De Reaça a 06.06.2017 às 11:08
A Europa não tem força para se defender, não tem força por culpa própria, pelos tiros que deu no próprio pé.
Há exactamente 100 anos que se começou "a pôr a jeito"...e não para!
Ainda bem que nós aqui, aquem pirineus, não nos consideram muito Europeus.
Talvez fosse por isso que há alguns anos uns quantos cavalheiros insistiam por cá em ver Portugal inserido no chamado Terceiro Mundo. E sustentavam isto sem sombra de ironia.
De Justiniano a 06.06.2017 às 12:00
Morreu, há dias, um dos grandes adeptos dessa mitologia! Era, pelo menos, interessante ouvi-lo versar sobre esse misticismo apoteótico e redentor. Não sei se acreditava verdadeiramente naquela sequência, quase insana, onde via humanidade irmanada pela fome, e apenas pela fome, pouco mais! Iluminaria com o seu fascio todo o terceiro mundo, resgatando-o da humanidade perdida! Tinha um coração de fina intenção e amável no trato!
Paz à sua alma.
Fala de quem? Não atingi.
De Justiniano a 06.06.2017 às 16:11
Miguel Urbano Tavares Rodrigues
Ah, OK. Obrigado pelo esclarecimento.
De Justiniano a 06.06.2017 às 16:15
Note, caro Pedro Correia, que não celebro a sua morte, jamais o faria. Tinha, pelo personagem, alguma simpatia!
Nenhuma morte merece celebração.
De V. a 06.06.2017 às 11:58
Nós sempre tivémos uma aliança firme e liberal com Inglaterra. Que só a Esquerda (que usurpou o poder em Portugal através do funcionalismo público e vai ser muito difícil desencravar todos os pulhas que estão a enfiar em lugares-chave no Estado) tenta destruir através da mediterraneanização e da tropicalização que vêm impondo à nossa cultura norte-atlântica, leonesa e galega de forma continuada.
De Einstürzende Neubauten a 06.06.2017 às 15:30
"impondo à nossa cultura norte-atlântica, leonesa e galega de forma continuada. "
Os Árabes não tiveram por cá cerca de 600 anos!!??
Vá ao Alentejo e veja a arquitetura moçárabe...já para não falar no idioma e já agora no fado!!
De V. a 06.06.2017 às 18:30
Isso foi um cancro que fomos removendo. Mas não temos nada a ver com essa gente. A Reconquista (ou seja, tínhamos sido invadidos) chamou-se muito propriamente Reconquista Cristã. O nosso ADN nem 5% tem dessa gente. Temos mais de cão do que de argelino. Aliás, não eram árabes; eram mauritanos. Os Árabes nunca cá estiveram. Nem vão estar enquanto houver gente como eu.
Mas quando for só gente como vocês o Ocidente está perdido.
De Costa a 06.06.2017 às 20:57
Enfim, é a historiografia dominante, creio. Moldada por certa influência ideológica e que minimiza a questão de quem, primeiro, invadiu quem.
É uma simples questão de factos, antes mesmo de invocar e discutir as afinidades e influências passadas e sua extensão (e não se esqueçam as presentes, já agora, mesmo que pouco entusiasmantes para essa historiografia), ou os méritos passados e presentes de gentes e civilizações.
Ou assim deveria ser. Uma maçada, mas as coisas são como são.
Costa
De Einstürzende Neubauten a 06.06.2017 às 21:14
("O legado genético da diversidade religiosa e da intolerância: linhagens paternas dos cristãos, judeus e muçulmanos na Península Ibérica", Lavinha et al, American Journal of Human Genetics, 2008, e OPatrimónio Genético Português. A história humana preservada nos genes, Luísa Pereira e Filipa M. Ribeiro, Gradiva, 2009). Tanto o grupo do João Lavinha como o da Luísa Pereira encontraram uma elevadíssima percentagem de linhagens do Norte de África (berberes) e do Próximo Oriente (judias) nas populações portuguesas.
