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Jorge Gomes ou o optimismo.

por Luís Menezes Leitão, em 29.08.17

Nem Voltaire, que se lembrou de colocar o seu Candide em Lisboa aquando do terramoto de 1755, se resolvesse escrever sobre a tragédia dos incêndios de 2017, conseguiria ilustrar o seu romance com alguém tão optimista como Jorge Gomes. De facto a personagem Pangloss não lhe chega aos calcanhares. Que há a dizer perante alguém que refere que comeu belíssimas refeições no teatro de operações? Reconhecer que de facto, nos dizeres do Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, António Costa já conseguiu contagiar todo o governo com o seu optimismo crónico e às vezes um pouco irritante. Não se preocupam se a tragédia alastra. Pelo menos come-se bem.


7 comentários

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De Tiro ao Alvo a 29.08.2017 às 20:28

Eu não acredito! O homem disse mesmo isso? Que comeu sempre bem, refeições, bem confeccionadas, no "teatro de operações"?
Desmintam o autor do post, por favor!
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De Jo a 29.08.2017 às 20:45

Deve haver um engano. O que é dito é que as refeições são bem confecionadas, não que são belíssimas refeições. Anda para aí um superlativo a mais que não foi dito. Por um mero acaso é esse suprelativo que torna a frase pateta.
Coincidência.
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De JSP a 29.08.2017 às 21:44

Indigência mental, em estado quimicamente puro.
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De Anónimo a 30.08.2017 às 00:40

Belíssimas refeições para ele e para a sua equipa. Não se come decerto assim tão bem por 7€.
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De Luís Lavoura a 30.08.2017 às 09:08

Eu no dia-a-dia como numa cantina self-service por 4,27 euros, e posso afirmar que como bem. As refeições são bem confecionadas e saborosas.
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De Luís Lavoura a 30.08.2017 às 09:07

Qual é o mal de ele dizer que comeu boas refeições? Que certeza tem o Luís Menezes Leitão de que ele não esteja a dizer a verdade? É assim tão absurdo supôr que as refeições sejam boas?

O secretário de Estado diz que está a falar da sua experiência pessoal, própria. Que topete tem o Luís Menezes Leitão para vir dizer que essa experiência pessoal está falsificada?
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De rão arques a 30.08.2017 às 10:24

Próxima missão de serviço, sem-abrigo infiltrado.

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