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Leituras

por Pedro Correia, em 03.02.18

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«Não me conformo com estas pessoas que teimam em que a vida de um animal e as suas acções são comandadas apenas por puro instinto e seus reflexos. Nada, a não ser faculdades de raciocínio, pode explicar a cuidadosa estratégia posta em prática por um bando de leões quando caçam; e os muitos exemplos que temos obtido por parte de Elsa são de inteligência e procedimento reflectido.»

Joy Adamson, Uma Leoa Chamada Elsa, p.159

Ed. Livros do Brasil, Lisboa. Tradução de Armando Ferreira

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3 comentários

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De Vlad, o Emborcador a 03.02.2018 às 10:57

O que mais distingue animais humanos, de animais não humanos , é a capacidade , dos primeiros , de não serem presa dos seus instintos. Essa talvez tenha sido a maior conquista da Cultura. Quanto menos resistimos aos apelos do corpo mais abandonamos a nossa condição de humanos. Ser-se humano é ser-se Ser Cultural. Ser-se humano é a capacidade de seguirmos Valores Morais que contradigam o Apelo da Selva.
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De Lucklucky a 03.02.2018 às 20:41

Mais dicotomia.
Então só sem apelo do corpo nos podemos considerar "totalmente" humanos.
Um 100% humano só o será se não tiver desejos corporais? não tiver fome de comida e de sexo já agora? Não fim só se não tiver corpo?

Lembra-me o filme Cocoon que demonstra bem já há 30 anos onde estão os "desejos" da esquerda sobre a humanidade: o sexo ensinado por extra-terrestes é algo feito na piscina uma sensação zen sem a penetração e contacto corporal, homem e mulher sem diferenças sendo um único ser.

Igualitarismo totalitário inclusive nas sensações.

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De Vlad, o Emborcador a 03.02.2018 às 23:34

Para uma mente livre, um corpo manietado. Para um corpo livre, uma mente subjugada!

Não se preocupe. Ninguém é 100% alguma coisa

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