A presença do hgE1b1b1b-M81 na Península Ibérica, tem sido relacionada com as linhagens Berberes do Norte de África, uma vez que este haplogrupo é encontrado em frequências elevadas nestas populações (frequência média do hgE1b1b1b-M81 no Norte de África =54%; Adams et al., 2008) e por se saber que estes integraram maioritariamente os exércitos muçulmanos que invadiram a Península Ibérica no início do século VIII. Este subgrupo, de todos os que derivam do E1b1b1-M35, é o que atinge uma maior frequência (5,4%) na população analisada no presente trabalho, e tem sido observado com frequências variáveis (1-12%) nas populações Ibéricas (frequência média 4%) (Adams et al., 2008), ocorrendo com frequências muito baixas <6% no Oeste Europeu (Semino et al., 2004; Cruciani et al., 2004). É pois bem provável que a presença deste haplogrupo signifique um contributo genético proveniente do Norte de África durante a ocupação islâmica do distrito de Coimbra.
O haplogrupo J1-M267, foi registado com uma frequência de 10,7% no distrito de Coimbra, um valor bem superior ao encontrado noutras regiões do país (Tabela 2). Este haplogrupo foi associado à expansão das tribos árabes no Levante e Norte de África onde atinge a frequência (média) de 17% ....
http://www.ghp.ics.uminho.pt/I%20Encontro%20CITCEM-DOCS/DIA%2026/PAINEL%20-%20Patrimonio%20Genetico%20-%20Augusto%20Abade%20(17h00-18h30)/R.%20Martiniano_L.%20Manco_A.%20Abade/RUI%20MARTINIANO_LICINIO%20MANCO_AUGUSTO%20ABADE_Texto.pdf
E qual a % que temos dos Godos? E dos romanos? E dos Celtas?
"Os Árabes nunca cá estiveram"
Prontos, Berberes. Está melhor?
Agora vai-me falar no gene lusitano? Mas sabe qual a proteína que ele codifica? Até pode ser a da unha dos pés.
De Costa a 07.06.2017 às 00:21
O caro Neubauten aprecia aparentar a sua ligação às ciências ditas naturais, ou exactas. Suponho mesmo que as outras, as sociais ou (pior) as "humanidades" lhe despertem alguma repugnância - como se fraudes -, ou, se em dia de boa disposição, uma condescendência paternalista para com, na melhor hipótese, diletantes ociosos. E imagino as anedotas em que juristas ou economistas são fatalmente cobertos de ridículo.
Eu não faço ideia que haplogrupo integro. Eu, que - desgraça! -academicamente cumpri com obediência e escasso, se algum..., brilho o currículo ministrado naquele edifício à direita da Reitoria de Lisboa e profissionalmente me rejo pelas leis da física, mas como mero executante, sei lá o que é um haplogrupo!
Mas, meu caro, aceite isto: os meus remotos avós podem ter sido retintamente árabes, berberes, muçulmanos, judeus, o que você queira e a ciência genética e a..., enfim, aquilo a que fará o favor de aceitar se chame "História" demonstrem. Mas eu sei de que lado me encontro, a que valores chamo meus, no tempo em que vivo e deixarei a meus filhos e netos. Mais claro, mais escuro, mais moreno, menos louro, mais baixo, peludo, alto ou atarracado que seja.
Eu não sou, ou não sou apenas, os meus haplogrupos e essas sequências alfanuméricas para iniciados e em que você tão alegremente se sente. Sou, permita-me a presunção, bem mais do que isso. Coisas até, se você o consegue aceitar, ou apenas imaginar num bizarro sonho, não susceptíveis caracterização laboratorial ou formulação matemática.
Costa
De V. a 07.06.2017 às 01:34
Isso é tudo balelas. As feições das pessoas não são do norte de África, tenham lá paciência. Vocês andam a tentar vender esse peixe estragado há muito tempo. Até queriam violar a campa de Afonso Henriques para provar que era meio preto ou coisa do género, não fosse a "investigadora" que fez o pedido de exumação uma menina do Bloco. Pensam que as pessoas andam a dormir ou quê? É um mistério essa vossa fúria para provar que os brancos afinal são pretos. É como os cisnes.
Está completa e redondamente enganado. Essa história de que "D. Afonso Henriques expulsou os mouros" não passa de um dito popular. Já lhe responderam noutros comentários, mas para completar, os mouros foram tão invasores como os visigodos, suevos, romanos, celtas, etc; Temos MUITO a ver com "essa gente" (é ver a percentagem de genes berberes no vale do Douro), e sim, também houve árabes, provenientes do Iémen. Além disso, se algumas das elites foram expulsas durante a Reconquista, a maioria ficou, e ou se converteu, ou permaneceu muçulmana habitando nas mourarias. E os moçárabes adquiriram muito os hábitos islâmicos , como as vestes, e talvez por isso o bispo moçárabe de Lisboa tenha sido morto pelos cruzados (aqueles com quem diz que "temos afinidades"), coisa que nunca aconteceria com portugueses, leoneses e galegos. Durante a Idade Média permaneceram em Portugal e nunca foram alvo de expulsões como em Castela, como os mouriscos. Sim, havia bem mais finidades com os "mouros" do que com os ingleses.
