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Lex talionis

por Rui Rocha, em 03.07.15

Os que louvam Tsipras, omitindo que este enganou os eleitores gregos ao prometer o que sabia não estar nas suas mãos cumprir, deviam ser obrigados a fazer campanha por Passos Coelho.


39 comentários

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De 1X2 a 03.07.2015 às 22:31

Ou pelo Costa, 1X2.
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De Rui Rocha a 03.07.2015 às 22:49

Pois, não sei se isso já não será punição excessiva...
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De 1X2 a 03.07.2015 às 22:57

Bem, é só a gente ver o que ele prometeu quando chegou à CML, maravilhas de que se destaca a tolerância zero ao estacionamento em segunda fila e no passeio...

http://www.tsf.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=775241
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De Rui Rocha a 03.07.2015 às 23:52

Por isso: não sei se há eleitores que se tenham portado tão mal que mereçam fazer campanha pelo Costa
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De Vento a 03.07.2015 às 22:36

Viva Tsipras e a lei de talião. Os mercados estavam a pedi-las!
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De Rui Rocha a 03.07.2015 às 22:48

Você, Vento, vai colar cartazes.
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De Vento a 03.07.2015 às 22:54

E eu obedeço, pois quero ajudar a reformar o património. Que se concretize pelo menos uma reforma.
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De lucklucky a 04.07.2015 às 02:08

Tu também és o mercado Vento.
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De am a 03.07.2015 às 23:00

Caro ciclone ao norte dos Açores

"Os mercados estavam a pedi-las"... Enquanto isso, quem se voudafode é o povo!


Palavras leva-as o vento!
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De Rui Rocha a 03.07.2015 às 23:53

Voudafode? Não fazia ideia de que era proficiente em grego AM.
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De da Maia a 03.07.2015 às 23:01

Hmmm... e os que para se verem livres das mentiras de Sócrates/Samaras votaram Passos Coelho/Tsipras?
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De Rui Rocha a 03.07.2015 às 23:55

Bem, bem... Se temos que recuar mais de 2400 anos para desenliar o novelo...
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De da Maia a 04.07.2015 às 01:51

Se pedes... tens então mais uma versão "da Maya":

- Queremos chamar "tsipriotas" aos amantes de Tsipras?
- E notar que o Chipre acolheu a deusa do amor saída das ondas?
- Ou falar em Samaras como "se amaras", numa invocação desse amor passado?
- Lembrando ainda que Europa, princesa de Tiro, foi raptada por Júpiter, armado em boi?

Bom, há uma conjunção joviana-venusiana, que ocorre de momento, e que será tripla quando a Lua for ao baile do pôr-do-sol, lá para 20 de Julho... altura em que o BCE, armado em Leão, determinará ou não a bancarrota grega.

Junta depois isto ao anterior... ou seja a queda do "c" nos acordos (orto-gráficos):

- Grécia e Trói(c)a.
- Avalo da Trói(c)a.
- (C)avalo de Tróia.
- Drama e dra(c)ma.

Ou ainda lembrar a derrota de Varo (facis romano) pelos germanos (em Teutoburgo), o que determinou a fronteira bárbara no Reno.

O que dá então um não ao euro?
- (N)euro.
Uma neurose europeia, uma Neura.
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De Tiro ao Alvo a 04.07.2015 às 16:12

"princesa de Tiro".

Chamou, princesinha?
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De da Maia a 04.07.2015 às 16:59


Nesta Neuro-zone, até Tiro pode sair pela Culatra.

Ver a Monarchia Lusitana de Fr. Bernardo de Brito, onde se fala da ajuda ibérica a Tiro, aquando do cerco de Nabucodonosor:

Cap. 28 - Das guerras que houve em Lusitania, entre os Celtas e Turdulos, e da vinda a Espanha de Nabucodonosor.

http://purl.pt/14843

A história que Brito conta é a de que Nabucodonosor começou a executar a vingança na Catalunha, na costa marítima do Ebro, e progressivamente vai até Caliz (Cadiz?). A vingança seria da ajuda hispânica a Tiro, o que lhe teria prolongado o cerco por 13 anos e a necessidade de tréguas...

