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Leituras

por Pedro Correia, em 27.09.20

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«A liberdade é assim. Só é bonita enquanto não a temos ou quando a perdemos. Como é jóia de custo e muito cobiçada, é preciso merecê-la e saber usá-la.»

Henrique Galvão, Kurika (1944), p. 60

Ed. Cotovia, 2008. Colecção Biblioteca Editores Independentes, n.º 50


11 comentários

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De Carlos Sousa a 27.09.2020 às 15:57

Um partidário da ditadura militar...a sério?!
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De Carlos Sousa a 27.09.2020 às 18:34

Esqueci-me das referências:

"Por uma razão de inteligência e não simplesmente por motivo duma paixão de meridional fui sempre um partidário sincero e desinteressado do movimento do 28 de Maio e da ditadura militar.”

Declarações de Henrique Galvão à sindicância sobre os acontecimentos de 12 de Agosto de 1927
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De Pedro Correia a 27.09.2020 às 22:20

Humberto Delgado também foi.
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De Anónimo a 27.09.2020 às 20:12

"...é preciso merecê-la e saber usá-la! "

Tenho 85 anos, sou do tempo da pouca liberdade... Sou uma mãe e avó que ensinou aos seus filhos e netos: liberdade sim, mas com responsabilidade.
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De Vento a 27.09.2020 às 20:31

É interessante esta afirmação. Não só no contexto em que foi proferida como na interpretação que hoje devemos fazer no contexto em que vivemos.
Traduzo:
Ninguém escolhe a liberdade para os outros nem se pode assumir como sinaleiro do que convém aos outros.

No contexto da actual pandemia, onde se assiste a uma histérica e paranóica onda de restrições pouco efectivas, e tendo em conta o aumento dos casos que surgem por toda a parte, é de uma atitude ditatorial, direi mesmo genocida, que existindo uma vacina que dá provas de segurança e efectividade a sua disponibilização para quem queira seja obstruída só porque tem o nome de Sputnik V e é fabricada do outro lado da cortina que o Ocidente pretende construir.
Creio que estamos na altura de os povos fiscalizarem seriamente os seus governos e começar a pedir explicações para esta ocorrência: a começar por Portugal, pedindo às diferentes autoridades que fundamentem inequivocamente suas opções.
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De Vento a 28.09.2020 às 14:29


https://www.rt.com/russia/499876-the-lancet-russian-sputnik-vaccine-effectiveness/

https://www.reuters.com/article/us-health-coronavirus-russia-vaccine-idUSKBN25V1I2

https://www.aninews.in/news/world/asia/ready-to-offer-sputnik-v-covid-19-vaccine-to-un-staff-offices-free-of-cost-russia20200923014756/

https://www.republicworld.com/technology-news/science/well-share-data-russias-sputnik-v-covid-vaccine-scientists-respond.html

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De Paulo Sousa a 27.09.2020 às 20:34

Bela frase.
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De Pedro Correia a 27.09.2020 às 22:19

Concordo, Paulo.
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De Antonio Vaz a 27.09.2020 às 21:04

Henrique Galvão foi, no mínimo, uma extraordinária personagem portuguesa que apesar de, por quase 3 décadas ter apoiado o regime “autoritário” (designação adoptada por mim, apenas para evitar polémicas sem sentido – autoritário ou fascista, apenas é uma daquelas questões semânticas!), quando foi confrontado com a realidade da política colonial do regime, teve a coragem de levantar a sua voz e quando até não foi ouvido, passou a acção.
Angola deve-lhe muito mas Portugal, até lhe deve mais…
Kurika terá sido escrito numa fase de transição do seu extraordinário percurso pessoal. Graças a deus, ele até foi um traidor!

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De Pedro Correia a 27.09.2020 às 22:19

É um livro que recomendo. Escrito muito antes de o animalismo estar na moda.
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De Fernando Antolin a 28.09.2020 às 11:59

Ali o tenho, juntamente com o Vagô e o Impala, qual trilogia. Também lá estão o " Da Vida e da Morte dos Bichos " e os dois volumes da Caça no Império Português, mais outros dois do Outras Terras,Outras Gentes, o Sol dos Trópicos,o Império Ultramarino Português, enfim, livros dum personagem contraditório e fascinante.

Bom dia e abraço, Pedro

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