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Morde, Paulinho, morde

por Rui Rocha, em 06.05.17

- Bom dia, Doutor Proença.
- Bom dia. Com quem estou a falar?
- Sou o Paulo Baldaia, Doutor.
- ...
- O Director do DN...
- ...
- Sou o Paulo, Doutor. Do DN. O Paulinho...
- Ah, o Paulinho! Por que é que não disseste logo? Um dia destes tenho de gravar o teu número... Então diz lá, ó Paulinho...
- Era para ver se o senhor Doutor me deixava fazer uma noticiazinha de primeira página com a situação da candidatura do Rui Moreira e do PS no Porto...
- Tás maluco, ó Paulinho? Então mandei-te despedir o Alberto Gonçalves para agora... Vais lá chamar uma bronca dessas à primeira página...
- Não foi um despedimento, Doutor. Não era jornalista e...
- Paulinho!
- Desculpe, Doutor. Mas não ficará mal o DN ser o único a não dar destaque de primeira página ao assunto? Já quando foi dos sms do Centeno passámos uma vergonha tão grande...
- Pronto, ó Paulinho, fazemos assim: não vai para primeira página mas escreves tu um artigo a cascar no PS Porto para despistar.
- Combinado, Doutor. Mas então vou mesmo morder as canelas dos gajos.
- Morde, Paulinho, morde. Assim como assim já ninguém lê as merdas que escreves.


4 comentários

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De Einstürzende Neubauten a 06.05.2017 às 17:12

Não se preocupe!
O Betinho já tem poiso no Observador...até aquilo falir, como o Diário Económico - a malta em Portugal só lê jornais de Esquerda....uma chatice...
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De JSP a 06.05.2017 às 18:32

O paulinho é o Palma Cavalão dos nossos dias...
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De Anónimo a 06.05.2017 às 18:49

