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Leitura recomendada

por Pedro Correia, em 01.02.19

Câmaras comunistas adjudicam dois milhões de euros a empresas de militantes. Do Rui Pedro Antunes, no Observador.


9 comentários

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De jpt a 01.02.2019 às 22:18

Robling in PCP
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De António a 01.02.2019 às 22:54

Deve ser a isso que se referem quando se apresentam como um partido democrático. Lá nisso são tão democráticos como os outros.
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De Bea a 02.02.2019 às 09:42

Os partidos políticos portugueses são todos muito iguais nesse aspecto. Nada de ilusões.
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De António a 02.02.2019 às 13:50

Bea, tem razão, mas os comunistas e os bloquistas têm conseguido manter a ilusão de que são diferentes, e dão lições duma moralidade impoluta, que se vai vendo não terem. Começa-se a perceber que só não foram protagonistas dos grandes roubos políticos porque ainda não foram governo - e mesmo assim no caso do PCP seria interessante saber a origem do vasto património. Ou saber porque obstaram tanto à divulgação das negociatas na CGD. Porque querem partidos comunistas defender “fascistas” e “capitalistas”? Tem que haver uma relação, sendo a mais provável dinheiro.
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De Bea a 02.02.2019 às 22:55

Há tanta coisa que não entendo...a igreja está do lado dos pobres mas tem um Estado e é rica, o PC que ataca teoricamente a propriedade privada é o partido que acumula maior riqueza. E podíamos continuar que proliferam os casos. As nossas lutas parecem-me hoje tão inglórias e de tão maus resultados que não vejo a diferença que fizemos no mundo. Está tudo mais podre. Ou será pessimismo.
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De António a 03.02.2019 às 21:22

Não é fácil evitar uma depressão, mas é preferível saber. A ignorância do povo é a força dos poderosos. Orwell que me desculpe, mas é assim que o leio.
Abraço.
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De Rão Arques a 02.02.2019 às 10:00

Preços de mercado são pesca sem pecado.
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De Manuel Ó Pereira a 02.02.2019 às 11:51

Foi aberta a caixa de Pandora: Existem muitos "Genros de Jerónimo". Não estamos a assistir a "favorecimentos pessoais" ou "compadrios típicos", mas fim a uma forma ilícita de financiar um partido político. O PCP tornou-se “desleixado” com o andar dos anos, porque no final dos anos 70 e década de 80, algures no Alentejo, era assim (excerto de romance):
“— Lá vens tu com a mesma conversa reacionária… O PCP é um partido de trabalhadores, sem corrupção como acontece nos outros.
— Todos os Partidos são corruptos pai, são constituídos por pessoas.
— Na terra, a Câmara tem demonstrado o contrário.
— Eu e o pai sabemos que a Câmara apoia de forma convicta e generosamente a filarmónica, as sociedades recreativas, onde os responsáveis dessas entidades são, por acaso, todos camaradas, que por acaso, generosamente, doam discretamente ao PCP parte substancial das ajudas recebidas.
— Se isso fosse verdade, o povo não continuava a votar em nós.
— Tenha dó, pai. São cerca de 7.000 eleitores votantes. A Câmara assegura emprego a 1.000, destes mil 600 são filiados do PCP, os restantes são igualmente generosamente tratados pelo patrão, pensando que cada funcionário pode influenciar o voto de dois familiares diretos ou amigos. Verifica-se que os 1.000 funcionários da Câmara rapidamente se transformam em 3.000 votos, as excursões possibilitadas pela utilização de autocarros da autarquia, que recolhem nos lugarejos os velhotes e os transportam à sala de voto fazem o resto, asseguram os restantes 500 votos.
— Essa é a propaganda do imperialismo, não passam de calúnias divisionistas para enganar o povo.”
Os financiamentos ilícitos dos partidos do arco governativo implicam favores como créditos fiscais no valor de 800 milhões. Uma história muito mais interessante que não aparece em nenhum jornal!
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De lucklucky a 02.02.2019 às 17:55

Uau!

Agora só falta descobrirem que várias organizações de Esquerda e "ambientais" funcionam como a Mafia oferecendo a protecção do "jornalismo" a empresas por troca de lugares em fundações - ou mesmo o controlo dessas- subsídios a "eventos", subsídios a programas de "reeducação"...etc...

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