Fala-se de Caliz e não da ilha da Culatra, em Faro, mas penso que chegado aí, concluiu que Tiro lhe terá saído pela Culatra.

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De Anónimo a 03.07.2015 às 23:27

Não. O Tsipras prometeu fazer aquilo que algum dia alguém terá de fazer, caso contrário, digam como vão pagar uma dívida impagável. Passos não fez nada do que prometeu.
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De Rui Rocha a 03.07.2015 às 23:56

Você vai fazer tempos de antena.
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De Anónimo a 04.07.2015 às 20:03

Na boa! Vou dizer-lhes que acreditem porque em Portugal está tudo de tanga.
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De Tiro ao Alvo a 04.07.2015 às 16:27

Se uma dívida é impagável, isso que dizer que não pode ser paga, e isso acontece com alguma frequência, entre os vivos.
Mas, se uma dívida não é paga, o normal é que o credor fique chateado e não empreste mais ao caloteiro, o que, também, é o pão nosso de cada dia.
O que é original é o caloteiro dizer que não paga mais, mas teimar em pedir que o credor continue a alargar os cordões da bolsa.
E cheira-me que, este último, nunca vai ter êxito, mesmo que continue a berrar por tempo indeterminado. Esse sistema funciona apenas entre animais mamíferos e só enquanto a mãe tem leite nas tetas, e daí o ditado "quem não berra, não mama".
Entre adultos, o ditado é outro: "ovelha que berra, é bocado que perde".
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De Anónimo a 05.07.2015 às 01:39

Diga lá como vai pagar a nossa dívida, sem hesitações. Não me diga que é com o dinheiro dos impostos? Se é, põe as pessoas a pão e água se ainda houver pão e água e a dívida continua. Na realidade quem deve tem de pagar, o pior é quando o devedor ficou sem nada. Mata-se o devedor ou ajuda-se a que recupere e que nos pague tudo que lhe for possível? Os adultos, depois da Alemanha despedaçar a Europa reuniram-se perdoaram-lhes o mal que fizeram e metade da dívida e deixaram-nos pagar o resto, em muitos anos e era bom. Pêra bom que não nos esquecêssemos do mal que os alemães fizeram aos gregos.
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De rmg a 03.07.2015 às 23:46


Eu cá não sou de intrigas mas há um pasquim manhoso de que eu nunca ouvi falar e que diz o seguinte sobre uns planos que existem lá pela Grécia para os bancos:

‘Haircut’ of 30% considered on customers’ funds above €8,000

Só para o caso de alguém ter ouvido falar é um tal de "Financial Times", não faço ideia do que seja...
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De Rui Rocha a 03.07.2015 às 23:57

Não sei se o sossega, RMG. Mas este tipo já veio desmentir: https://twitter.com/yanisvaroufakis

Caso não esteja recordado, é o mesmo que disse que o governo grego é contra controlos de capitais.
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De rmg a 04.07.2015 às 00:22


Não sabia do desmentido, adoro desmentidos e muito lhe agradeço a informação.

Estou muito mais sossegado agora, o rapaz é de confiança e sabemos sempre com o que contar: como diz tudo e o seu contrário acaba sempre a fazer o seu contrário e tudo.

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De da Maia a 04.07.2015 às 00:29

Meus caros,
um "haircut" já Varofakis fez há muito tempo, dada a sua "alopecia" natural... não fui que trouxe o termo, mas a palavra é grega, e vem de raposa:

https://en.wiktionary.org/wiki/alopecia

... não esquecendo, a propósito, a fábula de Esopo sobre a raposa e a cegonha.

Daqui até domingo será um choradinho de acusações, suspeições, tudo coisas que fazem notar a grande incomodidade, e que curiosamente não é apenas grega.

Isso só serve para fazer notar mais como foi a própria UE que se foi colocar na mão dos eleitores gregos, ao não se distanciar o suficiente da decisão. Quanto mais envolvida ficou, mais sofrerá as consequências do que será visto como uma derrota, se o "não" ganhar.