DA CONCELHIA DO PS DE MATOSINHOS
A Comissão Política do PS de Matosinhos torna público o seguinte:
1- Lamentamos com preocupação a situação do PS Porto pelas razões públicas. Não fazemos avaliações por respeito pela autonomia das Concelhias do PS. Consideramos no entanto que as consequências são inevitáveis com as responsabilidades políticas avaliadas no local e com a oportunidade que se aconselha. A Concelhia do PS/saberá reencontrar o caminho correto no respeito pelo projeto do PS.
Defendemos agora para o Porto, em coerência, o mesmo que sempre defendemos para Matosinhos: autonomia, respeito e dignidade.
2- Estes novos acontecimentos têm inevitáveis consequências em Matosinhos.
O presidente da federação distrital do Porto, Manuel Pizarro, não tem o mínimo de condições políticas, partidárias e éticas para continuar com a prática de impor a Matosinhos candidatos e opções contra as estruturas partidárias, a Concelhia, secções e militantes do Concelho.
Não é mais possível aceitarmos manter o PS de Matosinhos refém dos que nos derrotaram, em 2013, abandonaram o PS, apenas para manterem os lugares e, agora, pela mão de Manuel Pizarro e Luisa Salgueiro, com o silêncio cúmplice da direção e de António Costa, querem substituir os órgãos do partido e os seus militantes.
3- Assim com sentido de responsabilidade e humildade política a Concelhia do PS de Matosinhos vai retomar a coordenação do processo de candidaturas, discutindo, avaliando e decidindo, sob proposta do presidente da Concelhia, nos órgãos próprios do partido, em Matosinhos, no total respeito pelos militantes, sejam dirigentes, autarcas ou de base.
A Concelhia tudo fará para respeitar as opiniões, sugestões e propostas das secções não permitindo que outros, em particular que nos abandonaram em momentos mais difíceis, para nos derrotarem e tentarem humilhar, interfiram no processo e muito menos tentem substituir o PS e quem o representa.
4- Mesmo assim o PS de Matosinhos saberá, como sempre o fez ao longo de quatro décadas, abrir as suas listas a independentes mas, liberto de pressões, condicionamentos e muito menos refém de quem apenas luta por lugares e despreza valores e princípios.
Quem manda no PS são os seus militantes, quadros, autarcas e dirigentes e são estes, só estes, que no quadro das regras estatutárias tomarão as decisões adequadas à realidade de Matosinhos.
5- Fique claro que não aceitaremos que as decisões que cabem a Matosinhos e a serem tomadas por e em Matosinhos sejam tomadas no Porto com desrespeito e desconsideração por esta terra que nos orgulhamos.
O PS de matosinhos sabe o que quer e muito especialmente sabe o que não quer para o futuro desta terra e do PS.
6- Todo o processo de preparação das candidaturas do PS no Concelho de Matosinhos foi desenvolvido fora de Matosinhos, contra os órgãos próprios do PS de Matosinhos e com um total desrespeito e afronta humilhante aos militantes de Matosinhos.
Continuamos a encarar esta atitude como uma afronta ao PS de Matosinhos, aos seus autarcas, aos seus dirigentes e sobretudo aos militantes que têm sido desrespeitados e desconsideramos.
A própria candidata imposta por Manuel Pizarro e escolhida pelo e no Porto desenvolve um processo à margem e algumas vezes contra o PS e aos seus militantes correndo por sua conta e risco.
7- Entre o PS, os seus militantes e os ditos independentes, que nos viraram as costas em 2013, Luisa Salgueiro, candidata de Manuel Pizarro, optou ficar do lado contrário ao PS de Matosinhos e refém dos do costume.
8- Infelizmente, nem toda a gente se move de boa fé e com bom senso, pelo que repudiamos práticas que não servem o PS mas estratégias pessoais.
As ações "oportunistas" não cabem, nunca couberam, nas balizas dos valores humanistas do Partido Socialista.
9- Da nossa parte, com humildade política, assumimos este desafio para libertar o PS de Matosinhos dos condicionamentos e amarras resultantes duma estratégia comprovadamente falhada devolvendo o PS, a estratégia e as decisões, aos seus dirigentes e militantes de Matosinhos.
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De Anónimo a 06.05.2017 às 18:51

Fazemos este desafio porque em Matosinhos mandam os de Matosinhos.
Esta disponibilidade poderá colocar um ponto final no clima de afrontamento total e crispação a Matosinhos e às estruturas locais do PS, bem como aos militantes deste Concelho que dividiu profundamente os socialistas e evitará o processo de impugnação das listas escolhidas de forma abusiva e sem respeito pelas mais elementares regras democráticas, estatutárias e constitucionais.
10- Salvaguardamos esta atitude do PS de Matosinhos em prol de uma forma de fazer política mais transparente, mais ética, digna e correta.
O Partido Socialista de Matosinhos mantém o respeito pelas decisões tomadas, democraticamente, na sede do partido, em Matosinhos e com os matosinhenses, no que concerne à escolha do candidato à Presidência da Câmara pelo Partido Socialista sem prejuízo de reavaliar outras propostas e sugestões desde que da iniciativa do PS de Matosinhos e sem interferências dos que foram e são adversários dos socialistas deste concelho.
É que não somos reféns de quem lutou e derrotou o PS em em 2013 porque temos o dever político e moral de honrar o passado e respeitar todos os militantes, sejam dirigentes, autarcas, ou militantes de base.
11- Continuaremos a lutar pela unidade de todos os socialistas de Matosinhos, sem manipulações ou falta de transparência e democraticidade. A participação de todas e todos os socialistas é fundamental para atingirmos os objetivos que preconizamos.
Entendemos que só com esta prática seremos merecedores da confiança das pessoas para ganharmos as próximas eleições autárquicas, em respeito pelos nossos fundadores, princípios e valores, mas também respeitando os nossos autarcas, dirigentes e militantes.
O presidente da Concelhia do PS de Matosinhos
Ernesto Páscoa
Matosinhos, 6 de maio de 2017

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