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Delito de Opinião

Leituras

Pedro Correia, 27.04.24

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«Não foi senão no começo de 1949 que as Nações Unidas conseguiram que o Egipto, o Líbano, a Jordânia e a Síria assinassem um armistício com Israel. Estes acordos, que consagravam o termo das hostilidades, não acabaram com o estado de guerra. Os estados árabes proclamaram, com persistência e determinação, a vontade de suprimir um país que se recusavam a aceitar e a reconhecer. No entanto, o conflito que os israelitas denominaram a Guerra da Independência terminou deste modo. A jovem nação tinha pago caro a sua sobrevivência. Cerca de seis mil israelitas tinham morrido durante os combates. Isto representava, proporcionalmente, mais perdas do que a França tinha sofrido durante a Segunda Guerra Mundial.»

Dominique Lapierre e Larry Collins, Oh Jerusalém (1971), p. 575

Ed. Bertrand, 1992 (4.ª ed). Tradução de José Luís Luna

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