Os políticos da UE parecem meninos a cair nas mãos dos "garotos" gregos.
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De rmg a 04.07.2015 às 11:30


Meu caro

Tem razão no que diz mas, brincadeiras à parte, os políticos de que fala são burocratas e os burocratas não sabem lidar com o que nunca aconteceu e com
o que não vem nos livros.
E mesmo os que andaram no terreno já se habituaram demais ao conforto dos gabinetes e à graxa dos assessores.
Por isso eu, mesmo quando já podia ficar só no gabinete, continuava a dar todos os dias a volta às instalações e falar com toda a gente, os que davam graxa e os que davam porrada (esta no sentido figurado, claro).

Passei uma vida inteira a lutar com eles nas empresas por onde passei, os que tinham medo de todas as decisões que tivessem o minímo risco de "sobrar para eles" um niquinho que fôsse, incapazes de as tomar e até com medo que os outros as tomassem, mesmo sabendo que esses outros as assumiam sempre até porque as instruções que davam eram por escrito e assinadas.

Estou-me a lembrar de Sir Humphrey Appleby que, contando com o receio de ficar mal na fotografia de Jim Hacker "cortava-lhe os caminhos " com o seu "É uma decisão muito corajosa".

Mas como já disse aqui acho Tsipras um político habilidoso preso nas contradições internas de um conjunto de 13+1 partidos mas Varoufakis um erro de casting que me parece irá desaparecer de cena "assim que possível", agora seria dar o flanco.
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De da Maia a 04.07.2015 às 13:07



"os políticos de que fala são burocratas e os burocratas não sabem lidar com o que nunca aconteceu e com o que não vem nos livros."

Lapidar, meu caro, lapidar.

Mas não há muita gente a entender isso, e especialmente a proceder como fez.
Também, quando, por breve tempo, dirigi uma estrutura, favoreci a eleição de um elemento da oposição para o conselho, porque justamente... queria ter ali a voz da oposição e não a congeminar secretamente nos bastidores.

Aquele líder do Eurogrupo é um burocrata menino da mamã, que até mete dó.
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De rmg a 04.07.2015 às 14:21


Caro da Maia

Não vou entrar aqui nos pormenores por razões óbvias (pelo menos para mim...) mas que um dia lhe poderei contar, são só "histórias da vida".

Algures ainda no fim do século passado e por inerência das funções que ocupava numa empresa portuguesa (portanto nenhum mérito meu em particular), fui membro durante anos de um grupo de estudo lá por Bruxelas, ao qual ainda presidi uns tempos porque era a vez de Portugal (mais uma vez nenhum mérito meu em particular).

Assim tinha que lá ír um dia por mês, uma chumbada monumental pois ía no último avião da tarde, assistia à reunião na manhã seguinte e corria a apanhar o avião para Lisboa (nem à FNAC, que não havia ainda cá, dava para ír, uma frustração).
Só quem viajava em turismo ou tinha um emprego que permitisse ficar por lá mais um dia ou dois é que achava porreiro e não compreendia a minha falta de entusiasmo pelo que eles chamavam "ír passear".

Isto para dizer que vivi muito pontualmente, mas por dentro e com o olhar de quem está de fora, alguma coisa daquele imenso e complexo mundo, que tem coisas boas e tem coisas más, como todos os mundos.

E reconheço que pôr de acordo as "sensibilidades" dos 28 membros da UE não deve ser pêra doce: daí o seguir o "manual" seja a escolha ideal.

O problema é que esta agora não estava em manual nenhum.

Abraço

PS- De um modo geral só há burocratas convictos ou convertidos , as pessoas de acção e habituadas ao "barulho" sabem que nunca se adaptam à "guerra das alcatifas" (agora em desuso por causa dos ácaros).
Foi sempre esse o meu caso, talvez por isso ainda me chamam para almoços de empresas de onde saí há mais de 20 anos.
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De da Maia a 04.07.2015 às 17:01

Obrigado pela partilha instrutiva. Abraço!
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De Anónimo a 04.07.2015 às 18:37