De V. a 06.06.2017 às 18:34
E já agora, "moçárabe" é o nome que se dava aos cristão subjugados pelos mauritanos. E foram corridos à mocada daqui para fora e vão ser outra vez se for preciso. Já mal se tolera os socialistas e a canalha comuna quanto mais essa macacada toda.
De Baudolino a 06.06.2017 às 21:03
Actualmente já não se justifica tanta ignorância. Há muito que estão acessíveis boas histórias gerais da ocupação arabo-berbére do actual território português desde o século VIII (Cláudio Torres, José Mattoso, Oliveira Marques, Adel Sidarus, Filomena Lopes de Barros...), que mostram a densidade e continuidade no tempo dessa ocupação, que vai muito além do fim da «reconquista». Quanto à questão do adn, o seu pensamento está mais próximo de uns quantos que nos anos 20 publicavam coisas como esta: «D. Afonso Henriques, intérprete ideológico da raça» (António Cabreira, 1925). Nesse tempo compreende-se tal perspectiva, hoje não, até porque os estudos que têm sido feitos a esse nível, aqui e em Espanha, mostram precisamente o contrário. E quanto à «Reconquista Cristã» isso não passa de um mito que lhe ensinaram na escola.
De V. a 07.06.2017 às 01:41
Não andei na escola pública, se calhar é por isso. Eu cá paguei a minha, e paguei a vossa também. E com isto tudo, acordei as tropas parasitas do Bloco.
De V. a 07.06.2017 às 09:11
Enfim, por algum motivo o marxismo é dito "revisionista" porque não aceita a história que fundamenta um povo, mas destrói e corrói a sua identidade para a acertar com a massa informe dos amanhãs que cantam. Já conhecemos as motivações por trás das vossa correcções, criar os medos dos costume para alimentar o vosso monstro odioso. Já sabemos o que são capazes de destruir para mover populações inteiras das suas origens e deportá-las para cidades uniformizadas e sem vida. É espantoso que sendo tão poucos (se calhar nem 5% são) consigam dominar e conspurcar tanta coisa. Mas por aqui não passam.
De Einstürzende Neubauten a 06.06.2017 às 21:20
moçárabe, mourisca..
Igreja Moçárabe de São Pedro de Lourosa
De Justiniano a 06.06.2017 às 11:10
Sim, caro Pedro Correia. Mas é necessário ter algum cuidado na análise sobre Assad.
Não sei se estará agarrado ao poder com unhas e dentes! Estou em crer que estará refém da Síria! Assad é a única síntese capaz de representar as várias origens dos Sírios. Dos antigos assírios, helénicos e a maioria árabe! A ponte possível entre o laicismo, o islão e o cristianismo! Lá, como cá, os liberais mais cínicos e progressistas, representa-se a si e ao autocarro em que se transportam! Assad representará, para a maioria dos Sírios que assim se querem manter, o último reduto da civilização! É, pelo menos e muitíssimo pelo menos, assim que vejo a coisa; Por mais contenho-me, ainda que a barbárie que galga expressivamente por aquela terra o merecesse!
Caro Justiniano: o clã Assad (pai/filho) detém o poder absoluto na Síria desde 1971.
Ou seja, há 46 anos.
Quase tanto como o tempo que durou o chamado Estado Novo em Portugal.
De Justiniano a 06.06.2017 às 11:48
Sim, caro Pedro Correia, e, pelo que vemos de já há alguns anos a esta parte, governaram deixando enraizar, medrar e perseverar uma miasma sulfurosa! Sim, andaram mal, bem sabemos! Apesar disso, e tudo e muito mais, Assad é hoje, e tem sido nos últimos, na Síria, a única representação possível da civilização! Não há, meu caro, redenção possível, actualmente, sem Assad. A saída de Assad seria, inevitavelmente, a capitulação do pouco que resta de história e de mundo civilizado na Síria e territórios adjacentes, pois que os bárbaros não param à porta e nutrem um desprezo monumental por muros e outras edificações físicas ou jurídicas!
