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Ouvi as palavras do Presidente da República sobre a tragédia de Pedrógão Grande. São uma vergonha. O Senhor Presidente afirma peremptoriamente que era impossível ter feito mais. Ora, numa situação destas o que é impossível é saber já se podia, ou não, ter sido feito mais. Dizer o que o Senhor Presidente diz tem o único objectivo de paralisar qualquer investigação séria. E o que um país sério faria numa circunstância destas seria apurar integralmente as responsabilidades, se existem, e promover um plano estratégico de prevenção e combate a situações futuras. As palavras do Presidente deveriam ser neste sentido e não no de encerrar apressadamente o tema. Mais tarde ou mais cedo há um preço de irresponsabilidade a pagar por ter um país dirigido por pantomineiros.

 

Leitura complementar: este post lapidar do Henrique Pereira dos Santos.

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81 comentários

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De Jordão a 18.06.2017 às 13:27

Este palhaço abraçou o Secretario de Estado porquê? Morreu alguém ao Secretário de Estado? É só palhaçadas para a televisão com esta cambada.

Não se pode abalar a "onda positiva", meus caros. Os fogos são coisas que "acontecem" (todos os anos)! O Costa foi um dos piores Ministros da Administração Interna que Portugal já teve (e ainda estamos a pagar por isso), mas "acontece".
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De Carlos Faria a 18.06.2017 às 14:17

Em vários momentos tenho dito que é no momento difícil que veremos como se comporta, pois suspeitava que se nos momentos bons procura recolher louros de simpatia sem nada ter contribuído para isso, nos momentos maus tentaria suavizar a pílula amarga para não se queimar. Foi o que fez, não tenho complexo de assumir que votei nele e entre os que tinha à escolha também não tinha grandes alternativas, mas não estou surpreendido.
Acredito que no combate se fez o que se podia, mas antes, ao longo de anos não se fez em matéria estratégia neste setor... e não é com afetos que se colmata o que não se faz na prática.
https://cefariazores.wordpress.com/2017/06/18/pedrogao-grande-talvez-fez-se-tudo-durante-so-o-pais-nao-se-preparou-antes/
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De AjorgeC a 18.06.2017 às 14:56

Este dia teria que chegar. O dia que o Rui Rocha escreve uma posta de pescada em vez de um post.
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De Einstürzende Neubauten a 18.06.2017 às 15:18

Eu diria que o seu comentário é um Douradinho do Capitão Iglo. Sensaborão e para criancinhas
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De Ajirgec a 18.06.2017 às 20:07

Mantemos o tema em alimentação e culinária. Algo bem mais útil neste momento.
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De Don Bibas a 18.06.2017 às 15:50

O negócio dos fogos, ou a „Indústria dos Incȇndios“ ,que como toda e qualquer empresa capitalista tem como única finalidade o lucro, não respeita nem tem qualquer interesse pela vida humana, nem pelos prejuízos ecológicos que as suas actividades possam causar.
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De jpt a 18.06.2017 às 16:02

Meu caro Rui Rocha desde ontem que (me) tenho repetido: não é o momento para canibalismo, para a caça às bruxas, apontar o dedo aos políticos em serviço actual, um auto-de-fé para a todos nós purgar dos pecados da desatenção, conivência, etc et al. Mas o que diz aqui é absolutamente certeiro, o que Marcelo diz é uma vergonha. E politicamente inadmissível.
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De Alain Bick a 18.06.2017 às 16:08

no final da década de 1930 até 1974
havia trovoadas secas na zona do pinhal
lamçavam foguetes e balões e nada ardia
faziam queimadas e nada
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De Maria Dulce Fernandes a 18.06.2017 às 16:22

Rui Rocha ? O Rui Rocha? Alguém hackou o Delito ?
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De V. a 18.06.2017 às 18:52

Passando a irritação inicial, não acho mal dar um desconto ao PR. Marcelo é assim, impulsivo, e imagino que perante uma desgraça daquelas haja algum desequilíbrio emocional na hora de exprimir a sua solidariedade. Até percebo a intenção de louvar e motivar as pessoas que estão a trabalhar no terreno. Mas isso não deve impedir a necessidade de olhar para um problema de forma mais racional e identificar coisas que devem ser melhoradas. E o número de fatalidades indica que houve algo de muito errado que se passou ali. Não foi só um "fenómeno" como dizia o Secretário do não-sei-quê, isso é nos filmes do Shyamalan (bastante porreiros, por sinal).
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De Einstürzende Neubauten a 18.06.2017 às 19:01

Não gosto do Shyamalan . É monhé. Só gosto da Leni
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De V. a 18.06.2017 às 21:07

LOL
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De José Manuel Faria a 18.06.2017 às 20:01

Ainda se vai responsabilizar as "alterações climáticas"/"aquecimento global".
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De Anónimo a 18.06.2017 às 20:03

Pela primeira vez, concordo com uma crítica importante ao PR.
O que não concordo é nada com os que, por respeito às vítimas (que são muitas mais que os mortos), acham que a crítica não é oportuna.
Considerar a tragédia uma fatalidade da natureza e que todas as entidades envolvidas fizeram os possíveis e que são uns heróis, isso sim, é que é uma tremenda falta de respeito pelas vítimas e pela inteligência das pessoas mais atentas, além de ser a potenciação de futuras tragédias que se somarão às passadas.
É endémica a nossa falta de organização e planificação a longo prazo.
A partidocracia faz o resto: acrescenta-lhe a corrupção e o compadrio, que coloca, nos lugares-chave dos processos e de decisão, em vez dos mais preparados e competentes, os amigalhaços e os caçadores de votos, por norma e por ofício, gente impreparada, incapaz e corrupta.
Até quando?!...
João de Brito

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