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Leitura recomendada

por Pedro Correia, em 03.12.16

 

De la energía nuclear a la moringa, los proyectos inacabados de Fidel Castro

 

Despedido "como un perro" por ironizar sobre Fidel Castro

 

Estudiantes de periodismo acorralaron a Fidel Castro en una reunión secreta en 1987

 

 

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10 comentários

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De Alain Bick a 03.12.2016 às 14:57

pensou matar o mano raul
verdadeiro pecado mortal
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De Pedro Correia a 03.12.2016 às 15:02

Em Cuba, desde 1959 até agora, só houve um homem verdadeiramente livre: Fidel Castro Ruz.
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De Porfirio Tinto a 03.12.2016 às 19:22

Já Gregorio Benito, manifestante pró-Castro, lamenta a morte do líder: “Estou triste pela morte do comandante. Sabíamos que, mais tarde ou mais cedo, isto iria acontecer. Ganhou, com todo o direito um lugar na história”.
O primeiro-ministro Mariano Rajoy, originário da Galiza, tal como os antepassados de Fidel, reagiu através do Twitter. Lamentou a “morte de uma personagem de peso histórico”.

Uma das reações mais polémicas veio do líder da oposição britânica, Jeremy Corbyn, que teceu grandes elogios ao ditador, mesmo condenando as violações aos direitos humanos: “O impressionante em Cuba é a qualidade dos serviços de educação e saúde. Esse é o legado de Fidel Castro. Foi também uma enorme figura na cena mundial, fez campanha contra o apartheid e trouxe uma nova linguagem e novos valores”, disse Corbyn.

François Hollande homenageou a figura de Castro. Frisou a injustiça do embargo norte-americano a Cuba, que começa agora a ser levantado: “Sempre defendeu Cuba com orgulho face às pressões externas, sobretudo face ao embargo que atingiu o país. Mesmo se, muitas vezes, denunciei os atropelos aos direitos humanos em Cuba, sempre considerei o embargo uma decisão unilateral inaceitável”

Vladimir Putin (presidente russo): “A Cuba livre e independente que criou juntamente com os seus correligionários converteu-se num elemento influente da comunidade internacional e serviu de exemplo inspirador para muitos povos e países

Enrique Peña Nieto (presidente colombiano): “Fidel Castro foi um amigo do México, promotor de uma relação bilateral baseada no respeito, no diálogo e na solidariedade”

Xi Jinping (presidente chinês): "O povo chinês perdeu um camarada bom e sincero. O camarada Castro viverá eternamente"

Jean-Claude Juncker (Presidente da Comissão Europeia): “Com a morte de Fidel Castro, o mundo perdeu um homem que foi um herói para muitos. Alterou o rumo do seu país e a sua influência chegou muito mais além”

Mahmoud Abbas (Presidente da Autoridade Nacional Palestiniana): “Homem dedicado à defesa da sua terra e da sua gente"

Michelle Bachelet (presidente do Chile): “Era um líder pela dignidade e justiça social em Cuba e na América Latina. Envio as minhas condolências ao Presidente Raul Castro”

Jacob Zuma (Presidente da África do Sul): “O Presidente Castro identificou-se com a nossa luta contra o 'apartheid' [segregação racial], inspirou o povo cubano a juntar-se na nossa guerra; o povo cubano, sob a liderança do Presidente Castro, juntou-se à nossa luta”

Pranab Mukherjee (presidente da Índia): "Sinceras condolências pela triste morte do líder revolucionário cubano, ex-presidente e amigo da Índia, Fidel Castro"

Nicolás Maduro (presidente venezuelano): "Acabo de falar com o presidente Raúl Castro para transmitor a solidariedade e o amor ao povo de Cuba pela partida do comandante Fidel Castro"

Jorge Carlos Fonseca (presidente de Cabo Verde): “Enviei já uma mensagem em meu nome pessoal e do povo de Cabo Verde ao Presidente Raul Castro pelo desaparecimento físico do primeiro presidente do Conselho de Estado de Cuba, do líder da Revolução Cubana, do líder carismático e também do dirigente cubano que esteve à frente dos caminhos de construção do relacionamento, que hoje é muito bom, entre cubanos e cabo-verdianos, sobretudo no período que se seguiu à independência de Cabo Verde”


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De Pedro Correia a 03.12.2016 às 22:38

Os 78 mil cubanos que durante o castrismo morreram tragicamente no mar, a bordo de improvisados 'balseros' para fugirem da ilha-cárcere, nada puderam dizer. A ditadura condenou-os ao silêncio eterno.
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De Luís Lavoura a 03.12.2016 às 16:28

Eu diria que não devem ser lá muito fiáveis os artigos de uma publicação que, ao que parece, é oriunda de refugiados cubanos anti-castristas em Miami...
As histórias destes artigos podem muito bem ser (parcialmente ou totalmente) verdadeiras. Mas também podem não o ser. Ou podem sê-lo na origem, mas depois terem-lhes sido acrescentados pontos.
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De lucklucky a 03.12.2016 às 20:06

Mas as estatística da "saúde" do Governo Cubano já são verdadeiras não é?
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De rmg a 03.12.2016 às 18:29


O comentador "que sabe tudo" nem se deu ao trabalho de ír estudar e saber onde e em que condições a "14Ymedio" é feita, que até o editor-chefe vive em Havana com a família e ainda há 2 anos foi preso em frente da filha.

E depois vem para aqui dizer que aquilo é feito por "refugiados anticastristas em Miami" insistindo na ideia que os outros são todos parvos e desenvolvendo de seguida uma complexa teoria de "podem ser ou podem não ser" dignas dele.

Nos anos 60 ainda leccionava no IST um famoso professor que apresentava casos para estudo e depois os analisava segundo 4 perspectivas:

- Vantagens
- Inconvenientes
- Inconvenientes das vantagens
- Vantagens dos inconvenientes

Deve ser a fase seguinte.

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De Conde de Tomar a 03.12.2016 às 21:14

Se pudesse, parece-me, que mandava "calar", à Fidel, o Luís Lavoura. A gente sabe lá rmg onde pára a verdade. As verdades são sempre contigentes, nunca permanentes. Um exemplo? Digno de contrastar as Cruzadas vista pelos Árabes e pelos Cristãos. A chegada de Colombo ao Novo Continente visto pelos ameríndios e visto pelos europeus. A chegada de Vasco da Gama visto pelos portugueses e pelos indianos, etc.... Não existe verdade, apenas interpretações da verdade
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De Conde de Tomar a 03.12.2016 às 22:08

Não existe verdade, apenas interpretações da realidade
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De rmg a 03.12.2016 às 23:34



Curiosamente li há não muito tempo "Les Croisades vues par les Arabes" do Amin Maalouf, no original francês (não me estou a armar, ser bilingue não foi mérito meu).

O livro está traduzido para português e faz parte do Plano Nacional de Leitura (é o que faz ter netos no liceu, sabe-se estas coisas).

Quando o autor esteve cá em 2009 para apresentar "O mundo sem regras" estive lá no Auditório 2 da Gulbenkian, manifestamente pequeno para tanta gente que apareceu a ouvir aquele senhor de um bom senso notável.

Quem não me pareceu ter um "bom senso notável" foi Eduardo Lourenço.
Sentado na audiência pediu a palavra na fase de debate para pôr uma questão e nunca mais se calava, de tal modo que não houve tempo para mais perguntas.
Fica o registo da situação que acabou por ter graça.

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