O Pedro tem razão, mas o Justiniano também tem. Se Assad cai, será substituído por uma ditadura teocrática. A ditadura laica e secular de Assad será substituída por uma ditadura teocrática, estilo Arábia Saudita. Não é por acaso que os cristãos sírios querem todos que Assad se mantenha no poder. Eles com Assad são livres: em Alepo, após a reconquista por Assad, voltaram a poder fazer procissões na rua, que não tinham podido fazer quando a cidade estava sob a batuta dos rebeldes.
Eu prefiro um regime ditatorial laico a um regime ditatorial clerical.
Nada indica que uma ditadura laica seja substituída por uma ditadura teocrática na Síria. Esse determinismo histórico não existe.
Não se trata de determinismo histórico. Trata-se de ver quem combate o regime de Assad. Os principais e mais fortes grupos que combatem Assad são hoje em dia o Estado Islâmico e a Frente Al-Nusra, que é filiada da Al Qaeda. A oposição dita "moderada" a Assad basicamente não tem qualquer relevância militar.
Todos combatem a ditadura de Assad (a que você, eufemisticamente, chama "regime", como se a palavra di-ta-du-ra lhe queimasse os dedos quando utiliza o teclado), que apenas persiste graças ao apoio militar russo.
Sem Putin, já o ditador sírio tinha caído há muito.
De Justiniano a 06.06.2017 às 16:27
Caro Pedro Correia, a coisa nem parece sua! Escapa à sua habitual argúcia que não se trata de determinismo histórico nenhum, mas, simplesmente, do determinismo da relação das forças políticas concretas em disputa, e a representação das mesmas!! (não estará à espera que de grupos que se animam de um integrismo islâmico e profundamente anti liberal resulte um Estado de direito liberal!??) Como lhe disse, os proto liberais e progressistas na Síria representam-se a si e ao autocarro onde se transportam, não contam nem sabem o que andam a fazer!
A sua tese é absurda, Justiniano. Tão absurda como se você, no Portugal de Salazar, combatesse o apoio ocidental às forças da oposição ao Estado Novo, sob a alegação de que o principal esteio dos opositores era o PCP - de obediência soviética, estalinista, e portanto tendencialmente apostada em substituir uma ditadura por outra de sinal contrário e com muita probabilidade ainda pior.
De acordo com essa tese, o melhor portanto seria cruzar os braços aguardando que a natureza seguisse o seu curso, deixando o ditador desaparecer de morte natural.
Que foi, aliás, o que aconteceu em Portugal.
De Justiniano a 06.06.2017 às 18:35
Absurda parece me a comparação que tenta estabelecer! Não há paralelo possível entre o Portugal de salazar e a siria de assad, nem sequer entre a resistência ao salazarismo e a resistência a assad e muito menos entre o movimento emancipador iniciado no 25 de abril e a guerra civil síria iniciada em 2011.
Não há paralelo entre Salazar e Assad porquê? Ambos ditadores, ambos permanecendo no poder absoluto durante décadas nos respectivos países.
Claro que há paralelo.
Quanto ao 25 de Abril, haveria paralelo se Caetano tivesse feito como Assad, dando ordens à tropa fiel e aos efectivos da GNR para virarem as armas contra o povo, atirando para matar.
De facto, aí não há paralelo. Porque Caetano não se comportou como essa besta sanguinária que ainda permanece no palácio presidencial de Damasco.
De Einstürzende Neubauten a 06.06.2017 às 21:24
Justiniano, descendo da Torre de Isengard!
De Justiniano a 06.06.2017 às 16:49
Caro pedro Correia, deixe-me acrescentar-lhe o seguinte:
Sabia que as forças armadas, os Tribunais, as Universidades e a administração pública sírias são desproporcionalmente dirigidas por sírios cristãos (e note que a síria ostenta a adjectivação república árabe da síria). Isto porque os cristão da síria, assim como os do egipto, são o grupo com os mais elevados níveis de formação académica.
No grupo dos refugiados sírios não encontra sequer 3% de cristãos, quando estes representam 10% da população síria, e representavam mais de 30% da população de Alepo (os sírios arménios são cristãos).
Os cristãos da síria lutam, ao lado de Assad, pela sua sobrevivência. Pela sobrevivência do cristianismo na terra onde este nasceu!!
Meu caro, aquilo a que você chama Síria já não existe como entidade física, concreta, real.
Aquilo a que outrora se chamou Síria começou a desmoronar-se em 2011, quando o ditador, em vez de abandonar o poder, ordenou à tropa armada até aos dentes para disparar contra o próprio povo.
