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Ministros demitidos enquanto aprovavam orçamento.

por Luís Menezes Leitão, em 20.10.18

24969837.JPG

Para mim, isto é demasiado baixo para constituir sequer falta de sentido de Estado. Representa pura e simplesmente deslealdade e grosseria para com pessoas que, bem ou mal, estavam a exercer com sacrifício um cargo público.

 

Adenda: Este se calhar aparece agora a dizer isto tão rapidamente porque tem medo de ser também demitido sem o saber.


10 comentários

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De Pedro a 20.10.2018 às 11:54

Grosseria maior foi a continuação, no cargo, do ministro da saúde com as reiteradas falências dos serviços, no SNS. - ex: Hospital de Vila Nova de Gaia, S. João . Já para não falar, do episódio, quando deu a entender que apenas fazia o que Centeno permitia - "somos todos Centeno". Revelou falta de sentido de honra. Deveria ter-se demitido há muito

E sobre o da Defesa é melhor nem falar, tendo sido usado por Costa como escudo humano . Qualquer outro, com o tal sentido de honra, tinha-se também demitido há muito. Estão todos muito bem uns para os outros

Mas o Expresso também se engana muito, vá -se lá saber.
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De V. a 20.10.2018 às 13:16

No worries. Quando correrem com o Galamba metem lá o Adão e Silva, que é da mesma estirpe de fdpês caceteiros benfiquistas socialistas arrogantes e inúteis. Só servem para comerem mais do que os outros que trabalham para os sustentar enquanto fabricam leis para sacar dinheiro a quem esgravata 7000 euros por ano porque não têm partido nem clube nem amigos nem arrogância suficiente para dizer aos outros como devem viver.

Pode ser que estes tolos um dia se levantem e os destruam a todos e destruam o estado fascista e autoritário que os socialistas e as esquerdas estão a construir. Era giro.
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De WW a 20.10.2018 às 13:47

Exercer um cargo público não pode, não é um sacrifício, deve ser algo que devemos honrar e prestigiar e não um frete para pulos maiores como vemos pelos inúmeros exemplos.
No caso do ex-ministro da Saúde pelo menos para mim fiquei com essa impressão, uma excepção na actual legislatura, ser capaz de enfrentar os lobbys sejam eles quais forem e tentar zelar pelo bem comum é de uma enorme coragem.
Obviamente que o Orçamento já deveria estar feito desde Junho/Julho, o resto foi e é show-off.
Por muito que a camarilha xuxa e os "liberais" de turno queiram o PS não alcançará a vitória nas legislativas de 2019. A principal questão será saber se a geringonça se manterá ou se teremos um governo minoritário PS-BE, se o BE não resistir á sua sede de poder para levar a cabo a sua agenda de "reformas".
Quanto ao Srº Secretário de Estado folgo ver que já está a mudar de indumentária e a seguir as melhores práticas do seu padrinho ao apostar em griffes italianas.

WW
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De Alexandre Policarpo a 20.10.2018 às 13:52

E no entanto práticamente todos os jornalisas e comentadores acharam esta baixeza e falta de respeito uma jogada de mestre. Claro que a baixeza e falta de respeito, não tem a ver com a remodelação em si, que até foi muito curta, não se percebe o que é que o ministro da Educação ou o casal Cabrita, p. ex., estão a fazer no governo, mas tem a ver com a maneira como foi feita, fora de tempo e em cima do joelho, como é apanágio deste 1º ministro de aviário.
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De Manuela Alves a 20.10.2018 às 14:06

Acha mesmo que um político não profissional que chegue a Ministro tem medo de ser demitido? Ou pode ver a demissão como um alívio? Há ou não pessoas que ao irem para Ministros até estão a perder dinheiro? Acha que os Ministros são bem pagos?
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De Anónimo a 20.10.2018 às 18:17

Boa tarde Luís Menezes Leitão.
Como pessoa atenta que me parece ser, certamente reparou no automático acréscimo de "saber" que esta remodelação trouxe ao barbudo ministro.
António Cabral
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De jpt a 20.10.2018 às 19:58

gente que aceita ser ministro deste governo não merece melhor tratamento ...
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De Luís Lavoura a 22.10.2018 às 08:42

O Pedro Correia não deveria acreditar nas "notícias" do Espesso. Boa parte delas são falsidades.
Nada nos garante que os ministros não tenham saído de boa vontade nem que não estivessem dispostos a sair a qualquer momento, antes ou depois do orçamento aprovado.
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De Pedro Correia a 22.10.2018 às 09:31

Pedro Correia? A que propósito vem aqui o meu nome?
Caramba, que obsessão. Começa a ser patológico.
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De Luís Lavoura a 22.10.2018 às 10:00

Peço desculpa. A si e ao Luís Menezes Leitão.

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