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Leitura recomendada

por Pedro Correia, em 30.11.18

Sábado 29 11 2018005.jpg

 

A peça de capa da edição desta semana da revista Sábado, que nos traz uma surpreendente revelação pela pena de Maria Henrique Espada: os milhões gastos pelo Governo de Salazar para promover a imagem de Portugal nos EUA, nas décadas de 50 e 60. Vários jornais aceitaram de bom grado este bónus financeiro, começando pelo New York Times

 

A excelente entrevista do nosso Adolfo - apresentado como "carismático vice-presidente do CDS" - ao diário espanhol El Mundo. Começando pelo título: «No podemos ceder ante proyectos que mitigan la libertad». Eis outra frase que merece destaque: «Não gosto do identitarismo da esquerda populista nem do contra-identitarismo da direita populista.»

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32 comentários

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De Anónimo a 30.11.2018 às 15:15

Quem estará a pagar agora para, por exemplo, calar a que parece ameaçar tornar-se uma espécie de 2ª Revolução Francesa?!
Quase só acedemos a alguma informação através dos camionistas de José Candeias, pela cinco da manhã.
E bem podem pagar, porque o Movimento dos Coletes tem tudo para provar que a democracia direta é possível e muito mais eficaz.
Veremos.
João de Brito
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De Pedro Correia a 30.11.2018 às 22:13

Não percebi a relação entre os coletes em França e os destaques que aqui trago.
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De Arno a 30.11.2018 às 15:17

portadaloja:

O título da capa, da responsabilidade do director Eduardo Dâmaso e do editor-executivo, um tal Carlos Torres, replica o mote de sempre nos media nacionais: denegrir o nome de Salazar, nem que seja à custa de falsidades estudadas em factos reais.

O título de apresentação do tema de capa, pelo referido Carlos Torres, é "A promoção de Salazar", o que é objectivamente falso. A promoção não é a Salazar mas sim ao país.

O título da capa é outra mistificação de tomo. A campanha publicitária e de relações públicas encetada com uma agência norte-americana nãos e destinou a branquear um regime, mas sim a dar a conhecer um país e as suas tradições. Só com manifesta ignorância ou má-fé se poderá lançar o escarro ideológico que fica na capa da revista.

É por estas e por outras que a credibilidade dos media em Portugal tende a rebaixar-se ainda mais. Portugal não era um regime sujo, como o eram os regimes de Leste que certos jornalistas da actualidade julgaram ser os ideias para substituir o de Salazar e Caetano.

Portugal, como todos os países europeus das décadas de 50 e 60 precisava de incrementar o turismo, fonte de divisas. Um dos modos seria a promoção do que nós tínhamos de interessante para qualquer turista visitar.

O país pagou então uma campanha de "relações públicas" junto dos americanos, peritos nessas matérias, para propagandearem as belezas naturais, os recursos artísticos e os lugares de interesse para visitas.

Qual o país que não faz isto? A França dos gloriosos anos não fez? A Espanha franquista não fez? Os ingleses ficaram parados na sua ilha à espera que fossem ter com eles?

Os próprios americanos tinham os seus métodos de regime, também. A revista Selecções do Reader´s Digest que chegava cá em edição brasileira, era um dos veículos privilegiados de propaganda do american way of life. Os russos, nos anos sessenta replicaram a ideia com uma edição famélica a que chamaram Sputnik, muito em destaque por cá, depois de 25.4.1974.

De resto a descoberta da Sábado vem demonstrar o engano daqueles que sempre disseram ser o regime de Salazar um regime isolacionista e caracterizado pelo "orgulhosamente sós".

Afinal lá vai mais um mito desta esquerda prevalecente na sociedade portuguesa e mediática. Um tiro no pé.

O autor da descoberta fantástica é um tal Vasco Ribeiro que ensina "Comunicação Política" na Universidade do Porto. Pelo título deve ser um curso fraudulento. Afinal, esta "comunicação política" é o contrário do que pretende demonstrar...

Seria muito mais interessante saber quanto é que o país gastou, nos anos a seguir ao PREC, para restabelecer uma imagem, essa sim suja pela malta da extrema-esquerda que assim actuou a mando ideológico.

Alguns deles estão na Sábado. E em posto de comando...

Já não há pachorra para tanta merda desinformativa, com o aval de professores de caca...racá. E depois queixam-se das "fake news"...
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De Pedro Correia a 30.11.2018 às 15:31

Um comentador anónimo a citar um autor anónimo. Com corajosas opiniões anónimas.
Coisa tão linda.
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De Chico a 30.11.2018 às 16:03

E por ser anónimo deixa de ser verdade ou de ter razão?
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De Pedro Correia a 30.11.2018 às 16:37

Deixe lá a verdade para os filósofos.
Fiquemo-nos pela credibilidade.
Quem quer ser credível não atira a pedra escondendo a mão.
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De João Silva a 30.11.2018 às 16:35

"Um comentador anónimo a ..."
O ser anónimo não me impressiona. Dou mais atenção às asneiras que o comentador diz. Não sei se vale a pena responder. Talvez fosse preferível sugerir ao autor que se organize e tente formar um partido ou aderir a um existente. Só para ver se consegue chegar nas eleições aos 0,1 por cento. Por enquanto parece-me que estamos livres desta malta. É deixá-los falar...
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De Pedro Correia a 30.11.2018 às 22:14

O facto de ser anónimo invalida à partida qualquer possível discussão.
Eu só discuto com gente que tenha a cara descoberta. Não dou para o peditório dos embuçados.
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De Martim Moniz a 30.11.2018 às 16:41

