Leituras

«Não podemos apagar nada: as nossas dores e as nossas alegrias vão-se juntando umas às outras. Não se anulam, adicionam-se, traçando esses círculos concêntricos à volta do núcleo do nosso ser. O mesmo acontece com os nossos amores. Nunca podem verdadeiramente morrer: uma vez nascidos, continuam a sua vida em nós. Mesmo que não o saibamos.»
Alice Rivaz, A Paz das Colmeias (1947), p. 28
Ed. Antígona, 2025. Tradução de Inês Dias