Rmg, é sempre interessante ouvir "histórias de vida", mesmo quando não são exemplares, como parece ser a sua, quer pelo que escreveu aqui e agora, quer pelo escreveu noutras ocasiões. Percebe-se que o Rmg viveu e vive a vida intensamente e que viu muito mundo - não repare nesta formulação, que faz lembrar elogios a outrem, a meu ver imerecidos...
Saiba que também passei por Bruxelas e que sempre me incomodou a forma lenta, demasiado lenta, como se chegava a algum consenso. E afligiam-me imenso aquelas reuniões (na altura a 12 e presididas por um grego), onde os participantes se perdiam frequentemente em divagações e onde os tradutores se viam "gregos" para fazerem o seu trabalho.
Concordo por isso consigo, quando diz que pôr de acordo as "sensibilidades" dos 28 membros da UE não é pêra doce e, digo eu, por essa mesma razão, não podemos esperar grandes decisões de tantos burocratas, inseridos numa organização mastodonte, que se move muito lentamente e apenas à força de muitos e muitos euros, que tanta falta fazem noutras áreas, que não nas mãos do actual governo grego….
Mas o mundo é assim mesmo e, para nosso bem, antes aqui, na Europa, do que em África ou no continente sul-americano...
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De Vento a 04.07.2015 às 22:55

Raramente comento comentários, meu caro anónimo. Mas o seu não só merece que o parabenize como também deixe aqui a minha sugestão para que seja eleito o comentário da semana.

Também fico atento ao que se escreve e à quantidade de beijinhos e abraços trocados entre pares numa espécie de: "agora elogio-te eu para que depois me elogies tu".

E assim vai a vaidade dos grandes pensadores que poluem sites com estorietas de vida.
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De Pedro Correia a 04.07.2015 às 23:34

Peço desculpa pela intromissão só para assinalar uma regra dos Comentários da Semana cá da casa: nunca distinguem anónimos.
É uma regra que não admite excepção.
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De Vento a 04.07.2015 às 23:51

Meu caro Pedro, tinha-me esquecido desse pormenor. Quando comentava como anónimo, quer o Pedro quer o Rui Rocha, pediam-me para que eu me identificasse nem que fosse com um nick, pois achavam interessantes alguns escritos meus. Nunca o fiz. Comecei a identificar-me, escolhendo Vento, quando o João André, para melhor dialogar e evitar confusões, pediu que o fizesse. E só aí, por tal motivo, abri a excepção.

Quando o trato por padrinho, ao João, o motivo está na minha identificação.
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De rmg a 05.07.2015 às 00:59


Meu caro Pedro Correia

Há um limite para tudo na vida e normalmente esse limite depende da quantidade de problemas que nos afectam no momento.

Como sabe tenho alguns e nenhum é linear.

Se precisar de algo meu tem os meus contactos pessoais e a permanente disponibilidade para nos encontrarmos sempre.

Um grande abraço
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De Tiro ao Alvo a 04.07.2015 às 23:43

Cá está o Vento a soprar sempre do mesmo lado, do lado que seca tudo.
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De Vento a 04.07.2015 às 23:55

E eu sabia que andava próximo, e até mesmo com heterónimos.
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De da Maia a 05.07.2015 às 03:38

Vento,
vi agora estes comentários seus... e voltámos ao mesmo, em dose acrescida.

Já todos percebemos que o Vento dá muito valor ao Comentário da Semana (CdS), a ponto de se fazer notar infantilmente quando a escolha não lhe agrada, como foi o caso nesta escolha recente, que calhou ao RMG:
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/o-comentario-da-semana-7374591

Dada essa circunstância sobejamente notada... da última vez, e depois da nossa troca de mensagens, eu fiz notar ao Pedro que não era boa ideia dar destaque ao comentário que fiz. Porque, pior do que não ser escolhido, o Vento não se dá bem com a escolha de "certos comentadores".

O Pedro faz muito bem em estar-se a borrifar para o que eu digo, porque é ele que gere o blog, e dará naturalmente mais valor à pertinência do tema do que a quem o escreve.
No entanto, eu sabia, porque o Vento é como é, que isso o iria perturbar, e como já andava perturbado, pareceu-me não ser a melhor altura para o irritar nesse aspecto.

