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Ouvi as palavras do Presidente da República sobre a tragédia de Pedrógão Grande. São uma vergonha. O Senhor Presidente afirma peremptoriamente que era impossível ter feito mais. Ora, numa situação destas o que é impossível é saber já se podia, ou não, ter sido feito mais. Dizer o que o Senhor Presidente diz tem o único objectivo de paralisar qualquer investigação séria. E o que um país sério faria numa circunstância destas seria apurar integralmente as responsabilidades, se existem, e promover um plano estratégico de prevenção e combate a situações futuras. As palavras do Presidente deveriam ser neste sentido e não no de encerrar apressadamente o tema. Mais tarde ou mais cedo há um preço de irresponsabilidade a pagar por ter um país dirigido por pantomineiros.

 

Leitura complementar: este post lapidar do Henrique Pereira dos Santos.


81 comentários

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De Anónimo a 18.06.2017 às 20:06

Só a título de exemplo:
-Já repararam que os pinheiros chegam aos rails da estrada fatídica?!
-Já ouviram alguém falar nisso?!
Eu não!
João de Brito
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De José António Abreu a 18.06.2017 às 20:48

Eh pá, Rui, não se critica o professor Pangloss de Sousa por causa de um momento em que ele apenas nos explicava que, não obstante a tragédia, continuamos a viver no melhor dos mundos...
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De V. a 18.06.2017 às 21:15

Outra questão é saber quantas cabeças os jornalistas, os partidos de esquerda e os donos disto tudo do PS já estariam a pedir se o governo fosse um governo do PSD ou de Passos Coelho. Muitas.
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De As Bombinhas da Catrina a 18.06.2017 às 21:31

Qual será a ideia sobre o assunto, da mulher de todas as ideias, Catarina Martins?

Catarina Martins está em todos os sucessos da geringonça e ainda não deu a cara sobre o problema! estranha a ausência!
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De V. a 18.06.2017 às 23:13

Sei lá, aposto que a ideia de Catarina Martins é chamar todas as velhinhas de lencinho e avental do Pinhal Interior Norte ao Parlamento e dar-lhes um raspanete por não limparem o quintal e depois vem o PS e pimba toma lá uma taxa de eucaliptos no campo visual.
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De Anónimo a 18.06.2017 às 21:56

Um tipo informado, lógico, assertivo e irónico que dava gosto ler, deu um traque um traque ruidoso daqueles que saem por reflexo, assim como que a jato e deixa um cheiro nauseabundo, um cheiro que atrai abutres a quilómetros de distância, daqueles bichos que pairam e pairam enquando lhes cheirar apodre para debicar.
O Rui Rocha, escreveu, escreveu mal, mal informado, fugiu e deixou a caixa de comentários entregue aos bichos. Alguns bichos nem animais são,são qualquer coisa.
Sem moderação , sem resposta, sem explicação. Rui Rocha, nunca mais.
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De Einstürzende Neubauten a 18.06.2017 às 22:57

Perdão, Anónimo! Fui eu que me peidei. As minhas mais sinceras desculpas.
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De Anónimo a 18.06.2017 às 23:04

Abutres, lá está, não só a aproveitar -se do morticínio para se por em bicos de pés, como a apropriar -se proletriamente do traque do outro... um Slava sem piada.
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De Einstürzende Neubauten a 18.06.2017 às 23:11

Mas agora querem ver que o Anónimo tem uma aplicação que lhe permite detectar a proveniência da bufa? Estou-lhe a dizer, fui eu...até lhe mostrava o cuecame, só para ver a nódoa que por lá ficou...Não estou a brincar....é como diz, foi um reflexo e todo o reflexo é inconsciente e inconsistente.
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De Anónimo a 18.06.2017 às 23:33

Olhe que não, passou a tarde toda a debitar flatulência com lastro tal que não há kevlar que lhe resista, um super heroi, é o que é, isto já a pensar no caso de reivindicar como seus os traques dos outros, mesmo os de péssima qualidade, só para armar em demagogo e chamar a atenção de todos os comentadores para a sua incontestada genialidade.
O putativo revolucionário intestinal.
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De V. a 18.06.2017 às 23:15

