instrumento da sua argumentação para que a PàF tenha 2 representantes nos debates. Então põe em causa o direito de Os Verdes se constituirem como grupo parlamentar mas concede-lhes o direito de participarem em debates? Ui, que dualidade de critérios. Como dizia o outro, comprendite!
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De queima beatas a 25.08.2015 às 18:45

Qual é o problema se o tempo destinado á coligação for dividido por dois? Quanto a cinismo cada um toma o que quer, não havendo qualquer contradição no que digo porque embora tenha duvidas sobre o estatuto que foi conferido a Apolónia isso não significa que deva ser afastada dos debates. Entendido?
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De João Carlos Reis a 28.08.2015 às 07:37

Prezado queima beatas,
não tem nada contra ela participar em debates porque finalmente deu o braço a torcer e desculpou-se com o dividir a meias (podia ser outra qualquer percentagem) do tempo da coligação, mas a sua ideia original era que todos participassem em pé de igualdade...
«Existe alguma lei que impeça, ainda que á margem das disposições legais de campanha, ...»... pois... como eu já escrevi, infelizmente não é só esta coligação que não é muito conhecida por respeitar a Legislação e/ou a Constituição... excepto quando lhe convém... há mais quem se queira marimbar em respeitar a Legislação e/ou a Constituição... contra factos não há argumentos...
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De queima beatas a 28.08.2015 às 10:35

A minha ideia original radica sempre em considerar o "pé de igualdade" com a preocupação de uma fórmula que resolvesse o caso em apreço. "Contra factos não há argumentos" subscrevo sem pestanejar, sendo que no meu entendimento o mais relevante é que Costa tem medo de Portas e colheu todos os argumentos possíveis para fugir. Entretanto deixo-lhe uma ideia que já expressei noutro espaço: Costa que anda a escrever cartas aos "indecisos" deve propor um debate com um representantes dos ditos em canal aberto falado para um dá cá toma lá que todo o mundo gostaria de ver. Através das redes sociais se escolheria democraticamente o representante dos alegados indecisos, que não eu, dado que com Costa não estou nada indeciso para o chumbar nas urnas.
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De William Wallace a 23.08.2015 às 13:27

É mais que óbvio que a coligação não quer apresentar propostas nenhumas para o FUTURO e por isso irá continuar a recorrer a todos os truques para não o fazer.

O Páf pretende vencer as eleições apenas por se apresentar a jogo e competia à oposição (em particular o PS) neste momento já ter realçado que o Páf ainda não apresentou NADA de objectivo mas é tão incompetente que nem isso consegue fazer e todas as semanas tem dado trunfos à coligação não conseguindo sequer defender as suas propostas de modo convincente.
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De Sagaz a 23.08.2015 às 13:41

Antes de uma eleição, Todos os Partidos, incluindo os que não têm representação na AR, deveriam ter direito a ter um representante nos debates e porquê?
Porque haja ou não coligações, é sempre bom relembrar os pontos comuns e o que têm de diferente, aliás, como muito bem diz se, por motivos extraordinários, por exemplo, tivesse de haver uma coligação ainda maior para defesa de algum supremo interesse nacional, nesta perspetiva, ainda podia acabar por ficar só um a falar sozinho.
Isto é tudo uma idiotice, uma irresponsabilidade, uns faits divers para nos distrair porque, no fundo, até sabemos, já nada aquece nem arrefece porque quem, realmente, manda, nem sequer é eleito. Esta entrada na U.E. teria que ter este tipo de consequências e, isto de eleições, é apenas um teatrinho triste, porque a realidade é bem assustadora, basta olhar para a Grécia.
Entregámos a soberania a troco de dinheiro (que foi, em grande quantidade, para alguns) e os votos que teriam sido, realmente, importantes e o verdadeiro debate que nos foi roubado, teria sido sobre os prós e os contras da nossa entrada na U.E., incluindo a entrada na moeda única ou a conservação do escudo. Há momentos na História que são irreversíveis ou quase porque a sua irreversibilidade, representaria ainda mais sofrimento do que aquele em que se está e, nem que fosse por um bem maior, a sociedade ocidental está demasiado amolecida para lutar por princípios ou por um futuro melhor, só vemos muita luta por direitos ou regalias imediatas e, nem pensar, em perder alguma coisa garantida e adquirida por alguns, nem que isso fosse bom para o bem de Todos. Foi assim que acabámos, divididos em grupinhos, sejam sociais, profissionais... tudo serve para nos dividir e, lá longe, onde realmente as grandes decisões são tomadas, ainda devemos ser gozados por andarmos a lutar uns contra os outros por uns tremoços e amendoins.
Como a esperança é a última a morrer, quando voto, tento escolher o menos esbanjador, porque, talvez, quem sabe, ainda conseguiremos sair disto... não acredito muito mas, temos que arranjar uma desculpa para, todos os dias sair da cama...
No entanto, uma grande maioria está mesmo mais interessada em bola, novelas ou programas que deviam ter uma bolinha vermelha para avisar... conteúdos que podem provocar preguiça mental.
Mas que interessa? Estamos na silly season, o que está a dar é ficar esparramado ao sol para apanhar um melanoma, pagar mais umas centenas de euros que temos de pedir emprestados para artistas estrangeiros e assim ajudar a aumentar o défice, mas que interessa isso, se nos vêm animar nos concertos de verão e, como consumidores obedientes (e como o PS deseja, para aumentar o consumo) temos que nos ir arrastando pelos centros comerciais a tentar comprar mais umas tralhas estrangeiras que, realmente, nem sequer precisamos e, talvez, no Outono conseguir comprar o desejado carrinho novo que, como se tem visto, tem servido para encher os cofres alemães e, já agora, para mostrar que somos gente boa ou só para aliviar a consciência daquilo que não conseguimos fazer dentro do nosso próprio país, sermos todos iguais em direitos e obrigações, até a própria legislação arranja mil maneiras de não ser igual para todos, nada como apregoar que se devem abrir as fronteiras para ajudar os migrantes, outro momento que, talvez venha a ser irreversível. No entanto, depois, por favor, não se queixem porque, neste momento, o que os cidadãos europeus deveriam estar a pedir era um referendo sobre se querem abrir as fronteiras a todos ou continuar apenas a receber os que a U.E. já tem legislação que se aplica a um determinado número de casos que já estão definidos.
Portanto... continuemos, cada um a puxar a brasa para a sua sardinha... aliás... já só temos as brasas... porque como já devem ter ouvido, ontem foi o último dia permitido para a pesca da sardinha... lá longe, eles mandam e, nas Nossas águas, até ordenam até quando e quantas sardinhas podemos pescar... e daqui a nada... até as que podemos comer.
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De William Wallace a 23.08.2015 às 18:09

