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Marques Mendes, quando tiver tempo, há-de explicar os critérios

por Sérgio de Almeida Correia, em 02.08.15

Ouvidas que foram as críticas a António Costa pela constituição das listas do PS, designadamente quanto à exclusão de seguristas, ficámos entretanto a saber que no PSD também houve quem não ficasse satisfeito e venha dizer que as listas são o espelho da direcção do partido. Os que há tempos criticaram Manuela Ferreira Leite estão agora todos calados. Como convém aos ratos de sacristia que tomaram o poder nessa paróquia. Apesar de tudo, isso é normal quando se trata do mesmo partido que foi a correr expulsar António Capucho, por causa do episódio das autárquicas em Sintra, para vir agora integrar entre os candidatos a deputados os homens de Isaltino Morais que em Oeiras se candidataram contra o próprio partido. O argumento que serviu num caso já não serve ao outro. Só foi pena que não tivessem também integrado o próprio Isaltino nas listas. Sempre seria mais abrangente, uma forma mais elegante de lhe pedirem desculpa e mais coerente com os objectivos que a "coligação" tem em vista nas próximas eleições. 

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4 comentários

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De isa a 02.08.2015 às 12:17

As Listas, tanta complicação quando o assunto é tão simples, temos os Partidos sobrecarregados de gente, a quem é preciso fazer uns agrados e, nem que seja uma vez, tentar manter uma certa rotatividade, para os ir deixando meter o dedinho no pote do mel, a mudança de líder é sempre o desgosto de uns e o desejo de outros mas, não passa de uma espécie de alívio na panela de pressão, a qual tem todos os ingredientes para poder rebentar em qualquer altura (como foi, indecentemente, chutar Seguro) e aqui posso dizer o que me apetece porque não faço parte de nenhuma mobília partidária . Claro que, como neste caso, haverá, sempre, os que conseguem dar a volta para ficar tudo na mesma, pelo menos mais um tempinho, basta mudar a parte visível mas, a receita do guisado ser a mesma.
O tempo passa e a longevidade não é só um problema enfrentado pela Segurança Social, dentro dos Partidos, cada vez há mais filhos, netos, tios, primos, afilhados, amigos a quem se devem uns favorzinhos, amigos dos amigos... suponho que devem perder mais tempo a resolver os problemas internos dos partidos do que os do país (claro que quanto mais perto estiverem de governar, mais tempo será gasto em tricas e listas). Com esta perspetiva em mente, quem está do lado de fora, fica longe de perceber as Listas, no entanto, haverá sempre, quem nos possa explicar tudo, nem que seja com um chorrilho de meias verdades e muitas mentiras.
Quanto a Marques Mendes, aqui, bloqueio, ando a estudar o meu próprio fenómeno psíquico, que na psicanálise chamam de associação de ideias, basta o nome ou a imagem para, imediatamente e espontaneamente, evocar imediatamente outra e, confesso, só consigo pensar em Livros de Bolso, curiosamente, com características muito específicas... "Formato A" 11,0 cm x 17,8 cm, tipo de encadernação... brochura, portanto, lombada colada, capa de papelão, para uma leitura prática e barateamento de custo
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De am a 02.08.2015 às 12:53

"Expulsar António Capucho"...

Ele deve estar satisfeito, subiu de posto ... está com o Costa!
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De cristof a 02.08.2015 às 17:03

Trazer o Capucho a uma opinião, será uma forma subtil de sabotar os argumentos!!
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De JS a 02.08.2015 às 12:56

Diz o comentador:
"... muitas cabeças de lista são mulheres!. Cumprir quotas. Óptimo ..".
Por outras palavras a selecção dos deputados é "por quotas" ... óptimo.
Podem ser uns zeros à esquerda. Mas é óptimo. Quotas cumpridas.

Ou seja, deputados arregimentados, por grupos de pressão, independentemente do seu valor pessoal, a responder ao seu grupo e ao partido.
O eleitor é obrigado a engolir tudo que lhe dão.
Votar num descrédito institucionalizado , numa negação da democracia.

Quota para gays, mono e hetero . Sindicatos, confrarias, agremiações várias.
Para dar cor ao inútil e ridículo anfiteatro uns monárquicos, pelo menos um barãozito ou mesmo uma baronazita. Não?.

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