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por Pedro Correia, em 25.11.16

Avenida da Liberdade, 266. Da Maria João Caetano, n' A Gata Christie.

Adeus, Diário de Notícias. Da Sónia Morais Santos, no Cocó na Fralda.

A insustentável insolvência da memória. Do Pedro Rolo Duarte.

O escaravelho e a Via Láctea. Da Eugénia de Vasconcellos, no Escrever é Triste.

O tempo e o lamento. De Dária, no Toda a Gente e Ninguém.

Um país de malucos ou uma agenda mediática para nos enlouquecer? De Rui Monteiro, n' A Insustentável Leveza de Liedson.

A Igreja Católica em Moçambique em novo livro de José Luzia. Do José Pimentel Teixeira, no Courelas.

Lendo nas estrelas (Michelin). Do Duarte Calvão, na Mesa Marcada.

Leonard Cohen - You Want It Darker. De Manuel Morgado, na Time Out Lx.

 

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14 comentários

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De Dária a 25.11.2016 às 21:23

Muito e muito obrigada. Fiquei derretida.
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De Pedro Correia a 25.11.2016 às 21:30

Parabéns pelo blogue, Dária.
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De Dária a 25.11.2016 às 21:33

Obrigada. Do coração, mesmo.
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De Pedro a 25.11.2016 às 21:24

Um grande bem haja ao Pedro Correia, meu homónimo. Um cavalheiro. E um bem haja, ao Justiniano, pela boa conversa de há uns dias.
O atraso na publicação dos comentários é excessiva, não sendo adequada, na minha óptica, quando se pretende que haja interação. Um pouco como aqueles programas radiofónicos de "antena aberta" que reservam os últimos minutos para os ouvintes:)...e como diz o ditado...quem está mal, mude-se:)
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De Pedro Correia a 25.11.2016 às 21:30

Não percebo esta reclamação. Eis um exemplo: o seu comentário é das 21.24 e dois minutos depois já cá estava e cinco minutos depois já estou a responder.
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De Pedro a 25.11.2016 às 22:03

Não é o Pedro! O diabo são os outros:)...olhe e não posso cá vir mais vez nenhuma, senão dá um mau aspeto tremendo. Prometi tenho de cumprir:)...além do mais curei-me da gripe e vou andar menos por casa:) Abraço e tudo de bom
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De Pedro Correia a 25.11.2016 às 22:04

Bem, cada autor tem o seu ritmo. Boas melhoras e apareça sempre.
Abraço.
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De Daniel Marques a 26.11.2016 às 09:50

So passou uma semana do debate sobre a bolha jornalistica e o fenomeno Trump e ja levamos com a nostalgia do DN.

Gosto muito de ler o Pedro Correia mas penso que a administracao vende os aneis para salvar os dedos.

Ja nao ha Fleet Street ha muito tempo e sendo emigrante a 3500km de distancia tenho muito pouca paciencia para este tipo de choraminguices.
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De Pedro Correia a 26.11.2016 às 10:50

Não há choraminguice nenhuma, Daniel.
As pessoas também são feitas de sentimentos. E devem expressá-los. Quase nunca isso acontece - a não ser tarde de mais.
Mas o caso do DN deve fazer-nos reflectir a todos muito para além dos sentimentos pessoais de cada um. Porque este caso demonstra exemplarmente como bastou decorrer década e meia - menos de uma geração - para se perceber como diminuiu drasticamente a capacidade de mobilização e a influência social dos jornalistas. Reflecte também como a sociedade no seu todo se tornou mais apática, conformista e resignada.
No início do século os que pensavam na vidinha e permaneceram de lado foram a excepção. Políticos, escritores, artistas, jornalistas. Houve mobilização geral para manter o DN na sua sede histórica, construída de raiz para o efeito com projecto de um dos mais célebres arquitectos portugueses de todos os tempos.
Agora tudo aconteceu de forma envergonhada, quase clandestina, quase sem um protesto, quase sem uma palavra de indignação.
Em década e meia passámos a aceitar o inaceitável. Vale a pena voltar a isto, sim. Pelo seu carácter simbólico. E para que se perceba até que ponto regredimos enquanto comunidade solidária e com valores.
Nada disto é pieguice nem choradinho. Eu prefiro chamar-lhe lucidez - uma lucidez perplexa e preocupada de quem se interroga onde estaremos daqui a outra década e meia.
E que faz questão de não ter a cabeça enterrada debaixo da areia.

P S - Fui emigrante durante dez anos, a mais de 15 mil km de distância. Nada tenha contra a mudança, longe disso. E, sim, a bolha em que vivem os jornalistas - que escrevem cada vez mais para si próprios, plagiando-se em circuito fechado - reflecte um divórcio do mundo real e contribui para a acelerada perda de prestígio de uma profissão que ainda há década e meia era tão valorizada.
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De Daniel Marques a 28.11.2016 às 21:37

Entendo o que quer dizer.

Pessoalmente estou desiludido com o jornalismo em Portugal e a forma como deixaram adormeceram a sociedade durante estes ultimos 15/20 anos.

Para mim é incrivel como casos como o do BES ou tudo que o esta a vir a lume do caso Socrates fossem completamente ignorados durante tanto tempo.

Indigna-me que a aplicacao generalizada da suspensão provisória do processo na Operacao Furacao seja vista como uma vitoria das financas que recuperaram nao sei quantos milhoes.

Nao entendo como sao abafadas noticias relativamente a economia e empresas e que outras sao copias de comunicados PR. Onde estao as noticias que Mota-Engil foi multada em 13M de EUR e proibida de concorrer na Eslovaquia ou acusada de cartel na Polonia? Uso como exemplo esta empresa que ninguem gosta, mas é generalizado. Algumas noticias sao claramente publicidade paga difarcada.

Podia continuar mas ja chega como exemplo.

Eu acredito que isto possa mudar. Por isso faco o pouco que posso mas que e' um papel que penso que, na minha humilde opiniao, e' muito mais importante que movimentos ou abaixo assinados por uma sede: assino uma serie de jornais em formato digital. Pago para ver.

P.S: Quando refiro jornalismo nao me refiro somente aos jornalistas mas tambem e sobretudo a todo o meio que os rodeia e restringe.
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De Pedro Correia a 28.11.2016 às 21:48

Julgo que o seu comentário merece destaque, Daniel. Sem favor algum.

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