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m'espanto às vezes

por Diogo Noivo, em 22.01.20

Há algo que me fascina no caso de Isabel dos Santos: aqueles que a apoiaram, que enalteceram o seu investimento na economia portuguesa, que se desdobraram em vénias, que acusaram de provincianismo quem recomendava prudência (troque “Isabel dos Santos” por “República Popular da China” e verá o futuro, caro leitor), desapareceram. Pura e simplesmente desapareceram. A Helena Matos escreve no Blasfémias que esta gente lhe dá asco. Eu ainda estou na fase da estupefacção.


3 comentários

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De Luís Lavoura a 22.01.2020 às 17:24

acusaram de provincianismo quem recomendava prudência

Mas por quê prudência? Isabel dos Santos e/ou empresas chinesas salvaram empresas portuguesas que, se não fossem Isabel dos Santos e/ou as empresas chinesas, teriam pura e simplesmente falido. Não havia qualquer razão para ter prudência - Isabel dos Santos e/ou as empresas chinesas constituíam a única hipótese que havia de salvar as empresas portuguesas.

É verdade que a EFACEC é capaz de se ir ver em apuros por causa da Isabel dos Santos. Mas, quando Isabel dos Santos pegou na EFACEC, ela já estava em (grandes) apuros!
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De Anónimo a 22.01.2020 às 19:12

Com apoio sem concurso público criou a Unitel que é uma mina que dá 500 milhões por ano e com este valor constrói-se um império e a senhora tem mérito e inteligência.
Claro que há habilidades para sacar o dinheiro de Angola
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De Anónimo a 22.01.2020 às 19:34

O estímulo dos media é tão forte que tudo o que está para trás, até o seu próprio comportamento passado não regista.

As pessoas reagem ao que vem nas notícias do presente.
Por exemplo a Greta foi uma clara operação de propaganda jornalista típica. Como dizia o que os jornalistas queriam ouvir - relembrar o Artur Baptista das Silva promovido pelo Expresso - foi fogo em floresta seca.

Se amanhã os jornais ficassem todos nazis muitos o seriam de repente também.
Tal a volubilidade e a necessidade de estar sempre no cimo da onda da "opinião correcta" do momento.
São o jornais que constroem a moral , a Overton Window.


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