Nota-se bem que és mais um (entre muitos no "jornalixo)) imbecis/canalhas a soldo,agora não publiques isto só para provar que és um democrata anti-censura.
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De Pedro Correia a 30.11.2018 às 22:17

Este usa chapéu de arame e vem aqui mostrar-nos isso.
Talvez lhe dê jeito para enfeitar a árvore de Natal lá de casa.
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De Luís Lavoura a 30.11.2018 às 16:01

O que é que são "o identitarismo da esquerda populista" e "o contra-identitarismo da direita populista"?
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De Luís Lavoura a 30.11.2018 às 16:03

O "carismático vice-presidente do CDS" não tem andado um bocado desparecido? Nunca mais ouvi falar dele. Só vejo a Cristas a cacarejar (ainda ontem despertando uma valente gargalhada à Mariana Mortágua), mas o carismático, não o vejo.
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De Luís Lavoura a 30.11.2018 às 16:29

Não sei de que tendência política é este jornal El Mundo (os jornais espanhóis têm usualmente tendências políticas bem vincadas). Mas estranho que diga que "o CDS tem vindo a subir nas sondagens". Eu ainda não reparei que isso tenha vindo a suceder...
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De Pedro Correia a 30.11.2018 às 22:18

Chiça. Meia hora enfiado nesta caixa de comentários.
Há gente que não tem mesmo nada que fazer.
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De Luís Lavoura a 01.12.2018 às 16:59

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar.
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De Pedro Vorph a 30.11.2018 às 17:49

Vai perder leitores com este destaque, Pedro!!


Parece que, como Hitler, o nosso homem pardo, também levava umas estimulantes injecções .. ou seriam só para a ciática?
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De Pedro Correia a 30.11.2018 às 22:19

Alguns aparecem aqui com uma escrita muito ornamentada. Para condizer com o que têm na testa.
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De Anónimo a 30.11.2018 às 19:15

Refresquem-me a memória, por favor : esses tipos fizeram capa(s) sobre a miserável e vergonhosa " actuação" da canalha " governamental" nos casos dos incêndios e da mais de centena de mortes do ano passado, do ridículo espantoso que foi o roubo (') de Tancos, da desgraça completa que é a tipa da "cóltura", do desleixo incompetente e criminoso que desemboca em tragédias como a de Borba, da impunidade corrupta e reles dos corruptos e reles frequentadores do alterne ali a S.Bento ( serviço de manicure incluído...) , etc. etc.?
Mas dão-se ao trabalho de fazerem uma capa sobre uma prática mais que corriqueira em todos os países...e em todos os governos.
Vide o "Arquivo Mitrohkine"...
A propósito : essa gente fez alguma referência ao 25 de Novembro?
Há pouco apareceu aqui um (oportuníssimo)) post sobre a credibilidade da imprensa e dos seus agentes...


JSP
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De Pedro Correia a 30.11.2018 às 22:20

Se não gosta empurre para a borda do prato. E que lhe faça bom proveito.
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De Anónimo a 30.11.2018 às 21:19

Boa noite , sobre o Estado Novo e a governação de Salazar , recomendo que leia o post de Cristina Miranda "Um país em ruínas" no Blasfémias .
Luís Almeida
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De Pedro Correia a 30.11.2018 às 22:20

Boa noite para si também.
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De atitopoteu a 30.11.2018 às 22:20

o que raio quer significar o vocábulo "identitarismo" ?!...será da família do "destitutiva" ?!

apesar da estagnação no PSD e com a mais que provável subida eleitoral do BE e do PS, o partido destes baratinados 'crâneos' formatados na juventude centrista, arriscam a voltar a ir todos no mesmo táxi para a AR.

ontem mesmo houve 2 bairristas de Lisboa - a 'maluquinha de Arroios' e o 'ventoínha das Furnas' - que me fizeram rir a bandeiras despregadas !...

ela de hilário gozo !...ele de nervoso miudinho, quase em pânico...
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De Pedro Correia a 01.12.2018 às 01:23

No tempo do Salazar é que era bom, não era? O Benfica ganhava sempre por imposição dos mecanismos da ditadura, infiltrados no futebol. Sua Excelência, o lampião-mor, até impedia os craques de abandonarem o clube enquanto chamava Eusébio e Coluna a São Bento para umas sessões de bate-papo.

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De Anónimo a 30.11.2018 às 23:56

Do tempo de Salazar,só tenho saudades da Marinha Mercante... e do "Livro Único" .

A propósito de Salazar : - A Ponte 25 de Abril já estará paga?


Amendes
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De Pedro Correia a 01.12.2018 às 01:25

Ninguém apontou os custos da ponte. Por ser feio apontar.
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De João Silv a 01.12.2018 às 14:30

E eu tenho saudades da Pide, da Censura Eda Milícia (que me deu tanto gozo quando era jovem). Mas o que mais me faz falta é a guerra colonial.
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De Pedro Correia a 01.12.2018 às 14:34

Este "João" diz o mesmo que um tal José dirá daqui a dois minutos.
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De José a 01.12.2018 às 14:32

Eu tenho saudades da Pide, da Censura e da Milícia (que me deu muito gozo quando era jovem). Mas o que mais me faz falta é a guerra colonial.
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De Pedro Correia a 01.12.2018 às 14:35

Este "José" diz o mesmo que um tal João disse dois minutos antes.
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De João Silva a 01.12.2018 às 16:22

Se ler bem não é exactamente o mesmo.

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