Este universo imagético em conjunção com a ortografia tropical indicam claramente que o Anónimo é deputado.
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De Anónimo a 18.06.2017 às 22:31

Lapidar:

https://www.publico.pt/2013/09/06/ecosfera/noticia/a-gestao-do-fogo-e-as-ignicoes-1605122
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De V. a 18.06.2017 às 23:26

E aposto que a GNR fechou todas as estradas e empurrou toda a gente para a estrada 236 e do nó do IC8 já ao cair da noite — o que explica o absurdo de que toda a gente tenha fugido ao mesmo tempo na mesma direcção e fora de horas por ali a cima — e lá chegados estava escuro, tudo cheio de fumo e a arder, não se via nada, começaram a bater uns nos outros ou encostaram os carros para tentar fugir e ficaram lá todos no meio de uma recta sem refúgio nenhum.
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De Teresa a 19.06.2017 às 00:15

Boa noite,
Eu tenho vergonha, ou melhor dizendo, raiva por, ao longo destes anos, não se ter apostado na prevenção dos fogos.
Esta era uma tragédia, há muito, anunciada.
A migração das populações rurais para as cidades, o isolamento, envelhecimento e empobrecimento dos que ainda vivem nos campos,o aquecimento global, o efeito de estufa, a extinção dos Guardas Florestais, a má gestão florestal, a falta de desmatação equilibrada, a não existência ou falta de manutenção de aceiros, a não vigilância do Portugal rural são todos fatores que indicavam de forma inequívoca que esta tragédia se iria dar.
Contudo, discordo em absoluta da forma como analisou o comportamento e palavras do Presidente da República.
Primeiro, quem chorou foi o Secretário de Estado, só prova que tem alguma humanidade dentro dele.
Segundo, o Presidente quando disse que tinha sido feito tudo o que era possível, estava a referir-se à atuação dos Bombeiros e outros, nesta situação específica. Não estava a referir à má gestão florestal e rural, nem à falta de prevenção.
Não sou uma defensora do presidente atual, mas serei sempre defensora da justiça.
Há muitas culpas e muitos culpados, mas não me parece que o Presidente seja um deles, ou pelo menos um dos principais.
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De Tiro ao Alvo a 19.06.2017 às 09:06

Concordo consigo, Teresa. Todavia, esta tragédia deve servir para alterar a forma como os nossos governantes têm encarado este problema dos fogos florestais, apostando quase exclusivamente no combate - neste capítulo estamos ao nível do que há de melhor -, descurando a prevenção. Como se deve lembrar, o nosso actual PM, quando era ministro da Administração Interna, também deu um grande impulso ao combate em desfavor da prevenção e, há pouco tempo, já andou a dizer que era necessário fazer mais pello ordenamento da floresta, mas até agora nada.
Quanto à actuação do nosso Presidente, só lhe quero lembrar o que diz o nosso povo: pela boca morre o peixe. E que, no meu entender, um PR não deve fazer de comentador, como por aqui acontece quase todos os dias, várias vezes por dia.
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De Teresa a 19.06.2017 às 09:57

Tem razão, Tiro ao Alvo, os diversos Ministros o que fizeram foi quase só asneira, quer fosse por serem incompetentes, por não perceberem nada do assunto ou porque "valores mais altos se alevantavam".
Acho que está mais do que na hora de exigirmos o regresso dos Serviços Florestais. E tem que ser já, porque, caso contrário, dentro de duas semanas ou três já ninguém se lembra do fogo, dos mortos, da floresta ardida e de todas as outras óbvias consequências.
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De Sérgio de Almeida Correia a 19.06.2017 às 16:44

Esse preço é pago há décadas. Tu pagas aí, eu aqui. Alguns não têm, nunca terão, a noção do que pagam. Por isso vão continuar a pagar, para desgraça dos que não têm culpa e não​ podem pagar.
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De Vitor vigário a 21.06.2017 às 08:08

O Meu Portugal não merece ter estes político. VOLTA SALAZAR. Estás perdoado

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