De Einstürzende Neubauten a 06.06.2017 às 15:33
"ditadura laica e secular de Assad será substituída por uma ditadura teocrática, estilo Arábia Saudita"
Qual ditadura, qual carapuça! Para isso é necessário Estado centralizado
Aquilo há-de ficar dividido em taifas. Tem curdos, cristãos, sunitas, xiitas, sírios, etc...
Sim, a culpa é da Europa:
(1) Não foi o ditador sírio quem provocou e atiçou a guerra. A guerra foi provocada por quem forneceu (e continua regularmente a fornecer) armas à oposição. Ou julga que aqueles gajos combatem só com esforço e abnegação altruístas? Não: eles combatem porque alguém lhes dá (boas, modernas) armas para isso. E eu suspeito que muitas dessas armas sejam fornecidas pela Europa.
(2) Os traficantes de seres humanos só os podem traficar porque é proibido esses seres humanos virem para a Europa legalmente. Só há tráfico porque há proibição. A culpa da tráfico é, em última análise, de quem proíbe o acesso legal. Ou seja, da Europa.
(3) Quanto ao Estado Islâmico, ele não é propriamente culpa da Europa, mas esta também não está completamente inocente, porque andou durante muitos anos a atiçar mentes islâmicas para outros propósitos. Veja-se o pai do bombista de Manchester: era um bombista líbio, radical islâmico bem conhecido, que recebeu asilo político no Reino Unido por ser um tipo porreirinho que andava a combater Kadhafi. Ou seja, o Reino Unido andou a apoiar radicais islâmicos para eles combaterem Kadhafi. Quem com ferro mata...
É europeu? Tem uma chibata à mão?
Autoflagele-se.
Quando digo que "a culpa é da Europa" não estou evidentemente a dizer que a culpa seja de todos os europeus. Mas a culpa é dos dirigentes políticos europeus.
Não se trata portanto de autoflagelar-me. Nem sequer de flagelar os dirigentes políticos portugueses. Mas sim de flagelar os dirigentes políticos de países como o Reino Unido, a França e a Alemanha.
Era inevitável que você, para defender o ditador sírio, terminasse por "flagelar" as democracias europeias.
Demonstrando assim precisamente o motivo que me levou a escrever o que escrevi.
De Einstürzende Neubauten a 06.06.2017 às 21:30
Penso que à europeu, é mais com dildo e não chibata....isso dá um trabalho dos diabos!! Chegar cá atrás, nas costas...eu já nem consigo agarrar as mãos por detrás das costas quando mais chibatar-me...
De lucklucky a 06.06.2017 às 15:41
(1) Não foi o ditador sírio quem provocou e atiçou a guerra.
Ah então não basta ser ditador para as pessoas quererem resistir...
Quanto ás armas que tal mostrar as suspeitas. Parece-me que vi por lá umas Stg-44...
(2) Os traficantes de seres humanos só os podem traficar porque é proibido .
E isso de assassinato é só porque é proíbido...
Ena. Nem sei porque classificou Ditador a Assad. Afinal poderia ser Líder Sírio como os nosso jornalistas tanto gostam quando é de "esquerda".
(3) ...Veja-se o pai do bombista de Manchester: era um bombista líbio, radical islâmico bem conhecido, que recebeu asilo político no Reino Unido por ser um tipo porreirinho que andava a combater Kadhafi. ...
Desta vez a culpa foi de existir fronteiras abertas em vez do contrário que criticou no texto acima. Percebo o "estilo" das "conveniências".
O ditador sírio não atiçou a guerra? Então veja como é que tudo começou. A manifestações nas ruas, Assad respondeu com disparos indiscriminados sobre os manifestantes. Depois disso, e com o começo da insurreição, inúmeros soldados desertaram e levaram armas com eles. Sim, não vieram só "de fora". E já agora, em resposta ao seu comentário de cima, também há cristãos contra Assad.
De Einstürzende Neubauten a 06.06.2017 às 21:28
João, antecedo a resposta de Luckybazuca:
Tudo fabricação do complexo jornalístico- marxista!
De Anónimo a 06.06.2017 às 12:57
Os do costume dizem que a Europa não tem culpa nenhuma. A culpa é dos outros.
A Europa nunca saiu da Europa, nunca se meteu com ninguém.
Você é europeu? Então prepare-se para expiar a culpa.
