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Leituras

por Pedro Correia, em 22.11.20

Thomas-Hardy.jpg

 

«É difícil para uma mulher definir os seus sentimentos numa linguagem principalmente feita pelos homens para exprimirem os seus

Thomas Hardy, Longe da Multidão (1874), p. 318

Ed. Portugália, 1968. Colecção Os Romances Universais, n.º 40. Tradução de Cabral do Nascimento


10 comentários

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De Anónimo a 22.11.2020 às 22:20

É um livro de 1874 ultrapassado, hoje a sexualidade é livre e banal, as mulheres falam como homens, e há homens a falar como mulheres.
Os movimentos Gays e Lésbicos vieram revelar sentimentos e sensibilidades para a praça pública sem vergonha alheia. A natureza humana com estas trocas e baldrocas, aproxima-se da multidão, falsamente solidária com a solidão da indiferença dos excomungados.
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De Miguel a 23.11.2020 às 18:45

A Mensagem do Livro pode estar Ultrapassada Aqui no Ocidente, no entanto ainda é Bem Visível em Muitos Países do Mundo, os Árabes são um Exemplo Claro onde as Mulheres ainda Não Conseguem Falar a Mesma Língua dos Homens e Demonstrar os Seus Sentimentos de Igual Modo!
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De Anónimo a 23.11.2020 às 20:21

Aqui a poucos anos em Lisboa assiste a uma cena caricata e triste num autocarro, concretamente no 45, que estava completamente cheio e eu ia em pé, de frente para os quatro lugares(que dizem reservados para...) virados uns para os outros onde estavam sentados quatro indivíduos de vestes brancas e turbantes.Entra numa paragem uma senhora gravida portuguesa que pede educadamente o lugar, um dos rapazes de turbante ia a se levantar, quando o mais velho dos quatro fez sinal com a mão e olhar de reprovação para o mais novo se sentar. E assim foi, não deram lugar a senhora gravida,nem com os protestos das pessoas no qual me incluo. A senhora foi-se sentar mais a frente por alguém que cedeu o lugar.

António M. Santos
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De Bea a 22.11.2020 às 22:37

pergunto-me se serão os sentimentos assim tão diferentemente sentidos. Mas talvez esteja aí uma razão para o desencontro entre homens e mulheres
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De Miguel a 22.11.2020 às 23:25

Se Mulheres e Homens fossem Utopicamente Extraterrestres, como já foi dito um Dia, as Mulheres fossem de Vénus e os Homens de Marte, então seria Compreensível Todo o Tipo de Divergências que nos Separa, mas nessa Visão como se pode Explicar ao mesmo Tempo Todo o Sentimento que nos Une!?
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De Isabel Paulos a 23.11.2020 às 00:23

Não se trata de um anacronismo. A realidade não mudou tão depressa como os slogans da moda. Apesar de muito verniz de modernidade e desinibição, a linguagem no feminino continua por fazer. A tendência das mulheres ao tentaram impor a sua voz foi sendo a de mimetizar os homens, por ser a única via possível face à décalage de armas, salvo para um nicho de afortunadas. O comportamento e a linguagem predominante continuam a ser masculinos. Talvez passada a fase da necessidade de reivindicação – fundamental para a igualdade de direitos -, as mulheres se possam dar a luxo de se expressar nos seus próprios termos, sem necessidade de equiparações.
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De Anónimo a 23.11.2020 às 17:02

É por isso é que as mulheres estão em todo o lado, armando-se em vitimas e depois com o veneno de cobra é vê-las na tropa na policia todas mandonas.
O Homem hoje está a dar as últimas sujeito aos constantes maus tratos da parte das mulheres.
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De V. a 23.11.2020 às 18:04

Parvoíces — não há diferenças psicológicas nem sentimentais. A palhaçada dos sexos já vem de muito longe, não é de agora. só não percebo é por que motivo as pessoas que perdem tempo com isto não percebem que é um discurso montado para ganhar poder e distribuir regalias por grupos restritos..

Tal como o comunismo e o discurso marxista que o sustenta, isto nem sequer é uma pulsão igualitária — é uma pulsão suprematista, como a cantiga choramingas dos blacks e dos mamadous e de todos os palermas que acreditam neles.
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De Anónimo a 23.11.2020 às 18:51

concordo!
Guerra dos sexos temos a novela brasileira da década de 80
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De Pedro Correia a 27.11.2020 às 21:43

Está-se mesmo a ver que o Thomas Hardy recebeu fortíssima influência "dos blacks e dos mamadous".

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