Muito Bom este seu texto !

Concordo com ele a 110%.
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De lucklucky a 23.08.2015 às 16:39

Que haja uma lei que regule quem deve participar num debate televisivo mostra o ridículo estatista onde já chegámos. E aí sim a culpa é também do PSD e CDS

Como o PSD e o CDS representam coisas diferentes, apesar de pertencerem a uma mesma candidatura têm direito a particpar.

Mas parece que algumas pessoas não o aceitam por quererem o benéfico de um maior tempo de antena.
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De Makiavel a 25.08.2015 às 16:19

"Como o PSD e o CDS representam coisas diferentes, apesar de pertencerem a uma mesma candidatura têm direito a particpar."

Errado. Para efeitos de resultados das eleições, representam a mesma coisa. Para todos os efeitos, a coligação PàF é como se fosse um partido com duas sensibilidades. Estou mesmo a ver os outros partidos a exigirem a representação nos debates das suas multiplas sensibilidades: seguristas, soaristas, ribeirocastristas, etc.
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De Anónimo a 23.08.2015 às 18:44

Isto chegou a um ponto tal de desprezo, desrespeito e antipatia que apetece perguntar... voçês estão a falar de quê?
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De Luis Ferreira a 23.08.2015 às 20:24

Não só é correcto que o Sr. Paulo Portas só deve estar nos debates se o Sr.Passos Coelho declinar a sua participação.
Também não entendo porque razão é que quando é estabelecido um pacto de incidência parlamentar, antes das eleições que lhes darão os eleitos, tal como são o PAF e a CDU não seja constítuido só um grupo parlamentar por cada coligação como de um só partido se tratasse.
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De Rui Sousa a 24.08.2015 às 01:28

Mas este tipo de debates faz algum sentido com o calibre dos partidos portugueses?
Nunca apresentam ideias ou propostas (excluindo aquelas populistas que na prática nunca serão implementadas);
Baseiam os seus discursos no ataque pessoal e/ou partidário, acusando ou procurando desculpas de acordo com a situação;
Repetem sempre o mesmo discurso, que já todos conhecemos porque todos os dias aparecem nos noticiários;
Os portugueses em geral votam sempre no mesmo partido, independentemente de quem é o seu líder actual, das propostas que este apresenta, ou da ideologia defendida.

Ninguém traz nada de novo para o plano político nacional, são sempre os mesmos rostos, as mesmas mensagens, o mesmo potencial para afundar ainda mais o país e não vão ser uns debates a contribuir para que os portugueses alterem a sua intenção de voto.
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De Alexandre Carvalho da Silveira a 24.08.2015 às 13:34

Como é que se pode chamar debate a "uma coisa" com a presença da Catarina Martins e do Jerónimo de Sousa? eu sei o que é que a esquerda quer: a imolação do cordeiro, neste caso do Coelho, no altar da demagogia do PCP e do BE. Nesse "debate" o António Costa nem precisaria de abrir a boca, bastaria afivelar aquele sorrizinho pateta e deixar correr o marfim, porque tem lá quem faça o trabalho sujo por ele.
Mas depois do banho que vai levar no dia 9 de Setembro, onde vai ter de justificar coisas como os 207 mil empregos e outras inanidades parecidas, no dia 22 se calhar já tem poucas razões para se rir.
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De queima beatas a 24.08.2015 às 18:41

Acabo de ver Portas na TV a desafiar Costa para um debate, com o argumento simples de que este deve transportar as criticas que lhe faz permanentemente para um cara a cara. Quero ver se o pateta do sorriso se acobarda e não aceita.

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