De Anónimo a 06.06.2017 às 17:49
Já estou a expiar: sofro quando vejo os meu com-cidadãos serem assassinados.
Não se acanhe. Aplique aí a chibata no seu dorso.
De Anónimo a 06.06.2017 às 19:16
No meu não mas no seu, pelas asneiras que diz, talvez valesse a pena. E no de todos os negacionistas.
Por tão pouco já preconiza chibatadas. Que fará aqueles que têm razões para muito mais. Esses preconizam (e alguns praticam) acções mais enérgicas.
Eheheh. Temos aqui um fiel discípulo do ditador Assad. Entra com pés de lã em casa alheia e logo ameaça varrer tudo à força do chicote.
Se tivesse uma A-47 não tardava a disparar rajadas. No fim de tudo, ainda deve proclamar-se "pacifista".
De Anónimo a 06.06.2017 às 19:42
"Temos aqui um fiel discípulo do ditador Assad". Conclusão abusiva e sem sentido.
Posso concluir a seu respeito que acha que "quem não pensa como eu é inimigo"?
Este blogue é a prova viva, dia após dia, de que a sua pergunta não faz sentido.
Mas quando um anónimo promete vir de chicote em riste tem de levar resposta à letra.
De WW a 07.06.2017 às 03:11
E o anónimo que assim escreve traduz o que muitos sabem e sentem.
Não será estes "líderes" europeus que resolveremos o problema, terão de ser apeados e a sua falange mainstream desacreditada.
Hoje a Republica Checa tomou uma decisão sensata, recusar-se a receber "refugiados", já está a ser ameaçada pelos "burocratas" da UE, essa marioneta coxa...
De J. L. a 06.06.2017 às 19:22
Já estou com medo de P. Correia. Se ele fosse ameríndio, aborígene australiano ou árabe não preconizaria só chibatadas para os europeus. Seria mais rigoroso.
Um aborígene ataca com bumerangue.
De V. a 06.06.2017 às 18:50
A história é a história. Pensa que o Islão é o quê? Um bando de donzelas ofendidas? Desde que foi inventado, invadiram tudo e esmagaram povos e culturas desde o planalto iraniano, metade da Rússa e até às costas ocidentais da Mauritânia. Transformaram tudo no deserto que gerou aquilo. Pensa que foram os europeus que inventaram a escravatura? Pense melhor. Foram os persas e os orientais. Aliás, a história da Europa começa com a Grécia e os Troianos a tentarem-se defender da expansão do império Persa! A Europa é e sempre foi a Resistência aos totalitarismos do oriente. Não se detenha nos pormenores que o jornalismo superficial derrama todos os dias de acordo com a cartilha marxista. É uma cartilha revisionista e é tudo tretas. Quem verdadeiramente defende a liberdade como valor absoluto, está do lado oposto dessa gente toda. TODA.
De Einstürzende Neubauten a 06.06.2017 às 21:42
"Pense melhor. Foram os persas e os orientais."
Mas os gregos adoravam a escravatura...tal como é da "Arábia" a mania dos têmperos...e do café...e como adoramos cafeina e a pimenta!!
E dos Árabes veio a bússola, o astrolábio, o papel, a vela latina (via China, mas foram esses malucos que a popularizaram, na Europa) e até foi um piloto árabe,Ahmad Ibn-Madjin, que guiou Vasco da Gama até à India - Estátua para esse Ibn Madjin - ...e os números, são árabes correto?
Consulte:
Avicena
Casa de Sabedoria de Bagdad e Harune Arraxide
De J. L. a 06.06.2017 às 23:54
Caro V.:
"A Europa é e sempre foi a Resistência aos totalitarismos "
Está a pensar em Hitler ou está simplesmente a gozar?
Caro Einst... não sei quê:
"Pense melhor."
Não dê estes conselhos a V., é exigir demais.
De V. a 07.06.2017 às 01:54
Vocês vêem tudo pelo prisma mais pequeno e mais literal, é impressionante. É difícil explicar quão repelentes vocês conseguem ser nessa vertigem de batoquezinhos saloios, sempre a repetir as mesmas balelas. São uns cepos autênticos. Nem à porrada lá iam.
De J. L. a 07.06.2017 às 16:15
Olhe que á porrada eu ia. Se me desse umas chicotadas eu cedia e convertia-me às suas ideias. Sou fraco, incapaz de resistir a uns bons safanões dados atempadamente. Tenho ideias mas pouca resistência física.