Ora, eu aprendi desde pequeno a lidar com a rejeição, e por isso passo bem sem qualquer reconhecimento alheio, por maior mérito que tenha.
Aliás dou-me até melhor com a sua ausência, porque me poupa o trabalho de saber se devo agradecer ou não. Também por isso sou parco com os elogios, mas essa mania lusa é algo que tenho procurado melhorar.

Peço desculpa se os abraços que troquei com o RMG o ofenderam, mas que me lembre este elogio explícito que fiz ao RMG foi o primeiro numa longa série. Mais, tinha razão de ser, foi um comentário pertinente.
Mas, mesmo que não tivesse razão de ser, não faltava mais nada agora o Vento incomodar-se com um reatar de tratamento civilizado entre duas pessoas... que no caso, nem sempre se entenderam, como também acontece.

No ponto que o preocupa, eu sei, não me passou pela cabeça servir aquele polegar para promover o RMG a comentário da semana. Aliás deixo vários outros polegares, ao contrário de si (... certamente, na sua visão, porque ando em campanha).
E indo mais longe, como só a sua doença o permite, isso servir numa teoria de conspurcação mal-amanhada, para uma troca de lugares no CdS.
Se a doença não lhe tiver afectado a memória, deveria lembrar-se que eu fui uma das pessoas, talvez a primeira, e o único comentador, a insistir que assinasse (devido à regra do CdS).
Fui também quem se congratulou pela sua decisão, e elogiou quando foi escolhido, depois de muita paciência que tivemos para que V. Exª se identificasse:
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/5840193.html

Também me afastei quando pediu que não o comentasse, nem interferisse na sua senda. O que repetiu. Mas, meu caro, eu não sou a sua mãe nem o seu pai, e a minha paciência tem limites para as suas frustrações mimadas. Se lhe dei relevo, não media o tamanho do seu ego, que vai deixando os limites do pudor para se impor ou manifestar.

No entanto, estar agora em cuidados consigo, deve-se apenas a considerar que poderá estar a atravessar um período complicado, a ponto de ter criado uma mania persistente de confusão de identidades, por razão de um despique infantil que alimentou, e com o qual não soube lidar.

É natural pensar que outro fulano, que assina com o que lhe apetece, seja a mesma pessoa. É ainda legítimo pensar que duas ou três designações digam respeito à mesma pessoa... eu já considerei que o Lavoura e o lucklucky eram o mesmo!
Não interessa. Tudo isso faz parte do folclore da internet, que não devemos tomar como uma vida que substitui a nossa vida. Sobretudo não devemos dar valor a coisas que têm o valor da espuma dos tempos.
Na minha opinião o "Tiro ao Alvo" não se confunde com nenhum outro comentador identificado, para merecer essa suspeição ligeira. Há muito que vejo essa assinatura, até de outros blogs, mas é claro que posso estar enganado... e afinal todos os comentadores podem ser um só (coitado do fulano, não faz outra coisa).

Acrescento que a rubrica CdS é uma iniciativa ímpar deste blog, mas deixa-me desconfortável, e já ocorreu deixar de escrever após ser nomeado, simplesmente porque noto causar desconforto em alguns comentadores e autores. Sinceramente, prefiro mais que o blog seja mais participado, do que ter protagonismo nele.
Depois da confusão grega, já estava a contar sair de mansinho...

Cure-se!
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De Tiro ao Alvo a 05.07.2015 às 14:06

Este comentário que saiu como sendo "Anónimo" foi escrito mim, que costumo assinar "Tiro ao Alvo", como, poderia assinar "José Silva" ou "António Ramos". Desta feita, errei na pontaria.
Vou reler o que escreveu abaixo o DaMaia, pois nunca pensei merecer tanta atenção. Confesso que estou baralhado.
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De da Maia a 05.07.2015 às 16:41

Não é o "Tiro ao Alvo" que está baralhado, é apenas quem lhe saiu absolutamente o Tiro pela Culatra.
Neste caso não me estou a referir a Nabucodonosor, porque há versões modernas muito mais insignificantes, que se tivessem o mínimo de inteligência funcional ainda activa, fariam chorar as pedras da calçada com a sua má sorte na pura maldade e inveja.

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